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	<title>Arquivos Sem categoria - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>Arquivos Sem categoria - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>Como fica a mama após o explante e quando a intervenção deve ser associada a outros procedimentos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[enxerto de gordura na mama]]></category>
		<category><![CDATA[explante mamário]]></category>
		<category><![CDATA[flacidez mamária]]></category>
		<category><![CDATA[lipoenxertia mamária]]></category>
		<category><![CDATA[mastopexia]]></category>
		<category><![CDATA[retirada de implante]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por uma série de razões, a decisão de retirar as próteses de silicone vem sendo cada vez mais adotada. Contudo, essa dcisão também levanta uma dúvida recorrente no consultório: como fica a mama após o explante? A resposta depende de fatores individuais, como o tempo de uso do implante, o volume das próteses, a elasticidade da pele e as características [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/mama-apos-explante/">Como fica a mama após o explante e quando a intervenção deve ser associada a outros procedimentos?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Por uma série de razões, a <strong>decisão de retirar as próteses de silicone vem sendo cada vez mais adotada.</strong> Contudo, essa dcisão também levanta uma dúvida recorrente no consultório: <strong>como fica a mama após o explante?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta depende de fatores individuais, como o tempo de uso do implante, o volume das próteses, a elasticidade da pele e as características da mama antes do aumento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, o planejamento cirúrgico vai muito além da simples remoção do implante. Em diversos casos, o explante é associado a outras técnicas para que o resultado final seja o mais harmonioso e natural possível. É isso o que discutimos neste conteúdo!</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que acontece com a mama após o explante?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com dados da <a target="_blank" href="https://www.isaps.org/media/30xldsyf/isaps-global-survey-2024.pdf">Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética</a>, em 2024 foram realizados no Brasil cerca de <strong>42 mil procedimentos de remoção de próteses mamárias.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Seja qual for a razão por trás da escolha, em linhas gerais, ao remover a prótese, a <strong>mama perde o volume que era sustentado artificialmente pelo implante.</strong> Isso expõe as condições reais da pele e da glândula mamária. As alterações mais comuns observadas após o explante incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>flacidez:</strong> a pele, que foi distendida durante o tempo em que o implante esteve presente, pode não retrair completamente sozinha, sobretudo em pacientes com próteses de grande volume ou muitos anos de uso;</li>



<li><strong>excesso de pele:</strong> quando a elasticidade da pele já estava reduzida antes do implante (por gestações, variações de peso ou pelo processo natural de envelhecimento) sobra tecido que antes era &#8220;preenchido&#8221; pela prótese;</li>



<li><strong>perda do polo superior:</strong> é comum que a região acima da aréola fique mais achatada ou vazia, já que essa área costuma depender diretamente do volume do implante para manter sua projeção;</li>



<li><strong>assimetria:</strong> diferenças de flacidez, posição do mamilo ou volume remanescente entre as duas mamas podem se tornar mais evidentes sem o implante.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar disso, <strong>vale destacar que a aparência do seio após o explante não é, necessariamente, a de uma &#8220;mama murcha&#8221; ou definitivamente comprometida</strong>. Com planejamento adequado, é possível alcançar um contorno natural. Todavia, isso exige, com frequência, associar o explante a procedimentos complementares.</p>



<p class="leia wp-block-paragraph">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/linfomas-em-implantes-de-mama/">Linfomas em implantes de mama são mais frequentes em mulheres com mutação nos genes BRCA utilizando próteses texturizadas</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Em que cenários pode ser interessante associar o explante à mastopexia?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Como destaca a <a target="_blank" href="https://www.plasticsurgery.org/cosmetic-procedures/breast-lift">Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos</a>, a <a target="_blank" href="https://drabrendadelgado.com.br/cirurgia-para-levantar-as-mamas/">mastopexia</a>, ou <em>lifting</em> mamário, eleva as mamas ao remover o excesso de pele e tensionar o tecido circundante, remodelando e sustentando o novo contorno mamário. Ela costuma ser indicada junto ao explante quando há:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>flacidez acentuada</strong>, com pele visivelmente sobrando após a retirada da prótese;</li>



<li><strong>ptose mamária relevante</strong>, ou seja, queda importante do mamilo em relação ao sulco inframamário;</li>



<li><a style="color:#000080; text-decoration:underline;" href="https://drabrendadelgado.com.br/seios-tamanhos-diferentes/"><strong>assimetria </strong><strong>entre as mamas</strong></a> que compromete o equilíbrio estético do conjunto;</li>



<li><strong>longo tempo de uso do implante ou próteses de grande volume</strong>, fatores que tendem a comprometer ainda mais a elasticidade da pele.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Nesses casos, a associação em uma única intervenção costuma ser vantajosa. Isso evita uma segunda intervenção e permite corrigir, na <a target="_blank" href="https://drabrendadelgado.com.br/mastopexia-cancer-de-mama/">mesma cirurgia,</a> tanto a retirada do implante quanto o reposicionamento do tecido remanescente. As <a target="_blank" href="https://drabrendadelgado.com.br/cicatrizes-da-mama-apos-cirurgia-do-cancer/">cicatrizes</a> resultantes variam conforme a quantidade de pele removida, podendo ser periareolares, verticais ou em formato de T invertido.</p>



<h2 class="wp-block-heading">E quando a lipoenxertia é a melhor opção?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A lipoenxertia consiste na <a target="_blank" href="https://drabrendadelgado.com.br/beneficios-aplicacao-de-enxerto-gordura-mamas/">transferência de gordura da própria paciente para a região mamária.</a> Ela entra em cena principalmente quando o objetivo é recompor parte do volume perdido com o explante, sem recorrer a um novo implante. O <a target="_blank" href="https://drabrendadelgado.com.br/o-que-faz-o-mastologista/">mastologista</a> ou cirurgião tende a indicá-la quando:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>a flacidez presente é discreta ou moderada,</strong> sem necessidade de grande remoção de pele;</li>



<li><strong>há perda de volume no polo superior,</strong> mas o restante da mama mantém um contorno razoável;</li>



<li><strong>a paciente deseja evitar cicatrizes adicionais maiores</strong>, como as da mastopexia;</li>



<li><strong>existe área doadora de gordura disponível no corpo,</strong> já que pacientes com baixo percentual de gordura corporal podem não ser boas candidatas.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>É importante que a paciente tenha uma expectativa realista quanto ao volume final.</strong> Mesmo com o aproveitamento de toda a gordura disponível, o enxerto raramente devolve a mesma projeção proporcionada pela prótese. Ainda assim, a técnica cumpre um papel relevante ao suavizar retrações, preencher áreas vazias e manter um volume final satisfatório.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma publicação no periódico <a target="_blank" href="https://link.springer.com/article/10.1007/s00266-025-05175-2"><em>Aesthetic Plastic Surgery</em></a> ressalta que a transferência de gordura é um método seguro e eficaz para restaurar o volume após a remoção de implantes, proporcionando alta satisfação das pacientes quanto ao formato das mamas.</p>



<p id="cta"><strong>Pensando em remover suas próteses mamárias? Agende sua consulta com a Dra. Brenda e garanta uma avaliação qualificada e o melhor acompanhamento possível nesse processo. Entre em contato: <a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5511970988899" target="_blank">Whatsapp</a></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual o papel da opinião especializada na decisão pela melhor abordagem?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Como cada mama responde de forma diferente à <a target="_blank" href="https://drabrendadelgado.com.br/retirada-silicone/">retirada do implante,</a> não existe uma técnica única e válida para todas as pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, <strong>o profissional responsável define, após uma avaliação individualizada, se realizará o explante de forma isolada ou associado à mastopexia, à lipoenxertia ou à combinação dessas técnicas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessa avaliação, entram em jogo aspectos como a qualidade e a elasticidade da pele, o grau de ptose (a queda do tecido mamário), o volume mamário remanescente, a presença de gordura corporal disponível para enxertia e as expectativas da própria paciente em relação a volume, formato e cicatrizes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, <strong>discutir abertamente com a equipe médica as diferentes opções</strong>, incluindo a possibilidade de não recompor o volume artificialmente, <strong>ajuda a paciente a chegar a uma decisão alinhada com sua rotina e seus objetivos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em resumo, a mama após o explante pode, sim, alcançar uma aparência harmoniosa e natural, desde que o cirurgião construa uma estratégia cirúrgica sob medida, respeitando as características anatômicas e as expectativas de cada paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quer saber mais sobre o que esperar antes e depois da cirurgia de explante de silicone? <a target="_blank" href="https://drabrendadelgado.com.br/explante-silicone-antes-e-depois/">Então confira esse outro conteúdo que já foi destaque aqui no blog!</a></p>
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		<title>Mamoplastia redutora: como o procedimento pode trazer benefícios para a qualidade de vida?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[autoestima da paciente]]></category>
		<category><![CDATA[hipertrofia mamária]]></category>
		<category><![CDATA[macromastia]]></category>
		<category><![CDATA[mastologia]]></category>
		<category><![CDATA[pós-operatório]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para muitas mulheres, mamas muito volumosas não são apenas uma questão estética. Essa característica é capaz de interferir diretamente na rotina, no conforto físico e até na disposição para atividades simples do dia a dia. Nesses casos, a mamoplastia redutora costuma ser considerada um dos procedimentos com maior índice de satisfação entre as cirurgias plásticas. A Sociedade Americana de Cirurgiões [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Para muitas mulheres, mamas muito volumosas não são apenas uma questão estética. <strong>Essa característica é capaz de interferir diretamente na rotina, no conforto físico e até na disposição para atividades simples do dia a dia.</strong> Nesses casos, a mamoplastia redutora costuma ser considerada um dos procedimentos com maior índice de satisfação entre as cirurgias plásticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <a target="_blank" href="https://www.plasticsurgery.org/reconstructive-procedures/breast-reduction">Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos</a> <strong>descreve a técnica como a remoção do excesso de pele, gordura e tecido glandular (aquele presente no interior mamário), com o objetivo de deixar a mama menor e mais proporcional ao corpo da paciente</strong>. Além do resultado visual, o procedimento é reconhecido por seu potencial de aliviar sintomas físicos e melhorar a qualidade de vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sinais de que as mamas estão afetando o bem-estar da mulher</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Macromastia ou hipertrofia mamária</strong> são os nomes técnicos dados a mamas excessivamente volumosas em relação ao corpo. Entre os sinais mais comuns que sugerem que vale a pena buscar uma avaliação especializada estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>dor na região cervical e nos ombros:</strong> o peso excessivo das mamas exige uma compensação postural constante, sobrecarregando o pescoço e a região superior das costas. Uma <a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s00586-019-06155-2" target="_blank" rel="noreferrer noopener">publicação de 2019 do European Spine Journal</a> reforça que mulheres submetidas à mamoplastia redutora apresentaram melhora consistente da dor nas costas quando comparadas ao período pré-operatório;</li>



<li><strong>sulco na área das alças do sutiã:</strong> marcas persistentes nos ombros, causadas pela pressão necessária para sustentar o volume mamário;</li>



<li><strong>assaduras e irritações na pele:</strong> comuns no sulco inframamário, sobretudo em dias quentes ou de maior atividade física;</li>



<li><strong>dificuldade para encontrar roupas e sutiãs adequados</strong>: peças que não se ajustam bem ao corpo, limitando as opções do guarda-roupa;</li>



<li><strong>restrição para exercícios físicos:</strong> o desconforto e a instabilidade do volume mamário durante o movimento podem desestimular a prática esportiva;</li>



<li><strong>alterações no sono:</strong> dificuldade para encontrar uma posição confortável para dormir, especialmente de bruços ou de lado.</li>
</ul>



<p id="cta"><strong>Convive com esses sintomas e desconfia que eles sejam causados por mamas excessivamente grandes? Entre em contato e agende uma consulta com a Dra. Brenda. O caminho para isso está no site: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/contato/" target="_blank">https://drabrendadelgado.com.br/contato/</a></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais mulheres costumam ser candidatas à mamoplastia redutora?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Não existe um volume mamário mínimo que, isoladamente, defina a indicação cirúrgica.</strong> A decisão considera o conjunto de sintomas físicos, o impacto emocional e a saúde geral da paciente. Mulheres que costumam ser boas candidatas à mamoplastia redutora geralmente:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>apresentam dores crônicas nos ombros ou nas costas relacionadas ao volume das mamas;</li>



<li>têm assaduras recorrentes no sulco mamário, mesmo com cuidados de higiene e pele;</li>



<li>sentem que o volume mamário limita a prática de atividades físicas ou o dia a dia;</li>



<li>já completaram o crescimento mamário e não estão amamentando no momento da cirurgia;</li>



<li>estão em boas condições clínicas gerais e não fumam, ou se comprometem a interromper o hábito antes do procedimento;</li>



<li>têm expectativas realistas sobre resultado, <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cicatriz-em-l-oncoplastia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cicatrizes</a> e sensibilidade após a cirurgia.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Vale destacar que, <strong>embora historicamente associada apenas a queixas físicas,</strong> a mamoplastia redutora também é indicada quando o volume mamário compromete a<a target="_blank" href="https://drabrendadelgado.com.br/aumento-dos-seios/"> autoimagem e a autoestima, </a> ainda que não haja dor ou qualquer outro incômodo associado.</p>



<p class="leia wp-block-paragraph">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/beneficios-aplicacao-de-enxerto-gordura-mamas/">Como funciona e quais os benefícios da aplicação de um enxerto de gordura nas mamas</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Fatores a serem considerados no planejamento da mamoplastia redutora</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O planejamento cirúrgico leva em conta diversos aspectos individuais. Alguns pontos merecem atenção especial na conversa entre médico e paciente, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>simetrização entre as mamas:</strong> como a maioria das mulheres já apresenta alguma diferença natural de volume ou formato entre os lados, o objetivo da cirurgia é o equilíbrio proporcional entre as mamas (mas não necessariamente uma simetria absoluta). Pequenas diferenças residuais são esperadas e fazem parte da variabilidade anatômica do corpo;</li>



<li><strong>localização e extensão das cicatrizes:</strong> o padrão de incisão (geralmente ao redor da aréola, verticalmente e no sulco mamário) varia conforme o volume a ser retirado e a técnica escolhida. As cicatrizes tendem a clarear e amadurecer ao longo dos primeiros meses após a intervenção;</li>



<li><strong>efeito de futuras variações de peso:</strong> ganho ou perda de peso relevante posterior pode alterar o volume e o contorno das mamas ao longo do tempo, assim como gestações futuras;</li>



<li><strong>formato e projeção esperados</strong>: o resultado final busca uma <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cirurgia-para-levantar-as-mamas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mama menor, mais firme e elevada</a>, com posicionamento mais alto do complexo aréolo-papilar;</li>



<li><strong>sensibilidade do </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/mastectomia-preservacao-mamilo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mamilo</a>: na maioria dos casos, a cirurgia preserva a irrigação sanguínea e os nervos da região. Mas, em reduções muito extensas, pode ser necessário reposicionar o complexo aréolo-papilar, o que eventualmente reduz a sensibilidade da região.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Embora os critérios acima entrem na equação, a avaliação é sempre individualizada, construída por meio do diálogo constante entre paciente e mastologista.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que se pode esperar da recuperação e dos resultados da cirurgia</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A<a target="_blank" href="https://drabrendadelgado.com.br/seroma-apos-cirurgia/"> recuperação da mamoplastia redutora </a>costuma envolver o uso de sutiã de compressão cirúrgico nas primeiras semanas, além de <a target="_blank" href="https://drabrendadelgado.com.br/exercicio-apos-cirurgia-de-cancer-de-mama/">restrição temporária de esforços físicos</a> e de atividades que envolvam movimentos amplos dos braços. O inchaço inicial tende a diminuir progressivamente e a forma definitiva das mamas costuma se estabelecer ao longo de alguns meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como já destacado, os ganhos relatados vão além do aspecto visual.</strong> Estudo publicado no BMJ Open em 2020 mostrou que, em um grupo de 209 mulheres operadas, <a target="_blank" href="https://bmjopen.bmj.com/content/10/2/e031804">níveis de bem-estar equivalentes aos da população geral foram alcançados em até três meses.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa melhora se manteve por 12 meses, enquanto as 124 mulheres do grupo que não realizou a cirurgia continuaram com qualidade de vida baixa durante todo o período. <strong>O benefício foi notado independentemente do peso da paciente ou da quantidade de tecido removido.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, assim como em outras cirurgias das mamas, é importante lembrar que gestações, amamentação e o próprio processo de envelhecimento podem, com o tempo, alterar o resultado obtido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Logo, isso reforça como o planejamento e o acompanhamento pós-operatório que consideram <strong>o momento de vida, os objetivos e as expectativas de cada paciente</strong>, seguem sendo fundamentais para que a mamoplastia redutora entregue não apenas um novo contorno para as mamas, mas também mais conforto e qualidade de vida no dia a dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E quando a queixa feminina envolve mamas de tamanhos diferentes? <a target="_blank" href="https://drabrendadelgado.com.br/seios-tamanhos-diferentes/">Entenda melhor agora o que é a assimetria mamária</a>.</p>
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		<item>
		<title>Reposição hormonal em pacientes BRCA+: intervenção não aumenta risco de câncer de mama, mostra estudo</title>
		<link>https://drabrendadelgado.com.br/reposicao-hormonal-em-pacientes-brca/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=reposicao-hormonal-em-pacientes-brca</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fatores de risco]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um trabalho apresentado no San Antonio Breast Cancer Symposium (SABCS) e subsequentemente publicado no Journal of the National Cancer Institute,no final de 2025, trouxe um achado que pode mudar a forma como médicos e pacientes encaram a reposição hormonal em pacientes BRCA+. Apesar de essa ser uma decisão difícil, os responsáveis pelo estudo sustentam que ela não aumenta o risco [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/reposicao-hormonal-em-pacientes-brca/">Reposição hormonal em pacientes BRCA+: intervenção não aumenta risco de câncer de mama, mostra estudo</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um trabalho apresentado no <a href="https://aacrjournals.org/clincancerres/article/32/4_Supplement/GS3-01/773035/Abstract-GS3-01-Menopausal-Hormone-Therapy-and-the"></a><a href="https://aacrjournals.org/clincancerres/article/32/4_Supplement/GS3-01/773035/Abstract-GS3-01-Menopausal-Hormone-Therapy-and-the" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em><u>San Antonio Breast Cancer Symposium (SABCS)</u></em></a> <a href="https://aacrjournals.org/clincancerres/article/32/4_Supplement/GS3-01/773035/Abstract-GS3-01-Menopausal-Hormone-Therapy-and-the"></a>e subsequentemente publicado no <a href="https://academic.oup.com/jnci/advance-article-abstract/doi/10.1093/jnci/djaf363/8382248" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em><u>Journal of the National Cancer Institute</u></em></a>,<a href="https://academic.oup.com/jnci/advance-article-abstract/doi/10.1093/jnci/djaf363/8382248"></a>no final de 2025, trouxe um achado que pode mudar a forma como médicos e pacientes encaram a reposição hormonal em pacientes BRCA+.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de essa ser uma decisão difícil, o<strong>s responsáveis pelo estudo sustentam que ela não aumenta o risco de câncer de mama em mulheres portadoras de mutações nos genes BRCA1 ou BRCA2</strong>. Além disso, formulações com estrogênio isolado se mostraram associadas a um risco significativamente menor da doença nessa população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, para compreender o peso dessa conclusão, é i<strong>mportante entender o contexto em que ela se insere e de que modo esses resultados interferem no dia a dia de médicos e de pacientes.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Por que a relação entre reposição hormonal e câncer de mama é uma preocupação?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A discussão em torno da terapia de reposição hormonal (TRH) e do câncer de mama é antiga. Em 2002, o <a href="https://jamanetwork.com/journals/jama/fullarticle/195120" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>estudo Women&#8217;s Health Initiative (WHI</u></a>) apontou que a terapia combinada de estrogênio e progestina estava associada a um risco maior de câncer de mama e a riscos mais expressivos de complicações cardiovasculares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso levou à inclusão de alertas nas bulas de produtos hormonais nos Estados Unidos, os chamados &#8220;<a href="https://drabrendadelgado.com.br/reposicao-hormonal-e-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>alertas de caixa preta</u></a>&#8220;. <strong>As advertências só foram reformuladas em 2025, mais de duas décadas depois.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa cautela, embora compreensível à luz dos dados disponíveis na época, acabou privando uma parcela significativa de mulheres de um tratamento eficaz para sintomas que comprometem seriamente a <a href="https://drabrendadelgado.com.br/qualidade-de-vida-cancer-mama/"><u>qualidade de vida.</u></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando se fala especificamente em <a href="https://drabrendadelgado.com.br/brca-risco-cancer-de-mama-antinconcepcional/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>reposição hormonal em pacientes BRCA+,</u></a> o cenário ganha outra dimensão. Mulheres com <a href="https://drabrendadelgado.com.br/mutacao-gene-brca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>variante patogênica em BRCA1 ou BRCA2 </u></a>apresentam risco elevado de desenvolver câncer de ovário. Por isso, frequentemente, elas são orientadas a realizar a <a href="https://drabrendadelgado.com.br/relacao-entre-retirada-dos-ovarios-e-insuficiencia-cardiaca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>retirada bilateral das trompas e dos ovários </u></a>(chamada de salpingo-ooforectomia bilateral) em idade relativamente precoce.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa cirurgia é uma das estratégias de prevenção mais eficazes disponíveis, mas tem um efeito colateral inevitável: ela induz a <a href="https://drabrendadelgado.com.br/entrando-na-menopausa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>menopausa </u></a>precocemente, e essa condição, quando não tratada, traz consequências de longo prazo para a saúde. As mais relevantes incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Fogachos intensos;</li>



<li>Alterações gastrointestinais;</li>



<li>Mudanças de humor e disfunção sexual;</li>



<li><a href="https://drabrendadelgado.com.br/perda-ossea-na-menopausa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Perda de densidade óssea</u></a>;</li>



<li>Prejuízos à saúde cardiovascular;</li>



<li>Redução da capacidade cognitiva.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Em outras palavras: a mesma estratégia que reduz o <a href="https://drabrendadelgado.com.br/retirada-ovarios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>risco de câncer</u></a> pode gerar um conjunto expressivo de consequências. <strong>E, historicamente, o medo de aumentar o risco de câncer de mama impedia o uso da TRH justamente nas mulheres que mais precisariam dela.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leia">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/anticoncepcao-apos-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">As principais recomendações de contracepção após câncer de mama</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O que o estudo diz sobre esse risco em pacientes BRCA+?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalho aqui citado inicialmente, conduzido por pesquisadores canadenses e europeus, adotou um método chamado de análise prospectiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em termos práticos, em vez de simplesmente comparar mulheres que usaram reposição hormonal com mulheres que não usaram de forma aleatória (o que poderia gerar distorções, já que os grupos poderiam ser muito diferentes entre si), <strong>a equipe formou duplas cuidadosamente combinadas</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada mulher que usou TRH foi &#8220;emparelhada&#8221; com outra que não usou. Ao mesmo tempo, elas tinham perfis muito semelhantes: mesma faixa de idade, mesma mutação (BRCA1 ou BRCA2) e mesma situação cirúrgica. Isso permite que a comparação seja mais justa e que os resultados reflitam, de fato, o efeito da reposição hormonal. <strong>No fim, foram identificadas 676 duplas de mulheres com média de idade de 43,8 anos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados apontam que o uso de terapia de reposição hormonal não foi associado a aumento do risco de câncer de mama nas mulheres portadoras de mutações em BRCA1 ou BRCA2. Esse efeito se manteve independentemente do tipo específico de mutação carregada pela paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O achado mais expressivo, porém, diz respeito à formulação utilizada. <strong>O uso de TRH com estrogênio isolado foi associado a uma redução de 63% no risco de câncer de mama.</strong> Além disso, entre as 43 mulheres que utilizaram a combinação de estrogênio conjugado e bazedoxifeno (um medicamento da classe dos moduladores seletivos do receptor de estrogênio) nenhum caso de câncer de mama foi observado.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O que médicos e pacientes precisam levar em conta na consideração pela reposição hormonal?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Embora os resultados sejam animadores, é fundamental que eles sejam interpretados com cuidado. <strong>Por isso, esse dado não deve ser lido como uma autorização indiscriminada para o uso da TRH em qualquer paciente BRCA+.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro ponto é o histórico oncológico individual. O estudo envolveu mulheres sem histórico prévio de câncer, sem mastectomia bilateral anterior e que se encontravam na menopausa (sendo a maioria delas em menopausa induzida cirurgicamente).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, os achados não se aplicam, por exemplo, as mulheres que já receberam <a href="https://drabrendadelgado.com.br/recorrencia-do-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>diagnóstico de câncer de mama,</u></a> especialmente tumores positivos para receptores hormonais, situação em que a TRH sistêmica continua sendo contraindicada pelas principais sociedades médicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O segundo ponto é a formulação. Os dados sugerem que nem toda reposição hormonal carrega o mesmo perfil de risco. A escolha da composição deve ser discutida caso a caso, levando em conta o histórico da paciente, se ela ainda possui útero e quais sintomas precisam ser manejados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nesse sentido, o novo estudo é um passo relevante para reforçar a conversa sobre a reposição hormonal em pacientes BRCA+.</strong> Conduzir esse diálogo com base em dados e respeito à singularidade de cada caso é tanto possível quanto necessário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conheça agora avanços que<a href="https://drabrendadelgado.com.br/tratamento-nao-hormonal-ondas-de-calor-da-menopausa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> </u></a><a href="https://drabrendadelgado.com.br/tratamento-nao-hormonal-ondas-de-calor-da-menopausa/"></a><a href="https://drabrendadelgado.com.br/tratamento-nao-hormonal-ondas-de-calor-da-menopausa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>representam novas alternativas de tratamento não hormonal para as ondas de calor da menopausa</u></a>.</p>
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		<title>Entenda quais estratégias podem melhorar o desempenho sexual depois do câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Vida após o câncer]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento do câncer de mama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O diagnóstico de um tumor mamário é um momento significativo na vida de qualquer mulher, com um período de recuperação que se estende por meses e, às vezes, anos. E, entre os aspectos que precisam ser abordados, um tema ainda pouco explorado é o desempenho sexual depois do câncer de mama. Ou seja: nem sempre se aborda adequadamente essa questão, [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O diagnóstico de um tumor mamário é um momento significativo na vida de qualquer mulher, com um período de recuperação que se estende por meses e, às vezes, anos. E, entre os aspectos que precisam ser abordados, <strong>um tema ainda pouco explorado é o desempenho sexual depois do câncer de mama.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja: nem sempre se aborda adequadamente essa questão, que <strong>tem impacto direto na qualidade de vida e no bem-estar emocional das pacientes.</strong> Felizmente, existem sim estratégias que podem ajudar as mulheres a desfrutar de uma vida íntima satisfatória depois que as terapias terminam.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O impacto do câncer de mama na vida sexual das pacientes</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Estudo publicado em <a href="https://www.nature.com/articles/s41598-025-21479-4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>outubro de 2025 no periódico Scientific Reports</u></a>, feito com 88 mulheres brasileiras que passaram por pelo menos um ano de tratamento oncológico, <strong>mostra que 76% relataram algum incômodo relativo à vida sexual. </strong>As maiores queixas foram a piora da lubrificação vaginal e a falta de libido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As reclamações eram mais relevantes nos cenários em que havia comorbidades preexistentes (como diabetes e hipertensão), mudanças corporais depois da cirurgia e falta de <a href="https://drabrendadelgado.com.br/reconstrucao-mamaria-retalhos-miocutaneos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>procedimento de reconstrução mamária.</u></a> Seja como for, dados de fontes distintas apontam que <a href="https://ascopubs.org/doi/10.1200/EDBK-25-472856" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>o número de pacientes afetadas pode superar os 90%.</u></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, outra publicação sobre o tema, dessa vez da <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2059702924000048" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>revista da Sociedade Europeia de Oncologia Médica</u></a>, mostrou que menos da <strong>metade das pacientes com esse tipo de reclamação recebe suporte adequado para a questão.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">É preciso ter em mente que esse impacto se manifesta de diversas formas<strong>, incluindo alterações físicas e emocionais</strong>. Ademais, cada vez mais <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-mama-jovens/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>mulheres jovens são diagnosticadas com câncer de mama</u></a>, tornando esse tópico ainda mais relevante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista físico, cirurgias que removem parte ou toda a mama podem resultar em mudanças na imagem corporal e na sensibilidade mamária. A quimioterapia, por sua vez, pode induzir <a href="https://drabrendadelgado.com.br/entrando-na-menopausa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>menopausa</u></a> precoce ou desregular o ciclo menstrual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a <a href="https://drabrendadelgado.com.br/hormonioterapia-para-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>hormonioterapia</u></a>, amplamente utilizada em casos de câncer de mama com receptores hormonais positivos, pode causar <a href="https://drabrendadelgado.com.br/efeitos-colaterais-terapia-hormonal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>efeitos colaterais</u></a> como secura vaginal, diminuição da libido e desconforto durante a relação sexual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Somados a esses fatores, aspectos emocionais frente a um momento em que o medo e a ansiedade são naturalmente maiores contribuem para um cenário ainda mais desafiador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O impacto também se estende às relações. A <strong>disfunção sexual pode afetar negativamente a autopercepção da imagem corporal e interferir na dinâmica dos relacionamentos amorosos</strong>, prejudicando a vida nesse âmbito.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> As queixas mais comuns nessa nova etapa da vida sexual</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as dificuldades relatadas pelas pacientes com relação ao desempenho sexual depois do câncer de mama, as mais relevantes (algumas das quais já citadas) estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>diminuição do <strong>desejo sexual</strong>;</li>



<li>secura vaginal e atrofia genital;</li>



<li>dor durante a relação sexual (dispareunia);</li>



<li><strong>dificuldade para atingir o orgasmo</strong>;</li>



<li>perda de sensibilidade nas mamas e mamilos;</li>



<li>prejuízos à autoimagem corporal, muitas vezes por conta de alterações na anatomia das mamas;</li>



<li>fadiga persistente, comum durante o tratamento, que interfere no interesse e na disposição para atividades sexuais;</li>



<li><strong>ansiedade e estresse</strong> relacionados ao diagnóstico e ao medo de que a doença retorne;</li>



<li>menopausa precoce, induzida por tratamentos específicos, o que traz também uma série de outros incômodos;</li>



<li>incontinência urinária e outros <strong>sintomas geniturinários</strong> (como urgência miccional frequente, desconforto na região genital, coceira e irritação).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph" id="leia">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/recorrencia-do-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Quais os riscos e como diminuir a chance de ser afetada pela recorrência de um câncer de mama?</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O que deve ser feito para preservar o desempenho sexual depois do câncer de mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De modo geral, <strong>a partir de uma avaliação individualizada, é possível apontar uma ou mais abordagens para melhorar o desempenho sexual</strong> depois do câncer de mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acima de tudo, profissionais de saúde e outros especialistas devem ver essas estratégias de um ponto de vista multidisciplinar e integrá-las ao plano de cuidados da paciente. Para isso, as principais soluções dependem de aspectos como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>garantir espaço para diálogo aberto com a equipe médica</strong>, eliminando estigmas e proporcionando o acolhimento ideal;</li>



<li><strong>ampliar o </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/projeto-a-flor-da-pele-reconstrucao-mamaria/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>acesso à reconstrução mamária</strong></u></a>, algo que tem impacto positivo na autoconfiança, imagem corporal e na função sexual;</li>



<li><strong>orientar sobre mecanismos para corrigir determinadas queixas</strong>, como lubrificantes à base de água ou silicone, hidratantes vaginais e <a href="https://drabrendadelgado.com.br/estrogenio-vaginal-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>estrogênio vaginal </u></a>em baixa dose (quando pertinente), que ajudam a aliviar a secura e a dor durante a relação sexual com penetração;</li>



<li><strong>proporcionar acompanhamento psicológico</strong>, que, se bem conduzido, reduz a ansiedade e os medos das pacientes. Também é um espaço para orientações sobre como retomar a atividade sexual e a intimidade de forma confortável;</li>



<li><strong>incentivar </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/atividade-fisica-e-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>exercícios </strong></u></a><strong>para o assoalho pélvico</strong>, uma vez que eles fortalecem a musculatura vaginal, melhoram a flexibilidade e auxiliam no controle de determinados sintomas geniturinários;</li>



<li><strong>promover o ajuste de expectativas</strong> para reforçar que a <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-de-mama-sexualidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>sexualidade</u></a> pode mudar após o tratamento, o que inclui conversas com o parceiro ou parceira sobre os melhores caminhos para redescobrir o prazer.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Em suma, <strong>o desempenho sexual depois do câncer de mama é uma questão que merece ser tratada com seriedade e empatia</strong>. Com o suporte apropriado de uma equipe qualificada, é possível recuperar uma sexualidade saudável e plena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entenda agora se uma <a href="https://drabrendadelgado.com.br/gravidez-apos-cancer-de-mama-e-possivel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>gravidez depois de um câncer de mama</u></a> é uma opção segura e saiba quais fatores devem ser levados em consideração nessa decisão.</p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/desempenho-sexual-depois-cancer-de-mama/">Entenda quais estratégias podem melhorar o desempenho sexual depois do câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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