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	<title>Arquivos Sintomas - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
	<lastBuildDate>Fri, 28 Aug 2026 16:39:09 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Sintomas - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>Conheça as informações que estão presentes no resultado anatomopatológico do câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[biópsia da mama]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico do câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[mamografia]]></category>
		<category><![CDATA[médico patologista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O diagnóstico de um tumor geralmente depende da avaliação do resultado de mais de um exame, incluindo a biópsia. Com base nessa coleta, a análise laboratorial do material gera o chamado resultado anatomopatológico do câncer de mama. O conteúdo desse laudo contribui tanto para a compreensão da natureza da enfermidade quanto para a indicação das abordagens terapêuticas mais adequadas. Cada [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O diagnóstico de um tumor geralmente depende da avaliação do resultado de mais de um exame, incluindo a biópsia. Com base nessa coleta, <strong>a análise laboratorial do material gera o chamado </strong><strong>resultado anatomopatológico</strong><strong> do câncer de mama.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O conteúdo desse laudo contribui tanto para a compreensão da natureza da enfermidade quanto <strong>para a indicação das abordagens terapêuticas mais adequadas.</strong> Cada caso é único e quanto maior a personalização da abordagem, maiores também as chances de sucesso na recuperação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O processo de elaboração de um resultado anatomopatológico do câncer de mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Imagine o seguinte cenário: uma mulher por volta dos 40 anos faz uma mamografia como parte do <a href="https://drabrendadelgado.com.br/rastreamento-do-cancer-de-mama-quando-comecar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>rastreamento habitual </u></a>de um câncer de mama. Esse procedimento, vale ressaltar, é aquele realizado mesmo que a paciente não apresente qualquer sinal sugestivo da condição (como um <a href="https://drabrendadelgado.com.br/nodulos-na-mama-o-que-podem-indicar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>nódulo palpável</u></a>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">As imagens da <a href="https://drabrendadelgado.com.br/qual-a-diferenca-entre-mamografia-e-ultrassom-das-mamas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mamografia</a> <strong>podem revelar alterações no tecido mamário que demandam atenção.</strong> Por consequência, a partir dos achados visuais, ele pode sugerir a necessidade de uma investigação mais detalhada do que está acontecendo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessas horas, a biópsia costuma ser um recurso importante para determinar se o que está sendo visualizado nas imagens tem natureza maligna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em resumo, <strong>uma biópsia é feita mediante a coleta de fragmentos do objeto suspeito,</strong> por meio de um procedimento relativamente simples, denominado <strong>core biopsia ou mamotomia.</strong> Ele é conduzido no próprio consultório, geralmente com anestesia local, e pode variar <a href="https://drabrendadelgado.com.br/puncao-agulha-fina-mama-paaf/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>conforme o tipo de agulha utilizada</u></a>, mas as complicações são raras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sequência, <strong>o material é enviado para o patologista</strong>, especialista na análise de tecidos, órgãos e outros materiais orgânicos, para a análise de modificações que possam sugerir a presença de uma enfermidade. No fim do seu trabalho, <strong>o profissional apresenta o chamado relatório anatomopatológico.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leia">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/assinaturas-genomicas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>O papel das assinaturas genômicas no tratamento de um câncer de mama</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> As informações presentes nesse documento</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Não existe um modelo exato para todo resultado anatomopatológico de câncer de mama.</strong> Tudo aquilo presente no documento pode variar conforme as circunstâncias, o que inclui:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>a exigência de testes genéticos específicos;</li>



<li>a necessidade da análise imunohistoquímica do tumor;</li>



<li>as variações (inclusive na forma de apresentação do laudo e nas palavras e definições utilizadas) de acordo com o laboratório e o profissional responsável pela análise.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, <strong>a necessidade da realização de uma biópsia não implica necessariamente no diagnóstico de um câncer de mama</strong>. Achados benignos também são uma possibilidade e incluem desde a presença de tecido mamário normal até alterações como os <a href="https://drabrendadelgado.com.br/fibroadenoma-na-mama-o-que-e-sintomas-e-como-tratar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>fibroadenomas.</u></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">De todo modo, nas circunstâncias em que o material analisado for realmente indicativo de que há um tumor na mama, as informações apresentadas geralmente envolvem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>tipo de tumor</strong>, especialmente em relação ao local em que ele está alojado (se invasivo ou in situ, se concentrados nos <a href="https://drabrendadelgado.com.br/carcinoma-ductal-invasivo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>ductos</u></a> ou nos <a href="https://drabrendadelgado.com.br/carcinoma-lobular-invasivo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>lóbulos</u></a>);</li>



<li><strong>tamanho da alteração</strong>, que ajuda a definir em que estágio a doença está;</li>



<li><strong>a maneira como as células se proliferam</strong> e o<strong> grau do tumor, </strong>a partir do nível de diferenciação das células malignas daquelas consideradas saudáveis;</li>



<li><strong>status dos receptores hormonais</strong>, que mostram se o tumor &#8220;reage&#8221; na presença dos hormônios.</li>



<li><strong>status do HER2</strong>, para saber se as células <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-de-mama-her2-positivo-o-que-isso-indica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>expressam grande quantidade dessa proteína </u></a>envolvida no crescimento das células cancerígenas;</li>



<li><strong>eventual comprometimento dos linfonodos</strong>, se uma amostra (o linfonodo sentinela) dessas estruturas foi removida para a biópsia, o que costuma acontecer em caso de cirurgia prévia.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">É claro que é <strong>desafiador interpretar essas e outras informações por conta própria. </strong>Portanto, para evitar a ansiedade desnecessária, o ideal é contar sempre com o suporte do <a href="https://drabrendadelgado.com.br/quando-procurar-mastologista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>mastologista </u></a>de confiança para fornecer as orientações necessárias.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Os passos seguintes à obtenção do resultado</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com o laudo em mãos, a conversa entre médico e paciente pode ter o espaço necessário para esclarecer dúvidas a respeito dos próximos passos a partir dos resultados obtidos. Assim, é possível conhecer melhor quais as alternativas de tratamento disponíveis e as perspectivas de prognóstico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na maioria dos casos, o tratamento de um tumor mamário combina mais de uma abordagem (<a href="https://drabrendadelgado.com.br/masctectomia-quandanctomia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>cirurgia</u></a>, radioterapia, quimioterapia, <a href="https://drabrendadelgado.com.br/hormonioterapia-para-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>hormonioterapia</u></a>, entre outras) para eliminar o foco da doença e evitar que ela retorne.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora seja a neoplasia mais comum entre as mulheres (são mais de 70 mil casos por ano só no Brasil, de acordo com o <a href="https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/tipos/mama" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Instituto Nacional do Câncer</u></a>), a <strong>taxa de recuperação pode ultrapassar os 90%,</strong> sobretudo com o diagnóstico precoce.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Logo, o <strong>resultado anatomopatológico do câncer de mama</strong> é uma etapa essencial dessa jornada, providenciando informações indispensáveis no manejo adequado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais agora sobre a <a href="https://drabrendadelgado.com.br/biopsia-liquida/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>biópsia líquida</u></a>, uma inovação que funciona como alternativa à técnica convencional em determinados contextos.</p>
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		<title>Veja quais são as principais causas da dor ao amamentar e confira 5 dicas para prevenir o desconforto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embora seja fundamental por diferentes motivos (que vão além da nutrição da criança e passam pelo estabelecimento de laços entre mãe e filho e a autoestima da mulher), o aleitamento materno costuma gerar uma série de preocupações, inclusive quando a lactante nota algum tipo de dor ao amamentar. Ainda que muitas vezes tal tipo de desconforto seja naturalizado ou ignorado, [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Embora seja fundamental por diferentes motivos (que vão além da<a href="https://www.paho.org/pt/noticias/1-8-2018-aleitamento-materno-nos-primeiros-anos-vida-salvaria-mais-820-mil-criancas" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> nutrição da criança</u></a> e passam pelo estabelecimento de laços entre mãe e filho e a autoestima da mulher), o aleitamento materno costuma gerar uma série de preocupações, inclusive quando a lactante nota <a href="https://drabrendadelgado.com.br/dor-no-seio/"><u>algum tipo de dor </u></a>ao amamentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda que muitas vezes tal tipo de desconforto seja naturalizado ou ignorado, vale sempre reforçar que sentir dor durante a lactação não é normal. <strong>Em muitos casos, cuidados com o posicionamento do bebê costumam resolver a situação. Por outro lado, condições mais graves podem exigir ajuda especializada.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Que problemas costumam estar por trás da dor ao amamentar?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As causas para a dor ao amamentar são várias e muitas vezes vão além do período inicial da lactação, no qual dores e sensibilidade costumam ser mais frequentes. Por isso, vale entender melhor alguns dos motivos mais frequentes que explicam esse tipo de sintoma.</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Sensibilidade mamilar</h3>



<p class="wp-block-paragraph">É comum nos primeiros dias de amamentação. A mulher percebe que os <a href="https://drabrendadelgado.com.br/mamilo-invertido/"><u>mamilos </u></a>estão mais sensíveis, ainda mais por se tratar de um período em que as mamas ficam inchadas. Essa sensação pode ser desconfortável, principalmente quando o bebê começa a sugar o leite, mas tende a desaparecer com o tempo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Fissuras</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Surgem principalmente por conta do posicionamento (a chamada “pega”) inadequado do bebê, causando pequenas lesões nos mamilos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Ingurgitamento mamário</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Problema também conhecido como “empedramento”. Ele aparece por conta do excesso do leite acumulado nas mamas, fazendo com que o líquido se torne espesso e difícil de ser eliminado. Além da dor, podem aparecer sinais como vermelhidão e inchaço nas mamas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Anquiloglossia da criança</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Nesses casos, a chamada “língua presa” do bebê interfere na sua habilidade de sucção, dificultando o esvaziamento adequado da mama.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Dermatite de aréola</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Pode ser causada por diversos fatores (como produtos de higiene e tecidos, por exemplo). Ela torna a área do mamilo mais sensível, fazendo com que a sucção do bebê provoque dor.</p>



<h3 class="wp-block-heading">6. Obstrução do ducto mamário</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Em que não há esvaziamento completo dos canais que levam o leite da mama ao mamilo. Isso pode gerar dor, inchaço e até mesmo a presença de um nódulo na região afetada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">7. Candidíase mamária</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Nome da infecção causada por um fungo geralmente presente na boca do bebê e que se aproveita de pequenas lesões no mamilo para se disseminar.</p>



<h3 class="wp-block-heading">8. Mastite</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quadro inflamatório comum entre lactantes associado à obstrução prolongada dos ductos mamários.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como lidar com esse tipo de desconforto durante a amamentação?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Confira agora algumas recomendações para evitar a dor ao amamentar e prevenir complicações por consequência de problemas comuns na amamentação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Garanta uma pega adequada durante a amamentação</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A boca da criança deve se encaixar adequadamente em torno do mamilo e da aréola e o seu corpo deve estar voltado adequadamente para a direção da mãe. Mulheres com o primeiro filho podem ter um pouco mais de dificuldade em encontrar a postura adequada, mas devem receber orientação para isso.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Mantenha uma amamentação em regime de livre demanda</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, permitindo que o bebê mame sempre que quiser. Isso contribui para o esvaziamento adequado das mamas. Se não for possível amamentar com tanta frequência, pode ser necessário ordenhar o excesso de leite.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Utilize sutiãs confortáveis</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Eles não podem apertar as mamas e devem ser feitos de preferencialmente de algodão.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Tenha atenção também para manter os mamilos sempre secos, inclusive depois das mamadas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Se possível, exponha as mamas ao ar livre ou a luz do Sol por alguns minutos todos os dias. Mulheres que usam absorventes nos seios devem substituí-los constantemente para evitar que eles fiquem úmidos. Além disso, lave as mãos antes de tocar os mamilos e evite produtos de higiene ou cosméticos que possam irritar a pele.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Alterne as mamadas entre as mamas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Isso ajuda a aliviar a pressão e reduzir o desconforto provocado pela dor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ideal é não interromper a amamentação, mesmo com mamilos doloridos. <strong>No entanto, é essencial observar alguns sinais de que os problemas estão piorando. Entre alguns deles estão </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/o-que-pode-ser-pus-na-mama/"><u><strong>traços de sangue ou pus no leite</strong></u></a>. Entre outras coisas, isso pode sugerir que um abscesso se formou, como consequência de uma mastite, por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Saiba mais: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/o-que-e-mastite-na-mama-e-como-tratar/">Entenda melhor quais os sinais e sintomas de um quadro de mastite</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que fazer quando a dor ao amamentar não vai embora?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o problema não se resolve por conta própria ou parece piorar (como mencionado acima), é indispensável procurar ajuda médica. <strong>Dessa forma, o profissional pode avaliar a condição e entender melhor o que está causando o incômodo durante a amamentação.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="cta">Agende sua consulta com a Dra. Brenda Delgado agora mesmo!<br><a href="https://wa.me/5511970988899"><u>Clique aqui para entrar em contato</u></a> ou acesse o ícone do WhatsApp disponível nesta página.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de medidas adicionais de cuidado durante o aleitamento, ele pode prescrever o uso de medicamentos para combater os sintomas e a causa por trás do problema (o que inclui o uso de antibióticos, antifúngicos e anti-inflamatórios). O ideal é não se automedicar, já que alguns fármacos são contraindicados para lactantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mais, é possível também avaliar a necessidade de determinados procedimentos para resolver a questão (<a href="https://drabrendadelgado.com.br/como-um-abscesso-na-mama-se-forma-e-qual-e-o-tratamento-para-esse-problema/"><u>em caso de abscessos</u></a>, pode ser necessário drená-los com o uso de uma agulha, por exemplo).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Em suma, a dor ao amamentar pode atrapalhar a alimentação do bebê, mas não deve ser vista como um impeditivo absoluto para isso.</strong> Com os devidos cuidados e a orientação adequada, as mães que sofrem com esse desconforto podem superá-lo e assim garantir mais tranquilidade na hora de alimentar seus filhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aproveite e saiba mais sobre diferentes secreções que podem sair pelos mamilos femininos, <a href="https://drabrendadelgado.com.br/sangramento-mama/"><u>mesmo que quando as mulheres estejam no período de lactação.</u></a></p>
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		<title>O que pode provocar um sangramento na mama e outros tipos de secreção dos mamilos? Confira as causas mais comuns</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jul 2023 11:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[mamilo]]></category>
		<category><![CDATA[sangramento]]></category>
		<category><![CDATA[saúde das mamas]]></category>
		<category><![CDATA[secreção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sangramento na mama e outros tipos de secreção do mamilo podem ser sinal de uma série de problemas que, em alguns casos, merecem atenção maior Vários tipos de fluido podem ser eliminados pelos mamilos, em diferentes fases da vida da mulher (como durante a lactação, por exemplo). De qualquer forma, notar um sangramento na mama a partir de uma secreção [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Sangramento na mama e outros tipos de secreção do mamilo podem ser sinal de uma série de problemas que, em alguns casos, merecem atenção maior</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Vários tipos de fluido podem ser eliminados pelos mamilos, em diferentes fases da vida da mulher (como durante a lactação, por exemplo). <strong>De qualquer forma, notar um sangramento na mama a partir de uma secreção nos mamilos costuma ser motivo de preocupação.</strong> No entanto, o chamado fluxo papilar ou descarga papilar é comum durante a idade fértil. <strong>Entre 60 e 80% das mulheres apresentarão tal queixa ao longo da vida,</strong> ainda que mais de 95% dos casos tenham origem benigna.<strong> Add:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Entre as causas mais comuns para </strong><strong>o quadro de descarga papilar</strong><strong> estão infecções, traumas e algumas doenças benignas. Mais raramente, isso pode indicar a presença de um câncer de mama</strong>. Ainda que todo diagnóstico deva ser feito por um profissional, reconhecer sinais de um possível problema mais grave é fundamental para procurar ajuda precoce.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Em que situações a presença de secreções no mamilo pode ser comum?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nem toda secreção no mamilo é considerada anormal, principalmente quando o líquido eliminado não tem sinais da presença de sangue. Nesses casos, o fluido secretado tende a ser claro. Além disso, é preciso considerar se ele está saindo de ambos os mamilos e ocorre apenas quando eles são apertados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mulheres em estágios iniciais de gravidez, por exemplo, podem apresentar esse tipo de secreção pelo mamilo</strong>. No mais, à medida que a gravidez avança, o líquido vai ganhando um aspecto similar ao leite que servirá de alimento ao recém-nascido. Por fim, mesmo depois que a amamentação é interrompida, leite e outras secreções podem continuar a ser eliminadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo mulheres que não estão amamentando podem apresentar secreções mamilares do tipo. <strong>Em muitos casos, elas são resultado de alterações hormonais durante o ciclo reprodutivo, excitação sexual ou decorrente do uso de determinadas medicações (como antidepressivos e anticoncepcionais orais). Esse tipo de quadro recebe o nome de galactorreia</strong>, caracterizado pela saída de um líquido parecido com leite pelo mamilo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que pode levar ao surgimento de um sangramento na mama e outros tipos de secreção do mamilo?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A preocupação em torno da secreção do mamilo cresce quando há um sangramento na mama, que pode ser notado pela cor característica do líquido eliminado. </strong>Vale entender um pouco mais das características das situações que podem causar esse problema.</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. <strong>Amamentação</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Dificuldades na amamentação (como o ajuste da pegada da boca do bebê, por exemplo) podem fazer com que os mamilos da mãe apresentem rachaduras e fiquem doloridos. Com isso, pequenos cortes na região podem gerar sangramentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesses casos, é preciso entender o que está gerando dificuldade na hora de alimentar a criança. Já quando o problema surge meses depois do início da amamentação, pode ser necessário avaliar a presença de uma infecção na região.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. <strong>Problema de pele</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Problemas dermatológicos não relacionados à amamentação também podem explicar o sangramento na mama. Um exemplo disso são condições que levam ao ressecamento e o aparecimento de rachaduras nessa área do corpo. Dermatites e o contato com substâncias irritantes também são causas possíveis. Além do sangramento, a mulher pode experimentar<a href="https://drabrendadelgado.com.br/coceira-nas-mamas-o-que-pode-ser/"><u> coceira, </u></a>erupções na pele e bolhas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. <strong>Traumas</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Qualquer tipo de contato que gera uma lesão na pele pode levar ao sangramento na mama, inclusive acompanhada de infecções. Isso acontece, por exemplo, diante de aplicações de piercing, cuja inserção gera uma pequena incisão que pode demorar para cicatrizar. Estimulação intensa também pode machucar a área. Quando uma infecção se forma, a paciente pode perceber vermelhidão na área, bem como dor e a presença de <a href="https://drabrendadelgado.com.br/o-que-pode-ser-pus-na-mama/"><u>pus nas secreções.</u></a></p>



<h3 class="wp-block-heading">4. <strong>Mastites</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">As mastites são um tipo de quadro inflamatório acompanhado de infecção que se manifesta por meio de secreções contendo sangue, embora isso não aconteça em todos os casos. Elas atingem sobretudo mulheres que estão amamentando, devido ao acúmulo de leite nos ductos mamários. Outros sintomas comuns são dor, vermelhidão e a formação de um abscesso na mama.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. Ectasia ductal mamária</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Essa alteração é caracterizada pela expansão dos ductos mamários, fazendo com que as paredes da região fiquem mais espessas. Com o tempo, isso favorece o acúmulo de líquidos, que podem ser eliminados pelos mamilos. Eles tendem a ser claros e nem sempre apresentam sinais de sangue. Embora gere preocupação, a ectasia ductal mamária é uma condição benigna.</p>



<h3 class="wp-block-heading">6. <strong>Alterações fibrocísticas da mama</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Esse termo engloba uma série de alterações no tecido da mama que não têm natureza maligna, como cistos mamários, por exemplo. Elas podem gerar dor, queimação e sensação de mama pesada, além da presença de secreções pelo mamilo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">7. <strong>Papilomas Intraductais</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os papilomas intraductais são outra condição benigna responsável pela presença de secreção dos mamilos. O líquido eliminado pode conter sangue. Além disso, o problema pode gerar dor e a presença de uma massa palpável próxima ao mamilo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">8. <strong>Doença de Paget da mama</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://drabrendadelgado.com.br/sintomas-cancer-mama/"><u>doença de Paget</u></a> da mama é um tipo neoplasia relativamente rara que se forma a partir dos ductos mamários e que avança até atingir as áreas próximas ao mamilo, por meio da infiltração nas chamadas células de Paget. A partir disso, a secreção do mamilo contendo traços de sangue pode ser um indicativo do problema. Outros sintomas são vermelhidão, descamação do mamilo e ulcerações da pele (ou seja, a formação de feridas).</p>



<h3 class="wp-block-heading">9. <strong>Câncer de mama</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Em casos raros, o sangramento na mama ou a secreção pelo mamilo de qualquer outro fluido pode ser sinal de um câncer de mama. Entretanto, essa queixa costuma aparecer em uma fatia menor das pacientes diagnosticadas com um tumor na mama (<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1964556/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>entre 3% e 9%, em média</u></a>). O sinal de alerta deve ser ligado principalmente se o problema estiver acompanhado de um nódulo palpável.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/sintomas-cancer-mama/">O que você precisa saber sobre os sinais e sintomas do câncer de mama?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">E quando é essencial procurar ajuda?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Claro que a saída de líquido sanguinolento pelo mamilo é um indicativo de que é melhor procurar ajuda médica para avaliar a possível causa.<strong> Outros sinais para isso são a persistência do problema, dor, febre ou a presença de um nódulo na mama. Mamilos invertidos e alterações no formato da mama </strong>são manifestações que também podem despertar preocupação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante disso, o médico pode solicitar <strong>uma série de exames</strong> para diagnosticar o que está causando a secreção. Podem ser pedidos, por exemplo, exames de sangue e imagem para investigar alterações na região. Análises laboratoriais dos fluidos secretados pela mama e das células dos ductos mamários também podem ser realizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="cta">Dessa forma, o médico consegue indicar a melhor forma de tratar o problema. Em muitos casos, interromper a medicação que está provocando a secreção pode ser suficiente, por exemplo. Em outros quadros, pode ser necessário prescrever antibióticos para controlar uma infecção. Por fim, intervenções cirúrgicas podem ser indicadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Receba orientação personalizada e atenção completa para o seu caso com a Dra. Brenda Delgado.<br><a href="https://wa.me/5511970988899"><u>Clique aqui para entrar em contato</u></a> ou acesse o ícone do WhatsApp disponível nesta página.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Essas opções, claro, não englobam os cenários em que um câncer de mama é diagnosticado. Nesses casos, o tratamento varia de acordo com uma série de outros fatores, incluindo a progressão da doença e as características do tumor ( se ele tem ou não receptores hormonais ou se é </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-mama-triplo-negativo/"><u><strong>triplo-negativo,</strong></u></a><strong> por exemplo).</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Seja como for, <strong>o ideal é acompanhar sempre a condição dos seios</strong> e observar alterações que possam gerar um sangramento na mama e outros tipos de secreção pelos mamilos. Desse modo, fica mais fácil manter a calma e entender qual a hora certa de procurar ajuda especializada para lidar com o problema.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ainda pensando na saúde das mamas, veja o que é e o que pode indicar a </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/mamilo-invertido/"><u><strong>presença de um mamilo invertido</strong></u></a>.</p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/sangramento-mama/">O que pode provocar um sangramento na mama e outros tipos de secreção dos mamilos? Confira as causas mais comuns</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Entenda quando um caroço na axila deve ser sinal de alerta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jul 2023 11:37:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[caroço]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia axilar]]></category>
		<category><![CDATA[linfadenopatia axilar palpável]]></category>
		<category><![CDATA[linfedema]]></category>
		<category><![CDATA[nódulo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Caroço na axila? Embora isso nem sempre seja algo grave, veja qual a hora certa de procurar ajuda médica para avaliar a causa do problema Por diversas razões, e em diferentes fases da vida, a mulher pode se deparar com a presença de um caroço na axila. Essa alteração também é chamada de nódulo. Em muitos casos eles são tão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Caroço na axila? Embora isso nem sempre seja algo grave, veja qual a hora certa de procurar ajuda médica para avaliar a causa do problema</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por diversas razões, e em diferentes fases da vida, a mulher pode se deparar com a presença de um caroço na axila.</strong> Essa alteração também é chamada de nódulo. Em muitos casos eles são tão pequenos que passam despercebidos. Em outros, têm tamanho considerável e podem crescer à medida que o problema evolui.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, por mais que nem sempre esse tipo de formação represente risco, em alguns contextos uma atenção maior pode ser necessária. Logo, vale entender melhor que condições podem fazer com que os nódulos surjam e o que deve ser feito quando isso gera preocupação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quais as principais explicações para um caroço na mama? <strong>A formação de um caroço na axila pode ser resultado de condições dermatológicas, distúrbios autoimunes ou ainda do inchaço nos linfonodos</strong> (que também são conhecidos como gânglios linfáticos e desempenham função essencial no sistema imune, drenando a linfa).</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso de problemas dermatológicos, não é raro que os caroços apareçam devido a uma reação alérgica. Ademais, cistos das glândulas sebáceas e condições crônicas (como a hidradenite supurativa) podem provocar o desenvolvimento de um nódulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É relativamente comum também que mulheres apresentem formações de acordo com as variações do ciclo menstrual. Nesses casos, o caroço tende a ser mais maleável e macio, desaparecendo em poucos dias. Em geral, isso não deve ser motivo de preocupação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por outro lado, quando o nódulo na região é resultado do inchaço nos linfonodos, pode ser preciso avaliar mais de perto a situação. Essa condição recebe o nome de linfadenopatia axilar palpável.</strong> Entre as características do problema estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Caroço visível na região da axila, geralmente com mais de 2 centímetros ou que estejam crescendo com o tempo;</li>



<li>Calombos sob a pele na mesma região;</li>



<li><a href="https://drabrendadelgado.com.br/dor-no-seio/"><u>Dor </u></a>e sensação de formigamento;</li>



<li>Febre decorrente de inchaço causado por infecção viral ou bacteriana.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Em alguns casos, esse problema tem natureza benigna e é temporário. Até mesmo a aplicação de determinadas vacinas (<a href="https://www.sbmastologia.com.br/aumento-dos-linfonodos-nas-axilas-apos-imunizacao-contra-covid-19-nao-pode-ser-confundido-com-sintoma-de-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>como a de Covid-19</u></a>) pode gerar o aparecimento de um nódulo na axila. Entretanto, em determinados quadros o caroço pode indicar um problema de saúde mais sério.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Veja também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/nodulos-na-mama-o-que-podem-indicar/">O que nódulos na mama podem indicar e quando é preciso se preocupar com eles?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando procurar ajuda médica?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dependendo da idade e de uma série de outros fatores (como histórico familiar e hábitos de vida), cresce o risco de que o caroço na axila represente um problema grave, incluindo um câncer de mama. Assim, alguns sinais podem indicar a necessidade de procurar ajuda médica para que uma investigação seja feita. </strong>Entre eles estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Presença de um nódulo que cresce rapidamente ou que apresenta mudanças de forma e textura;</li>



<li>Vermelhidão e sensação de calor na pele da região afetada;</li>



<li>Presença de qualquer tipo de secreção na região;</li>



<li>Dor.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Diante desses sintomas, o médico deve avaliar a área afetada e pode solicitar uma série de exames laboratoriais e de <a href="https://drabrendadelgado.com.br/qual-a-diferenca-entre-mamografia-e-ultrassom-das-mamas/"><u>imagem </u></a>para averiguar a causa do nódulo. Se ele julgar necessário, uma biópsia pode ser feita. Desse modo, uma amostra de células é coletada e enviada para a análise de um médico patologista.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="cta">Receba orientação personalizada e atenção completa para o seu caso com a Dra. Brenda Delgado.<br><a href="https://wa.me/5511970988899"><u>Clique aqui para entrar em contato</u></a> ou acesse o ícone do WhatsApp disponível nesta página.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desses resultados é que serão indicadas as melhores alternativas de tratamento conforme a condição identificada. Quando a alteração é provocada por uma infecção ou uma doença autoimune, o médico pode receitar medicamentos para lidar com o problema, por exemplo. Com isso, o caroço tende a desaparecer. Pode ser também que nada precise ser feito, mantendo apenas um acompanhamento periódico.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O médico pode chegar à conclusão de que o inchaço está associado a presença de um </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/sintomas-cancer-mama/"><u><strong>câncer de mama</strong></u></a>. Nesses casos, ele encaminhará a paciente para um oncologista. Com o tumor confirmado, o nódulo pode ser sinal de que ele já avançou pelo sistema linfático e atingiu outras partes do corpo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento de uma condição maligna na mama depende do estágio em que ela foi diagnosticada. Os tratamentos mais comuns envolvem a combinação de quimioterapia, radioterapia, hormonioterapia e imunoterapia, por exemplo. Ademais, podem ser indicados procedimentos cirúrgicos, incluindo aqueles indicados para a remoção dos linfonodos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Em que casos é necessário passar por uma cirurgia axilar devido a um câncer na mama?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Uma cirurgia para remoção de linfonodos pode se restringir à <strong>remoção dos chamados linfonodos sentinelas.</strong> Esse recurso é valioso para entender de que forma a doença está se espalhando pelo organismo. Entretanto, o procedimento cirúrgico pode ser feito também para remover um número maior de linfonodos (mais de 10 – 30 linfonodos, em alguns casos), o que recebe o nome de linfadenectomia ou esvaziamento axilar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cirurgião pode optar por <strong>até três níveis para realizar a remoção dos linfonodos</strong>, de acordo com a profundidade alcançada nas estruturas da região operada. Em alguns casos, esse procedimento em vigência de um caroço na mama ou câncer de mama é associado a uma cirurgia conservadora da mama ou mastectomia que irá remover o caroço, sobretudo se o tumor tiver natureza invasiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As <strong>técnicas cirúrgicas</strong> para tal procedimento avançaram bastante nos últimos tempos. A incisão é pequena e o tempo de cirurgia é curto. Isso, claro, não significa que o risco de complicações seja nulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das complicações mais temidas associadas a cirurgia axilar é o chamado <a href="https://drabrendadelgado.com.br/linfedema-bracos/"><u><strong>linfedema</strong></u></a>, caracterizado pelo inchaço no braço do lado operado. A paciente pode experimentar ainda dor, sangramentos, coágulos, perda de sensibilidade e infecções devido à cirurgia. Certamente o profissional responsável pelo acompanhamento fornecerá orientações para lidar com esses e outros desdobramentos. <a href="https://drabrendadelgado.com.br/fisioterapia-cancer-mama/"><u>Movimentar a região operada</u></a> e usar mangas de compressão podem reduzir o risco de um linfedema, por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seja como for, <strong>ao notar a presença de um caroço na axila, o primeiro passo é sempre manter a calma</strong>. Em boa parte dos casos, ele é resultado de uma alteração que não traz grandes consequências para a saúde. Ou seja, cair na tentação de se autodiagnosticar não vai ajudar em nada. <strong>Sempre que houver dúvida, é fundamental procurar ajuda especializada e sanar todos os incômodos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Aproveite agora para<a href="https://drabrendadelgado.com.br/linfonodos-mama/"><u> saber mais sobre os linfonodos da mama e a relação deles com o câncer de mama.</u></a></p>
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		<title>O que você precisa saber sobre os sinais e sintomas do câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2023 19:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conhecer os sintomas do câncer de mama torna mais provável identificar casos da doença em estágios iniciais, ampliando a chance de sucesso do tratamento O câncer de mama é o tipo de neoplasia mais comum entre as mulheres brasileiras. Foram diagnosticados mais de 73 mil novos casos em 2022, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer. Isso representa mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Conhecer os sintomas do câncer de mama torna mais provável identificar casos da doença em estágios iniciais, ampliando a chance de sucesso do tratamento</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O câncer de mama é o tipo de neoplasia mais comum entre as mulheres brasileiras. Foram diagnosticados mais de 73 mil novos casos em 2022, de acordo com o <a href="https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/numeros" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Instituto Nacional do Câncer</u></a>. Isso representa mais de 30% do total de todos os tipos de câncer identificados entre mulheres, no ano. <strong>Logo, diante da alta incidência, é importante saber reconhecer os sintomas do câncer de mama.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora nem sempre isso seja possível, vários sinais e sintomas podem servir de alerta para que a mulher procure ajuda médica. Do mesmo modo que outros tipos de tumor, o câncer na mama se beneficia consideravelmente de um diagnóstico precoce, elevando a chance de desfechos positivos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Os sintomas do câncer de mama mais comuns</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Em um primeiro momento, é importante ressaltar que nem todo câncer de mama gera sinal ou sintoma perceptível. Além disso, cada paciente pode sofrer com manifestações próprias, que variam caso a caso.</strong> No mais, muitos indicativos do problema podem surgir à medida que a doença progride e alcança estágios mais avançados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Em geral, o sintoma de câncer de mama mais frequente é um nódulo ou massa palpável na região das mamas ou axilas.</strong> Esse tipo de formação que pode indicar a presença de um tumor costuma ser indolor e rígida, além de conter bordas irregulares, embora isso não seja uma regra. Formações malignas também podem gerar algum tipo de dor ou serem regulares e macias. Ademais, é preciso mencionar que <a href="https://drabrendadelgado.com.br/o-que-e-doenca-paget/"><u>uma série de condições de saúde</u></a> podem provocar o aparecimento de nódulos nas mamas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Adicionalmente, um câncer de mama também pode fazer com que a mulher perceba outros sinais e sintomas. Eles geram alterações no corpo, em especial na região das mamas. Entre os mais comuns estão:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>inchaço das mamas ou axilas, mesmo quando nenhum nódulo é percebido;</li><li>algum tipo de dor nas mamas ou mamilo;</li><li>mamilo retraído ou invertido;</li><li>alterações na pele da mama ou mamilo, tornando-a enrugada (com aspecto de casca de laranja). É possível também que surjam irritações, ressecamento ou descamação;</li><li>secreções no mamilo, incluindo sangue;</li><li>modificações na forma ou no tamanho da mama.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Cabe ressaltar que com o passar da idade ou durante determinados eventos da vida de uma mulher (como a amamentação, por exemplo) as mamas sofrem com alterações naturais, inclusive no que diz respeito à aparência, formato, tamanho ou textura da <a href="https://drabrendadelgado.com.br/efeitos-radioterapia-pele/"><u>pele</u></a>. Sob o mesmo ponto de vista, é essencial considerar que cada mulher conta com <a href="https://drabrendadelgado.com.br/seios-tamanhos-diferentes/"><u>características físicas únicas, inclusive em relação aos seios.</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>O que fazer diante de alteração nas mamas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Se deparar com uma alteração na mama pode gerar ansiedade, diante da suspeita de um câncer de mama. <strong>Dessa forma, nessa situação, diante de qualquer anormalidade identificada, o ideal é procurar suporte médico.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em geral, uma primeira avaliação pode ser feita por um clínico geral e diante de qualquer queixa mamária, por um mastologista. A partir disso, após um exame clínico inicial, ele pode solicitar investigações adicionais. Eventualmente, ele também pode encaminhar a paciente para um <a href="https://drabrendadelgado.com.br/o-que-faz-o-mastologista/"><u>mastologista</u></a>. Esse profissional por sua vez, pode solicitar uma mamografia e, mais raramente, uma ressonância magnética. Exames de imagem são capazes de identificar nódulos em estágios bastante iniciais, inclusive aqueles assintomáticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/">Ressonância magnética das mamas: como é este exame e quando é necessário fazer?</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos casos em que o exame de imagem sugerir a presença de um tumor suspeito, a paciente é submetida a uma biópsia das mamas. Para isso, uma pequena amostra de tecido da região afetada é retirada. Assim, o material é analisado em laboratório, o que permite ao médico patologista determinar se as células que compõem aquele tecido são ou não cancerígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Independentemente de qualquer sintoma, visita ao médico ou exame, toda mulher deve ser incentivada a reforçar a consciência a respeito das próprias mamas.</strong> Isso envolve apalpar, tocar e checar visualmente as condições da mama sem que para isso seja necessário utilizar alguma técnica específica. Esse cuidado não substitui ações de rastreamento, como a mamografia. Elas devem ser feitas conforme avaliação médica, mediante ponderação de uma série de fatores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nenhum sintoma do câncer de mama avaliado de forma isolada é o suficiente para confirmar ou excluir uma hipótese de diagnóstico<strong>. Seja como for, algumas das manifestações mais comuns podem servir de alerta, o que reforça a importância da conscientização em torno da saúde das mamas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Para entender melhor os sinais presentes em um exame de imagem, veja o que podem indicar as </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/microcalcificacoes-na-mamografia/"><u><strong>microcalcificações na mamografia.</strong></u></a></p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/sintomas-cancer-mama/">O que você precisa saber sobre os sinais e sintomas do câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>O que pode ser dor no seio? Veja uma lista com as 3 causas mais comuns para esse problema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2023 14:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[ciclo hormonal]]></category>
		<category><![CDATA[dor no seio]]></category>
		<category><![CDATA[mastalgia]]></category>
		<category><![CDATA[menstruação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veja o que pode ser dor no seio, entenda como é feito o diagnóstico e confira alguns dos tratamentos mais utilizados para esse problema É comum que mulheres de diferentes faixas etárias experimentem desconforto e sensibilidade na região das mamas. É normal se perguntar o que pode ser dor no seio, já que essa manifestação do corpo pode gerar sinais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Veja o que pode ser dor no seio, entenda como é feito o diagnóstico e confira alguns dos tratamentos mais utilizados para esse problema</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>É comum que mulheres de diferentes faixas etárias experimentem desconforto e sensibilidade na região das mamas.</strong> É normal se perguntar o que pode ser dor no seio, já que essa manifestação do corpo pode gerar sinais de alerta para diferentes problemas. Contudo, <strong>a chamada mastalgia (nome técnico para a dor nos seios), pode ter inúmeras causas e </strong><a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK562195/#article-24762.s9" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>raramente está associada a um câncer de mama.</strong></u></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, de acordo com a <a href="https://sbmastologia.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Sociedade Brasileira de Mastologia</u></a>, <strong>cerca de 70% das mulheres vão experimentar um ou mais episódios de dores na mama ao longo da vida.</strong> Vale conhecer melhor as explicações mais comuns para as dores nessa parte do corpo e entender como um médico pode orientar a mulher para lidar de forma adequada com esse problema.</p>



<h2 class="wp-block-heading">1. Causas relativas ao ciclo hormonal</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em geral, as dores nas mamas não costumam ter causa bem explicada. <strong>As alterações hormonais oriundas do ciclo menstrual podem explicar o desconforto sentido por muitas mulheres.</strong> Esse tipo de manifestação recebe o nome de mastalgia cíclica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desse modo, <strong>a flutuação hormonal natural do ciclo menstrual pode desencadear as dores, sobretudo devido a alterações nos ductos mamários provocados pelos hormônios.</strong> No mais, modificações no uso de<a href="https://drabrendadelgado.com.br/anticoncepcional-e-cancer-de-mama-relacao-e-riscos/"><u> contraceptivos hormonais </u></a>ou mesmo o início de uma gravidez são causas que podem explicar as dores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso das dores relativas ao ciclo menstrual, é comum que elas apareçam em média uma semana antes da menstruação. A partir disso, as dores costumam ser difusas e bilaterais, atingindo ambas as mamas. As manifestações podem ser variadas e incluir aumento da sensibilidade, formigamento, pontadas ou a sensação de aperto na área das mamas. As dores podem se expandir para a região das axilas. <strong>Entretanto, elas tendem a se dissipar com o início da menstruação.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">2. Causas não-hormonais</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Já as dores de causas não hormonais também são chamadas de não-cíclicas, uma vez que elas não estão relacionadas ao ciclo menstrual<strong>. As razões mais frequentes para esse desconforto são problemas vasculares ou de natureza inflamatória.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante disso, quadros de infecção ou inflamação nas mamas (as chamadas mastites), traumas ou mesmo a presença de um cisto de crescimento contínuo e grande volume no seio (geralmente de caráter benigno) estão entre as causas mais comuns dessa forma de dor. O uso de sutiãs inadequados ao tamanho dos seios, bem como algumas medicações, também pode provocar dores de origem não-hormonal. Por fim, <a href="https://drabrendadelgado.com.br/mamoplastia-redutora-e-mastopexia-quando-sao-indicada/">mamas volumosas</a> também estão associadas a maior presença de quadros de mastalgia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por consequência, <strong>é esperado que essa dor apresente padrões de duração e intensidade variados.</strong> Além disso, quase sempre, ela atinge apenas uma mama. Em geral, ela se manifesta por meio da sensação de queimação ou de pontadas. No mais, é comum que esse desconforto suma sozinho e retorne depois de um tempo.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/microcalcificacoes-na-mamografia/">O que significam as microcalcificações na mamografia?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">3. Dor de origem não-mamária</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As dores de <strong>origem não-mamária são aquelas oriundas de outras partes do corpo próximas à mama, fazendo com que elas pareçam estar localizadas nos seios</strong>. Ou seja, por mais que elas pareçam ser uma dor no seio, elas são provocadas por condições exteriores a essa parte do corpo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De todo modo, uma série de problemas pode provocar essa dor nos seios. <strong>Eles vão desde desconfortos musculares nas costas, no tórax e no pescoço, fazendo com que a dor irradie pela mama, até problemas cardiovasculares, em casos em que a dor no peito se confunde com uma dor na mama.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Finalmente, uma condição conhecida como costocondrite também pode ser a explicação para o problema. Ela é causada por inflamações nas cartilagens que ligam um osso da costela ao esterno, localizada na parte da frente do tórax.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Diagnóstico e tratamento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Seja como for, <strong>o médico deve ser procurado sempre que a dor for persistente, recorrente ou piorar com o passar do tempo. </strong>Quase sempre, uma avaliação clínica e um exame físico são suficientes para identificar a provável causa. Exames de imagem são solicitados apenas se a paciente se enquadra nos parâmetros de rastreamento de câncer de mama ou se há suspeita de lesões ou formações específicas na área.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="cta">Para uma avaliação personalizada, agende sua consulta com a Dra. Brenda Delgado pelo WhatsApp.<br><a href="https://wa.me/5511970988899"><u>Clique aqui para entrar em contato</u></a> ou acesse o ícone do WhatsApp disponível nesta página.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir disso, <strong>o tratamento envolve o uso de medicamentos para lidar com a dor e uma série de orientações para minimizar o risco de que ela volte.</strong> Em quadros mais complexos, intervenções para ajustar a flutuação hormonal podem ser indicadas. Com uma prescrição cuidadosa e o devido acompanhamento, o <a href="https://drabrendadelgado.com.br/tamoxifeno/?_ga=2.187250152.1995505193.1671463722-1333540459.1670851033&amp;_gl=1*1mr495l*_ga*MTMzMzU0MDQ1OS4xNjcwODUxMDMz*_ga_PQC87SDMSD*MTY3MTQ2MzcyMi44LjEuMTY3MTQ2MzcyMi4wLjAuMA.."><u>tamoxifeno </u></a>costuma ser empregado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se nenhuma outra condição de base estiver associada ao problema, é esperado que as dores na mama diminuam com o passar do tempo. Entre algumas das medidas simples para isso estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O uso de sutiãs mais confortáveis e bem ajustados (de modelo esportivo, por exemplo);</li>



<li>Uma dieta equilibrada e livre do excesso de gordura, açúcar e cafeína;</li>



<li>Prática regular de exercícios físicos.</li>



<li>Manutenção de um peso saudável.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Entender o que pode ser dor no seio nem sempre é fácil, <strong>sobretudo quando se leva em conta que isso se resolve por conta própria em parte considerável dos casos</strong>. Por outro lado, a mulher deve ficar atenta ao seu corpo e procurar suporte médico sempre que o problema estiver comprometendo sua qualidade de vida ou gerando ansiedade sobre sua condição de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja também o que pode provocar a</strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/coceira-nas-mamas-o-que-pode-ser/"><u><strong> coceira nas mamas</strong></u></a><strong>, outro problema comum entre as mulheres.</strong></p>
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		<title>Coceira nas mamas? Veja o que pode ser</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Aug 2022 20:20:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama inflamatório]]></category>
		<category><![CDATA[coceira]]></category>
		<category><![CDATA[dermatite]]></category>
		<category><![CDATA[dermatite atópica]]></category>
		<category><![CDATA[doença de Paget]]></category>
		<category><![CDATA[mastite]]></category>
		<category><![CDATA[mastologista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ainda que esta seja uma ocorrência normal em muitas mulheres, é preciso atenção, pois a coceira nas mamas pode ser sinal de outros problemas de saúde Uma queixa muito comum entre as pacientes que buscam uma consulta junto ao mastologista é a coceira nas mamas. Ainda que esta seja uma ocorrência normal no decorrer da vida de muitas mulheres, é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Ainda que esta seja uma ocorrência normal em muitas mulheres, é preciso atenção, pois a coceira nas mamas pode ser sinal de outros problemas de saúde</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma queixa muito comum entre as pacientes que buscam uma consulta junto ao mastologista é a <strong>coceira nas mamas</strong>. Ainda que esta seja uma ocorrência normal no decorrer da vida de muitas mulheres, é preciso atenção, pois a <strong>coceira</strong> pode significar os sintomas de outros problemas de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Normalmente, a coceira nas mamas pode ser causada por uma troca no tipo de sabonete ou mesmo por um novo modelo de sutiã. Apesar de muitas das causas da coceira serem consideradas inofensivas e sumirem rapidamente, é preciso estar atenta para a persistência do <strong>sintoma</strong>. Nesses casos, o melhor a fazer é marcar uma consulta médica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A seguir, confira as principais causas de coceiras nas mamas.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cirurgia-para-cancer-de-mama-opcoes-de-tratamento-cirurgico/">Cirurgia para câncer de mama: quais as opções de tratamento cirúrgico?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Veja o que pode causar coceira nas mamas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">É importante ressaltar que, se a coceira da mama persistir por mais de duas semanas e estiver acompanhada de outros sintomas como <strong>inchaço das mamas</strong>, <strong>vermelhidão,</strong> <strong>alterações na pele dos seios</strong> ou <strong>secreção mamilar</strong>, a mulher deve buscar acompanhamento com um <strong>mastologista</strong> com brevidade, pois esses podem ser os sinais de <strong>câncer de mama</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o<a href="https://www.inca.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> Instituto Nacional de Câncer (Inca),</u></a> no Brasil, o câncer de mama é o tipo de câncer mais incidente em mulheres, após o câncer de pele não melanoma. Só em 2022, as estimativas apontam que ocorrerão 66.280 casos novos da doença. Por isso, é fundamental procurar um médico para que o correto <strong>diagnóstico</strong> da causa da coceira na mama seja feito e o tratamento necessário seja iniciado o mais precocemente possível.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conheça algumas outras possíveis causas de coceira nas mamas:</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Mastite</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://drabrendadelgado.com.br/o-que-e-mastite-na-mama-e-como-tratar/">mastite</a> é uma inflamação das mamas que pode estar acompanhada de infecção sendo muito comum durante o período de amamentação. Além da coceira nas mamas, pode ter como sintomas dor, inchaço, vermelhidão e até mesmo febre, podendo evoluir para a formação de um <strong>abcesso mamário.</strong> Entre os principais fatores para o desenvolvimento da mastite estão a pega incorreta do recém-nascido no momento da mamada. Segundo a <a href="https://www.spmastologia.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Sociedade Brasileira de Mastologia Regional São Paulo</u></a>, estima-se que de 3 a 20% das mulheres tenham um episódio de mastite durante o período de aleitamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Doença de Paget</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Afetando a pele do mamilo e diversas vezes a<strong> aréola,</strong> é um tipo de câncer considerado raro que normalmente tem a coceira na mama como sintoma inicial. No entanto, outros sintomas podem estar presentes tais como<strong> mamilo mais achatado,</strong> secreção expelida pelo mamilo e ainda pele da mama avermelhada, áspera e descamando.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Grande parte das pacientes que desenvolvem doença de Paget também apresentam outros <strong>tumores cancerígenos </strong>na mesma mama, como carcinoma ductal in situ ou câncer de mama invasivo, de acordo com a <a href="https://www.nationalbreastcancer.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>National Breast Cancer Foundation.</u></a></p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Câncer de mama inflamatório</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Este também é um tipo raro de câncer de mama, sendo considerado bastante agressivo. Além da coceira, de acordo com a<a href="https://www.cancerresearchuk.org/"><u> Cancer Research UK,</u></a> o câncer de mama inflamatório pode gerar <strong>alterações na pele das mamas </strong>que incluem inchaço, pele vermelha, dor e ainda aumento das mamas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como nos casos de câncer de mama inflamatório, comumente, não apresenta <strong>nódulo </strong>palpável na mama, por isso as pacientes tendem a não procurar o mastologista com rapidez, o que pode retardar o diagnóstico e complicar o tratamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Dermatite atópica</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Também conhecida por <strong>eczema</strong>, essa condição de pele pode ser desencadeada pelo contato de substâncias alérgicas, alterações na temperatura, excesso de oleosidade ou mesmo estresse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A<a href="https://www.sbd.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD)</u></a>, reforça a necessidade de acompanhamento médico para que a coceira não provoque mais ferimentos na pele, o que favorece a contaminação das feridas por bactérias.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Veja também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/tipos-de-cancer-de-mama-conheca/">Tipos de câncer de mama: conheça os mais comuns e entenda suas características</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">A importância de consultar um mastologista</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns tratamentos para o câncer de mama como a <strong>radioterapia</strong>, <strong>quimioterapia</strong>, <strong>terapia hormonal</strong> ou cirurgia para remoção do tumor também podem causar coceira nas mamas. Determinados cuidados indicados pelo médico mastologista responsável pelo acompanhamento da paciente podem colaborar para o alívio da coceira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as principais dicas para diminuir o incômodo estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Utilização de sutiãs e roupas com tecidos leves e confortáveis;</li>
<li>Uso de sabão neutro para lavagem das mamas;</li>
<li>Evitar banhos quentes que causam o ressecamento da pele e agravam a coceira;</li>
<li>Hidratação regular da pele das mamas com cremes indicados pelo mastologista.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Somente o médico pode diagnosticar corretamente as causas da coceira nas mamas, como já ressaltamos esse pode ser um dos <strong>sintomas </strong>de problemas mais graves. Por isso é importante manter o acompanhamento com o <strong>mastologista </strong>sempre em dia. Assim, caso você apresente coceira persistente nas mamas com ou sem outros sintomas associados, a exemplo de vermelhidão, dor, inchaço e secreção dos mamilos, procure com a maior rapidez possível marcar uma consulta com um mastologista de sua confiança.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Continue navegando por conteúdos semelhantes em nosso <a href="https://drabrendadelgado.com.br/blog/"><u>blog</u></a> e esteja sempre bem informado sobre a saúde das mamas.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Nódulos na mama: o que podem indicar e quando são preocupantes?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jun 2022 17:28:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[cisto]]></category>
		<category><![CDATA[nódulo na mama]]></category>
		<category><![CDATA[nódulos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sem dúvida um dos maiores medos das mulheres é, na hora de fazer o autoexame de mama, localizar nódulos nas mamas. Metade das mulheres que procura o mastologista tem queixa de nódulo nas mamas. Porém, nem todo nódulo na mama é sinônimo de câncer. A doença está presente em 30% dos casos. Ainda assim, independente do nódulo ser maligno ou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Sem dúvida um dos maiores <strong>medos das mulheres </strong>é, na hora de fazer o <strong>autoexame de mama,</strong> localizar <strong>nódulos nas mamas.</strong> Metade das mulheres que procura o mastologista tem queixa de nódulo nas mamas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, nem todo <strong>nódulo na mama</strong> é sinônimo de câncer. A doença está presente em 30% dos casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, independente do nódulo ser maligno ou benigno, o mastologista tem importante papel no atendimento da paciente e na condução dos casos, sendo responsável por tratar ou acompanhar os casos benignos e encaminhar os casos malignos para tratamentos que podem ser mais invasivos na maior parte das vezes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>nódulo de mama</strong> é, na verdade, uma <strong>tumoração</strong> presente na <strong>glândula mamária</strong> e o aparecimento deles é o maior motivo das marcações e visitas das <strong>mulheres ao mastologista.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a <a href="https://www.febrasgo.org.br/pt/noticias/item/478-nodulo-de-mama#:~:text=N%C3%B3dulo%20de%20mama%20%C3%A9%20toda,das%20pacientes%20apresentam%20les%C3%B5es%20benignas." target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia</u></a>, a <strong>anamnese </strong>é de grande valia no <strong>diagnóstico do nódulo de mama.</strong> Dessa forma, a idade, <em>status </em>hormonal, fatores associados, também devem constar na história clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>anamnese </strong>também tem função essencial no trabalho de <strong>prevenção,</strong> já que podem ser identificados <strong>fatores de risco </strong>para o desenvolvimento do <strong>câncer de mama.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Leia mais: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-de-mama-e-autoestima/">Câncer de mama e autoestima</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que os nódulos na mama podem indicar?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O aparecimento de <strong>nódulos palpáveis</strong> na mama pode ter inúmeras causas. As mais comuns estão associadas a alterações fibrocísticas, que consistem em variações normais da textura mamária. Essas alterações geralmente somem sozinhas e são relacionadas com o ciclo menstrual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as principais causas dos nódulos nas mamas temos:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cisto mamário</h3>



<p class="wp-block-paragraph">São comuns em mulheres com idade entre 35 e 50 anos, sendo formações de líquido que normalmente desaparecem após a <strong>menopausa</strong>, a menos que a mulher esteja fazendo <strong>reposição hormonal. </strong>Sua forma pode parecer uma uva ou um balão de água ou ser firme. Quando crescem repentinamente podem causar dor.Apesar de poder surgir mais de<strong> um cisto</strong>, estes apresentam baixa relação com o <strong>câncer de mama</strong>, apenas 0,1% dos casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os cistos podem ser simples ou complexos, sendo os cistos simples considerados como achados benignos e os cistos complexos ou sólido císticos direcionados para investigação por meio de uma biópsia ou acompanhamento mais frequente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fibroadenoma</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os fibroadenomas, usualmente, são nódulos pequenos que com o tempo podem crescer, diminuir de tamanho ou, inclusive, desaparecer. O tamanho médio deste nódulo é de 2,5cm de diâmetro, quando o crescimento é igual ou maior a 5cm são considerados fibroadenomas gigantes, que podem gerar deformidade da mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este tipo de nódulo na mama é decorrente de aumento do número de células, conhecida como <strong>hiperplasia celular</strong>, causada pelo aumento de <strong>estrogênio</strong>. Geralmente ocorre na segunda ou terceira décadas de vida.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tumor Phyllodes</h3>



<p class="wp-block-paragraph">São tumores malignos incomuns e representam menos de 1% de todos os <strong>tumores de mama.</strong> O termo “filóide” vem do grego e significa “folha”. Refere-se ao fato de que as células tumorais se multiplicam seguindo um padrão forma de folha. Outro nome para designar esse tipo de tumor é “cistosarcoma filóide”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tendem a crescer rapidamente, contudo raramente se espalham para fora da mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto a maioria dos tumores de filóide é benigna, há também casos malignos (cancerígenos) e ambíguos (intermédio entre cancerígenos e não cancerígenos). Todos os três tipos tendem a crescer rapidamente e necessitam de cirurgia para reduzir o risco de recorrência na mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os tumores phyllodes podem aparecer em mulheres em qualquer idade, mas, tendem a se formar após os 40 anos. Entretanto, os benignos são geralmente diagnosticados em idades mais precoces do que os malignos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Câncer de mama</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>câncer de mama</strong> pode se manifestar por lesão palpável em qualquer área da mama ou microcalcificações na mama, identificáveis apenas por meio de exame de mamografia ou exames complementares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cabe ressaltar que o câncer pode não ser palpável. Em sua fase inicial ele só pode ser identificado por meio de exame de mamografia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, o autoexame ou um exame clínico normal não podem excluir o diagnóstico. É essencial que mulheres acima de 40 anos ou com histórico familiar de câncer de mama façam acompanhamento médico constante e realizem o exame de mamografia anualmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O câncer de mama é mais comum na 5ª e 6ª décadas de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cicatrizes-da-mama-apos-cirurgia-do-cancer/">Como ficam as cicatrizes de mama após cirurgia do câncer?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">A importância da avaliação precoce dos nódulos na mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os <strong>nódulos de mama</strong> são queixas bastante comuns e que podem gerar grande <strong>ansiedade para a mulher. </strong>Não se deixe levar por esse nervosismo e, antes de tirar conclusões precipitadas, procure imediatamente um médico mastologista de sua confiança.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="cta">Para uma avaliação personalizada e um planejamento seguro para o seu caso, agende sua consulta com a Dra. Brenda Delgado pelo WhatsApp.<br><a href="https://wa.me/5511970988899"><u>Clique aqui para entrar em contato</u></a> ou acesse o ícone do WhatsApp disponível nesta página.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de existir a chance de ser um câncer de mama, o diagnóstico completo pode ser fornecido somente após a realização de exames e a <strong>avaliação médica</strong>. Os nódulos mamários são comuns e, na maioria das vezes, são achados benignos, ou seja, não são cancerígenos. Mesmo assim, é importante que um médico avalie qualquer nódulo mamário, especialmente se for novo, se for diferente do outro seio ou se for diferente do que você sentiu antes. O tratamento determinado pelo médico dependerá da causa do nódulo mamário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando falamos de<strong> fibroadenomas, </strong>a <strong>intervenção cirúrgica</strong> pode ser sim indicada caso ele esteja crescendo rápido demais, ou até mesmo provocando algum tipo de <strong>alteração estética.</strong> Já quando o nódulo na mama é <strong>diagnosticado como câncer de mama</strong>, o<strong> tratamento </strong>pode ser baseado em <strong>realização de cirurgia,</strong> ou até mesmo<strong> sessões de radioterapia e/ou quimioterapia.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os seios têm tecidos de consistência variável, incluindo tecido adiposo, glandular e conjuntivo. De acordo com as mudanças <strong>do ciclo menstrual,</strong> a mulher pode notar os sintomas relacionados à mama, como sensibilidade ou formação de caroços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O aparecimento de caroços durante esse período pode ser devido ao excesso de líquido nas mamas. O tecido mamário também muda à medida que a pessoa envelhece, geralmente se torna mais gorduroso e menos denso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importe familiarizar-se com o estado normal dos seus seios, uma vez que isso facilita a detecção de alterações. Por isso, é muito importante que você realize mensalmente o autoexame das suas mamas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fique atenta e procure um mastologista, caso note um destes sinais:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Surgimento de um novo nódulo ou espessamento na mama que parece diferente do tecido circundante;</li>



<li>Alteração no tamanho, forma ou aparência dos seus seios;</li>



<li>Dor no peito que não desaparece após o próximo período menstrual;</li>



<li>Alterações na pele dos seios, como vermelhidão, descamação, covinhas ou dobras;</li>



<li>Surgimento de um mamilo invertido que não era assim antes;</li>



<li>Uma descarga espontânea dos mamilos.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Se você perceber, no seu corpo, alguns dos <strong>sintomas </strong>acima, então está na hora de procurar imediatamente o seu<strong> médico mastologista.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">E lembre-se sempre: se você tem mais de 40 anos ou se há casos na sua família de câncer de mama, procure um mastologista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A seguir, preparamos uma FAQ para ajudar a tirar suas principais dúvidas sobre o assunto.</p>



<h3 class="wp-block-heading">FAQ (Frequently Asked Questions | Perguntas Frequentes)</h3>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O que é nódulo na mama?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Nódulo na mama é um caroço, protuberância, abaulamento ou inchaço localizado no peito, diferente do tecido mamário ao seu redor, a grande maioria aparece durante a idade reprodutiva da mulher. Necessitando sempre ser avaliada pelo médico mastologista para definir o tratamento.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Como identificar um nódulo na mama?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os sintomas mais comuns são protuberância ou caroço no tecido mamário, geralmente perceptíveis ao toque ou autoexame, em geral eles têm consistência diferente do tecido mamário ao redor, nódulos pequenos serão identificados somente por exames de imagem como ultrassonografia mamaria.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O que pode ser um nódulo na mama?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na maioria dos casos o nódulo mamário está relacionado com alterações benignas da&nbsp;mama&nbsp;não cancerígenas, porém, em alguns casos pode ser um sintoma de câncer de mama. Por isso, sempre que detectado um nódulo mamário é necessário a avaliação do médico mastologista.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Como identificar um nódulo maligno na mama?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O sintoma mais comum do câncer de mama é o surgimento de um nódulo mamário, geralmente são nódulos de crescimento progressivo, consistência solida ou tipo borracha, bordas irregulares e para confirmar se um nódulo é benigno ou maligno é realizada uma biópsia do nódulo para análise.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O que é um nódulo solido hipoecoico na mama?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Nódulo hipoecoico ou hipoecogênico é uma característica do conteúdo no nódulo ao ser visualizado na ultrassonografia, essa característica refere-se a um nódulo de baixa densidade podendo corresponder a nódulos sólidos, cistos espessos ou inclusive gordura.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O que é nódulo isodenso na mama?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Nódulo isodenso como um achado de imagem na mamografia ou ultrassom das mamas é aquele que apresenta a mesma densidade do tecido mamário ao redor, podendo corresponder a nódulos de gordura ou lóbulos de tecido mamário.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O que é nódulo sólido na mama categoria 3?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O BIRADS é uma classificação radiológica das imagens para mamografia, ultrassom e ressonância magnética das mamas que indica as chances de haver câncer de mama, BIRADS 3 ou categoria 3 refere-se a achados provavelmente benignos. Nesse caso, nódulos provavelmente benignos que não possuem indicação de biopsia inicialmente e devem ser acompanhados precocemente. A conduta pode variar conforme a avaliação individualizada de cada paciente.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Como eliminar nódulos na mama?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento do nódulo na mama depende do tipo de nódulo, os nódulos benignos pequenos com o tempo podem crescer, diminuir de tamanho ou inclusive desaparecer, sendo necessário o acompanhamento médico sem nenhuma intervenção, quando o crescimento é igual ou maior a 5 cm são considerados fibroadenomas gigantes que podem gerar deformidade da mama nestes casos é indicado a remoção cirúrgica.</p>



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		<title>Densidade da mama ligada ao risco familiar de câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jun 2022 14:06:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama na família]]></category>
		<category><![CDATA[histórico médico familiar]]></category>
		<category><![CDATA[mama]]></category>
		<category><![CDATA[mamas densas]]></category>
		<category><![CDATA[mastologista]]></category>
		<category><![CDATA[pré-menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[risco de câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[tecido fibroglandular]]></category>
		<category><![CDATA[testes genéticos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um recente estudo comprovou que a história familiar para câncer de mama está positivamente associada à densidade da mama em mulheres na pré-menopausa Um aspecto importante para que o médico mastologista possa analisar e avaliar o risco de desenvolver câncer de mama ao longo da vida da paciente é conhecer o histórico médico familiar acerca da doença, principalmente dos parentes [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Um recente estudo comprovou que a história familiar para câncer de mama está positivamente associada à densidade da mama em mulheres na pré-menopausa</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um aspecto importante para que o médico <strong>mastologista</strong> possa analisar e avaliar o risco de desenvolver câncer de mama ao longo da vida da paciente é conhecer o <strong>histórico médico familiar</strong> acerca da doença, principalmente dos parentes de primeiro, segundo e terceiro graus, uma vez que a existência de um<strong> fator genético</strong> aumenta o <strong>risco familiar de câncer de mama.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, a ausência de casos de <strong>câncer de mama na família</strong> não significa que a pessoa está a salvo da doença. Isto porque o histórico familiar é apenas um dos vários fatores que precisam ser levados em consideração para avaliação risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao contrário do que muitas pacientes pensam, o câncer de mama é predominantemente esporádico e pouco associado a predisposição genética. De acordo com o<a href="https://www.inca.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> Instituto Nacional do Câncer (INCA),</u></a> o câncer de mama de caráter hereditário corresponde de 5% a 10% do total de casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>densidade das mamas</strong> é outro fator de risco de grande relevância para o câncer de mama. Saiba mais sobre ela a seguir!</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é mama densa?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Considera- se uma mama densa aquela que apresenta quantidades relativamente altas de<strong> tecido fibroglandular</strong> e quantidades relativamente baixas de tecido mamário gorduroso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, a densidade mamária é determinada pela proporção de tecido glandular, que se mostra branca na mamografia, e do tecido gorduroso, que aparece mais escuro. Quanto maior a proporção de tecido fibroglandular mais densa será considerada a mama e em termos práticos mais branca ou radiolucente aparecerá na mamografia, podendo assim “esconder lesões mamárias” na avaliação da imagem, justificando o acompanhamento diferenciado destas pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As <strong>mamas densas </strong>dificultam o diagnóstico de câncer de mama através do exame de mamografia, já que os tumores também se apresentam densos no exame.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até pouco tempo atrás, tínhamos poucas informações de como esses dois fatores, histórico familiar e densidade mamográfica, estavam relacionados. Porém, um <strong>recente estudo</strong> publicado na revista médica<a href="https://jamanetwork.com/journals/jamanetworkopen" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> JAMA Network Open</u></a> comprovou que a história familiar para câncer de mama está positivamente associada à densidade mamária em mulheres na<strong> pré-menopausa</strong>.</p>



<p id="leiamais">Leia também:<a href="/nodulos-na-mama-o-que-podem-indicar"> Nódulos na mama: o que podem indicar e quando é preocupante?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">A importância da mamografia para pacientes com risco familiar de câncer</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo de coorte foi realizado com pacientes americanas com câncer de mama atendidas no <em>Joanne Knight Breast Health Center</em> e <em>Siteman Cancer Center, </em>da Universidade de Washington. A pesquisa comparou dados do grupo de descoberta, que incluiu 375 mulheres na pré-menopausa que receberam mamografia anual em 2016 e tiveram volume denso e volume não denso medidos durante cada triagem, assim como dados das pacientes do conjunto de validação, obtidos com 14.415 <strong>mulheres na pré-menopausa</strong> atendidas nos centros entre 2010 e 2015.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os pesquisadores que conduziram o estudo, a <strong>densidade volumétrica das mamas foi significativamente maior</strong> em mulheres com histórico familiar de câncer de mama em comparação com mulheres sem histórico na família.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses achados reforçam a necessidade de se iniciar a<strong> mamografia</strong> de rastreamento anual em idade precoce para mulheres com histórico de câncer de mama na família.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Idealmente, o rastreamento é feito partir dos 30 anos quando se fala em grupos de alto risco. Contudo, para saber a necessidade de iniciar este rastreio antes dos 40 anos é necessário a avaliação de um mastologista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, a <a href="https://sbmastologia.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM)</u></a> recomenda que todas as mulheres sem histórico de câncer de mama ou risco populacional iniciem a mamografia a partir dos 40 anos, devendo ser repetida a cada ano. No entanto, mulheres com histórico familiar de câncer de mama ou ovário devem iniciar a prevenção antes, idealmente 10 anos antes da idade do diagnóstico do familiar com histórico de câncer. A idade exata é definida pelo médico mastologista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda de acordo com a SBM, a realização de<strong> testes genéticos</strong> é uma importante ferramenta para as mulheres que fazem parte desse grupo de risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já, segundo a última revisão do <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34154984/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>American College of Radiology</em></a>, toda mulher a partir dos 30 anos deve e merece ser avaliada por um especialista em mama para determinar o risco de desenvolver câncer de mama ao longo da vida.</p>



<p id="leiamais">Leia também:<a href="https://drabrendadelgado.com.br/autoexame-substitui-a-mamografia/"> Autoexame substitui a mamografia?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Prevenção ainda é melhor opção</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando diagnosticado precocemente, as chances de <strong>cura do câncer de mama</strong> são de 95%. Assim, vale o alerta de reforço para as mulheres que possuem histórico familiar de câncer conscientizarem-se a respeito da importância da <strong>mamografia</strong>, bem como das<strong> visitas periódicas ao mastologista</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro aspecto positivo das consultas regulares é sanar dúvidas e temores que possam acometer a paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Leia também: </em><a href="https://drabrendadelgado.com.br/alimentos-ajudam-na-prevencao-ao-cancer-de-mama/"><em>Quais alimentos ajudam na prevenção ao câncer de mama?</em></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">O autocuidado e monitoramento das mamas possibilita a detecção precoce de eventuais anomalias, e a consequente realização de tratamentos antes do avanço da doença, com maiores chances de sucesso. Além disso, manter bons hábitos como a prática rotineira de atividades físicas e priorizar uma alimentação saudável são grandes aliados na <strong>prevenção do câncer de mama</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso cuide-se sempre!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você gostou desse conteúdo, continue navegando pelo nosso <a href="https://drabrendadelgado.com.br/blog/"><u>blog.</u></a></p>
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		<title>O que pode ser pus na mama?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 May 2022 17:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[abscesso]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[autoexame.]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[descarga mamilar]]></category>
		<category><![CDATA[doenças mamárias]]></category>
		<category><![CDATA[ductografia]]></category>
		<category><![CDATA[lactação]]></category>
		<category><![CDATA[mamilo]]></category>
		<category><![CDATA[mamografia]]></category>
		<category><![CDATA[mastite]]></category>
		<category><![CDATA[saída de líquido pelo mamilo]]></category>
		<category><![CDATA[secreção na mama]]></category>
		<category><![CDATA[ultrassonografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tanto mulheres, como homens podem ter secreção na mama. A secreção pode ser semelhante a pus, bem como ter outras consistências e cores Notar alterações na mama é motivo de preocupação para muitas mulheres, uma vez que alguns sinais podem remeter a doenças como o câncer de mama. Essas alterações podem ser variáveis e incluem dor, presença de nódulo ou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Tanto mulheres, como homens podem ter secreção na mama. A secreção pode ser semelhante a pus, bem como ter outras consistências e cores</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Notar alterações na mama é motivo de preocupação para muitas mulheres, uma vez que alguns sinais podem remeter a doenças como o câncer de mama. Essas alterações podem ser variáveis e incluem dor, presença de nódulo ou mesmo <strong>pus na mama.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">É preciso esclarecer que <strong>secreções mamárias</strong> são consideradas normais, uma vez que o <strong>mamilo </strong>é um órgão excretor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas mulheres chegam a comprimir o mamilo frequentemente, para averiguar se há a existência de secreção mamilar. Esse hábito é prejudicial, podendo agravar e até mesmo perpetuar o fluxo. Por isso, <strong>nada de apertar o mamilo!</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>função da secreção mamária é limpar os </strong><strong>ductos mamários</strong> para eliminar células velhas, muitas vezes essa saída de líquido é imperceptível. Tanto mulheres, como homens podem ter <strong>secreção na mama</strong>. A secreção pode ser semelhante a pus, bem como ter outras consistências e cores. Também pode ocorrer apenas em uma mama, assim como ser resultado de outros problemas de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste artigo, vamos detalhar as causas e os principais tipos de secreção nas mamas, para que você possa ficar em alerta e aprender a identificar sinais que podem estar associados a <strong>doenças mamárias</strong>, a exemplo do <strong>câncer de mama.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a <a href="https://www.paho.org/pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS)</u></a>, cerca de 30% a 50% dos cânceres podem ser prevenidos por meio da detecção precoce e tratamento adequado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Principais causas de secreção e pus na mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com publicação do <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Ministério da Saúde</u></a>, o derrame ou fluxo papilar, que nada mais é do que a <strong>saída de líquido pelo mamilo</strong> não associado a <strong>lactação</strong>, deve ser considerado de importância em relação ao câncer de mama apenas quando espontâneo associado a aspecto cristalino ou sanguinolento e exteriorizado por um único dueto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo o pus não estando entre os indicativos para câncer de mama, é recomendado o acompanhamento com um <a href="https://drabrendadelgado.com.br/o-que-faz-o-mastologista/">mastologista</a> para descartar outras doenças mamárias. A saída de líquido propriamente dito como pus, está relacionado a infecções como mastite e abscesso mamário, usualmente este quadro é acompanhado de vermelhidão da pele, inchaço e dor mamária, sendo a avaliação especializada fundamental para o tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de poder ocorrer em homens, as secreções mamárias masculinas são mais raras e estão sempre relacionadas com doenças.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A saída de líquido das mamas masculinas normalmente necessitam de avaliação e investigação para afastar alterações como:</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Deficiência de testosterona</li>
<li>Ginecomastia, que provoca o crescimento das mamas</li>
<li>Tumor pituitário</li>
<li>Câncer de mama</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Já nas mulheres, as secreções mamárias são mais frequentes durante o período de <strong>amamentação</strong>, podendo ocorrer até três anos após essa fase.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras causas que podem ocasionar a saída de líquido das mamas femininas são:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Mastite</li>
<li>Abscesso</li>
<li>Distúrbios hormonais</li>
<li>Estimulação excessiva do mamilo</li>
<li>Cistos</li>
<li>Lesões ou traumas nas mamas</li>
<li>Ectasia do ducto mamário</li>
<li>Doença de Paget</li>
<li>Efeito colateral causado pelo uso de pílula anticoncepcional</li>
<li>Uso de diversas medicações, entre elas sertralina, antidepressivos, anti-hipertensivo, entre outras.</li>
<li>Vale destacar que o uso de drogas, a exemplo da maconha e cocaína, assim como a utilização de alguns medicamentos podem provocar secreção nas mamas.</li>
</ol>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/para-que-serve-a-biopsia-das-mamas/">Para que serve a Biópsia das Mamas?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Diferentes tipos de secreções mamárias</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>aspecto das</strong> <strong>secreções mamárias </strong>é variável. A cor do líquido expelido pelo mamilo por ser:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Avermelhada (sanguinolento)</li>
<li>Marrom</li>
<li>Branca</li>
<li>Esverdeada</li>
<li>Transparente</li>
<li>Amarelada</li>
<li>Multicolorido</li>
<li>Esbranquiçada como pus (chamado de galactorreia)</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>consistência</strong> também varia desde <strong>espesso e pegajoso até fino e aquoso</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Secreções bilaterais, que envolvem múltiplos ductos mamários e de diferentes cores, com exceção das transparente e avermelhada, frequentemente estão associadas a <strong>processos normais</strong> da glândula mamária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Massagens, carícias, sucção, compressão manual e até mesmo a fricção causada pelo uso de sutiãs esportivos pode gerar o fluxo desse tipo de secreção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Normalmente, essa <strong>descarga mamilar</strong> some espontaneamente e não requer nenhum tipo de tratamento específico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as secreções suspeitas que podem estar associadas a doenças mamárias e que necessitam de acompanhamento de um mastologista estão:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Lácteas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">É a mais recorrente, geralmente ocorre após o período de amamentação ou devido a mudanças hormonais na pré-menopausa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sanguinolenta</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Comumente associada a um tumor benigno, chamado papiloma, em alguns casos pode estar relacionada ao câncer de mama.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Transparente</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Secreções incolores, em uma mama só, podem ser um sintoma de câncer de mama.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Amarelada, marrom ou esverdeada</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas vezes associada ao pus, esse tipo de secreção pode ser sintoma de um cisto embaixo do mamilo ou da aréola.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Diagnóstico e tratamento da secreção na mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para diagnosticar a causa da secreção na mama, <strong>o mastologista, além do exame clínico da mama e avaliação do histórico clínico da paciente</strong>, pode solicitar alguns exames. A depender do resultado desses exames, também pode ser solicitada pelo médico a realização de uma biópsia e exames de sangue complementares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais exames para diagnóstico da causa da secreção, destacamos:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mamografia: </strong>éum exame de imagens das mamas, que são obtidas por meio de radiografia, possibilitando a identificação de lesões, nódulos, assimetrias e câncer de mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ultrassonografia: </strong>esteexame utiliza ondas sonoras para criar imagens dos tecidos dentro da mama, permitindo a detectar <strong>lesões da mama</strong>, bem como distinguir cistos de nódulos sólidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns outros fatores também podem servir como sinal de alerta para o diagnóstico médico da causa da saída de líquido da mama, entre eles:</p>



<p class="wp-block-paragraph">1. A secreção ocorre espontaneamente</p>



<p class="wp-block-paragraph">2. A secreção é unilateral</p>



<p class="wp-block-paragraph">3. O líquido tem coloração sanguinolenta ou transparente</p>



<p class="wp-block-paragraph">4. O paciente tem idade superior a 40 anos</p>



<p class="wp-block-paragraph">5. Há presença de nódulo palpável na mama</p>



<p class="wp-block-paragraph">6. Há alteração na forma ou tamanho da mama</p>



<p class="wp-block-paragraph">7. O paciente é do sexo masculino</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale ressaltar a <strong>importância do acompanhamento médico regular</strong> para identificar possíveis alterações nas mamas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da relevância do <strong>autoexame </strong>para o autoconhecimento do próprio corpo, ele não pode ser substituto para o exame clínico realizado pelo médico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lembre-se sempre: a realização regular de exames auxilia na identificação de lesões pré-malignas, lesões muito pequenas, antes de se tornarem câncer, propriamente dito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso possibilita o tratamento precoce do câncer de mama e de outras doenças, aumentando as chances de cura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cuide da sua saúde, em caso de dúvidas, procure um médico.</p>



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