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	<title>Arquivos alimentação - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>Arquivos alimentação - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>Quem faz quimioterapia, o que pode comer? Confira 5 recomendações para ajudar na alimentação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Sep 2023 12:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[quimioterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais do que entender o que quem faz quimioterapia pode comer, é importante adotar estratégias para manter a nutrição adequada nesse período Embora fundamental para combater um câncer de mama, o tratamento quimioterápico pode trazer uma série de efeitos colaterais. Muitos deles podem afetar a capacidade da paciente se alimentar adequadamente. Logo, nesse período é comum surgirem dúvidas a respeito [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Mais do que entender o que quem faz quimioterapia pode comer, é importante adotar estratégias para manter a nutrição adequada nesse período</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora fundamental para combater um câncer de mama, <strong>o tratamento quimioterápico pode trazer uma série de efeitos colaterais. </strong>Muitos deles podem afetar a capacidade da paciente se alimentar adequadamente. Logo, nesse período é comum surgirem dúvidas a respeito <strong>daquilo que quem faz quimioterapia pode comer.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é raro se deparar com <strong>informações desencontradas sobre evitar comidas ácidas ou se é permitido comer certos tipos de carne, por exemplo.</strong> De qualquer maneira, qualquer recomendação não deve ignorar que uma <a href="https://drabrendadelgado.com.br/alimentacao-tratamento-cancer-mama/"><u>alimentação saudável</u></a>, dentro do possível, pode ajudar a manter a disposição e acelerar a reparação do organismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maior parte dos <a href="https://drabrendadelgado.com.br/por-que-o-cabelo-cai-na-quimioterapia-e-como-lidar/"><u>efeitos colaterais da quimioterapia</u></a> é explicada pela toxicidade dos fármacos utilizados. Ao mesmo tempo em que agem para destruir as células cancerígenas, no meio do caminho eles também podem atingir tecidos saudáveis, fazendo com que o corpo manifeste uma série de desconfortos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Tente manter uma dieta equilibrada</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Para garantir o aporte adequado de nutrientes que o corpo precisa<strong>, uma dieta equilibrada deve ser composta por carboidratos, proteínas de origem animal ou vegetal, frutas, verduras e legumes.</strong> Esses alimentos também são ricos em vitaminas e minerais fundamentais para o funcionamento do organismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se for difícil fazer refeições grandes, <strong>tente intercalar porções menores com lanchinhos nos intervalos. </strong>Nesse contexto, variar as escolhas também pode ajudar a garantir a ingestão adequada de alimentos. Desde castanhas e nozes até iogurtes e sorvetes, existem várias alternativas que podem contribuir para a manutenção de um estado nutricional adequado. <strong>Não se esqueça da água</strong>, já que a hidratação também é importante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, o ideal é reduzir o consumo de<a href="https://drabrendadelgado.com.br/alimentos-ultraprocessados-cancer/"><u> alimentos ultraprocessados</u></a>, que contêm grandes quantidades de sal, açúcar e gordura. Em geral, é fácil reconhecê-los: eles são produtos industrializados como salgadinhos, bolachas ou embutidos, entre outros. Tal restrição pode valer também para bebidas alcoólicas, sobretudo se houver orientação médica.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Cuide da segurança dos alimentos</h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A ação da quimioterapia pode enfraquecer o sistema imune e tornar o corpo mais suscetível à ameaça de diversos microrganismos</strong>, inclusive aqueles carregados por alimentos contaminados. Assim, <strong>cuide para que as refeições sejam preparadas de forma segura.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, lave sempre as mãos, mantenha os produtos refrigerados em temperatura apropriada e higienize adequadamente os vegetais. Ao mesmo tempo, evite preparações que levem carnes, laticínios ou ovos crus. Por fim, guarde adequadamente alimentos já preparados e não os deixe expostos à temperatura ambiente por muito tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cateter-para-quimioterapia/"><u>Entenda quais são os cuidados essenciais com o cateter da quimioterapia</u></a></p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Conheça formas de contornar determinados efeitos colaterais</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos efeitos colaterais da quimioterapia podem interferir na alimentação. <strong>A perda de apetite, por exemplo, tende a ser um dos mais comuns, mas não é o único</strong>. Dessa forma, é essencial conhecer formas de minimizar esses problemas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para pacientes que não sentem fome, distribuir as refeições em pequenas porções ao longo do dia mais ou menos no mesmo horário ajuda bastante. Além disso, investir na criatividade e tentar alimentos novos pode aumentar a ingestão alimentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já quando o desconforto está relacionado ao enjoo e à náusea, o ideal é evitar comidas gordurosas e excessivamente condimentadas. Alimentos gelados e ácidos (como picolés de frutas cítricas, por exemplo) podem ajudar a reduzir o incômodo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dificuldades para mastigar e engolir, feridas na boca e alterações no paladar e no olfato também podem atrapalhar na alimentação. Adicionalmente, <a href="https://drabrendadelgado.com.br/diarreia-quimioterapia/"><u>diarreia </u></a>e constipação podem ser manejadas com ajustes na alimentação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Informe-se a respeito de possíveis interações entre alimentos e medicamentos</h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Determinados alimentos podem interferir no efeito de alguns medicamentos utilizados na quimioterapia.</strong> Entre um dos exemplos mais conhecidos está o da<em> grapefruit </em>(também chamada de toranja), ainda que ela não seja tão comum no Brasil. Essa fruta, que se assemelha à uma laranja, pode cortar ou alterar a ação esperada de certos quimioterápicos. Algo similar pode acontecer com o chá verde, principalmente quando consumido em grandes quantidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tal cuidado em relação com interações entre alimentos e medicamentos pode ser estendida a ervas ou compostos fitoterápicos. Na dúvida, procure esclarecimento profissional antes de utilizar qualquer produto com o qual você não estava habituada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Tire dúvidas com seu médico ou nutricionista sempre que necessário</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Por falar em ajuda profissional, <strong>médicos e nutricionistas podem fornecer recomendações adicionais sobre o que você pode ou não comer no período do tratamento quimioterápico</strong>. Além disso, eles ajudam esclarecer dúvidas sobre as melhores opções para lidar com os efeitos colaterais entre as sessões de quimioterapia. Dentro das possibilidades de momento, eles podem ainda reforçar a importância de <a href="https://drabrendadelgado.com.br/atividade-fisica-e-cancer-de-mama/"><u>manter-se fisicamente ativa. </u></a>Exercícios contribuem para manter a disposição e reforçar o apetite.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Se estiver difícil manter uma rotina alimentar, esses profissionais devem indicar alimentos hipercalóricos e/ou hiperproteicos para ajudar na manutenção do estado nutricional apropriado.</strong> Outra possível recomendação <strong>são os suplementos alimentares desenvolvidos para contribuir com o aporte de calorias ou outros nutrientes</strong>. Existem diversas alternativas no mercado, então a orientação profissional é indispensável para encontrar a melhor opção caso a caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mais importante do que entender o que quem faz quimioterapia pode comer é entender de que forma a alimentação pode contribuir com a manutenção de um patamar satisfatório de bem-estar nessa etapa</strong>. Entretanto, é preciso sempre ter em mente que a relação com a comida pode mudar e que flutuações de apetite e de peso são perfeitamente normais. Encarar as coisas dessa maneira pode evitar cobranças excessivas em relação a tal aspecto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Aproveite e entenda como a </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/quimioterapia-intestino-preso/"><u><strong>quimioterapia afeta o intestino e porque é tão comum sofrer com prisão de ventre durante o tratamento.</strong></u></a></p>
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		<item>
		<title>A suplementação durante o tratamento do câncer de mama faz diferença?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Aug 2023 11:58:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[suplementos alimentares]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A suplementação durante o tratamento do câncer pode ser importante, mas alguns cuidados precisam ser seguidos para evitar problemas Em geral, uma dieta equilibrada consegue garantir toda a energia e os nutrientes necessários para que o corpo desempenhe suas funções conforme esperado. Não é raro que mulheres diagnosticadas com um tumor mamário se questionem sobre a necessidade de suplementação durante [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>A suplementação durante o tratamento do câncer pode ser importante, mas alguns cuidados precisam ser seguidos para evitar problemas</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em geral, uma dieta equilibrada consegue garantir toda a energia e os nutrientes necessários para que o corpo desempenhe suas funções conforme esperado. <strong>Não é raro que mulheres diagnosticadas com um tumor mamário se questionem sobre a necessidade de suplementação durante o tratamento do câncer de mama.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por inúmeras razões, <strong>os suplementos podem ser úteis, sobretudo por contribuir com uma nutrição adequada quando a alimentação por si só não é suficiente</strong>. Outros podem interferir na eficácia do esquema terapêutico adotado. Logo, é preciso levar em conta cada um desses fatores e considerar as orientações do seu médico.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que são suplementos alimentares?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a<a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/alimentos/suplementos-alimentares" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> Agência Nacional de Vigilância Sanitária</u></a>, a ANVISA, <strong>são considerados suplementos alimentares produtos com a finalidade de fornecer nutrientes, substâncias bioativas, enzimas e probióticos para complementar a</strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/alimentos-ultraprocessados-cancer/"><u><strong> alimentação</strong></u></a><strong> norma</strong>l. Acima de tudo, a agência reforça que <strong>suplementos não são remédios.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Suplementos raramente passam por inúmeros ensaios clínicos antes de chegarem às farmácias, como acontece com os medicamentos. Dessa forma, com exceção das enzimas e dos probióticos, <strong>esses produtos não podem trazer a alegação de qualquer benefício clínico no rótulo</strong>. Logo, um suplemento de vitamina C não pode prometer a cura de gripes e resfriados, por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir disso, <strong>uma pessoa pode usar um suplemento sempre que houver uma deficiência ou necessidade específica identificada.</strong> É o que acontece com quem faz dietas restritivas, com quem sofre com alterações que prejudicam a absorção de certo nutriente ou ainda para quem pratica exercícios físicos de forma intensa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando a suplementação durante o tratamento do câncer de mama deve ser considerada?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando falamos do uso de suplementação durante o tratamento do câncer de mama, é fundamental apontar que <strong>não existem evidências robustas de que qualquer nutriente contribui com a recuperação do quadro.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora muito se fale nas redes sociais ou entre familiares e amigos, a maior parte dos relatos que indicam um possível benefício dos suplementos na cura de qualquer tipo de câncer se baseiam em <strong>evidências anedóticas</strong>. Portanto, elas quase sempre são baseadas em histórias contadas no boca a boca e que dificilmente podem ser replicadas, já que não houve o controle necessário para avaliar essas possíveis vantagens (e também os riscos, claro).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, <strong>isso não quer dizer que todas as eventuais aplicações de um suplemento devem ser descartadas.</strong> Com uma avaliação cuidadosa de médicos e, se possível, de nutricionistas, pacientes diagnosticadas com câncer de mama e submetidas a determinados tratamentos podem se beneficiar do uso desses produtos. Existem vários exemplos disso, inclusive.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em mulheres utilizando inibidores de aromatase ou outros tipos de tratamento hormonal, <strong>o uso de suplementos que contenham cálcio e vitamina D pode reduzir a velocidade da degradação da massa óssea.</strong> Esse é um sintoma comum dessas intervenções, que no longo prazo podem elevar o risco de osteoporose.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, pacientes passando por sessões de<a href="https://drabrendadelgado.com.br/quimioterapia-intestino-preso/"><u> quimioterapia</u></a> e <a href="https://drabrendadelgado.com.br/efeitos-radioterapia-pele/"><u>radioterapia</u></a> podem encontrar dificuldades em se alimentar, também por conta dos efeitos colaterais do tratamento. Portanto, nesses casos, o <strong>médico pode recomendar o uso de suplementos multivitamínicos para garantir parte dos nutrientes necessários ao bom funcionamento do organismo.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Veja mais: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/por-que-o-cabelo-cai-na-quimioterapia-e-como-lidar/"><u>Por que o cabelo cai na quimioterapia?</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais os riscos dos suplementos alimentares durante o tratamento de câncer?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Como não poderia deixar de ser<strong>, o uso indevido dos suplementos alimentares ao longo de um tratamento contra o câncer de mama pode trazer riscos</strong>. Um dos que mais desperta preocupação é que a suplementação interfira na eficácia do tratamento padrão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A erva-de-são-joão (não tão comum no Brasil, mas bastante utilizada em outros países para combater sintomas da menopausa e de transtornos depressivos), por exemplo,<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6133076/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> pode interagir com o tamoxifeno, prejudicando sua atuação no organismo.</u></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ilustrativo desse problema é <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC7062457/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>baseado em um estudo</u></a> que tentou entender se o uso de suplementos com antioxidantes (vitaminas A e E, carotenóides e coenzima Q10) traria riscos para pacientes seguindo determinados regimes quimioterápicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir da comparação entre grupos de mulheres que fizeram ou não o uso dos suplementos, foi possível concluir que a utilização desses produtos elevou em 41% o risco de recorrência da doença. Ainda que pequeno, os responsáveis pelo estudo apontam que os resultados reforçam a precaução necessária na introdução da suplementação concomitante ao tratamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como reduzir a chance de problemas com a suplementação durante o tratamento de câncer de mama?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Manter contato com o médico responsável pelo acompanhamento e informá-lo sobre qualquer suplemento que você pretenda tomar é a recomendação-chave para evitar problemas</strong>. Dessa forma, o profissional pode avaliar a necessidade da suplementação, considerando possíveis benefícios, interações medicamentosas e efeitos colaterais. Além disso, redobre a atenção para:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ter garantia sobre a procedência do suplemento alimentar.</li>
<li>Não confiar em produtos que prometem benefícios mirabolantes ou curas milagrosas.</li>
<li>Evitar misturar diversos suplementos.</li>
<li>Seguir as recomendações máximas para o uso de cada suplemento.</li>
<li>Antes de uma<a href="https://drabrendadelgado.com.br/cirurgia-para-cancer-de-mama-opcoes-de-tratamento-cirurgico/"><u> cirurgia ou qualquer outro procedimento médico</u></a>, consultar o profissional sobre a necessidade de interromper o uso desses suplementos.</li>
<li>Jamais substituir as medicações prescritas pelo seu médico por qualquer suplemento.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Embora envolta em controvérsias (e muitas vezes, em alguns mitos), <strong>a suplementação durante o tratamento de câncer de mama pode ter o seu lugar e oferecer à paciente benefícios capazes de contribuir com sua qualidade de vida</strong>. É preciso sempre considerar os riscos de efeitos colaterais e possíveis prejuízos sobre as terapias convencionais. Na dúvida, converse sempre com seu médico sobre seus receios e preocupações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Para contornar as dificuldades com a alimentação que podem surgir durante o tratamento de câncer de mama, confira algumas </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/alimentacao-tratamento-cancer-mama/"><u><strong>dicas valiosas para atravessar esse período.</strong></u></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Alimentos ultraprocessados e câncer: pequena redução no consumo diminui risco de doença, diz estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jun 2023 11:12:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos ultraprocessados]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cada vez mais, a conexão entre alimentos ultraprocessados e câncer vem sendo investigada, orientando novas medidas de prevenção A alimentação pode contribuir, sobretudo no longo prazo, com as chances de desenvolver diferentes doenças, incluindo vários tipos de câncer. Nesse contexto, são cada vez mais relevantes estudos que investigam a associação entre o consumo de alimentos ultraprocessados e câncer. Embora esse [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Cada vez mais, a conexão entre alimentos ultraprocessados e câncer vem sendo investigada, orientando novas medidas de prevenção</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A alimentação pode contribuir, sobretudo no longo prazo, com as chances de desenvolver diferentes doenças, incluindo vários tipos de câncer.</strong> Nesse contexto, são cada vez mais relevantes estudos que investigam a associação entre o consumo de alimentos ultraprocessados e câncer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora esse tipo de alimento faça cada vez mais parte da dieta de parte relevante da população, a boa notícia é de que uma pequena redução no consumo pode representar uma diminuição no risco associado a esse hábito. Essa é uma das conclusões de um<a href="https://www.thelancet.com/journals/lanplh/article/PIIS2542-5196(23)00021-9/fulltext#section-3d6acba1-acea-4be2-8dc9-b7e14e5b6583" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> estudo publicado no The Lancet Planetary Health</u></a>, em fevereiro de 2023.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que falar na relação entre alimentos ultraprocessados e câncer?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A definição do que é um alimento ultraprocessado se estabelece a partir da chamada Classificação NOVA. <strong>Essa forma de encarar a alimentação leva em conta não os nutrientes que compõem o alimento, mas sim seu grau de processamento.</strong> Dessa forma, um alimento pode ser classificado como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ingrediente culinário (óleo, açúcar, sal e temperos utilizados na preparação de receitas);</li>



<li>In natura (como frutas, legumes e vegetais);</li>



<li>Minimamente processados (como grãos que foram polidos ou moídos);</li>



<li>Processados (feitos a partir de alimentos in natura ou minimamente processados, além dos chamados ingredientes culinários);</li>



<li>Ultraprocessados (elaboradores a partir de processos industriais, muitas vezes com componentes inacessíveis em uma cozinha doméstica).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Tal concepção substitui a famosa pirâmide alimentar. Ela tinha uma base que orientava o consumo de carboidratos, depois proteínas e assim sucessivamente. <strong>Essa forma de organização da alimentação levava em conta justamente os nutrientes de cada alimento, ignorando a forma como eles eram preparados.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A classificação por grau de processamento é a base do <a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Guia Alimentar da População Brasileira.</u></a> O documento fornece recomendações sobre como deve ser a dieta de uma pessoa, levando em conta, inclusive, aspectos sociais e culturais. <strong>No mais, a regra de ouro do guia é de que uma alimentação equilibrada deve privilegiar sempre alimentos in natura ou minimamente processados.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o tempo, essa orientação vem ganhando cada vez mais respaldo. Crescem o número de evidências que associam o consumo de alimentos ultraprocessados com quadros de obesidade, doenças cardiovasculares entre outras doenças crônicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Além disso, o câncer é outra doença que pode ter contribuição desse tipo de alimento, inclusive devido a outros fatores associados (como a obesidade, por exemplo). Dessa forma, cuidar desse aspecto da saúde pode ser uma ferramenta valiosa de prevenção.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a redução de consumo de alimentos ultraprocessados afeta a chance de desenvolver um câncer?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para ampliar as evidências a respeito da relação entre alimentos ultraprocessados e câncer, um grupo de pesquisadores (com cientistas brasileiros entre eles, inclusive) utilizou uma base de dados com informações de mais de 500 mil pessoas. Esses dados foram reunidos entre 1991 e 2001, entre 10 países europeus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram excluídos participantes que já tinham tido um tumor diagnosticado e aqueles que estavam no topo ou no fim da lista de ingestão diária de calorias. No fim, a <strong>amostra analisada tinha 450 mil pessoas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses voluntários tinham que <strong>responder questionários sobre o seu consumo de bebidas e alimentos</strong>. Além disso, eles eram acompanhados de forma periódica a respeito da sua condição de saúde. Todos aqueles que recebiam um diagnóstico de câncer tinham os casos registrados. No fim, <strong>47573 pacientes desenvolveram algum tipo de tumor.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir disso, foram analisadas as correspondências entre os hábitos alimentares e a probabilidade de um diagnóstico de câncer. Para minimizar distorções, foram feitos ajustes de diferentes variáveis, como sexo, peso, nível de atividade física regular, tabagismo, diabetes e outros fatores que podem predispor a um risco maior de ter um câncer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, foi possível concluir que tanto<strong> uma redução de 10% no consumo de processados ou ultraprocessados e a substituição pela mesma quantidade de alimentos minimamente processados foi capaz de reduzir o risco de desenvolver, em diferentes graus, vários tipos de câncer, </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/teste-genetico-para-cancer-de-mama/"><u><strong>incluindo na mama</strong></u></a><strong>.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, os responsáveis pelo estudo<strong> consideram para a análise tumores em 25 partes do corpo</strong>. O resultado, ainda que pequeno e com certas limitações, mostrou com uma modificação esse padrãode comportamento pode ser benéfico.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como consumir menos alimentos ultraprocessados no dia a dia?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Logo, o ideal é reduzir a participação de alimentos ultraprocessados na dieta. Além de reduzir o </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/mutacao-palb2/"><u><strong>risco de câncer,</strong></u></a><strong> isso contribui para minimizar a chance de desenvolver outros problemas de saúde.</strong> Entre algumas recomendações para alcançar esse objetivo estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Priorize alimentos in natura ou minimamente processados já na hora da compra. Em geral, esses produtos têm validade menor, então as compras precisam ser mais bem planejadas.</li>



<li>Prepare as próprias receitas. Cozinhar em casa ajuda a reduzir a presença de ultraprocessados na dieta;</li>



<li>Observe os rótulos dos alimentos e veja se há componentes de nomes difíceis. Isso acontece, por exemplo, em salgadinhos de pacote, bolachas, refrigerantes e alimentos congelados;</li>



<li>Na hora do lanche, opte sempre por frutas, castanhas e iogurtes naturais, entre outras opções minimamente processadas;</li>



<li>Se precisar comer fora de casa, evite estabelecimentos que servem fast food, por exemplo.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/alimentacao-tratamento-cancer-mama/">Confira 7 dicas de alimentação durante o tratamento do câncer de mama</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>É claro que não é viável eliminar completamente os alimentos ultraprocessados da alimentação. Além disso, é importante levar em conta que eles têm um papel cultural em muitas ocasiões (pense nos doces de um aniversário, por exemplo).</strong> No mais, tenha sempre em mente que o câncer é uma doença quase sempre multifatorial, com diversos fatores que interagem de forma complexa no desenvolvimento da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, enquanto a ciência tende a estabelecer melhor a relação entre alimentos ultraprocessados e câncer, reforce hábitos que contribuem não só para a <a href="https://drabrendadelgado.com.br/alimentos-ajudam-na-prevencao-ao-cancer-de-mama/"><u>prevenção do câncer,</u></a> como para o bem-estar como todo. Além da alimentação, isso envolve praticar atividades físicas regularmente, deixar de fumar e beber com parcimônia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Falando nisso, aproveite e veja o que se sabe na relação entre</strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/alcool-cancer-de-mama/"><u><strong> câncer de mama e a ingestão de álcool</strong></u></a><strong>.</strong></p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/alimentos-ultraprocessados-cancer/">Alimentos ultraprocessados e câncer: pequena redução no consumo diminui risco de doença, diz estudo</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Quais alimentos ajudam na prevenção ao câncer de mama?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 May 2022 17:33:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos de origem vegetal]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos ricos em fibras]]></category>
		<category><![CDATA[atividades físicas]]></category>
		<category><![CDATA[baixo teor de gordura]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[fibras]]></category>
		<category><![CDATA[hábitos saudáveis.]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[ômega 3]]></category>
		<category><![CDATA[prevenir o câncer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma dieta rica em alimentos de origem vegetal, como cereais integrais, feijões e outras leguminosas, verduras e frutas pode prevenir o câncer. Confira! Causado pela multiplicação desordenada de células anormais da mama, que forma um tumor com potencial de invadir outros órgãos, o câncer de mama é uma doença que ainda inspira uma série de atenções no Brasil e no [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Uma dieta rica em alimentos de origem vegetal, como cereais integrais, feijões e outras leguminosas, verduras e frutas pode prevenir o câncer. Confira!</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Causado pela multiplicação desordenada de células anormais da mama, que forma um tumor com potencial de invadir outros órgãos, o <strong>câncer de mama </strong>é uma doença que ainda inspira uma série de atenções no Brasil e no mundo. O que nem todos sabem ainda é que existem <strong>alimentos que ajudam a prevenir o câncer de mama.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apenas em 2021, foram registrados no Brasil 66.280 novos casos, com 18.295 óbitos, segundo dados do<a href="https://www.inca.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> Inca (Instituto Nacional de Câncer)</u></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o <a href="https://www.inca.gov.br/publicacoes/relatorios/dieta-nutricao-atividade-fisica-e-cancer-uma-perspectiva-global-um-resumo-do">guia Dieta, Nutrição, Atividade Física e Câncer: Uma Perspectiva Global</a> &#8211; Um Resumo do Terceiro Relatório de Especialistas com uma Perspectiva Brasileira, do <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Ministério da Saúde</u></a>, uma dieta rica em <strong>alimentos de origem vegetal</strong>, como cereais integrais, feijões e outras leguminosas, verduras e frutas pode <strong>prevenir o câncer</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as recomendações da publicação para o <strong>câncer de mama</strong> e os demais cânceres, destacamos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Consumir uma dieta que forneça pelo menos 30 gramas de<strong> fibra de fontes dietéticas</strong> por dia;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Incluir, na <strong>maioria das refeições</strong>, alimentos contendo cereais integrais, vegetais não amiláceos (cenoura, beterraba, nabo, espinafre e alface), frutas e leguminosas, como feijão e lentilhas;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Consumir uma dieta rica em todos os tipos de <strong>alimentos vegetais</strong>, incluindo, no mínimo, cinco porções (pelo menos 400 gramas no total) de uma variedade de frutas e vegetais não amiláceos, todos os dias.</li>
</ul>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-de-mama-tem-cura/">Câncer de mama tem cura, sim!</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Saiba quais alimentos ajudam a prevenir o câncer de mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Você sabia que os <strong>alimentos pouco processados</strong> são riquíssimos em nutrientes e fibras dietéticas?</p>



<p class="wp-block-paragraph">O maior consumo desses alimentos, ao invés dos processados ricos em gordura, amidos refinados e açúcares, proporciona uma <strong>dieta mais rica</strong> em nutrientes essenciais e mais eficaz para regular a ingestão de energia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses alimentos podem proteger contra o ganho de peso, o sobrepeso e a obesidade e, portanto, proteger contra cânceres relacionados à obesidade, além de outras Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT). Contudo, é muito importante esclarecermos que <strong>não existem alimentos milagrosos</strong> no que diz respeito ao <strong>câncer de mama</strong>, doença que pode ser causada por inúmeros fatores.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Fatores que aumentam risco de câncer de mama</h2>



<h4 class="wp-block-heading">Fatores ambientais e comportamentais</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Obesidade e sobrepeso; inatividade física; consumo de bebida alcoólica; exposição frequente a radiações ionizantes para tratamento (radioterapia, principalmente antes dos 30 anos) e tabagismo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Fatores da história reprodutiva e hormonal</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Primeira menstruação antes de 12 anos; não ter tido filhos; primeira gravidez após os 30 anos; parar de menstruar (menopausa) após os 55 anos; uso de contraceptivos hormonais (estrogênio-progesterona) por mais de 5 anos tem demonstrado discreto aumento de risco; ter feito reposição hormonal pós-menopausa, principalmente por mais de cinco anos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Fatores genéticos e hereditários</h4>



<p class="wp-block-paragraph">História familiar de câncer de ovário; casos de câncer de mama na família, principalmente antes dos 50 anos; história familiar de câncer de mama em homens; alteração genética, especialmente nos genes BRCA1, BRCA2, TP53 e PALB2.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/fatores-de-risco-para-o-cancer-de-mama/">Fatores de risco para o câncer de mama</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">A importância dos alimentos ricos em fibra</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, uma série de estudos científicos já foi capaz de demonstrar que <strong>hábitos de vida saudáveis</strong> podem, sim, ajudar a <strong>prevenir o câncer de mama</strong>, uma vez que fortalecem o organismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Praticar <strong>atividades físicas </strong>regularmente e manter uma <strong>dieta rica em nutrientes</strong>, nesse sentido, exercem um papel fundamental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais de 20 estudos sobre <strong>alimentos ricos em fibras</strong>, publicados pelo<a href="https://acsjournals.onlinelibrary.wiley.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> American Cancer Society</u></a>, demonstraram que as mulheres que faziam uso regular deste tipo de dieta apresentavam <strong>8% menos chances de desenvolver câncer de mama</strong> no comparativo com as que ingeriram menor quantidade desse ingrediente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação dos pesquisadores, essa redução de probabilidade pode ser justificada pelo fato de que as fibras têm a capacidade de diminuir os <strong>níveis de açúcar e estrogênio</strong> no corpo das mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As fibras – sempre é válido lembrar – podem ser definidas como <strong>compostos vegetais</strong> que, uma vez no intestino, contribuem para a absorção de substâncias, reduzindo o excesso de colesterol e açúcar no organismo, mesmo que passem intactas pelo sistema digestivo e acabem eliminadas com as fezes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns <strong>alimentos ricos em fibras</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Leguminosas (feijão, ervilha, lentilha, grão-de-bico, soja em grão);</li>



<li>Grãos, farelos e farinhas integrais (arroz, linhaça, aveia, cevada, milho, trigo);</li>



<li>Pães e biscoitos integrais (centeio, farinha integral, milho);</li>



<li>Cereais instantâneos e matinais;</li>



<li><strong>Vegetais</strong>: agrião, alface, abóbora, abobrinha, aipo, aspargos, beterraba, brócolis, couve, acelga, batata-doce, rúcula, escarola, erva-doce, espinafre, repolho, salsa, cebolinha, cebola, cenoura crua, couve-flor, milho verde, nabo, pepino, pimentão, quiabo, rabanete, tomate cru, vagem;</li>



<li><strong>Frutas</strong>: abacate, abacaxi, ameixa fresca, ameixa seca, amora, banana, caju, cereja fresca, coco fresco e/ou seco, damasco seco, figo fresco e/ou seco, goiaba, kiwi, laranja (com o bagaço), maçã com casca, manga, maracujá, mamão, melancia, melão, tangerina, morango, nectarina, pera com casca, pêssego com casca, tâmara, uva fresca e passa.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Controle de peso e elementos a serem evitados para prevenir o câncer de mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Manter-se seguramente <strong>distante da obesidade</strong> é uma medida essencial para <strong>evitar o câncer de mama</strong>, pois o excesso de peso se apresenta, inúmeras vezes, como ponto de partida para uma série de doenças crônicas graves.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estudos já demonstraram, por exemplo, que a gordura em excesso pode calibrar a quantidade de estrogênio, em um processo que, geralmente, potencializa as chances de surgirem <strong>células malignas</strong>. Outro hormônio que, em excesso, já foi relacionado ao câncer de mama é a insulina, também muito frequente (em níveis elevados) em <strong>mulheres com sobrepeso</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que nunca, portanto, um padrão alimentar com <strong>baixo teor de gordura</strong> é crucial, reduzindo, até mesmo, o risco de óbito em mulheres que tiveram <strong>câncer de mama </strong>depois da menopausa, afirma um estudo do <a href="https://www.whi.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>The Women’s Health Initiative</u></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O consumo equilibrado de <strong>ômega-3</strong>, tipo de gordura insaturada que tem ácidos graxos, ajuda a fortalecer o organismo e, consequentemente, a <strong>prevenir o câncer de mama</strong>. Sardinha, salmão e chia são bons exemplos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos alimentos que ajudam na <strong>prevenção ao câncer de mama</strong>, também é muito importante falarmos sobre aqueles que devem ser <strong>evitados ao máximo</strong>. Algumas recomendações:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Limitar o consumo de carne vermelha e de carne processada;</li>



<li>Limitar o consumo de fast-food e outros alimentos processados ricos em gordura, amidos ou açúcares;</li>



<li>Não consumir bebidas alcoólicas;</li>



<li>Limitar o consumo de bebidas açucaradas.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Importante</strong>: consultas médicas regulares e exames de câncer de mama <strong>são imprescindíveis</strong> para a detecção e diagnóstico precoce da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Gostou desse conteúdo? Continue navegando em meu <a href="https://drabrendadelgado.com.br/blog/"><u>blog</u></a> para mais conteúdos como este.</p>
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		<title>Fatores de Risco para o Câncer de Mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2020 19:07:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[amamentar]]></category>
		<category><![CDATA[densidade das mamas]]></category>
		<category><![CDATA[etnia]]></category>
		<category><![CDATA[fatores de risco câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[mutação genética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O câncer de mama não tem uma causa única, diversos fatores estão relacionados ao seu surgimento. Entender os fatores de risco para o câncer de mama é importante para reduzirmos as chances de desenvolvimento da doença. Fatores de riscos são situações que aumentam a probabilidade de surgimento do câncer de mama. Porém, é importante reforçar que pessoas com fatores de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O <strong>câncer de mama </strong>não tem uma causa única, diversos fatores estão relacionados ao seu surgimento. Entender os <strong>fatores de risco</strong> <strong>para o câncer de mama </strong>é importante para reduzirmos as chances de desenvolvimento da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fatores de riscos</strong> são situações que aumentam a probabilidade de surgimento do <strong>câncer de mama</strong>. Porém, é importante reforçar que pessoas com <strong>fatores de risco</strong> não necessariamente virão a ter <strong>câncer de mama</strong>, assim como a ausência de <strong>fatores de risco</strong> não elimina a chance de tê-lo. Saiba mais sobre a <strong>prevenção do câncer de mama</strong> <a href="https://drabrendadelgado.com.br/prevencao-do-cancer-de-mama/">clicando aqui</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem <strong>fatores de risco</strong> que podem ser alterados (modificáveis) e os que não podem ser alterados ( não modificáveis).</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fatores de Risco do Câncer de Mama Modificáveis</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Esses <strong>fatores de risco</strong> podem ser alterados com algumas mudanças no estilo de vida, diminuindo assim, o risco do surgimento do <strong>câncer de mama</strong>. São eles:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Manter uma alimentação saudável</strong>: A maior ingestão de alimentos de origem vegetal como legumes, frutas, verduras, cereais integrais, entre outros, ajudam a manter o corpo mais saudável evitando o desenvolvimento do câncer e outras doenças;</li>
<li><strong>Praticar atividade física com frequência:</strong> A <a href="https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/physical-activity" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Organização Mundial da Saúde</a> (OMS) recomenda a prática de <strong>exercício físico moderado</strong> cinco vezes por semana por pelo menos 30 minutos para prevenção de doenças crônicas;</li>
<li><strong>Evitar o sobrepeso </strong>(obesidade);</li>
<li><strong>Dormir </strong>pelo menos 8 horas por dia;</li>
<li><strong>Amamentar o máximo de meses possível:</strong> O aleitamento materno até os dois anos ou mais, sendo exclusivo nos primeiros seis meses de vida da criança, protege as mães do câncer de mama e os bebês da obesidade infantil.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Fatores de Risco do Câncer de Mama não Modificáveis</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Sexo Feminino</strong>: Mulheres têm 100 vezes mais chances de desenvolver <strong>câncer de mama</strong> do que homens. Clique no link e saiba mais sobre <strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-de-mama-em-homens/">câncer de mama em homens</a></strong>;</li>
<li><strong>Idade</strong>: O risco de<strong> câncer de mama</strong> aumenta a partir dos 45 anos de idade. Cerca de 77% das mulheres com <strong>câncer de mama</strong> têm mais de 50 anos;</li>
<li><strong>Etnia</strong>: O grupo étnico com maior incidência de <strong>câncer de mama</strong> são os brancos (caucasianos). Negros apresentam um risco levemente menor, porém sua mortalidade é maior. Hispânicos e asiáticos apresentam cerca de 30% menos risco do que brancos;</li>
<li><strong>Histórico Familiar:</strong> Ter um parente de primeiro grau com <strong>câncer de mama</strong> aumenta o risco em 1.8 vezes. Entretanto, apenas 15% das mulheres com o diagnóstico de <strong>câncer de mama</strong> apresentam história familiar anterior. A história familiar é importante na identificação das mutações dos genes BRCA 1 e BRCA 2 (leia aqui sobre o <strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/teste-genetico-para-cancer-de-mama/">Teste genético para câncer de mama</a></strong>). Mulheres com esses genes alterados apresentam 65% de chance de desenvolveram o <strong>câncer de mama</strong> até os 70 anos;</li>
<li><strong>História pessoal</strong>: Quem já teve <strong>câncer de mama</strong> uma vez tem 4 vezes mais riscos de ter um segundo, seja na mesma mama ou na outra;</li>
<li><strong>Lesões benignas da mama</strong>: A maioria das lesões benignas da mama não aumentam o risco de <strong>câncer de mama</strong>. Porém, algumas lesões como a hiperplasia ductal atípica e hiperplasia lobular atípica aumentam em até 5 vezes o risco de desenvolver a doença;</li>
<li><strong>Radiação na região do tórax</strong>: Pessoas com história de câncer submetidas a radioterapia na região torácica, pessoas expostas a radiação ou pessoas que entraram em contato com material radioativo apresentam maiores riscos de desenvolver o <strong>câncer de mama</strong>;</li>
<li><strong>Densidade das mamas</strong>: Mulheres com mamas mais densas apresentam maior risco de <strong>câncer de mama</strong>.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o <strong>câncer de mama</strong> é detectado precocemente, as chances de cura da doença são de até 95%!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, é fundamental realizar consultas de rotina com seu médico mastologista e ficar atento aos sinais e sintomas dessa doença.</p>
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		<title>Prevenção do Câncer de Mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Feb 2020 03:40:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
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		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
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		<category><![CDATA[histórico familiar]]></category>
		<category><![CDATA[menopausa]]></category>
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		<category><![CDATA[prevenção do câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[sobrepeso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O câncer de mama é considerado um dos tipos mais recorrentes da doença. Você sabia que existem cerca de 1 milhão de casos ao redor do mundo todos os anos? A maior parte dos casos acontece em mulheres a partir de 50 anos, porém existem fatores de risco que contribuem para o desenvolvimento doença. A adoção de medidas para a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O <strong>câncer de mama</strong> é considerado um dos tipos mais recorrentes da doença. Você sabia que existem cerca de 1 milhão de casos ao redor do mundo todos os anos? A maior parte dos casos acontece em mulheres a partir de 50 anos, porém existem fatores de risco que contribuem para o desenvolvimento doença. A adoção de medidas para a <strong>prevenção do câncer de mama</strong> é uma das principais maneiras de combatê-lo. Por meio dos seus hábitos diários, certos riscos de câncer são mitigados.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que é Câncer de Mama?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O câncer é uma mutação genética em que as células crescem
de forma descontrolada e rápida, invadindo tecidos e órgãos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, cerca de 28% dos novos casos de câncer em mulheres são diagnosticados nas mamas, de acordo com o <a href="https://www.inca.gov.br/campanhas/outubro-rosa/2016/cancer-de-mama-vamos-falar-sobre-isso" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto Nacional de Câncer</a> (Inca). E, apesar de também atingir os homens, são casos raros, com menos de 1% do total de casos da doença. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia mais sobre <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-de-mama-em-homens/">câncer de mama em homens</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>câncer de mama</strong>, infelizmente, é o tipo de câncer que causa maior número de mortes de mulheres no Brasil. Mas a boa notícia é que, quanto mais cedo for diagnosticado, maiores são as chances de cura!</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como se prevenir
do Câncer de Mama? </strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Infelizmente a <strong>prevenção do câncer de mama</strong> não é possível em sua totalidade devido aos vários fatores não modificáveis relacionados ao surgimento da doença, tal como o histórico familiar ou fatores ambientais.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Fatores de risco modificáveis</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, algumas mudanças no estilo de vida podem
diminuir o risco do surgimento do câncer de mama, tais como:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Manter uma alimentação saudável;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Praticar atividade física;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Evitar o sobrepeso (obesidade);</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Não fumar;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Evitar ingestão alcoólica em excesso;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Dormir pelo menos 8 horas por dia;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Amamentar o máximo de meses possível;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Fatores de risco não modificáveis</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Existem os fatores de risco que não podemos mudar, dentre
eles:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Idade acima dos 35 anos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Menstruação Precoce;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Primeira Gravidez após os 30 anos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Não ter filhos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Menopausa depois dos 50 anos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Histórico Familiar;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Fatores de risco ambientais</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;Há ainda os
fatores de risco ambientais, que em alguns casos, são inevitáveis:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Uso de Estrógenos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Exposição à radiação ionizante ou ultravioleta;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Contato com certos produtos químicos e agentes infecciosos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Clique no link para saber mais sobre os <strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/fatores-de-risco-para-o-cancer-de-mama/">fatores de risco para o câncer de mama</a></strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Prevenção do
câncer de mama</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Como já comentamos, as chances de se ter um <strong>câncer de mama</strong> podem ser reduzidas ao mitigarmos os fatores de risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, a chave da prevenção do câncer de mama está na
detecção precoce da doença!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você sabia que as chances de cura chegam a 95% quando o <strong>câncer de mama</strong> é diagnosticado no estágio inicial?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-de-mama-tem-cura/">Câncer de mama tem cura sim! </a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, é muito importante que a mulher, além de adotar
hábitos de vida saudáveis, esteja atenta aos sinais e esteja em dia com seus
exames médicos:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211;<strong> Mamografia</strong>: A melhor forma de detectar o câncer de mama nas fases iniciais é realizando o exame de mamografia uma vez por ano após os 40 anos de idade (ou antes, de acordo com a orientação médica).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os nódulos menores de 1 cm não são palpáveis, porém são visíveis na mamografia. Por isso, é tão importante o exame anual para a detecção precoce do câncer de mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; <strong>Exame Clínico</strong>: Realizado pelo médico nas consultas de rotina;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; <strong>Auto-exame</strong>: Acreditava-se que o auto-exame era a melhor forma de detectar o câncer de mama. Hoje ele continua sendo importante para o conhecimento do corpo, mas não é a melhor forma de detecção precoce. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Um tumor palpável não está mais no seu estágio inicial e
isso pode diminuir consideravelmente as chances de cura do câncer de mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em alguns casos, o médico pode solicitar ainda exames adicionais como ultrassonografia das mamas e ressonância magnética.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Devemos lembrar que nem todo nódulo (caroço) no seio será
um tumor maligno. Existem tumores benignos causados por estímulos hormonais
naturais do nosso corpo. </p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Como diminuir as
chances de ter câncer de mama?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">É importante realizar uma consulta com seu médico
especialista para averiguar quais fatores de risco fazem parte do seu
cotidiano. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Para saber mais a
respeito do câncer de mama e como atuar qualitativamente em sua prevenção, se
inscreva na minha newsletter. </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Receba mensalmente conteúdos relevantes sobre mastologia e câncer de mama!</strong></p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/prevencao-do-cancer-de-mama/">Prevenção do Câncer de Mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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