<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="https://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="https://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="https://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="https://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="https://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="https://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos capsulectomia - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
	<atom:link href="https://drabrendadelgado.com.br/tag/capsulectomia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link></link>
	<description>Mastologista em São Paulo</description>
	<lastBuildDate>Wed, 14 Oct 2026 17:29:24 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.8</generator>

<image>
	<url>https://drabrendadelgado.com.br/wp-content/uploads/2022/03/cropped-favicon2-32x32.png</url>
	<title>Arquivos capsulectomia - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
	<link></link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Entenda quando a retirada da cápsula no explante é realmente necessária</title>
		<link>https://drabrendadelgado.com.br/retirada-da-capsula-no-explante/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=retirada-da-capsula-no-explante</link>
					<comments>https://drabrendadelgado.com.br/retirada-da-capsula-no-explante/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[capsulectomia]]></category>
		<category><![CDATA[contratura capsular]]></category>
		<category><![CDATA[explante mamário]]></category>
		<category><![CDATA[mastologia]]></category>
		<category><![CDATA[retirada de implante]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://drabrendadelgado.com.br/?p=21170</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ao decidir pelo explante, muitas pacientes chegam ao consultório com uma dúvida específica: além do implante, é preciso remover também a cápsula que se formou ao seu redor? A resposta depende de fatores clínicos individuais, como o estado da cápsula, o motivo da retirada da prótese e o histórico cirúrgico de cada mulher. Esse é um dos pontos que mais [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/retirada-da-capsula-no-explante/">Entenda quando a retirada da cápsula no explante é realmente necessária</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Ao decidir pelo explante, muitas pacientes chegam ao consultório com uma dúvida específica: além do implante, é preciso remover também a cápsula que se formou ao seu redor? A resposta depende de fatores clínicos individuais, como o estado da cápsula, o motivo da retirada da prótese e o histórico cirúrgico de cada mulher.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é um dos pontos que mais gera confusão no processo de explante, sobretudo diante da ideia, cada vez mais difundida, de que remover tudo é sempre a opção mais segura. Neste conteúdo, vamos abordar os detalhes sobre os diferentes tipos de capsulectomia e, principalmente, quando essa etapa realmente se justifica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é a cápsula que se forma ao redor do implante?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Toda vez que se insere um implante de silicone no corpo, o organismo reage produzindo uma camada de tecido fibroso ao seu redor. Essa é a chamada cápsula periprotética, uma resposta natural do sistema imunológico à presença de um corpo estranho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em condições normais, a cápsula é fina, elástica e não causa sintomas. Ela apenas envolve o implante, ajudando a mantê-lo posicionado. O problema surge quando esse tecido se torna espesso, endurecido ou contraído, alterando a forma da mama e, em alguns casos, causando dor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também vale destacar que a cápsula pode acumular alterações inflamatórias, calcificações ou, mais raramente, lesões associadas a <a target="_blank" href="https://drabrendadelgado.com.br/linfomas-em-implantes-de-mama/">linfomas que, em sua maioria, estão relacionados a implantes texturizados.</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual a diferença entre explante simples e a capsulectomia?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O explante simples consiste apenas na remoção do implante, mantendo a cápsula intacta no local. Já a capsulectomia envolve a retirada, total ou parcial, desse tecido fibroso que se formou ao <a target="_blank" href="https://drabrendadelgado.com.br/tipos-de-proteses-mamarias/">redor da prótese.</a> Na prática, isso significa que nem toda retirada de implante inclui a remoção da cápsula.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em geral, quando a cápsula está saudável, fina e sem sinais de alteração, muitos cirurgiões optam por preservá-la, já que sua retirada implica uma dissecção mais extensa, maior tempo cirúrgico e, consequentemente, maior risco de sangramento e de complicações na cicatrização.</p>



<p class="leia wp-block-paragraph"><em>Leia também:</em> <a href="https://drabrendadelgado.com.br/silicone-cancer-mama/">Silicone pode causar câncer de mama? O que se sabe sobre o assunto?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como é feito cada tipo de capsulectomia?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o cirurgião indica a retirada da cápsula, ele pode realizá-la de diferentes formas, cada uma com uma finalidade específica. O <a target="_blank" href="https://www.plasticsurgery.org/news/press-releases/breast-surgery-collaborative-community-issues-consensus-statement-on-breast-implant-capsulectomy-definitions-and-management">Consenso da Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos e da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica Estética</a> define a existência de quatro tipos de procedimento do gênero:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>capsulectomia parcial: remove-se apenas uma porção da cápsula, geralmente a área mais espessa ou alterada. O restante do tecido tende a ser reabsorvido pelo organismo ao longo do tempo;</li>



<li>capsulectomia total: toda a cápsula é removida, ainda que em fragmentos ou em uma única porção de tecido;</li>



<li>capsulectomia total intacta: é a remoção completa do implante mamário e da cápsula de tecido cicatricial como uma unidade única e fechada, minimizando a <a href="https://drabrendadelgado.com.br/doenca-silicone/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">contaminação dos tecidos pelo silicone</a>;</li>



<li>capsulectomia <em>en bloc</em>: o implante e a cápsula são retirados juntos, como uma unidade única, sem que a prótese seja aberta durante o procedimento, mas com uma margem de tecido saudável.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Quando normalmente o médico indica a retirada da cápsula?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De forma geral, a capsulectomia costuma ser considerada nos seguintes cenários:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>contratura capsular de graus mais avançados, quando a cápsula está endurecida e alterando visivelmente a forma da mama;</li>



<li>ruptura do implante, principalmente de <a href="https://drabrendadelgado.com.br/reconstrucao-mamaria-com-proteses/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">próteses de silicone</a>, para reduzir o risco de extravasamento do material para o tecido adjacente;</li>



<li>suspeita de alterações na cápsula, incluindo espessamentos atípicos ou achados de imagem que justifiquem investigação, com envio de material para análise anatomopatológica;</li>



<li>implantes texturizados com sintomas ou diagnóstico confirmado de BIA-ALCL, situação em que a capsulectomia en bloc é formalmente recomendada.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Uma revisão publicada em 2020 na revista <a target="_blank" href="https://journals.lww.com/annalsplasticsurgery/fulltext/2020/12000/evaluating_the_necessity_of_capsulectomy_in_cases.30.aspx">Annals of Plastic Surgery,</a> que analisou 57 estudos sobre o tema, reforça esse raciocínio: a capsulectomia costuma ser indicada para contratura capsular sintomática, mas diversos autores recomendam deixar tecido capsular fino no lugar quando não há sintomas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A remoção <em>en bloc,</em> segundo os autores, tende a ser indicada apenas em casos de BIA-ALCL <a target="_blank" href="https://drabrendadelgado.com.br/linfoma-anaplasico-associado-a-implantes/">(Linfoma Anaplásico de Grandes Células Associado a Implante Mamário</a>), sem evidências que justifiquem a abordagem como medida preventiva em pacientes assintomáticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fora desses contextos, a preservação da cápsula pode ser perfeitamente segura, especialmente quando a paciente não apresenta sintomas e o tecido se mostra saudável ao exame.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A contratura capsular muda o planejamento do procedimento cirúrgico?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A presença de contratura capsular altera diretamente a estratégia cirúrgica porque o tecido endurecido pode estar aderido à musculatura ou à parede torácica, exigindo uma dissecção mais cuidadosa para reduzir riscos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o grau da contratura orienta a extensão da capsulectomia. O cirurgião pode abordar quadros mais leves com a retirada parcial da cápsula, enquanto precisa remover todo o tecido nos casos mais avançados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a equipe deve avaliar a paciente antes da cirurgia, muitas vezes com apoio de exames de imagem, para definir a conduta mais adequada antes mesmo de ela entrar no centro cirúrgico.</p>



<p id="cta"><strong>Se você quer garantir a melhor avaliação e planejamento para sua cirurgia de remoção de implante mamário, agende uma consulta com a Dra. Brenda agora mesmo. Acesse o site e entre em contato: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/contato/">https://drabrendadelgado.com.br/contato/</a></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que mais cirurgia não significa mais segurança para a paciente?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não é raro se deparar com a noção de que remover a cápsula inteira, preferencialmente en bloc, seria sempre a opção mais segura no explante. Contudo, isso não encontra respaldo nas evidências disponíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos maiores equívocos nesse tema é acreditar que retirar tudo é sempre a opção mais segura, quando a conduta ideal é aquela que oferece o maior benefício com o menor risco possível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um levantamento americano publicado em 2022 no <a target="_blank" href="https://academic.oup.com/asjopenforum/article/doi/10.1093/asjof/ojac025/6567459">Aesthetic Surgery Journal Open Forum</a>, que analisou mais de 2.200 capsulectomias registradas entre 2015 e 2018, identificou a contratura capsular e a ruptura do implante como as indicações mais comuns do procedimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo reforçou que, embora seguro na maioria dos casos, o procedimento carrega riscos próprios, como sangramento e necessidade de reoperação, proporcionais à extensão da dissecção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A revisão citada anteriormente vai na mesma direção. Ela sustenta que, para a grande maioria dos casos, a remoção completa e indiscriminada da cápsula não traz benefício comprovado adicional e pode, inclusive, aumentar riscos desnecessários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em síntese, o ponto principal é que o cirurgião deve considerar o estado real da cápsula, o motivo da remoção da prótese e o histórico da paciente ao decidir sobre a <a target="_blank" href="https://drabrendadelgado.com.br/retirada-silicone/">retirada da cápsula no explante.</a> A conduta ideal não é a mais extensa, mas sim a mais adequada a cada circunstância.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aproveite e <a target="_blank" href="https://drabrendadelgado.com.br/explante-silicone-antes-e-depois/">confira também o que esperar do antes e depois da cirurgia de explante de silicone</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/retirada-da-capsula-no-explante/">Entenda quando a retirada da cápsula no explante é realmente necessária</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://drabrendadelgado.com.br/retirada-da-capsula-no-explante/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Entenda o que é uma contratura capsular e saiba quando ela exige a retirada das próteses</title>
		<link>https://drabrendadelgado.com.br/contratura-capsular/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=contratura-capsular</link>
					<comments>https://drabrendadelgado.com.br/contratura-capsular/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[capsulectomia]]></category>
		<category><![CDATA[implante mamário]]></category>
		<category><![CDATA[mastologia]]></category>
		<category><![CDATA[próteses mamárias]]></category>
		<category><![CDATA[reconstrução mamária]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://drabrendadelgado.com.br/?p=20858</guid>

					<description><![CDATA[<p>A colocação de próteses de silicone mamárias, seja para fins estéticos ou como parte da reconstrução após uma mastectomia, é um dos procedimentos mais realizados na cirurgia plástica em todo o mundo. Mas, como qualquer intervenção, há riscos, e é possível que a paciente, em algum momento, seja alertada sobre a chance da chamada contratura capsular. Portanto, compreender o que [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/contratura-capsular/">Entenda o que é uma contratura capsular e saiba quando ela exige a retirada das próteses</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A colocação de próteses de silicone mamárias, seja para fins estéticos ou como parte da reconstrução após uma mastectomia, é um dos procedimentos mais realizados na cirurgia plástica em todo o mundo. Mas, como qualquer intervenção, há riscos, e é possível que a paciente, em algum momento, seja alertada sobre a chance da chamada contratura capsular. Portanto, compreender o que acontece com o tecido ao redor do implante e saber reconhecer os sinais de alerta é fundamental para tomar decisões mais seguras e embasadas, garantindo a segurança da mulher no longo prazo.</p>
<h2>O que é uma contratura capsular e por que ela acontece?</h2>
<p>Ao ser inserida no organismo, qualquer prótese é reconhecida pelo sistema imune como um corpo estranho. Em resposta, o corpo forma ao redor do implante uma camada de tecido cicatricial chamada cápsula. Esse processo é natural, esperado e, na maioria das vezes, completamente assintomático: a cápsula que se forma costuma ser fina, maleável e discreta, cumprindo a função de estabilizar o implante no lugar. A contratura capsular acontece quando esse tecido cicatricial se espessa e endurece de forma excessiva, comprimindo a prótese. O resultado pode ser uma mama que se torna progressivamente mais firme, deformada e, em casos mais avançados, dolorosa.</p>
<p>O <a href="https://www.fda.gov/medical-devices/breast-implants/risks-and-complications-breast-implants" target="_blank" rel="noopener">FDA, órgão regulador norte-americano equivalente à brasileira Anvisa,</a> alerta que as contraturas capsulares estão entre as complicações mais comuns em próteses mamárias. Já a <a href="https://www.plasticsurgery.org/news/blog/what-is-capsular-contracture-and-how-can-it-be-treated" target="_blank" rel="noopener"><em>American Society of Plastic Surgeons</em></a> reconhece entre os fatores para o surgimento da alteração elementos como:</p>
<ul>
<li>a presença de bactérias ao redor do implante (o chamado biofilme);</li>
<li>sangramentos durante a cirurgia;</li>
<li><a href="https://drabrendadelgado.com.br/tipos-de-proteses-mamarias/">o tipo e a textura</a> da <a href="https://drabrendadelgado.com.br/reconstrucao-mamaria-com-proteses/">prótese utilizada</a>;</li>
<li>a predisposição individual de cada paciente (algo muitas vezes influenciado pela resposta imune do organismo de cada pessoa).</li>
</ul>
<p>Em mulheres que passaram pelo tratamento de um câncer de mama, a <a href="https://drabrendadelgado.com.br/efeitos-radioterapia-pele/" target="_blank" rel="noopener" data-wplink-edit="true">radioterapia é outro fator de risco relevante.</a> A razão para isso está no fato de que a radiação provoca alterações nos tecidos, o que faz com que a cápsula, que o corpo naturalmente forma ao redor do implante, fique espessa e rígida.</p>
<p class="leia"><em>Leia também:</em> <a href="https://drabrendadelgado.com.br/linfomas-em-implantes-de-mama/">Estudo mostra como linfomas em implantes de mama são mais frequentes em mulheres com mutação nos genes BRCA utilizando próteses texturizadas</a></p>
<h2>Quais são os possíveis sinais dessa complicação?</h2>
<p>Reconhecer os sinais precocemente faz diferença no resultado do tratamento. A contratura capsular pode se manifestar de formas bastante variadas, dependendo do grau de progressão. De qualquer maneira, vale ter atenção a sinais como:</p>
<ul>
<li>Endurecimento progressivo da mama;</li>
<li>Mudança no formato ou na posição do implante;</li>
<li>Desconforto ou dor na região mamária;</li>
<li>Mama com aparência arredondada ou esférica de forma incomum;</li>
<li>Sensação de pressão ou aperto.</li>
</ul>
<p>Tais sintomas podem surgir alguns meses após a cirurgia ou anos depois, e tendem a evoluir de forma gradual. Além disso, para facilitar a avaliação clínica, a medicina utiliza a classificação de Baker, que estratifica a contratura capsular em quatro graus:</p>
<ul>
<li><strong>Grau I</strong>, em que a mama está macia e com aparência natural, sem queixas. A cápsula é invisível e assintomática;</li>
<li><strong>Grau II</strong>, em que a mama se apresenta levemente mais firme à palpação, mas sem distorção visual aparente. A maioria das pacientes não tem dor;</li>
<li><strong>Grau III</strong>, no qual a mama está visivelmente alterada, ficando mais dura, com forma globular ou distorcida, e o implante pode ser palpável ou visualmente perceptível. Pode haver desconforto;</li>
<li><strong>Grau IV</strong>, em que, além de toda a deformidade do grau anterior, a mama é dolorosa ao toque, com dor que pode ser constante. O implante pode estar deslocado, frequentemente migrado para cima do tórax.</li>
</ul>
<p>Caso qualquer uma dessas mudanças seja percebida, é importante comunicar o cirurgião plástico responsável. O diagnóstico geralmente é feito por exame físico, podendo ser complementado por ultrassonografia ou ressonância magnética para avaliar a integridade do implante e a espessura da cápsula.</p>
<h2>Em que cenários a contratura capsular exige a retirada da prótese?</h2>
<p>Nem toda contratura capsular leva à <a href="https://drabrendadelgado.com.br/retirada-silicone/" target="_blank" rel="noopener">retirada do implante.</a> Nos graus I e II, o acompanhamento clínico costuma ser suficiente. A necessidade de intervenção cirúrgica passa a ser avaliada nos graus III e IV, quando a deformidade é visível, a dor está presente ou o bem-estar individual é afetado. De modo resumido, as opções cirúrgicas incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Capsulotomia aberta:</strong> são feitas incisões na cápsula para liberar a tensão ao redor do implante, sem necessariamente retirá-la por completo. Em alguns casos, o implante existente é trocado por um novo.</li>
<li><strong>Capsulectomia total:</strong> é a <a href="https://drabrendadelgado.com.br/mastopexia-cancer-de-mama/">remoção cirúrgica da cápsula junto com o implante,</a> em um único bloco, indicada apenas em casos específicos. Em seguida, pode ser colocada uma nova prótese ou a mama pode ser reconstruída por outros meios.</li>
</ul>
<p>Cabe reforçar que a <a href="https://drabrendadelgado.com.br/explante-silicone-antes-e-depois/" target="_blank" rel="noopener">retirada definitiva das próteses</a> sem substituição é recomendada em certas situações. É o que acontece em casos de contratura grau IV, especialmente quando há dor intensa ou deslocamento significativo do implante.</p>
<p>Nesse contexto, dependendo das condições individuais, pode ser necessário procedimento complementar para remodelagem do tecido mamário, inclusive com <a href="https://drabrendadelgado.com.br/reconstrucao-mamaria-retalhos-miocutaneos/" target="_blank" rel="noopener">fragmentos de outras partes do corpo</a>. Outra situação na qual pode indicar a retirada do implante é a ruptura associada à contratura. Nesses casos, a capsulectomia com troca ou remoção definitiva costuma ser o caminho recomendado.</p>
<p>Vale ressaltar que a decisão de retirar ou manter a prótese deve levar em conta o histórico completo da paciente, o grau de contratura capsular, o impacto na imagem corporal e os objetivos de reconstrução. Logo, o tratamento deve ser individualizado e discutido de forma transparente entre médico e paciente.</p>
<p>Já ouviu falar em linfoma anaplásico associado a implantes? Aproveite e <a href="https://drabrendadelgado.com.br/linfoma-anaplasico-associado-a-implantes/" target="_blank" rel="noopener">entenda melhor os riscos dessa condição</a></p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/contratura-capsular/">Entenda o que é uma contratura capsular e saiba quando ela exige a retirada das próteses</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://drabrendadelgado.com.br/contratura-capsular/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
