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	<title>Arquivos diagnóstico precoce - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>Arquivos diagnóstico precoce - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>Saiba se existe hora certa para começar o rastreamento do câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Oct 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exames de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico precoce]]></category>
		<category><![CDATA[mamografia]]></category>
		<category><![CDATA[rastreamento]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos pontos centrais das campanhas em torno do Outubro Rosa é a importância da detecção ágil de possíveis alterações malignas no tecido mamário. Nesse cenário, as iniciativas que buscam fortalecer o rastreamento do câncer de mama são fundamentais para garantir o acesso apropriado aos exames necessários para esse fim. O câncer de mama, não custa lembrar, é a principal [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um dos pontos centrais das campanhas em torno do Outubro Rosa é a importância da detecção ágil de possíveis alterações malignas no tecido mamário. Nesse cenário, <strong>as iniciativas que buscam fortalecer o rastreamento do câncer de mama</strong> são fundamentais para garantir o acesso apropriado aos exames necessários para esse fim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O câncer de mama, não custa lembrar, é a principal neoplasia entre as mulheres, atrás apenas dos tumores de pele não melanoma. Além disso, de acordo com o<a href="https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files/media/document/relatorio_dados-e-numeros-ca-mama-2023.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> Instituto Nacional do Câncer</u></a>, <strong>ele é a principal causa de mortalidade por câncer entre as pacientes do sexo feminino.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, é natural que surjam dúvidas sobre quando e como fazer o acompanhamento adequado e que outros cuidados são importantes para proteger esse aspecto da saúde da mulher.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é e quais os objetivos do rastreamento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um câncer de mama é resultado da proliferação anormal de células do tecido mamário. Elas formam um nódulo, que no começo geralmente têm tamanho reduzido. <strong>À medida que a enfermidade avança, a doença pode progredir para outras estruturas da mama,</strong> bem como para o<a href="https://drabrendadelgado.com.br/metastase-ossea/"><u> restante do corpo.</u></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">As opções de tratamento disponíveis podem combater essa formação indesejada. Todavia, as chances de sucesso variam bastante e o <a href="https://drabrendadelgado.com.br/estagios-cancer-mama/"><u>estágio em que a doença foi identificada </u></a>influencia bastante nessa equação. Por isso que se fala tanto da importância de uma detecção precoce da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, na hora de discutir esse tipo de estratégia, é fundamental saber diferenciar duas abordagens: o <a href="https://drabrendadelgado.com.br/como-enfrentar-o-diagnostico-de-cancer-de-mama/"><u>diagnóstico</u></a> precoce e o rastreamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Diagnóstico precoce</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Imagine o seguinte cenário: uma mulher com mais de 50 anos nota uma mudança na pele da mama e, aparentemente, a presença de um nódulo palpável naquela região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em tal cenário, o ideal é que ela procure ajuda especializada. Com o apoio dos profissionais de saúde, poderão ser feitos exames (como uma mamografia e uma biópsia, por exemplo) para que se identifique a <a href="https://drabrendadelgado.com.br/lesoes-pre-cancerigenas-mama/"><u>natureza da lesão</u></a> e haja confirmação ou não de um possível câncer de mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto mais cedo isso se der, melhor. Em resumo, isso é o que engloba o diagnóstico precoce: pacientes com sinais e<a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-mama-inflamatorio/"><u> sintomas</u></a> suspeitos <strong>avaliados o quanto antes para entender o que está causando tais queixas.</strong> Depois disso, é feito o encaminhamento necessário.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leia">Veja também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/quando-procurar-mastologista/"><u>Descubra qual a hora certa de procurar um mastologista</u></a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Rastreamento</h3>



<p class="wp-block-paragraph">No rastreamento, a dinâmica é diferente. Na prática, é aplicado um <a href="https://drabrendadelgado.com.br/bi-rads-como-funciona-classificacao-exames-imagem-da-mama/">exame específico</a> em um grupo determinado, mesmo que não haja qualquer suspeita de um câncer de mama. <strong>A mamografia, uma espécie de radiografia da mama, costuma ser o recurso mais utilizado.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Dentro desse recorte da população, a maioria dos testes terá um resultado negativo para a presença de um tumor. Contudo, a pequena parcela em que uma alteração ainda silenciosa foi identificada pode se beneficiar bastante do resultado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir disso, os profissionais e pacientes podem optar pelas melhores abordagens conforme cada caso. Isso pode envolver outras avaliações, acompanhamentos mais próximos ou até mesmo o início do tratamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O momento ideal para o início das ações de rastreamento do câncer de mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Então, bastaria que todas as mulheres, de qualquer idade, fizessem avaliações frequentes para, da forma mais rápida possível, identificar possíveis casos de câncer de mama em estágios iniciais? Não é bem assim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista populacional, <strong>o momento certo para o início de iniciativas de rastreamento deve ser ponderado levando em conta os riscos e os benefícios de cada intervenção</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De um lado, exames demais, sobretudo em pacientes muito jovens (ou mesmo muito idosas), podem custar caro e aumentar o número de falsos-positivos. Isso acontece quando alguma alteração é supostamente encontrada e exige que outros procedimentos sejam feitos para uma melhor avaliação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse meio tempo, a paciente pode ser submetida a intervenções desnecessárias, que não acrescentam nada ao seu quadro clínico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No sentido oposto, a ausência de solicitação de exames poderia deixar passar possíveis casos de câncer de mama em grupos com mais chance de desenvolver a doença. Desse modo, elas só procurariam ajuda mais tarde, quando houvesse sintomas. Como consequência, haveria um atraso no início do tratamento, aumentando a mortalidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">As principais recomendações sobre o início do rastreamento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, as sociedades médicas e o Ministério de Saúde divergem sobre idade mínima para a realização das mamografias de rotina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/gestor-e-profissional-de-saude/controle-do-cancer-de-mama/acoes/deteccao-precoce" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ministério da Saúde</a> <strong>sugere que elas sejam feitas a cada dois anos, dentro do intervalo entre os 50 e os 69 anos. </strong>Porém, isso exclui do rastreamento as mulheres entre 40 e 49 anos, que atualmente acumulam cerca de 30% dos casos de câncer de mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, diversas entidades médicas discordam dessa recomendação. A <a href="https://www.uspreventiveservicestaskforce.org/uspstf/recommendation/breast-cancer-screening#bcei-recommendation-title-area" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Força-Tarefa de Serviços Preventivos dos Estados Unidos</a>, em nova atualização sobre o tema, destaca os <strong>benefícios das mamografias na redução da mortalidade por câncer de mama dos 40 aos 74 anos. </strong>Assim, foi revertida a recomendação do início apenas aos 50 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), o Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR) e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) também indicam que a primeira mamografia deve ser feita aos <strong>40 anos, seguida depois de exames anuais.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tal decisão se baseia no acúmulo de evidências que apontam o número cada vez maior de casos de câncer antes dos 50 anos e como a detecção precoce ajuda na redução da mortalidade. Exemplo disso é um <a href="https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(20)30398-3/fulltext" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estudo feito com 160 mil mulheres no Reino Unido.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Desse total, o grupo que fez mamografias entre os 39 e os 48 anos apresentou uma <strong>redução de até 25% na mortalidade pelo câncer de mama,</strong> demonstrando uma queda substancial na ameaça provocada pela doença. Os dados foram publicados em setembro de 2020, na The Lancet Oncology.</p>



<h3 class="wp-block-heading">E o autoexame?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quem tem mais idade certamente se lembra de como o autoexame das mamas já fez parte de forma significativa das campanhas contra a doença. Tal mensagem aparecia até mesmo em<a href="https://www.youtube.com/watch?v=hRiDKcSYZmQ" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> propagandas na TV.</u></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em resumo, tal procedimento consistia em uma série de movimentos e toques feitos de forma periódica pela própria mulher para identificar possíveis alterações ainda em estágios iniciais, com a posterior busca por suporte profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, <strong>com o tempo percebeu-se que tal ação não oferecia benefícios significativos</strong>. Pelo contrário, em algumas circunstâncias, ela ocasionava um risco maior de intervenções desnecessárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, o incentivo ao autoexame foi substituído pelo que os especialistas chamam de <em>breast awareness. </em>Em poucas palavras, <strong>tal conceito indica que as mulheres devem estar sempre atentas às condições das suas mamas, </strong>em busca de possíveis sinais que talvez exijam atenção específica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como saber o que é melhor para você</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Recomendações à parte, cada mulher pode receber orientação personalizada sobre como e quando iniciar o rastreamento do câncer de mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inclusive, devido a uma série de características individuais, <strong>pode ser necessário antecipar os exames ou incluir novos procedimentos no esquema de acompanhamento</strong> (como as <a href="https://drabrendadelgado.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/"><u>ressonâncias magnéticas</u></a>, por exemplo). Entre os fatores que entram nesse cálculo estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Risco maior de desenvolver um câncer de mama, de acordo com a identificação de fatores genéticos (como as <a href="https://drabrendadelgado.com.br/teste-genetico-cancer-mama/"><u>mutações nos genes BRCA)</u></a> ou histórico familiar.</li>



<li>Exposição à terapia com radiação no tórax antes dos 30 anos.</li>



<li>Parentes próximos com histórico de outros tipos de câncer, como nos ovários.</li>



<li>Alta densidade das mamas.</li>



<li>Alterações hormonais e fisiológicas que elevam a chance de câncer (como menarca precoce ou <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-de-mama-e-amamentacao/"><u>nunca ter amamentado</u></a>).</li>



<li>Estilo de vida e manutenção de comportamentos associados a um maior risco de ter a doença (como tabagismo, excesso de peso ou abuso de álcool).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Todos esses aspectos serão colocados na balança que mede o possível benefício do rastreamento do câncer de mama. Logo, <strong>médico e paciente terão à disposição mais informações sobre o que deve ser feito para garantir a estratégia mais adequada, segura e eficiente.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Aproveite e entenda o que é e <a href="https://drabrendadelgado.com.br/avaliacao-risco-cancer-mama/"><u>como é feita uma avaliação de risco de câncer de mama.</u></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O impacto do câncer de mama no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico precoce]]></category>
		<category><![CDATA[mastologia]]></category>
		<category><![CDATA[mortalidade]]></category>
		<category><![CDATA[oncologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os tumores mamários são os mais comuns entre as pacientes do sexo feminino em boa parte do mundo. Eles representam cerca de 12,5% dos casos entre todos os tipos de câncer em todo o planeta. Logo, é esperado que a incidência do câncer de mama no Brasil também seja grande. No país, além de ser o tipo mais comum dessa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Os tumores mamários são os mais comuns entre as pacientes do sexo feminino em boa parte do mundo. Eles representam cerca de <a href="https://www.breastcancer.org/es/datos-estadisticas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">12</a>,5% dos casos entre todos os tipos de câncer em todo o planeta. Logo, é esperado que a incidência do câncer de mama no Brasil também seja grande.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No país, além de ser o tipo mais comum dessa doença entre as mulheres (com exceção do câncer de pele não-melanoma), o <strong>câncer de mama também ocupa o posto de primeira causa de mortalidade por tumores malignos entre pacientes de todas as idades</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tais números podem ser um alerta importante para fortalecer medidas de prevenção e de diagnóstico precoce, que fazem bastante diferença no sucesso dos <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-mama-triplo-negativo/"><u>tratamentos</u></a> disponíveis contra essa condição.</p>



<h2 class="wp-block-heading">As estimativas de casos de câncer de mama no Brasil</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com <a href="https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files/media/document/relatorio_dados-e-numeros-ca-mama-2023.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Instituto Nacional do Câncer (o Inca)</u></a>, no triênio que compreende os anos de 2023, 2024 e 2025, <strong>são esperados mais de 704 mil casos de câncer em todo Brasil ao ano</strong>. Desse total, 31% dizem respeito aos quadros de câncer de pele não-melanoma. Em seguida, <strong>aparece o câncer de mama, com mais ou menos 10% dos registros.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, <strong>isso significa que apenas no ano de 2023 foram diagnosticados mais de 73 mil novos casos de câncer de mama</strong>. Portanto, levando em conta o tamanho da população feminina, isso representa uma taxa bruta de pouco mais de 66 diagnósticos do tipo a cada 100 mil mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com relação a mortalidade, cujos dados disponíveis datam de 2021, <strong>o país registrou no período mais de 18 mil óbitos pela enfermidade.</strong> Com isso, a incidência calculada foi de 11 mortes por conta dessa doença a cada 100 mil mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tomando como referência os números globais, é possível notar uma tendência de <a href="https://ascopubs.org/doi/10.1200/JCO.2023.41.16_suppl.10528#:~:text=Worldwide%2C%20an%20estimated%202%2C964%2C197%20new,incidence%20and%20mortality%20rates%20worldwide." target="_blank" rel="noreferrer noopener">aumento no número de casos da doença de uns tempos para cá, embora a mortalidade venha caindo</a> em determinados contextos. Além disso, em média a incidência da doença costuma ser maior nos países desenvolvidos, por uma série de fatores que nem sempre são fáceis de isolar um dos outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, persistem disparidades socioeconômicas que fazem com que determinados grupos sejam mais afetados pela mortalidade decorrente da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Saiba mais: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/avaliacao-risco-cancer-mama/"><u>Nova orientação recomenda que avaliação de risco de câncer de mama seja feita aos 25 anos</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O possível aumento de quadros graves da doença</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Outro aspecto que preocupa quando se discute o impacto do câncer de mama no Brasil é o <strong>atraso no diagnóstico, situação que parece ter se agravado durante a pandemia de Covid-19</strong>, principalmente no sistema público de saúde. Tal situação se refletiu em um<a href="https://www.ssph-journal.org/journals/international-journal-of-public-health/articles/10.3389/ijph.2023.1605485/full" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> levantamento publicado em 2023.</u></a></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Antes da pandemia, o número de casos graves de câncer de mama (aqueles nos<a href="https://drabrendadelgado.com.br/estagios-cancer-mama/"><u> estágios</u></a> III e IV) diagnosticados em mulheres entre os 50 e os 69 anos foi de 40% do total.</li>



<li>Já entre 2020 e 2021 tal índice foi de 51%.</li>



<li>Ou seja, nessa comparação é possível constatar que os diagnósticos de casos graves aumentaram cerca de 27,5%.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Isso provavelmente piorou a assistência oferecida no tratamento e demandou mais intervenções para conter a doença, incluindo<a href="https://drabrendadelgado.com.br/cirurgia-cancer-mama-metastatico/"><u> cirurgias</u></a> mais invasivas ou mais abordagens adjuvantes ou neoajudvantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As medidas de rastreamento contra o câncer de mama são feitas principalmente com a aplicação de <a href="https://drabrendadelgado.com.br/autoexame-substitui-a-mamografia/"><u>mamografias </u></a>em <strong>mulheres que não apresentaram qualquer sinal ou sintoma da doença</strong>. Assim, é possível diagnosticar tumores em estágios iniciais, quando a chance de cura supera os 90%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De forma geral, o ideal é que a <a href="https://www.sbmastologia.com.br/sociedades-medicas-brasileiras-recomendam-mamografia-anual-a-partir-dos-40-anos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>primeira mamografia seja feita a partir dos 40 anos</u></a>. Contudo, pode haver recomendações específicas (conforme histórico familiar ou alterações genéticas previamente identificadas).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, lidar de forma mais eficiente com o câncer de mama no Brasil passa por reforçar as ações de rastreamento que permitam que possíveis alterações no tecido mamário sejam avaliadas da forma mais precoce possível, ampliando as chances de prognósticos positivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora veja <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-mama-jovens/">por que os casos de câncer de mama </a>entre pacientes jovens vem se tornando mais frequentes.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Nova orientação recomenda que avaliação de risco de câncer de mama seja feita aos 25 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Aug 2023 11:45:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exames de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico precoce]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[rastreamento]]></category>
		<category><![CDATA[risco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A avaliação de risco de câncer de mama ajuda a determinar medidas para um diagnóstico precoce em mulheres com maior chance de desenvolver a doença A detecção precoce de um tumor na mama contribui para que a doença tenha um melhor prognóstico, reduzindo a mortalidade. Dessa forma, é preciso reforçar as estratégias que permitem identificar a presença da neoplasia ainda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>A avaliação de risco de câncer de mama ajuda a determinar medidas para um diagnóstico precoce em mulheres com maior chance de desenvolver a doença</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A detecção precoce de um tumor na mama contribui para que a doença tenha um melhor prognóstico, reduzindo a mortalidade<strong>. Dessa forma, é preciso reforçar as estratégias que permitem identificar a presença da neoplasia ainda em estágios iniciais. Isso passa, por exemplo, pela avaliação de risco de câncer de mama.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nesse sentido, de acordo com a nova recomendação do </strong><u><strong>Colégio Norte-Americano de Radiologia</strong></u><strong>, todas as mulheres devem ser submetidas a uma avaliação de risco para um câncer de mama aos 25 anos. </strong>A orientação tem maior peso para pacientes negras ou de ascendência judaica asquenaze, populações com maior chance de desenvolve a doença. A partir disso, o médico responsável pode fornecer a melhor orientação sobre as ações de rastreio recomendadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O rastreio e o diagnóstico precoce do câncer de mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de entender o que a nova recomendação pode significar na prática, vale repassar de que forma funcionam diferentes estratégias de detecção de um câncer de mama. Não é raro que esse assunto gere incerteza entre mulheres. <strong>Assim, a detecção de um câncer de mama em estágios iniciais pode acontecer por meio de dois mecanismos: o rastreamento e o diagnóstico precoce.</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O <strong>diagnóstico precoce</strong> é aquele feito a partir do momento em que a paciente tem <a href="https://drabrendadelgado.com.br/nodulos-na-mama-o-que-podem-indicar/"><u>sinais e sintomas sugestivos </u></a>da doença ainda em estágio inicial e faz exames para confirmar a suspeita.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>O<strong> rastreamento</strong> é realizado por meio de exames aplicados (como a mamografia, por exemplo) em determinado grupo sem qualquer suspeita da doença. Nesses casos, quando possíveis alterações são identificadas, investigações adicionais são feitas para confirmar ou excluir a possibilidade da presença de um câncer de mama.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Se por um lado o rastreamento contribui para que o câncer de mama seja identificado ainda no início, por outro, especialistas discutem a efetividade dessas ações em certos contextos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Isso se dá pelo fato de que se aplicado sem critério, iniciativas de rastreamento podem levar a muitos falsos-positivos</strong>. Diante disso, é comum que a mulher passe por novos procedimentos. Além de demandarem mais tempo e dinheiro, <strong>eles podem ser mais invasivos (como é o caso de uma biópsia, por exemplo) e gerar mais ansiedade.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em tal contexto, as recomendações sobre a idade adequada para começar o rastreamento variam. No Brasil, por exemplo, o Ministério da Saúde <a href="https://linhasdecuidado.saude.gov.br/portal/cancer-de-mama/unidade-de-atencao-primaria/rastreamento-diagnostico/#pills-rastreamento-diagnostico" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>indica os 50 anos como o patamar para que a mamografia seja feita anualmente</u></a>. Entretanto, <a href="https://www.sbmastologia.com.br/sociedades-medicas-brasileiras-recomendam-mamografia-anual-a-partir-dos-40-anos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>outras entidades já apontam os 40 anos como a idade apropriada para o início do rastreamento.</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>As novas recomendações sobre a avaliação de risco de câncer de mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A avaliação de risco de câncer de mama envolve a análise de uma <a href="https://drabrendadelgado.com.br/fatores-de-risco-para-o-cancer-de-mama/"><u>série de fatores </u></a>que podem predispor a paciente a uma chance maior de desenvolver a doença no futuro. É nesse ponto que a orientação do Colégio Norte-Americano de Radiologia foca ao indicar os 25 anos para tal abordagem. Se <strong>após a avaliação for constatado que há um risco acima da média para um câncer de mama, o médico pode sugerir que o rastreamento comece antes que o recomendado.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As ações de avaliação de risco de câncer de mama envolvem o uso de diferentes ferramentas e recursos para determinar se há uma maior chance de desenvolver a doença. É possível, por exemplo, fazer testes genéticos e, com o resultado em mãos, passar por um aconselhamento. <strong>De todo modo, esse tipo de solução tem sempre prós e contras, que devem ser pensados com cuidado.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma situação hipotética, uma paciente que tem identificada mutações nos genes BRCA1 e BRCA2, e diante de paciente de alto risco de desenvolver câncer, poderão ser orientadas a combinar as mamografias periódicas com ressonâncias magnéticas já entre os 25 e 30 anos. Recomendações similares podem ser feitas para:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Pacientes de determinadas etnias (negras ou judias asquenaze, como já destacado).</li>



<li>Quem teve exposição à radiação no tórax antes dos 30.</li>



<li>Quem tem histórico familiar da doença.</li>



<li>Quem já teve alterações na mama identificadas, mesmo que não cancerígenas (como <a href="https://drabrendadelgado.com.br/hiperplasia-mama/"><u>atipias das células do tecido mamário</u></a>, por exemplo).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Saiba mais: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/retirada-ovarios/?_gl=1*18wiibc*_ga*ODQ4MjAzMDA2LjE2NzM2MjM2NDg.*_ga_7RR1YD3FJP*MTY4NzgxMzYzOC4yLjEuMTY4NzgxMzY3MS4wLjAuMA..*_ga_PQC87SDMSD*MTY4NzgxMzYzOC4xMDguMS4xNjg3ODEzNjcxLjI3LjAuMA..&amp;_ga=2.191335274.1504007924.1687794809-848203006.1673623648"><u>Em que situações a retirada dos ovários ajuda na redução do risco de um câncer de mama?</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O que deve considerado para a avaliação de risco de câncer de mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a recomendação do Colégio Norte-Americano de Radiologia seja ampla, a decisão sobre a necessidade e a viabilidade de fazer uma avaliação de risco para o câncer de mama aos 25 anos passa por uma conversa com o médico de sua confiança. Nessa discussão devem ser levados em conta aspectos como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Histórico familiar de câncer de mama ou de outros tipos de tumor (de ovários, por exemplo).</li>



<li>Qualquer<a href="https://drabrendadelgado.com.br/mutacao-palb2/"><u> alteração genética </u></a>previamente identificada.</li>



<li>Resultados de biópsias feitas anteriormente.</li>



<li>Histórico de tratamentos usando radiação no tórax ou no rosto antes dos 30 anos.</li>



<li>Densidade das mamas.</li>



<li>Peso corporal e nível de atividade física.</li>



<li>Regularidade na ingestão de álcool, tabagismo e hábitos alimentares.</li>



<li>Ter tido ou não uma gestação até o final e ter ou não amamentando.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Com tudo isso, <strong>se a avaliação de risco de câncer de mama apontar para chance maior do que a média de desenvolver a doença, orientações apropriadas sobre quando começar ações de rastreio serão dadas pelo médico. Em alguns casos, podem ser introduzidas também opções de profilaxia.</strong> Assim, é possível ampliar a chance de um diagnóstico precoce e reduzir o risco de mortalidade devido a esse problema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aproveite e saiba mais sobre o<a href="https://drabrendadelgado.com.br/teste-genetico-para-cancer-de-mama/"><u> papel dos testes genéticos</u></a> e veja quando é realmente necessário fazê-los.</p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/avaliacao-risco-cancer-mama/">Nova orientação recomenda que avaliação de risco de câncer de mama seja feita aos 25 anos</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Câncer de mama tem cura, sim!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jan 2020 18:01:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama tem cura]]></category>
		<category><![CDATA[cura do câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico precoce]]></category>
		<category><![CDATA[outubro rosa]]></category>
		<category><![CDATA[sinais do câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento oncológico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A detecção precoce do câncer de mama é um dos meios mais eficientes utilizados para aumentar as chances de cura da doença. Câncer de mama tem cura! Isso porque, quando o câncer de mama é detectado em fase inicial, as chances de cura da doença são de até 95%. É mandatório que mulheres que tenham idade acima de 40 anos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A detecção precoce do câncer de mama é um dos meios mais eficientes utilizados para aumentar as chances de cura da doença. <strong>Câncer de mama tem cura</strong>!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso porque, quando o <strong>câncer de mama</strong> é detectado em fase inicial, as chances de cura da doença são de até 95%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É mandatório que mulheres que tenham idade acima de 40 anos ou que possuam histórico familiar de câncer de mama façam acompanhamento médico constantemente com o médico de sua confiança e realizem o <strong>exame de mamografia</strong> anualmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todo <strong>câncer de mama</strong>&nbsp;é tratável, mas nem todos são curáveis. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A depender da fase em que o tumor foi diagnosticado (chamado de estadiamento) o médico usará estratégias diferentes para melhor tratar o paciente. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A depender do estadiamento, o foco do tratamento oncológico poderá ser com intuito curativo ou paliativo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Tratamento oncológico com intuito curativo</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento oncológico com intuito curativo são indicados para <strong>câncer de mama </strong>onde não houver  metástase sistemática, que consiste naquela onde o tumor atinge outros órgãos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A extensão do tumor deve estar localizado na <strong>mama </strong>e no máximo na região da axila. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessa situação, o tratamento terá como objetivo  a cura do paciente e serão realizados interversões como cirurgia, quimioterapia, hormonioterapia e radioterapia. O médico analisa o tumor e indica quais interversões serão necessárias no tratamento do <strong>câncer de mama</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Tratamento oncológico com intuito paliativo</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento oncológico com o intuito paliativo é indicado para pacientes  no qual apresentem metástase sistemática.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse estágio o objetivo é controlar o <strong>câncer de mama</strong>, porque dificilmente sua cura será efetiva.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas independente disso, o paciente terá  um controle da doença melhora na qualidade de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entenda aqui <a href="https://drabrendadelgado.com.br/o-que-faz-o-mastologista/">como funciona o trabalho do mastologista</a>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Fique atenta aos sinais do câncer de mama</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Um nódulo no seio ou na axila, uma alteração na pele da mama
(seja ela de cor, textura ou de sensação), vermelhidão ou descamação do mamilo,
microcalcificações que aparecem no exame de rotina, secreção no mamilo ou mesmo
dor no mamilo – todos esses sintomas são sinais de alerta aos quais você deve
prestar muita atenção. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Seja no <strong>autoexame </strong>ou nos exames de rotina, caso você identifique algum desses sintomas, é muito importante que procure seu médico imediatamente. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada paciente é única. O médico vai considerar fatores como idade, condições clínicas, sinais , sintomas e resultados de exames anteriores para decidir quais exames diagnósticos são adequados para você. Lembre-se que cada caso é um caso e que o <strong>câncer de mama tem cura</strong>!</p>



<p class="wp-block-paragraph">É muito importante que o paciente esteja atento aos sinais que o corpo oferece, pois detectar o <strong>câncer de mama</strong> no seu estágio inicial é primordial para que as chances de cura seja efetiva. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto mais cedo for diagnosticado, melhores serão os resultados do tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O aparecimento desses sintomas não significa que você tem <strong>câncer de mama</strong>. Somente após a avaliação médica completa é que você terá a certeza do seu diagnóstico. </p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que é o câncer de
mama?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>câncer de mama</strong> é um crescimento descontrolado de células (células dos lobos, células produtoras de leite, ou dos ductos, por onde é drenado o leite), que possuem características anormais, causadas por uma ou mais mutações no seu material genético. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A doença ocorre quase que exclusivamente em mulheres, mas os
homens também podem ter câncer de mama. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia aqui sobre<strong> <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-de-mama-em-homens/">câncer de mama em homens</a></strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando ocorrem mutações no material genético de uma ou mais células, estas podem desenvolver a capacidade não só de se dividir de maneira descontrolada, mas também de evitar a morte celular que seria normal no ciclo de vida de qualquer célula do organismo e também de invadir tecidos próximos. São essas células que dão origem ao câncer. </p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Diagnóstico do câncer de mama</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os principais exames na avaliação de <strong>nódulos de mama</strong> são a <strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/qual-a-diferenca-entre-mamografia-e-ultrassom-das-mamas/">ultrassonografia</a></strong>, a mamografia e a <a href="https://drabrendadelgado.com.br/para-que-serve-a-biopsia-das-mamas/">punção-biópsia</a>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Não existe um padrão: o<a href="https://drabrendadelgado.com.br/o-que-faz-o-mastologista/"> médico mastologista</a> indicará os exames complementares de diagnóstico mais adequados para o seu caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os nódulos da mama são queixa bastante comum e que trazem grande ansiedade. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Não se deixe levar por esse nervosismo e, antes de tirar conclusões precipitadas sobre a existência de um câncer de mama ou outra doença mamária, procure imediatamente um médico mastologista de sua confiança.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Entenda cada estágio
do câncer de mama:</strong></h4>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Câncer de mama estágios 0, 1 e 2:</strong> são os estágios iniciais do <strong>câncer de mama</strong>, em que o tumor está limitado à mama. Nestes estágios as pacientes têm chance de curar o <strong>câncer de mama</strong>, desde que o diagnóstico ocorra cedo e que a paciente responda bem ao tratamento.</li>



<li><strong>Câncer de mama estágio 3:</strong> neste estágio o <strong>câncer da mama</strong> é chamado de “<strong>câncer de mama </strong>localmente avançado”, o que significa que o câncer se espalhou para os nódulos linfáticos e/ou para outros tecidos da mama, mas não para outros locais do corpo.</li>



<li><strong>Câncer de mama estágio 4</strong>: neste estágio o <strong>câncer de mama</strong> é chamado de “<strong>câncer de mama </strong>metastático” ou “câncer de mama avançado”. Nesta fase, o câncer se espalhou para outros locais do corpo e /ou outros tecidos.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Conhecer o estágio do <strong>câncer de mama</strong> ajuda o médico a entender a gravidade do câncer e planejar o melhor tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>câncer de mama tem cura</strong>. Quanto mais cedo ele for detectado, mais fácil será curá-lo. Se no momento do diagnóstico o tumor tiver menos de 1 centímetro (estágio inicial), as chances de cura chegam a 95%.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Tratamento câncer de mama</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento mais apropriado para <strong>câncer de mama</strong> dependerá de diversos fatores como o tamanho, a localização, o estádio e os resultados dos exames.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem diferentes formas e opções de tratamento, porém vale ressaltar que o médico é o profissional mais adequado para te orientar após a confirmação do <strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/como-enfrentar-o-diagnostico-de-cancer-de-mama/">diagnóstico do câncer de mama</a></strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Independente do tratamento recomendado é importante
que este seja feito com compromisso e dedicação e que o paciente possa seguir
todas as indicações de seu médico assistente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das principais formas de lutar contra a doença
é não se deixar abater, pois o estresse relacionado ao processo pode ocasionar
um agravamento do caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quando um câncer de mama está curado?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Este assunto é bastante polêmico. Antes havia a ideia do número de 5 anos após o tratamento, o que, muitas vezes, está relacionado com término da hormonioterapia (que em geral dura de 5 a &nbsp;10 anos). </p>



<p class="wp-block-paragraph">É um fato que a maioria das
recidivas ocorre nos cinco primeiros anos após o tratamento, mas nos dias de
hoje entendemos que o tumor de mama pode apresentar recidivas antes dos 5 anos ou tardias
(após 5 ou mesmo 10 anos do tratamento inicial) na dependência do tipo
biológico do tumor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Logo, este número de 5 anos já não
pode ser aplicado, nos dias de
hoje de forma generalizada, necessitando sim um controle médico
periódico por toda a vida, ao menos uma vez ao ano após este período de 5 anos.
</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reforço que este controle médico anual já é o mínimo que uma mulher após os 40 anos de idade ou com <strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/teste-genetico-para-cancer-de-mama/">histórico de câncer de mama na família</a></strong> necessita realizar com o mastologista conforme recomendação da <a href="https://sbmastologia.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sociedade Brasileira de Mastologia</a> e Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>câncer de mama</strong>, assim como todos os demais tumores, terá sua maior chance de cura quanto mais cedo for diagnosticado, ou seja, quanto menor for o tamanho do nódulo mamário no momento do diagnóstico, associado à ausência de metástase nos gânglios da axila ou nos demais órgãos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como evitar a recidiva do câncer de mama</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O paciente deve realizar o tratamento de <strong>câncer de mama</strong> corretamente e não deve abandonar o processo no meio. Tem que estar comprometido e seguir todas as recomendações médicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns fatores aliados ao tratamento podem auxiliar na efetividade na <strong>cura do câncer de mama </strong>são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Manter uma dieta saudável;</li>



<li>Controle de peso , pois pessoas com obesidade tem maiores chances de ter recidiva que pessoas magras;</li>



<li>Praticar atividades físicas regulamente;</li>



<li>Não usar nenhum tipo de reposição hormonal nem utilizar anticoncepcionais;</li>



<li>Redução ou evitar ingestão de bebidas alcoólicas;</li>



<li>Não fume;</li>



<li>Crie hábitos saudáveis de vida.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Gravidez pode causar recidiva?</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Antigamente acreditava-se que a gravidez poderia ser um fator prejudicial para pacientes que tiveram <strong>câncer de mama</strong>.  Mas hoje em dia é visto como algo possível sem causar problemas à saúde do paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É indicado que a paciente informe ao médico o desejo de engravidar para entender se há riscos primários de recidiva do <strong>câncer de mama</strong>, baseando-se no estadiamento inicial,  e caso a paciente esteja utilizando o tratamento  de hormonioterapia a sua suspensão será necessária.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Câncer
de mama tem cura</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Mais uma vez alertamos: O <strong>câncer de mama tem cura</strong>. Não deixe de realizar a consulta com o seu médico e fazer os seus exames de rotina. Quando o câncer de mama é diagnosticado precocemente, as chances de cura da doença são de até 95%!</p>
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