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	<title>Arquivos diagnóstico - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>Arquivos diagnóstico - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>Quais as características de um carcinoma ductal invasivo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Feb 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[carcinoma]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[ductos mamários]]></category>
		<category><![CDATA[tumor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O carcinoma ductal invasivo é uma das formas mais comuns de câncer de mama, respondendo por oito a cada 10 casos da doença. O carcinoma ductal invasivo é um dos tipos mais comuns de câncer de mama. De acordo com a American Cancer Society, esse tipo de neoplasia é responsável por oito em cada dez casos da doença. Embora possa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>O carcinoma ductal invasivo é uma das formas mais comuns de câncer de mama, respondendo por oito a cada 10 casos da doença.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O carcinoma ductal invasivo é um dos tipos mais comuns de câncer de mama. <strong>De acordo com a American Cancer Society, esse tipo de neoplasia é responsável por</strong><a href="https://www.cancer.org/cancer/types/breast-cancer/about/types-of-breast-cancer/invasive-breast-cancer.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong> oito em cada dez casos da doença</strong></u></a><strong>.</strong> Embora possa ser adequadamente tratado, não é raro que ele se espalhe em direção aos linfonodos e outras partes do corpo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como sempre, <strong>o diagnóstico precoce de um carcinoma ductal invasivo faz toda a diferença.</strong> Pensando nisso, reunimos abaixo tudo o que você precisa saber sobre essa manifestação relativamente frequente de um câncer de mama.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como um carcinoma ductal invasivo evolui?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um carcinoma ductal invasivo surge a partir de alterações das células dos ductos mamários (o que explica o seu nome). Essas estruturas são responsáveis por transportar o leite produzido nos lóbulos mamários até os mamilos. Ou seja, <strong>isso diferencia os carcinomas ductais dos </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/carcinoma-lobular-invasivo/"><strong>carcinomas lobulares</strong></a>, que são aqueles que se desenvolvem justamente a partir dos lóbulos das mamas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O termo invasivo (ou infiltrante) refere-se ao fato de que esse tipo de tumor se espalha por todos os tecidos ao redor do seu local de origem, em contraste com o que acontece em um tumor </strong><em><strong>in situ</strong></em>. Assim sendo, o tumor invasivo rompe a parede dos ductos e atinge a camada adiposa da mama. Às vezes, com a progressão da doença, as células cancerígenas caem na corrente sanguínea ou no sistema linfático e atingem outras partes do corpo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale considerar ainda que existem diversos subtipos de carcinomas ductais invasivos. A maior parte dessas classificações diz respeito ao padrão de proliferação das células cancerígenas, o que só pode ser notado por meio de exames laboratoriais específicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um tumor do tipo pode ser classificado também conforme o grau (em escala que vai de 1 a 3) de diferenciação das células, o que influencia na velocidade de disseminação da doença e a chance que ela tem de se espalhar pelo corpo.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ilustrar isso, considere que um carcinoma grau 1 tem células pouco diferenciadas daquelas saudáveis, fazendo com que o tumor se prolifere de forma mais lenta. No sentido oposto, um carcinoma grau 3 tem células bastante diferenciadas em relação àquelas sadias, acelerando sua replicação. Logo, em tese, doenças com grau maior são mais agressivas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que pode influenciar na chance de ter um carcinoma ductal invasivo?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Como todo câncer, um carcinoma ductal invasivo é resultado de uma interação extremamente complexa de uma série de aspectos ao longo da vida. Muitas dessas conexões ainda não são bem esclarecidas pela ciência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De qualquer forma, os <a href="https://drabrendadelgado.com.br/fatores-de-risco-para-o-cancer-de-mama/">fatores de risco</a> associados a chance de ter a doença são aqueles já relativamente conhecidos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tabagismo;</li>
<li>Uso abusivo de álcool;</li>
<li>Sobrepeso e obesidade;</li>
<li>Primeira menstruação precoce e menopausa tardia;</li>
<li>Nunca ter engravidado ou ter tido uma gestação em uma idade mais avançada;</li>
<li>Histórico familiar e a presença de mutações em determinados genes (como o BRCA e o p53, entre outros).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Veja também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/carcinoma-lobular-invasivo/">Aspectos relevantes de um carcinoma lobular invasivo da mama</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais os sinais e sintomas desse tipo de câncer de mama?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando ainda está em estágios iniciais<strong>, um carcinoma ductal invasivo pode ser assintomático</strong>. Nesses casos, a suspeita da doença surge apenas diante da realização de exames de rotina que identificam alterações na mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, com o avanço da doença a mulher pode experimentar<a href="https://drabrendadelgado.com.br/sintomas-cancer-mama/"><u> sinais e sintomas</u></a> que indicam que algo não vai bem. A presença de um<a href="https://drabrendadelgado.com.br/nodulos-na-mama-o-que-podem-indicar/"><u> nódulo na mama </u></a>costuma ser o principal deles, mas não é o único. É possível notar também:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Inchaço na mama (em toda ela ou somente em partes);</li>
<li>Irritação e outras alterações na pele dos seios (muitas vezes fazendo com que ela fique com aspecto que lembra uma casca de laranja);</li>
<li>Mamilos invertidos;</li>
<li>Secreção mamilar (que não seja leite materno, claro);</li>
<li>Caroços na região das axilas.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa maneira, diante dessas manifestações, é essencial procurar ajuda médica. <strong>Os recursos utilizados para confirmar ou descartar a possibilidade de um carcinoma ductal invasivo são aqueles de praxe: exames de imagem (como mamografias, </strong><strong>ultrassonografias</strong><strong> e </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/"><u><strong>ressonâncias</strong></u></a><strong>) e, se necessário, uma biópsia.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se confirmado o diagnóstico, esses exames também serão relevantes para o <a href="https://drabrendadelgado.com.br/estagios-cancer-mama/"><u>estadiamento do tumor.</u></a> A definição do estágio do tumor é indispensável para orientar a melhor abordagem terapêutica para combater a doença.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as opções de tratamento mais utilizadas?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em resumo, há várias alternativas de tratamento para um carcinoma ductal invasivo. <strong>A decisão por cada opção depende da localização e do tamanho do tumor, bem como da condição geral da saúde da paciente e das preferências do profissional responsável pelo atendimento. </strong>De todo modo, as abordagens mais frequentes englobam:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Cirurgias,</strong> que removem parte ou todo o tecido da mama. Além disso, pode ser feita também uma ressecção dos<a href="https://drabrendadelgado.com.br/linfonodos-mama/"><u> linfonodos sentinelas </u></a>para saber se o câncer já se espalhou;</li>
<li><strong>Quimioterapia</strong>, geralmente utilizada de forma neoadjuvante (ou seja, antes da cirurgia para reduzir o tamanho do tumor);</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://drabrendadelgado.com.br/como-e-feita-a-radioterapia-na-mama/"><strong>Radioterapia</strong></a>, na maioria das vezes adotada depois da cirurgia para eliminar células cancerígenas que tenham permanecido no organismo, reduzindo a chance de recidivas;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://drabrendadelgado.com.br/hormonioterapia-para-cancer-de-mama/"><strong>Hormonioterapia</strong></a>, empregada quando o tumor tem receptores de hormônios, justamente para bloquear a atividade hormonal que faz as células cancerígenas se multiplicarem;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://drabrendadelgado.com.br/terapia-alvo-cancer-de-mama-her2/"><strong>Terapias-alvo</strong></a><strong>, </strong>que se concentram em uma característica específica do tumor (como a presença de uma proteína, por exemplo) para atacá-lo;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://drabrendadelgado.com.br/imunoterapia-para-cancer-de-mama-como-e-indicacoes/"><u><strong>Imunoterapia</strong></u></a><strong>,</strong> onde determinados medicamentos são utilizados para ajudar o sistema imune a combater o tumor. Em muitos casos, a imunoterapia é administrada em conjunto com a quimioterapia.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Com a detecção precoce e os tratamentos adequados, um carcinoma ductal invasivo tem boas chances de cura (muitas vezes acima dos 90% em casos identificados em estágio inicial) e altas taxas de sobrevida.</strong> Portanto, é importante manter o acompanhamento médico adequado e investir em medidas que permitam um diagnóstico ágil da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Aproveite e saiba mais agora sobre como funciona o tratamento de um </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/carcinoma-papilifero-mama/"><u><strong>carcinoma papilífero de mama, forma extremamente rara da doença que pode evoluir de forma invasiva.</strong></u></a></p>
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		<title>Quais os exames para detecção de metástase mais utilizados em pacientes com câncer de mama?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Sep 2023 16:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exames de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os exames para detecção de metástase geralmente empregam recursos de imagem e testes sanguíneos. Adicionalmente, biópsias podem ser utilizadas A evolução de um câncer de mama pode fazer com que o tumor alcance outras partes do corpo. Quando isso acontece, são feitos exames para detecção de metástase, permitindo a confirmação desse quadro. Entre elas estão exames de imagem, de sangue [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Os exames para detecção de metástase geralmente empregam recursos de imagem e testes sanguíneos. Adicionalmente, biópsias podem ser utilizadas</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A evolução de um câncer de mama pode fazer com que o tumor alcance outras partes do corpo. <strong>Quando isso acontece, são feitos exames para detecção de metástase, permitindo a confirmação desse quadro. Entre elas estão </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/bi-rads-como-funciona-classificacao-exames-imagem-da-mama/"><u><strong>exames de imagem</strong></u></a><strong>, de sangue e, eventualmente, as biópsias.</strong> A escolha cabe ao médico responsável pelo acompanhamento, mediante avaliação da condição da paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir disso, é possível definir as melhores condutas para impedir a progressão da doença. Embora isso seja um desafio, os tratamentos disponíveis para o <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-mama-metastatico/"><u>câncer metastático </u></a>podem ajudar na sobrevida e no bem-estar da paciente, ainda que nem sempre seja possível alcançar a remissão completa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Características de um câncer de mama metastático</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, <strong>um tumor metastático é aquele que avançou para além do local do organismo onde ele foi originalmente diagnosticado. </strong>No caso de um câncer de mama, isso acontece quando a doença ultrapassa o tecido da mama e os linfonodos da região da axila. Em geral, nesse estágio, ossos, pulmões, cérebro e fígado costumam ser atingidos com maior frequência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desenvolvimento de uma metástase se dá por causa de células cancerígenas que não foram detectadas e nem eliminadas do corpo previamente. Em determinado momento, elas podem voltar a se multiplicar. O porquê isso acontece não é muito bem compreendidopelos especialistas. De qualquer maneira, o risco de ter esse problema varia conforme o estágio em que a doença é diagnosticada e a biologia do tumor (incluindo, por exemplo, alterações genéticas e status dos <a href="https://drabrendadelgado.com.br/terapia-alvo-cancer-de-mama-her2/"><u>receptores hormonais</u></a>).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um câncer pode atingir a metástase meses ou anos após o diagnóstico inicial</strong>. Além disso, ele pode surgir em quadros de recidiva (ou seja, quando a doença retorna após o fim do tratamento). Porém, isso não quer dizer que todas as pacientes com câncer de mama terão o problema. <strong>Pelo contrário: a maioria dos casos de câncer de mama tem boas chances de remissão completa, principalmente quando a doença é diagnosticada em estágios iniciais.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O câncer metastático representa o último estágio do estadiamento de um tumor. Por isso, ele é classificado como um tumor estágio IV. Esse número não diz respeito a um tipo específico da doença, e sim ao desenvolvimento dela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, é importante não confundir um câncer de mama localmente avançado com uma metástase. Ainda que grave, essa manifestação da doença mantém sua progressão restrita ao tecido da mama e áreas próximas das axilas e dos linfonodos da região.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Exames para detecção de metástase</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Uma parte das pacientes com câncer metastático não terá sinais relativos ao espalhamento da doença. Apesar disso, em determinados casos, <strong>a disseminação do tumor pode gerar sintomas que costumam variar conforme a área do corpo atingida.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, os desconfortos notados podem envolver desde dores nas costas, ossos e juntas, até náuseas e vômitos, passando por sinais de confusão mental e outros problemas associados ao comprometimento do sistema nervoso central pelo tumor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seja como for, <strong>diante da suspeita de que o câncer de mama se tornou metastático, o médico responsável pelo acompanhamento pode solicitar exames que confirmem ou descartem a presença da condição.</strong> Entre as opções mais adotadas de exames para detecção de metástase estão:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Raios-x</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Principalmente se a suspeita do espalhamento se concentra nos pulmões.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cintilografia óssea</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Permite avaliar se a doença atingiu os ossos com o auxílio de um exame de imagem orientado por um radiofármaco.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tomografia computadorizada</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Usa imagens feitas a partir de diferentes ângulos para avaliar as condições de órgãos como os pulmões, o cérebro e o fígado.</p>



<h3 class="wp-block-heading">PET-CT (ou tomografia por emissão de pósitrons)</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Utiliza radiação para capturar imagens de várias partes do corpo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ressonância magnética</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Utiliza campos magnéticos para capturar imagens de diferentes estruturas do corpo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Testes sanguíneos</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Permitem avaliar parâmetros bioquímicos e a presença de determinados biomarcadores, que podem indicar a formação da metástase.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em todo caso, a<a href="https://drabrendadelgado.com.br/para-que-serve-a-biopsia-das-mamas/"><u> biópsia</u></a> pode ser essencial para a definição do quadro, bem como para avaliar outros aspectos do tumor. <strong>Para isso, uma pequena amostra de tecido (coletada de diferentes partes do organismo) contendo células cancerígenas é analisada em laboratório por um médico patologista. </strong>As informações provenientes da biópsia também podem ajudar a orientar os próximos passos do tratamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Opções de tratamento quando a metástase é diagnosticada</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quase sempre o tratamento do câncer de mama metastático <strong>concentra esforços em conter a disseminação da doença enquanto se tenta prolongar a vida da paciente e ampliar o seu bem-estar.</strong> Dessa forma, podem ser utilizadas de forma isolada ou combinada alternativas como:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Hormonioterapia</li><li>Quimioterapia</li><li>Imunoterapia</li><li>Radioterapia</li><li>Cirurgias</li><li>Terapias-alvo (como aquelas baseadas no uso de inibidores de CDK4/6, Pl3K, mTOR ou PARP ou direcionadas a alterações no HER2)</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Veja também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/recorrencia-do-cancer-de-mama/"><u>Quais os riscos e o que pode ser feito para evitar a recorrência do câncer de mama?</u></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Eventualmente, <strong>terapias localizadas podem ser indicadas para tumores em locais específicos (como os ossos, por exemplo), sobretudo se a condição estiver causando dor</strong>. No mais, diferentes práticas integrativas podem ser recomendadas para aliviar sintomas e melhorar a qualidade de vida da paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em todo o caso, <strong>os exames para detecção da metástase são indispensáveis para confirmar e determinar a extensão do comprometimento provocado pela doença.</strong> Sem isso, pode ser difícil indicar opções de tratamento condizentes com o quadro, fundamentais para que a mulher mantenha um nível satisfatório de bem-estar nesse período.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja o que você precisa saber sobre os </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/estagios-cancer-mama/"><u><strong>diferentes estágios de um câncer de mama e como essa definição ajuda a definir o tratamento.</strong></u></a></p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/exame-deteccao-metastase/">Quais os exames para detecção de metástase mais utilizados em pacientes com câncer de mama?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Afinal, o câncer de mama entre jovens vem se tornando mais frequente? Veja o que se sabe sobre a doença entre esse público</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jul 2023 12:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres jovens]]></category>
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		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que pode explicar o aumento do número de episódios de câncer de mama entre jovens e o que é preciso considerar no tratamento desses casos? Embora parte considerável dos casos de câncer de mama aconteça em mulheres mais velhas, sobretudo a partir dos 50 anos, quem ainda não alcançou tal idade não está imune à doença. Pelo contrário: alguns [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-mama-jovens/">Afinal, o câncer de mama entre jovens vem se tornando mais frequente? Veja o que se sabe sobre a doença entre esse público</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>O que pode explicar o aumento do número de episódios de câncer de mama entre jovens e o que é preciso considerar no tratamento desses casos?</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora parte considerável dos casos de câncer de mama aconteça em mulheres mais velhas, sobretudo a partir dos 50 anos, quem ainda não alcançou tal idade não está imune à doença. <strong>Pelo contrário: alguns indicadores parecem apontar para um aumento da incidência do câncer de mama entre jovens.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, a partir de dados coletados entre a população norte-americana, <strong>é possível estimar que pouco mais 5% dos casos de câncer de mama invasivos são diagnosticados em mulheres entre 15 e 39 anos, conforme</strong><a href="https://ascopubs.org/doi/pdf/10.1200/OP.20.00793?role=tab" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong> aponta um artigo de 2021</strong></u></a><strong>. Além disso, a doença já responde por 30% de todos os tumores diagnosticados nesse mesmo recorte etário.</strong> Isso faz do câncer de mama o tipo de câncer mais comum entre essa população.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as tendências atuais de casos de câncer de mama entre jovens?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Também levando em conta números dos Estados Unidos, é possível indicar uma tendência no crescimento de casos de câncer entre as mulheres jovens. <strong>Essa elevação vem acontecendo desde 2004, de acordo com o artigo já citado, publicado no periódico </strong><em><strong>Oncology Practice</strong></em><em>.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dentro dessa tendência, os autores do estudo apontam que jovens têm maior chance de apresentar quadros avançados do câncer de mama no momento do diagnóstico. Isso, claro, aumenta o risco de mortalidade pela doença.</strong> De acordo com os dados do estudo norte-americano, dois terços das pacientes jovens são diagnosticadas com <a href="https://drabrendadelgado.com.br/estagios-cancer-mama/"><u>tumores em estágio</u></a> II, III ou IV. Entre mulheres mais velhas, esse contingente é de apenas um terço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, fenômeno similar também parece estar em curso. <strong>Conforme dados de pacientes tratadas no </strong><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1877782122000443#:~:text=Breast%20cancer%20cases%20and%20deaths,years%20is%20increasing%20in%20Brazil.&amp;text=In%202021%2C%2021.8%25%20of%20breast,center%20were%20in%20young%20ages." target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>Instituto do Câncer do Estado de São Paulo publicados em artigo recente</strong></u></a><strong>, o percentual de pacientes com menos de 40 anos subiu de 10% para 13% nos dois períodos comparados.</strong> Entre 2009 e 2014, 626 das 6.276 pacientes tinham menos de 40 anos. Já entre 2015-2020, as pacientes abaixo de 40 anos somavam 815, em grupo de 6.293 novos casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os responsáveis pelo estudo indicam que tais achados estão em linha com aqueles encontrados em outros dados pelo mundo, reforçando a necessidade de entender melhor o que está provocando isso.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que pode explicar o maior número de casos de câncer de mama nessas faixas etárias?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O histórico familiar costuma ser um componente frequente nos casos de câncer de mama entre mulheres jovens. <strong>Desse modo, mulheres que carregam consigo alterações em genes como o BRCA podem apresentar uma chance maior de desenvolver precocemente um tumor na mama. </strong>Conforme orientação médica, elas podem adotar as medidas diferenciadas de rastreamento e profilaxia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O recente aumento dos casos de tumores na mama entre mulheres jovens não parece estar relacionado a questões genéticas e hereditárias, uma vez que o tempo necessário para que essa influência seja preponderante teria que ser muito maior.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Logo, diferentes fatores de risco modificáveis podem explicar melhor o aumento do número de diagnósticos</strong>. Desse modo, aspectos como fertilidade e amamentação, padrão das dietas, sedentarismo, excesso de peso/obesidade e consumo de<a href="https://drabrendadelgado.com.br/alimentos-ultraprocessados-cancer/"> alimentos ultraprocessados</a> podem ser as causas de tais mudanças.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ainda assim, muito precisa ser investigado para determinar melhor possíveis comportamentos responsáveis por elevar o risco de câncer em mulheres abaixo dos 40 anos. </strong>No mais, o crescimento dos casos de câncer em faixas etárias mais baixas pode orientar a discussão em torno das orientações sobre o rastreamento de novos casos, sempre considerando a relação entre risco e benefício de cada intervenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Veja também:<a href="https://drabrendadelgado.com.br/acompanhamento-pos-cancer-mama/"> O que precisa ser levado em conta no acompanhamento pós-câncer de mama?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as diferenças no diagnóstico do câncer de mama entre jovens?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O diagnóstico do câncer de mama em pacientes abaixo dos 40 anos precisa considerar alguns aspectos relevantes<strong>. É preciso ter em mente, por exemplo, que além de não terem a recomendação geral de exames de rotina para detectar a doença, mulheres jovens tendem a ter o tecido da mama mais denso.</strong> Desse modo, pode ser difícil identificar alterações suspeitas na mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, é mais frequente que mulheres jovens (e até mesmo seus médicos) ignorem sinais e sintomas que podem indicar a presença de um câncer de mama. Entre as alterações que merecem atenção estão nódulos, alterações nos mamilos e secreções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em tal contexto, desde maio de 2023 as <a href="https://www.jacr.org/pb-assets/Health%20Advance/journals/jacr/Monticciolo_ACRHiRiskScr-1683132562870.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>novas diretrizes do Colégio Norte-Americano de Radiologia recomendam que todas as mulheres</strong></a><strong> (principalmente aquelas com risco elevado para o câncer de mama, como as de pele negra e de ascendência judaica asquenaze) façam uma avaliação de risco aos 25 anos.</strong> A partir disso, é possível determinar a necessidade de iniciar o rastreamento antes dos 40</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por isso, mulheres dentro desse recorte etário devem visitar um mastologista.</strong> Esse especialista avalia cada caso conforme o histórico da paciente e utiliza escalas que calculam o risco individual de desenvolver a doença. Essa mudança nas diretrizes reflete o aumento no número de diagnósticos de câncer de mama em mulheres mais jovens e a tendência de que a doença seja mais agressiva nessa fase da vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, algumas mulheres poderiam se beneficiar da realização de exames preventivos mais cedo, em idades abaixo das recomendações atuais. Não custa reforçar que o diagnóstico precoce do câncer de mama afeta consideravelmente a chance de sucesso do tratamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como é feito o tratamento nesses casos?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Confirmado o diagnóstico, o prognóstico das pacientes jovens tende a ser bom com a adoção do </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-mama-triplo-negativo/"><strong>tratamento</strong></a><strong> adequado.</strong> Porém, não é raro que esse perfil de caso tenha uma evolução pior, já que, como já mencionado, tumores agressivos são mais comuns abaixo dos 40 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, costuma ser indicado que a mulher diagnosticada com câncer de mama antes dos 40 faça um<a href="https://drabrendadelgado.com.br/teste-genetico-para-cancer-de-mama/"><u> teste genético</u></a> para<a href="https://drabrendadelgado.com.br/mutacao-palb2/"><u> mapear mutações</u></a> que podem explicar a doença precoce, como também<a href="https://drabrendadelgado.com.br/assinaturas-genomicas/"><u> influenciar nas chances de recidiva</u></a> e no aparecimento de tumores em outras partes do organismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>No câncer de mama em mulheres jovens, o comprometimento da fertilidade e reflexos sobre a sexualidade também pode despertar a preocupação das pacientes</strong>. Dessa forma, medidas para mitigar esses impactos são importantes. Se a mulher deseja ter filhos, ela pode discutir junto ao médico opções como congelamento de óvulos, intervenções para proteger os ovários e outras ações possíveis para preservar a capacidade reprodutiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://drabrendadelgado.com.br/gravidez-apos-cancer-de-mama-e-possivel/">Por falar em fertilidade, veja como mulheres que desejam engravidar após o tratamento contra um câncer de mama podem alcançar esse objetivo.</a></p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-mama-jovens/">Afinal, o câncer de mama entre jovens vem se tornando mais frequente? Veja o que se sabe sobre a doença entre esse público</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>O que são as lesões pré-cancerígenas na mama?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 May 2023 14:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[hiperplasia]]></category>
		<category><![CDATA[lesão maligna]]></category>
		<category><![CDATA[lesões de alto risco]]></category>
		<category><![CDATA[lesões precursoras de câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embora não sejam efetivamente um câncer, as lesões pré-cancerígenas na mama podem exigir intervenções para reduzir o risco de desenvolver um câncer de mama Um câncer de mama é uma doença em evolução a partir da reprodução descontrolada das células de diferentes pontos do tecido mamário. Em alguns casos, a presença das chamadas lesões pré-cancerígenas ou lesões precursoras de câncer [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Embora não sejam efetivamente um câncer, as lesões pré-cancerígenas na mama</em> <em>podem exigir intervenções para reduzir o risco de desenvolver um câncer de mama</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um câncer de mama é uma doença em evolução a partir da reprodução descontrolada das células de diferentes pontos do tecido mamário. <strong>Em alguns casos, a presença das chamadas lesões pré-cancerígenas ou lesões precursoras de câncer de mama podem apontar que uma paciente tem um risco maior de ter câncer de mama no futuro.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda que nem toda mulher com uma lesão pré-cancerígena vá desenvolver efetivamente um câncer de mama, o diagnóstico desse tipo de formação merece atenção especial. Isso pode envolver o acompanhamento e a adoção de medidas para prevenir o risco associado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as características das lesões pré-cancerígenas?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática<strong>, lesões pré-cancerígenas da mama são resultado de alterações nas células que compõem o tecido mamário, mas que ainda não indicam a presença de um câncer de mama propriamente dito.</strong> Elas recebem esse nome justamente por predispor a um risco maior de desenvolver um câncer de mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diferente do que acontece em lesões benignas, nas lesões pré-malignas as células já apresentam alguma alteração no material genético. <strong>Dependendo do grau de progressão da lesão, o grau de semelhança com um câncer se torna cada vez maior, até o ponto que a disseminação da célula atinge áreas adjacentes do ponto original de disseminação.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Logo, é fundamental que tais alterações sejam identificadas e acompanhadas da forma mais rápida possível.</strong> Tal recomendação muitas vezes esbarra na falta de sinais e sintomas nítidos para essas condições, bem como na dificuldade de diferenciar a presença da lesão até mesmo com o suporte dos exames de imagem.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são as lesões pré-cancerígenas mais comuns?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A maioria das lesões pré-cancerígenas na mama são classificadas como hiperplasias.</strong> Elas podem atingir estruturas da mama como os lóbulos (glândulas responsáveis pela produção de leite materno) e os ductos (estruturas que levam o leite até o mamilo). Essas condições podem afetar mulheres de qualquer idade, mas tendem a alcançar com maior frequência aquelas acima dos 35 anos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Hiperplasia simples ou usual sem atipias (lobular ou ductal)</h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>As hiperplasias simples são lesões causadas pelo aumento do número de células justamente nos lóbulos ou nos ductos mamários</strong>. Assim, quando atinge os ductos mamários, recebe o nome de hiperplasia ductal usual e quando alcança o lóbulo, recebe o nome de hiperplasia lobular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Geralmente, tal condição não gera dor ou a formação de um nódulo perceptível. De acordo com a American Câncer Society (ACS), <a href="https://www.cancer.org/cancer/breast-cancer/non-cancerous-breast-conditions/hyperplasia-of-the-breast-ductal-or-lobular.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>a presença de hiperplasias usuais ou sem atipias na mama pode elevar o risco de câncer entre 1,5 e 2 vezes</u></a> quando comparadas a mulheres que não apresentam tal formação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Hiperplasia atípica (lobular ou ductal)</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Nas hiperplasias atípicas também há um aumento do número de células nos lóbulos ou nos ductos da mama. <strong>Entretanto, o padrão de disseminação é irregular, consideravelmente diferente do que seria considerado. Logo, elas recebem a designação de atípicas</strong>. Tal condição também recebe o nome de hiperplasia lobular com atipias (HLA) ou hiperplasia ductal com atipias (HDA).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também de acordo com a ACS uma mulher com <a href="https://www.cancer.org/cancer/breast-cancer/non-cancerous-breast-conditions/hyperplasia-of-the-breast-ductal-or-lobular.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">hiperplasia atípica tem risco entre 4 e 5 vezes maior de desenvolver um tumor na mama</a> do que mulheres sem alterações do tipo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Carcinoma lobular in situ</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os carcinomas lobulares in situ são outro tipo de lesão que pode predispor a um risco maior de desenvolver câncer de mama. <strong>Um carcinoma se caracteriza pela proliferação anormal de células ao longo dos lóbulos mamários, mas não invadem os tecidos próximos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, esse tipo de lesão pode ser classificado como clássico (com células menores e mais ou menos do mesmo tamanho), pleomórfico (com células maiores e arranjo anormal) ou florido (com disseminação grande o suficiente para formar uma massa de células com uma área de células mortas no centro).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em geral, a presença de um carcinoma lobular in situ pode <a href="https://www.cancer.org/cancer/breast-cancer/non-cancerous-breast-conditions/lobular-carcinoma-in-situ.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>elevar o risco de desenvolver um câncer entre 7 e 12 vezes,</u></a> como aponta a ACS.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/carcinoma-lobular-invasivo/">O que você precisa saber sobre os carcinomas lobulares invasivos?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que deve ser feito para diagnosticar e acompanhar esses quadros?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quase sempre o diagnóstico de uma lesão pré-cancerígena na mama é feito durante exames de rotina para identificar um possível câncer de mama.</strong> Entretanto, é preciso considerar que nem sempre essas alterações aparecem em exames de imagem, como as mamografias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, a biópsia costuma ser o recurso mais utilizado para confirmar a presença de uma lesão pré-cancerígena. <strong>Confirmado o diagnóstico, o médico orientará a paciente sobre as ações de acompanhamento, prevenção e, eventualmente, profilaxia</strong>. Assim, é possível reduzir o risco de que a lesão desencadeie para um câncer de mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em geral, as hiperplasias simples não exigem intervenções de prevenção. Por outro lado, hiperplasias atípicas, sejam elas ductais ou lobulares<strong>, podem indicar a realização de uma pequena cirurgia para remover o tecido afetado, garantindo se há ou não presença de lesão cancerígena associada à alteração. Além disso, pode haver recomendação de retornos periódicos mais frequentes (a cada 6 ou 12 meses), para a devida avaliação da mama e a realização de exames de rastreamento.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O médico pode prescrever medicamentos que reduzem o risco de desenvolver câncer (como o <a href="https://drabrendadelgado.com.br/tamoxifeno/"><u>tamoxifeno</u></a>, por exemplo) e orientar sobre <a href="https://drabrendadelgado.com.br/alcool-cancer-de-mama/"><u>mudanças de estilo de vida</u></a> que contribuam para minimizar as chances de ter a doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nos casos de carcinomas lobulares in situ, as recomendações tendem a ser as mesmas.</strong> Porém, algumas pacientes podem se beneficiar de <a href="https://drabrendadelgado.com.br/como-e-feita-a-cirurgia-de-mastectomia/"><u>mastectomias</u></a> profiláticas, principalmente na presença de <a href="https://drabrendadelgado.com.br/teste-genetico-para-cancer-de-mama/"><u>alterações nos genes BRCA1 e 2.</u></a> Esse procedimento pode ser seguido de reconstrução mamária. Embora invasiva, médico e paciente precisam discutir com cuidado os benefícios dessa opção diante do risco adicional gerado pelas lesões pré-cancerígenas na mama identificadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Para reforçar a prevenção, </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/sintomas-cancer-mama/"><u><strong>veja o que precisa saber sobre possíveis sinais e sintomas de um câncer de mama.</strong></u></a></p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/lesoes-pre-cancerigenas-mama/">O que são as lesões pré-cancerígenas na mama?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quando deve ser feita uma exérese de nódulo da mama e quais os cuidados básicos para a recuperação?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2023 13:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[exames]]></category>
		<category><![CDATA[mamografia]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A exérese de nódulo da mama é um procedimento conservador, que garante a manutenção da aparência e funcionalidade dos seios A exérese de nódulo da mama, também conhecida como nodulectomia, é um procedimento cirúrgico conduzido para remover nódulos benignos encontrados no tecido mamário. Essa intervenção não exige a retirada de toda a mama, fazendo dela uma opção mais conservadora. Contudo, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/exerese-nodulo-mama/">Quando deve ser feita uma exérese de nódulo da mama e quais os cuidados básicos para a recuperação?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>A exérese de nódulo da mama é um procedimento conservador, que garante a manutenção da aparência e funcionalidade dos seios</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A exérese de nódulo da mama, também conhecida como nodulectomia, é um procedimento cirúrgico conduzido para remover nódulos benignos encontrados no tecido mamário.</strong> Essa intervenção não exige a retirada de toda a mama, fazendo dela uma opção mais conservadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, para garantir a eficiência da cirurgia, é fundamental que sua indicação seja feita mediante uma análise cuidadosa do médico mastologista. Além disso, após o procedimento, a paciente deve seguir algumas recomendações para garantir uma recuperação satisfatória.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Em que circunstâncias a exérese do nódulo da mama é indicada?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O objetivo de uma exérese na mama é remover </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/nodulos-na-mama-o-que-podem-indicar/"><strong>nódulos</strong></a><strong> com o menor impacto possível sobre o tecido da região, seja do ponto de vista funcional, seja do ponto de vista estético. </strong>Isso não acontece, por exemplo, quando a mulher precisa passar por uma mastectomia radical nos casos de câncer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para obter sucesso na exérese, o cirurgião <strong>deve localizar com precisão a posição do nódulo</strong>. Em muitos casos, não é possível fazer isso apenas pelo exame físico. Não é raro, por exemplo, que o nódulo apareça nos <a href="https://drabrendadelgado.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/"><u>exames de imagem</u></a> mas não seja palpável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessas situações, um procedimento feito utilizando uma pequena agulha pode ser utilizado, garantindo a confirmação da área ocupada pelo nódulo. Isso também permite assegurar a viabilidade da exérese. Geralmente, tal procedimento é feito com anestesia local em ambiente ambulatorial, algumas horas ou dias antes da cirurgia em si.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, <strong>nem todo nódulo benigno precisa ser removido</strong>. Isso só acontece quando eles geram dor, deformam a mama ou causam algum tipo de desconforto. É o que acontece, por exemplo, com muitos fibroadenomas, um tipo de formação benigna relativamente comum entre mulheres, conforme explica a <a href="https://www.febrasgo.org.br/pt/noticias/item/186-fibroadenoma" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Normalmente, eles são retirados </strong><strong>cirurgicamente</strong><strong> quando há dúvida no diagnóstico, </strong><strong>em nódulos com crescimento progressivo que tenham entre 3 e 5 centímetros e estejam associados a desconforto local</strong><strong> ou nos casos já mencionados de alteração anatômica da mama.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Para saber mais: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/fibroadenoma-na-mama-o-que-e-sintomas-e-como-tratar/">O que é um fibroadenoma, quais os sintomas e como é feito o tratamento?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Como o procedimento é realizado?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O procedimento de exérese do nódulo da mama é feito mediante uma <strong>incisão que pode ser feita tanto na borda da aréola ou na região sobre o nódulo.</strong> Embora essa segunda opção seja mais simples, ela tende a deixar uma cicatriz mais aparente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As incisões próximas às aréolas permitem que o nódulo seja acessado por meio da abertura de um “túnel” por debaixo da pele até alcançar a massa a ser removida. Os vasos sanguíneos da região têm o fluxo sanguíneo interrompido para evitar hemorragias. A incisão é fechada com pontos após a remoção do nódulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A exérese de nódulo da mama <strong>pode ser feita tanto com anestesia local ou geral</strong>. Isso dependerá da posição da massa a ser removida. Por isso, na presença de mais de um nódulo ou quando a formação é muito volumosa, a opção pela anestesia geral passa a ser considerada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Leia também: </strong></em><a href="https://drabrendadelgado.com.br/tipos-de-proteses-mamarias/"><em><u><strong>Saiba mais sobre os diferentes tipos de prótese mamária</strong></u></em></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Como garantir uma boa recuperação de uma exérese do nódulo da mama?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">No pré-operatório, a paciente é orientada sobre o período necessário de manutenção de jejum. Ela também deverá informar os medicamentos utilizados e receberá recomendação para suspender o uso daqueles que possam prejudicar a coagulação sanguínea. <strong>Cuidados adicionais podem variar de caso a caso, então é fundamental tirar todas as dúvidas com o cirurgião</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quase sempre o procedimento cirúrgico necessário para a remoção de um nódulo é feito sem complicações. Os problemas mais comuns envolvem abertura da cicatriz, infecções no local da incisão e hematomas. Além disso, é preciso considerar os riscos atrelados ao uso da anestesia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Finalizado o procedimento, o período de observação varia de acordo com a extensão da área operada. Assim, pode ser que seja necessário passar um ou dois dias em internação. Após a cirurgia, é comum sentir dores no local, acompanhado de sinais de inchaço. Por isso, o médico pode prescrever um analgésico para aliviar o desconforto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos primeiros dias pós-cirurgia, é essencial tomar cuidado com os movimentos realizados, evitando esforços exagerados. Outra recomendação envolve usar um sutiã confortável, capaz de fornecer sustentação adequada para as mamas. Com esse intuito, sutiãs cirúrgicos ou modelos esportivos costumam ser mais apropriados.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Saiba mais: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/mamoplastia-redutora-e-mastopexia-quando-sao-indicada/">Quando mamoplastias redutoras e mastopexias são indicadas?</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Em suma, a exérese de nódulo da mama tende a transcorrer de forma tranquila antes, durante e depois do procedimento.</strong> Dessa forma, médicos e pacientes contam com uma alternativa menos invasiva para remoção de um nódulo, garantindo a manutenção da aparência e funcionalidade das mamas.</p>
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		<title>O que você precisa saber sobre os sinais e sintomas do câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2023 19:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
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		<category><![CDATA[mamografia]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conhecer os sintomas do câncer de mama torna mais provável identificar casos da doença em estágios iniciais, ampliando a chance de sucesso do tratamento O câncer de mama é o tipo de neoplasia mais comum entre as mulheres brasileiras. Foram diagnosticados mais de 73 mil novos casos em 2022, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer. Isso representa mais [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/sintomas-cancer-mama/">O que você precisa saber sobre os sinais e sintomas do câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Conhecer os sintomas do câncer de mama torna mais provável identificar casos da doença em estágios iniciais, ampliando a chance de sucesso do tratamento</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O câncer de mama é o tipo de neoplasia mais comum entre as mulheres brasileiras. Foram diagnosticados mais de 73 mil novos casos em 2022, de acordo com o <a href="https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/numeros" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Instituto Nacional do Câncer</u></a>. Isso representa mais de 30% do total de todos os tipos de câncer identificados entre mulheres, no ano. <strong>Logo, diante da alta incidência, é importante saber reconhecer os sintomas do câncer de mama.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora nem sempre isso seja possível, vários sinais e sintomas podem servir de alerta para que a mulher procure ajuda médica. Do mesmo modo que outros tipos de tumor, o câncer na mama se beneficia consideravelmente de um diagnóstico precoce, elevando a chance de desfechos positivos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Os sintomas do câncer de mama mais comuns</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Em um primeiro momento, é importante ressaltar que nem todo câncer de mama gera sinal ou sintoma perceptível. Além disso, cada paciente pode sofrer com manifestações próprias, que variam caso a caso.</strong> No mais, muitos indicativos do problema podem surgir à medida que a doença progride e alcança estágios mais avançados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Em geral, o sintoma de câncer de mama mais frequente é um nódulo ou massa palpável na região das mamas ou axilas.</strong> Esse tipo de formação que pode indicar a presença de um tumor costuma ser indolor e rígida, além de conter bordas irregulares, embora isso não seja uma regra. Formações malignas também podem gerar algum tipo de dor ou serem regulares e macias. Ademais, é preciso mencionar que <a href="https://drabrendadelgado.com.br/o-que-e-doenca-paget/"><u>uma série de condições de saúde</u></a> podem provocar o aparecimento de nódulos nas mamas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Adicionalmente, um câncer de mama também pode fazer com que a mulher perceba outros sinais e sintomas. Eles geram alterações no corpo, em especial na região das mamas. Entre os mais comuns estão:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>inchaço das mamas ou axilas, mesmo quando nenhum nódulo é percebido;</li><li>algum tipo de dor nas mamas ou mamilo;</li><li>mamilo retraído ou invertido;</li><li>alterações na pele da mama ou mamilo, tornando-a enrugada (com aspecto de casca de laranja). É possível também que surjam irritações, ressecamento ou descamação;</li><li>secreções no mamilo, incluindo sangue;</li><li>modificações na forma ou no tamanho da mama.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Cabe ressaltar que com o passar da idade ou durante determinados eventos da vida de uma mulher (como a amamentação, por exemplo) as mamas sofrem com alterações naturais, inclusive no que diz respeito à aparência, formato, tamanho ou textura da <a href="https://drabrendadelgado.com.br/efeitos-radioterapia-pele/"><u>pele</u></a>. Sob o mesmo ponto de vista, é essencial considerar que cada mulher conta com <a href="https://drabrendadelgado.com.br/seios-tamanhos-diferentes/"><u>características físicas únicas, inclusive em relação aos seios.</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>O que fazer diante de alteração nas mamas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Se deparar com uma alteração na mama pode gerar ansiedade, diante da suspeita de um câncer de mama. <strong>Dessa forma, nessa situação, diante de qualquer anormalidade identificada, o ideal é procurar suporte médico.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em geral, uma primeira avaliação pode ser feita por um clínico geral e diante de qualquer queixa mamária, por um mastologista. A partir disso, após um exame clínico inicial, ele pode solicitar investigações adicionais. Eventualmente, ele também pode encaminhar a paciente para um <a href="https://drabrendadelgado.com.br/o-que-faz-o-mastologista/"><u>mastologista</u></a>. Esse profissional por sua vez, pode solicitar uma mamografia e, mais raramente, uma ressonância magnética. Exames de imagem são capazes de identificar nódulos em estágios bastante iniciais, inclusive aqueles assintomáticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/">Ressonância magnética das mamas: como é este exame e quando é necessário fazer?</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos casos em que o exame de imagem sugerir a presença de um tumor suspeito, a paciente é submetida a uma biópsia das mamas. Para isso, uma pequena amostra de tecido da região afetada é retirada. Assim, o material é analisado em laboratório, o que permite ao médico patologista determinar se as células que compõem aquele tecido são ou não cancerígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Independentemente de qualquer sintoma, visita ao médico ou exame, toda mulher deve ser incentivada a reforçar a consciência a respeito das próprias mamas.</strong> Isso envolve apalpar, tocar e checar visualmente as condições da mama sem que para isso seja necessário utilizar alguma técnica específica. Esse cuidado não substitui ações de rastreamento, como a mamografia. Elas devem ser feitas conforme avaliação médica, mediante ponderação de uma série de fatores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nenhum sintoma do câncer de mama avaliado de forma isolada é o suficiente para confirmar ou excluir uma hipótese de diagnóstico<strong>. Seja como for, algumas das manifestações mais comuns podem servir de alerta, o que reforça a importância da conscientização em torno da saúde das mamas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Para entender melhor os sinais presentes em um exame de imagem, veja o que podem indicar as </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/microcalcificacoes-na-mamografia/"><u><strong>microcalcificações na mamografia.</strong></u></a></p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/sintomas-cancer-mama/">O que você precisa saber sobre os sinais e sintomas do câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Carcinoma lobular invasivo da mama: o que isso indica e o que você precisa saber?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Dec 2022 15:24:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[carcinoma ductal in situ]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[lóbulos]]></category>
		<category><![CDATA[tumor invasivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com diagnóstico que pode ser difícil por meio de exames de imagem, o carcinoma lobular invasivo é o segundo tipo de tumor na mama mais comum Tumores do tipo carcinoma lobular invasivo (CLI) respondem por entre 5% e 15% de todos os cânceres de mama invasivos diagnosticados, de acordo com artigo de revisão sobre o tema publicado em 2021 na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Com diagnóstico que pode ser difícil por meio de exames de imagem, o carcinoma lobular invasivo é o segundo tipo de tumor na mama mais comum</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tumores do tipo carcinoma lobular invasivo (CLI) respondem por entre 5% e 15% de todos os cânceres de mama invasivos diagnosticados,</strong> de acordo com artigo de revisão sobre o tema publicado em 2021 na <a href="https://www.hopkinsmedicine.org/health/conditions-and-diseases/breast-cancer/invasive-lobular-carcinoma" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Frontiers of Oncology. </u></a>Isso faz dele o segundo tipo de tumor de mama invasivo mais comum, atrás apenas dos carcinomas ductais. Nas últimas décadas, parece ter havido uma crescente incidência da manifestação de CLI, principalmente em mulheres na pós-menopausa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante disso, vale reforçar o que caracteriza um carcinoma lobular invasivo, entender se existem causas que predispõem seu desenvolvimento e ainda repassar os caminhos para o diagnóstico e o tratamento adequado, que se feito de forma precoce, amplia a chance de sobrevivência.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é um carcinoma lobular invasivo?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O carcinoma lobular invasivo é um tipo de tumor de mama que começa a se formar nos lóbulos, estruturas responsáveis pela produção de leite materno</strong>. Eles são diferentes dos carcinomas ductais, outro tipo de tumor invasivo, que se origina nos ductos mamários, que levam o leite do lóbulo até o mamilo. Seja como for, a partir disso, ambos podem se espalhar para o restante do tecido da mama e do organismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com características biológicas relativamente distintas e padrões de proliferação de celular difusos quando comparados a outros tipos de tumor, os carcinomas lobulares invasivos podem representar um desafio para o diagnóstico, o tratamento e todo o manejo clínico.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os principais fatores de risco?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns fatores e hábitos estão associados a um maior risco de desenvolver um carcinoma lobular invasivo. <strong>Certos estudos, por exemplo, indicam uma correlação entre a administração de terapias de reposição hormonal e uma incidência maior desse tipo de tumor,</strong> o que não é uma surpresa quando se leva em conta que a maioria deles são receptores hormonais positivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Menarca precoce (antes dos 12 anos), menopausa tardia (após os 55 anos), ausência de gestações ao longo da vida e gravidez tardia também podem indicar uma maior predisposição para carcinomas lobulares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação ao estilo de vida, <strong>o consumo excessivo de álcool também está relacionado a um risco adicional de desenvolver tumores invasivos no lóbulo da mama</strong>, conforme vários estudos que avaliam o<a href="https://academic.oup.com/alcalc/article/55/3/246/5748223?login=false" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> potencial carcinogênico da bebida alcoólica</u></a>, inclusive em casos de câncer de mama. Parece haver também a atuação de componentes genéticos e hereditários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mais, <strong>carcinomas lobulares invasivos costumam ser diagnosticados com mais frequência em pacientes mais velhas</strong> (a partir dos 50 anos, graças, em parte, a avanços nas técnicas diagnósticas) <strong>e em estágios mais avançados,</strong> diante da ausência de sinais clínicos perceptíveis em boa parte dos casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/anticoncepcional-e-cancer-de-mama-relacao-e-riscos/?_gl=1*1ca0a8l*_ga*MjEzMTMwOTUzMS4xNjYzMzM2Nzgx*_ga_PQC87SDMSD*MTY2NzMzNDQ2OC4xNy4xLjE2NjczMzQ1MjcuMC4wLjA.&amp;_ga=2.100015064.777847516.1667252203-2131309531.1663336781">Entenda a relação entre o uso de anticoncepcionais e o câncer de mama e veja quais são os riscos</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como é feito o diagnóstico?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Como já ressaltamos, <strong>o diagnóstico de carcinomas lobulares invasivos pode ser um desafio.</strong> As pacientes não costumam ter sinais clínicos visíveis, muito menos caroços palpáveis nas mamas. <strong>Nos casos em que é possível perceber algum sintoma, os mais comuns são espessamento ou inchaço nas mamas, inversão dos mamilos ou ainda alterações na pele da mama.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, do ponto de vista molecular, é comum que um CLI apresente deficiência na expressão de uma proteína chamada e-caderina. Em linhas gerais, essa molécula é responsável pela adesão de uma célula a outra e garante a integridade do tecido. <strong>Sem a e-caderina, o tumor se torna menos coeso e mais difícil de ser identificado em exames de imagens, como as</strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/microcalcificacoes-na-mamografia/?_gl=1*1ca0a8l*_ga*MjEzMTMwOTUzMS4xNjYzMzM2Nzgx*_ga_PQC87SDMSD*MTY2NzMzNDQ2OC4xNy4xLjE2NjczMzQ1MjcuMC4wLjA.&amp;_ga=2.100015064.777847516.1667252203-2131309531.1663336781"><u><strong> mamografias.</strong></u></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir disso, sempre que uma mamografia indicar alguma alteração que cause preocupação ou houver sinais que despertam a atenção do médico, podem ser utilizados outros métodos para confirmar o diagnóstico. Entre os mais indicados estão <strong>as ressonâncias magnéticas, os ultrassons e as biópsias, que removem com o auxílio de uma agulha ou de uma cirurgia uma pequena amostra do tecido da mama para análise laboratorial.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Confirmado o diagnóstico de um carcinoma lobular invasivo, o médico pode solicitar exames adicionais para determinar o estádio do tumor (de pequeno e pouco invasivo até avançado e em estado metastático, com várias escalas entre esses dois pontos). De qualquer forma, os exames de imagem, testes sanguíneos e avaliações clínicas costumam ser suficientes para indicar a extensão do quadro.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais os tratamentos disponíveis?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Diante do diagnóstico e do estadiamento também vão ser definidas as condutas relativas ao tratamento para combater o tumor. <strong>Essa decisão dependerá da extensão do carcinoma lobular, do tipo molecular, da sua agressividade, da condição geral de saúde da paciente e de uma avaliação cuidadosa por parte do médico, que deve ponderar o risco e o benefício diante de cada alternativa</strong>. As opções disponíveis são:</p>



<h3 class="wp-block-heading">&#8211; Cirurgia</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A extensão do processo cirúrgico dependerá do grau de avanço do tumor. Desse modo, pode ser feita uma cirurgia conservadora (quadrantectomia ou lumpectomia). Pode haver ainda indicação de abordagem axilar, com dissecção de linfonodos sentinelas (linfadenectomia axilar).</p>



<h3 class="wp-block-heading">&#8211; Terapias adjuvantes e neoadjuvantes (quimioterapia e <a href="https://drabrendadelgado.com.br/como-e-feita-a-radioterapia-na-mama/">radioterapia</a>)</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O uso de radiação ou quimioterápicos de forma adjuvante (depois da cirurgia) contribui para a eliminação de células cancerígenas que ficaram no corpo mesmo após a intervenção ou ainda para evitar que elas se espalhem para outros locais do organismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A quimioterapia neoadjuvante, aquela feita antes da cirurgia, é indicada em alguns casos. Ela pode oferecer benefícios maiores, por exemplo, na presença de tumores de grande volume, com o intuito de reduzir o tamanho do acometimento e possibilitar uma cirurgia de menor extensão. Outra possibilidade é em casos de tumores de pequeno volume, porém com perfil molecular mais agressivo, como os triplo negativos e <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-de-mama-her2-positivo-o-que-isso-indica/">HER2 positivo</a>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">&#8211; <strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/hormonioterapia-para-cancer-de-mama/?_gl=1*3wyh22*_ga*MjEzMTMwOTUzMS4xNjYzMzM2Nzgx*_ga_PQC87SDMSD*MTY2NzMzNDQ2OC4xNy4xLjE2NjczMzQ0NjguMC4wLjA.&amp;_ga=2.100015064.777847516.1667252203-2131309531.1663336781">Terapia hormonal</a></strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Essa opção é quase sempre parte do tratamento, uma vez que esse tipo de tumor na maioria dos casos é receptor hormonal positivo. Empregado antes ou depois da cirurgia, o uso de medicamentos para bloquear a produção de hormônios (como os inibidores de aromatase e os moduladores seletivos dos receptores de estrogênio, como o <a href="https://drabrendadelgado.com.br/tamoxifeno/?_ga=2.21466683.1066836564.1672760910-1333540459.1670851033&amp;_gl=1*1k6paui*_ga*MTMzMzU0MDQ1OS4xNjcwODUxMDMz*_ga_PQC87SDMSD*MTY3Mjc2MDkxMC4xMC4xLjE2NzI3NjA5MTAuMC4wLjA.">tamoxifeno</a>) ajudam na prevenção de <a href="https://drabrendadelgado.com.br/recorrencia-do-cancer-de-mama/?_gl=1*3wyh22*_ga*MjEzMTMwOTUzMS4xNjYzMzM2Nzgx*_ga_PQC87SDMSD*MTY2NzMzNDQ2OC4xNy4xLjE2NjczMzQ0NjguMC4wLjA.&amp;_ga=2.100015064.777847516.1667252203-2131309531.1663336781"><u>recidivas</u></a> e na redução da velocidade do espalhamento do tumor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É claro que cada caso precisa ser analisado individualmente, mas, em geral, <strong>um quadro de carcinoma lobular invasivo tem bom prognóstico e altas taxas de sobrevida, principalmente quando diagnosticado em estágios iniciais</strong>. Nesse sentido, eles mantêm patamares de regressão e controle similares ao que acontece nos diagnósticos de carcinomas ductais in situ.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Aproveite e veja agora tudo o que você precisa saber sobre o </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/papiloma-intraductal/?_gl=1*96n45f*_ga*MjEzMTMwOTUzMS4xNjYzMzM2Nzgx*_ga_PQC87SDMSD*MTY2NzMzNDQ2OC4xNy4xLjE2NjczMzQ1NDAuMC4wLjA.&amp;_ga=2.92198876.777847516.1667252203-2131309531.1663336781"><u><strong>papiloma intraductal</strong></u></a><strong>, formação na estrutura da mama normalmente benigna.</strong></p>
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		<title>Câncer de mama: por que o movimento Outubro Rosa é tão importante?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Oct 2022 13:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[mastologista]]></category>
		<category><![CDATA[outubro rosa]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda a importância do movimento outubro rosa e como sua força é essencial para impactar positivamente no combate ao câncer de mama O movimento que deu vida à campanha Outubro Rosa surgiu em 1991, quando a fundação Susan G. Komen, hoje a maior organização sem fins lucrativos na luta contra o câncer de mama, distribuiu laços cor-de-rosa aos participantes da [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/por-que-outubro-rosa-e-importante/">Câncer de mama: por que o movimento Outubro Rosa é tão importante?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Entenda a importância do movimento outubro rosa e como sua força é essencial para impactar positivamente no combate ao câncer de mama</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O movimento que deu vida à campanha Outubro Rosa surgiu em 1991</strong>, quando a fundação <a href="https://www.komen.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Susan G. Komen</a>, hoje a maior organização sem fins lucrativos na luta contra o câncer de mama, <strong>distribuiu laços cor-de-rosa aos participantes da corrida Komen Race fot the Cure</strong>, realizada em Nova York. <strong>Essas corridas </strong><a href="https://www.komen.org/how-to-help/attend-events/race-for-the-cure/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>acontecem até hoje</strong></a> e ajudam a fundação na arrecadação de recursos que são utilizados para <strong>financiar pesquisas, alguns cuidados de pessoas diagnosticadas</strong> e outras ações com os objetivos alinhados à missão da organização, que é o de <strong>acabar com o câncer de mama</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde então, o movimento outubro rosa <strong>tem ganhado apreço de outras entidades que fomentaram o mesmo ato simbólico</strong>, que é singelo, mas que conseguiu agregar <strong>muita força e importância</strong>, inclusive para se projetar em muitos outros países.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, as campanhas acontecem desde 2002, mas apenas em 2018, que as ações <strong>foram instituídas por lei federal</strong> contemplando, entre outras atividades, a divulgação de informação, a promoção de palestras com especialistas sobre o tema, o incentivo ao rastreamento da doença pela população, distribuição de laços cor-de-rosa e a iluminação de construções também na cor rosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/mitos-e-verdades-sobre-o-cancer-de-mama/">9 mitos e verdades sobre o câncer de mama</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como essa campanha impacta no câncer de mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A grandeza de todas essas ações foi ganhando ainda mais reconhecimento a cada ano porque <strong>trabalham baseadas, principalmente, com a informação</strong>, que é a melhor ferramenta para o rastreamento e combate ao câncer de mama. Isso porque, com informação, a população <strong>se torna apta a fazer o autoexame</strong>, ajudando no diagnóstico precoce, além de tomar a consciência da <strong>necessidade de realização dos exames específicos</strong>, como a mamografia, anualmente após os 40 anos, o que, consequentemente, aumenta muito as chances de um tratamento bem-sucedido. <strong>Q</strong><strong>uanto mais cedo o câncer é descoberto, melhores são as chances de cura</strong> e menores são os índices de mortalidade. Outra atribuição de responsabilidade ao Outubro Rosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Só para ter uma ideia, segundo o INCA, <a href="https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files/media/document/a_situacao_ca_mama_brasil_2019.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>a taxa de mortalidade aumentou progressivamente de 9,2 para 12,4</strong></a> <strong>a cada 100 mil mulheres</strong>, desde 1980 a 2016. O que representa, em 2019, <strong>o número de 18.296 mortes por câncer de mama</strong>. Dados que tornam ainda mais importante as campanhas de conscientização.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Colo do útero: outro assunto importante no Outubro Rosa</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando analisado por regiões no Brasil, o câncer de mama só não é a maior causa de morte na <strong>região norte</strong>, ficando atrás do <strong>câncer de colo do útero</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é outro assunto que começou a ganhar relevância quando se fala em Outubro Rosa, pois, mais recentemente, as campanhas evoluíram o tom para englobar não só o câncer de mama, <strong>mas os cuidados com a saúde geral da mulher</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Não enfrente o câncer da mama sozinha</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Doenças como o câncer de mama são delicadas por trazerem diversos aspectos que <strong>impactam diretamente na vida das pacientes</strong> e podem causar muitas preocupações. Por isso, é importante lembrar que <strong>você não deve enfrentá-lo sozinha</strong>. Conte, principalmente, com a ajuda de médicos especialistas em mastologia, além das pessoas mais próximas a você. <strong>Familiares e amigos são fundamentais</strong> para apoio e suporte nessas horas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A especialidade de mastologia</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A função do mastologista leva em consideração os <strong>sintomas e as doenças benignas e malignas que acometem as mamas</strong> e doenças relacionadas a elas. Porém, mais do que isso, um <strong>profissional preparado</strong> sabe que uma doença como o câncer de mama <strong>também pode trazer problemas psicológicos</strong> como consequência e, por isso, ajuda da melhor forma possível seus pacientes. Além das orientações corretas, <strong>exerce um atendimento acolhedor também</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/dicas-para-cuidar-da-saude-mental-durante-tratamento-de-cancer-de-mama/">Sobre maneiras de cuidar da saúde mental durante o tratamento de câncer de mama.</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que os familiares e pessoas próximas podem fazer</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A melhor ajuda, com certeza, <strong>é o apoio emocional</strong>, pois, como sabemos, não é um período fácil quando se descobre o câncer de mama. No entanto, <strong>ainda antes do diagnóstico</strong>, a sociedade em geral, e não só os familiares e pessoas mais próximas, pode ter <strong>papel fundamental no tratamento do câncer de mama</strong> e na campanha de outubro rosa, assim como falamos em outro artigo aqui do blog: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/o-que-e-outubro-rosa/">papel da sociedade na campanha de Outubro Rosa</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, existem algumas dicas extras que, com certeza, fazem a diferença no dia a dia de quem tem câncer de mama:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Respeite a privacidade</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Às vezes, para processar as informações, as pessoas precisam de um tempo sozinhas.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Leve a vida um dia de cada vez</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Sábio é quem deixa os problemas de amanhã para amanhã.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Evite comparações</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Cada vida é diferente e as situações mudam muito de acordo com cada caso, comparar a situação com outras pessoas diagnosticadas com o câncer de mama surte efeito negativo e não ajuda.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Durante o tratamento, ofereça ajuda concreta</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Pequenas tarefas, principalmente, as físicas podem ser mais difíceis para quem está em tratamento.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Para os parceiros, nunca deixe de ouvir e conversar sobre o relacionamento e intimidade</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O câncer de mama pode mexer muito com a sexualidade.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Não deixe os dias seguintes rodarem em torno da doença</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Nem tudo é sobre o câncer de mama. Falar sobre outros assuntos ajuda a manter a mente ativa e em outras necessidades.<br /><br /><br /></p>



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		<title>Entenda a relação entre linfoma anaplásico de células grandes e silicone</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Aug 2022 11:18:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[defesa imunológica]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[implantes mamários]]></category>
		<category><![CDATA[linfomas]]></category>
		<category><![CDATA[mastologista.]]></category>
		<category><![CDATA[silicone]]></category>
		<category><![CDATA[vermelhidão da mama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de raro, os números de casos relatados de casos de linfoma anaplásico de células grandes relacionados a implantes de silicone tem aumentado As recentes divulgações na mídia acerca de casos de linfoma anaplásico de células grandes em pacientes com implantes mamários tem causado dúvidas e receios em mulheres que desejam colocar silicone, ou mesmo naquelas que já realizaram o [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Apesar de raro, os números de casos relatados de casos de linfoma anaplásico de células grandes relacionados a implantes de silicone tem aumentado</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">As recentes divulgações na mídia acerca de casos de<strong> linfoma anaplásico de células grandes</strong> em pacientes com <strong>implantes mamários</strong> tem causado dúvidas e receios em mulheres que desejam colocar <strong>silicone,</strong> ou mesmo naquelas que já realizaram o implante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O linfoma anaplásico de células grandes <strong>(ALCL)</strong> é um distúrbio linfoproliferativo das células T relacionado aos implantes mamários. As células T são responsáveis pela <strong>defesa imunológica </strong>do nosso corpo contra agentes considerados desconhecidos, tais como o gel presente no implante de silicone.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A possível associação entre os implantes mamários e o linfoma anaplásico foi identificada inicialmente em 2011, nos Estados Unidos, pela <a href="https://www.fda.gov/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Food and Drugs Administration (FDA)</u></a>, a agência reguladora ligada ao departamento de saúde do governo norte-americano. Só há pouco tempo, mais precisamente em 2016, o ALCL foi reconhecido pela <a href="https://www.who.int/pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Organização Mundial da Saúde (OMS) </u></a>como uma classificação independente entre os <strong>linfomas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de ser considerado raro, de lá para cá os números de <strong>casos relatados têm aumentado em todo o mundo</strong>, o que tem levado o ALCL a ser objeto de estudos mais detalhados. Por isso, neste artigo vamos detalhar as informações disponíveis atualmente sobre esta doença descoberta há bem pouco tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/nodulos-na-mama-o-que-podem-indicar/">Nódulos na mama: o que podem indicar e quando são preocupantes?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que se sabe sobre o linfoma anaplásico de células grandes</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro caso deste novo tipo de <strong>linfoma </strong>foi relatado em 1997, a grande maioria dos casos descritos na <strong>literatura médica, </strong>até o momento, ocorre em pacientes com implantes texturizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com um recente artigo publicado pela<a href="https://www.isaps.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS),</u></a> até 2020, existiam 35 milhões de pacientes com implantes mamários em todo o planeta e 573 casos de linfoma anaplásico de células grandes relatados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo sugere que o linfoma associado a prótese mamária (BIA-ALCL) ou linfoma anaplásico de células grandes (ALCL) se desenvolve como resposta imunológica à inflamação crônica induzida pelo implante mamário. Isso se daria por meio da hiperplasia de células T (multiplicação celular) com características antigênicas (que reagem ao anticorpo) e levariam a uma resposta imune de inflamação crônica em torno do implante mamário e consequente degeneração genética e displasia em pacientes geneticamente suscetíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tal consequência estaria associada, principalmente, a presença de biofilme bacteriano em implantes texturizados, e como consequência de contratura capsular, trauma capsular repetido ou predisposição genética.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A média de idade das pacientes diagnosticadas com este tipo de linfoma é de 52 anos, sendo que o intervalo médio entre a colocação do implante e o <strong>diagnóstico</strong> é de 9 anos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sintomas</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os sintomas mais frequentes são inchaço da mama, pelo surgimento de uma coleção fluida (seroma) espontânea peri-protética ao redor da prótese ou surgimento de tumor associado à capsula da prótese, além de dor, assimetria das mamas e vermelhidão em alguns casos. A ocorrência de <strong>linfadenopatia</strong> é um sintoma menos comum. Em aproximadamente 70% das pacientes apresenta <strong>seroma</strong> peri-implante, enquanto as 30% restantes além de seroma apresentam uma <strong>massa capsular.</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Diagnóstico</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Na suspeita de <strong>ALCL</strong> associado a implante mamário deve-se coletar material para estudo de Anatomopatológico e para Imunofenotipagem por Citometria de Fluxo através de punção e coleta do líquido ou biópsia da massa. O diagnóstico se baseia na Citologia Oncótica e Imunocitoquímica com pesquisa de CD30 e ALK. Atualmente, se a paciente tiver o marcador CD30 positivo na imunoquímica, será diagnosticada com BIA-ALCL e tratada de modo adequado.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Tratamento</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Até o presente momento, o <strong>tratamento do linfoma anaplásico de células grandes envolve a retirada do implante mamário</strong>, bem como de todo o tecido que o envolve. O diagnóstico precoce garante boas possibilidades de cura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos casos de doença residual ou ressecção incompleta, o médico responsável pelo acompanhamento da paciente pode considerar o <strong>tratamento radioterápic</strong><strong>o</strong> adjuvante. Já nos casos com acometimento linfonodal e/ou doença a distância, a <strong>poliquimioterapia </strong>pode se apresentar como uma opção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As estimativas atuais apontam apenas uma taxa de mortalidade de 2,5% dos casos relatados de linfoma anaplásico de células grandes. Um recall das <strong>próteses mamárias de silicone da marca Allergan,</strong> modelo Natrelle, foi determinado recentemente pelo FDA visto que a grande maioria dos casos de pacientes que vieram a óbito possuíam implantes desta marca. Contudo, o órgão americano pontuou que mulheres que possuem próteses Allergan não têm a necessidade de retirá-las, visto que os riscos de ALCL são muito baixos. Elas apenas devem ser acompanhadas com regularidade por um profissional qualificado. Aqui no Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização, distribuição e importação de três tipos de próteses mamárias da fabricante Allergan, todas do modelo Natrelle, são eles: Natrelle Expansor Tissular Texturizado (lotes a partir de 25/4/2017); Natrelle Implante Mamário Texturizado Allergan e Natrelle Implante Mamário Duplo Lúmen.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Veja também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/o-que-pode-ser-pus-na-mama/">O que pode ser pus na mama?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cuidados necessários para pacientes com implantes mamários de silicone</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A colocação de implantes mamários figura entre as <strong>cirurgias</strong> mais realizadas em todo o mundo, seja por finalidade estética ou para reconstrução das mamas após o tratamento de <strong>câncer de mama. </strong>Após o fim do período de <strong>pós-operatório</strong>, muitas pacientes deixam de realizar o acompanhamento regular com o médico mastologista que devem incluir ainda a realização de exames de imagem, como ultrassom, <strong>mamografia </strong>e ressonância magnética.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale ressaltar que grande parte dos casos relatados pela literatura médica de linfoma anaplásico de células grandes são de pacientes diagnosticadas só após alterações avançadas nas mamas. Essas alterações tendem a não surgir de um momento para o outro, <strong>o acompanhamento periódico pode auxiliar nesta identificação precoce,</strong> possibilitando consequentemente um tratamento mais rápido para qualquer problema encontrado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mulher deve buscar acompanhamento médico ao notar qualquer tipo de alteração, como <strong>assimetria mamária</strong>, inchaço, nódulo ou caroço nas mamas. Além da importância deste acompanhamento com um médico, a paciente também deve ser devidamente informada acerca de dados técnicos da prótese a ser utilizada como marca, modelo, lote e série.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cuide da saúde de suas mamas, realize um acompanhamento periódico com um <strong>mastologista</strong> referenciado.</p>



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		<item>
		<title>Oncoplastia e reconstrução mamária: os diferentes tipos de cirurgia e quando são indicadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2022 13:04:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reconstrução mamária]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[autoestima]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Cirurgia oncoreconstrutora]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[mastectomia]]></category>
		<category><![CDATA[mastologista]]></category>
		<category><![CDATA[oncoplastia]]></category>
		<category><![CDATA[prótese de silicone]]></category>
		<category><![CDATA[quadrantectomia]]></category>
		<category><![CDATA[tamanho das mamas]]></category>
		<category><![CDATA[técnica cirúrgica]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento do câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[volume mamário.]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A oncoplastia e a reconstrução mamária incluem técnicas de cirurgia plástica no tratamento cirúrgico do câncer de mama. Entenda! O diagnóstico de câncer de mama envolve uma série de dúvidas e apreensões para as pacientes acometidas pela doença. Um dos principais receios é como se dará a reconstrução mamária. A possibilidade da realização de reconstrução mamária traz mais conforto e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>A oncoplastia e a reconstrução mamária incluem técnicas de cirurgia plástica no tratamento cirúrgico do câncer de mama. Entenda!</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O diagnóstico de <strong>câncer de mama </strong>envolve uma série de dúvidas e apreensões para as pacientes acometidas pela doença. Um dos principais receios é como se dará a <strong>reconstrução mamária.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A possibilidade da realização de reconstrução mamária traz mais conforto e <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-de-mama-e-autoestima/"><strong>autoestima</strong></a> para a paciente que está no desafio do<strong> tratamento do câncer de mama.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, é importante a paciente estar ciente de que o processo de reconstrução pode requerer várias <strong>intervenções cirúrgicas</strong>, retoques e nunca será semelhante à mama anterior. As expectativas devem estar voltadas para a qualidade de vida e a função.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A oncoplastia, também conhecida como <strong>c</strong><strong>irurgia oncoreconstrutora</strong>, é a associação de técnicas de cirurgia plástica ao tratamento cirúrgico do câncer de mama, e deve ser considerada parte integrante do tratamento de câncer de mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://sbmastologia.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM)</u></a> tem atuado com o enfoque na capacitação e aprimoramento dos mastologistas nas técnicas de oncoplastia mamária para garantir maior acesso e qualidade de vida para as pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As técnicas de cirurgia oncoplásticas são diversas, sendo aplicadas em cirurgias conservadoras e <strong>mastectomias</strong> com o fim de manter o resultado oncológico e estético favorável.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cirurgia-para-cancer-de-mama-opcoes-de-tratamento-cirurgico/">Cirurgia para câncer de mama: quais as opções de tratamento cirúrgico?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Conheça os diferentes tipos e indicações de oncoplastia e reconstrução mamária</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A reconstrução das mamas para pacientes oncológicos é assegurada pela legislação brasileira, por meio da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13770.htm#:~:text=L13770&amp;text=LEI%20N%C2%BA%2013.770%2C%20DE%2019%20DE%20DEZEMBRO%20DE%202018.&amp;text=Altera%20as%20Leis%20n%20%C2%BA,decorrente%20de%20tratamento%20de%20c%C3%A2ncer." target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Lei 13.770/2018.</u></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A reconstrução mamária pode ser realizada no momento da cirurgia ou tardiamente, conforme a avaliação individualizada feita pelo médico <strong>mastologista</strong> responsável pelo acompanhamento do caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, além de discutir a preferência da paciente, outros fatores deverão ser levados em conta pelo mastologista no momento de escolha da técnica a ser empregada, entre eles o <strong>tamanho das mamas</strong>, a quantidade de tecido abdominal e de pele retirada, assim como a existência de cicatrizes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo o principal fator a ser considerado para escolha da <strong>técnica cirúrgica</strong> para reconstrução mamária é o tipo de cirurgia realizada para remoção do câncer de mama, podendo ser uma mastectomia ou <strong>quadrantectomia,</strong> sendo que esta dependerá da extensão do tumor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais tipos de técnicas oncoplásticas para reconstrução mamária, podemos citar:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Mamoplastia redutora oncológica</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Também conhecida como mamoplastia oncoplástica, consiste em uma técnica oncológica, onde é retirado o tumor mamário havendo redução do volume mamário e reconstruída a mesma mama com técnicas semelhantes à da mamoplastia redutora associada concomitantemente a realização da redução da mama saudável. É indicada para mamas de médio e grande porte, já que o tecido da mama saudável é utilizado no preenchimento da mama afetada pelo câncer. Possibilita um resultado bastante satisfatório esteticamente, uma vez que garante um bom equilíbrio entre as duas mamas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Onde é retirado o tumor mamario havendo redução do volume mamário e reconstruía a mesma mama com técnicas semelhantes a da mamoplastia redutora</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a>Reconstrução mamária com prótese e simetrização contralateral</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Indicada em casos em que é necessário realizar uma mastectomia por conta da <strong>extensão do tumor,</strong> essa técnica possibilita a reconstrução da mama através da colocação de uma <strong>prótese de silicone</strong>. Além de repor o volume da mama doente, na mesma cirurgia é possível realizar a simetrizarão da mama oposta ao câncer realizando uma mamoplastia redutora para proporcionar maior equilíbrio o volume entre as mamas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a>Reconstrução de aréola e mamilo</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Na minoria dos casos nos quais não é possível preservar a <strong>aréola</strong> e o <strong>mamilo</strong> no momento da remoção do tumor cancerígeno, pode-se empregar técnicas específicas de reconstrução para reduzir a sensação de mutilação. Realizadas imediatamente ou em momento posterior à cirurgia do câncer de mama, as técnicas de reconstrução irão variar entre a cirurgia conservadora, quando se retira parcialmente a mama, assim como o mamilo, e entre a mastectomia, quando se retira a mama totalmente.</p>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cicatrizes-da-mama-apos-cirurgia-do-cancer/">Como ficam as cicatrizes da mama após cirurgia do câncer?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Benefícios e sequelas da reconstrução mamária</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Além de proporcionar maior <strong>qualidade de vida</strong>, maior autoconfiança e <strong>autoestima</strong> para as pacientes, a reconstrução mamária impacta diretamente em um melhor convívio social e das relações sexuais, assim como na retomada das atividades cotidianas e laborais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso ocorre principalmente devido ao fato que a reconstrução mamária permite à paciente uma maior autoaceitação da sua imagem corporal já que recupera a forma e a<strong> simetria das mamas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a reconstrução, as pacientes não necessitam de próteses externas podem utilizar novamente suas roupas e maiôs.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conduto, é preciso que as pacientes tenham conhecimento que as cirurgias de reconstrução mamária podem causar sequelas funcionais, a exemplo da diminuição da sensibilidade da mama, que pode ser recuperada gradativamente, e também perda da capacidade de <strong>amamentação.</strong></p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/por-que-o-cabelo-cai-na-quimioterapia-e-como-lidar/">Por que o cabelo cai na quimioterapia e como lidar?</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Pacientes com diabetes não controlada, problemas cardiovasculares e hipertensão também não controlada não são recomendadas para a realização da reconstrução devido ao alto risco cirúrgico, devendo ser recomendado apenas a realização de cirurgias reparadoras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro aspecto que deve ser de conhecimento, uma vez que pode ser motivo de preocupação da paciente, é que a reconstrução mamária não está associada à <strong>recidiva do câncer de mama. </strong>Caso a doença retorne, a reconstrução não implica em qualquer dificuldade no diagnóstico ou no tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sempre é recomendado que a mulher decida sobre a reconstrução mamária quando estiver emocionalmente segura sobre o assunto. Por vezes, no momento do diagnóstico do câncer de mama muitas pacientes ainda não conseguem pensar sobre o assunto, devendo tomar a decisão em um momento posterior. No entanto, cabe ao mastologista apresentar todas as possibilidades para que a paciente tenha uma visão mais ampla sobre as possibilidades futuras. Nas nossas instalações, além de sermos responsáveis pelo tratamento oncológico, também realizamos a reconstrução mamária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso tenha alguma dúvida sobre o assunto,<a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5511999653459&amp;text=Ol%C3%A1%2C%20tudo%20bem%3F%20Gostaria%20de%20agendar%20uma%20consulta%20com%20a%20Dra.%20Brenda%20Delgado%2C%20mastologista."><u> entre em contato conosco.</u></a></p>
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