<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="https://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="https://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="https://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="https://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="https://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="https://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos dor - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
	<atom:link href="https://drabrendadelgado.com.br/tag/dor/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link></link>
	<description>Mastologista em São Paulo</description>
	<lastBuildDate>Fri, 28 Aug 2026 16:37:43 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.8</generator>

<image>
	<url>https://drabrendadelgado.com.br/wp-content/uploads/2022/03/cropped-favicon2-32x32.png</url>
	<title>Arquivos dor - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
	<link></link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Veja quais são as principais causas da dor ao amamentar e confira 5 dicas para prevenir o desconforto</title>
		<link>https://drabrendadelgado.com.br/dor-amamentar/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=dor-amamentar</link>
					<comments>https://drabrendadelgado.com.br/dor-amamentar/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[mamas]]></category>
		<category><![CDATA[mamilos]]></category>
		<category><![CDATA[mastite]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://drabrendadelgado.com.br/?p=18444</guid>

					<description><![CDATA[<p>Embora seja fundamental por diferentes motivos (que vão além da nutrição da criança e passam pelo estabelecimento de laços entre mãe e filho e a autoestima da mulher), o aleitamento materno costuma gerar uma série de preocupações, inclusive quando a lactante nota algum tipo de dor ao amamentar. Ainda que muitas vezes tal tipo de desconforto seja naturalizado ou ignorado, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/dor-amamentar/">Veja quais são as principais causas da dor ao amamentar e confira 5 dicas para prevenir o desconforto</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Embora seja fundamental por diferentes motivos (que vão além da<a href="https://www.paho.org/pt/noticias/1-8-2018-aleitamento-materno-nos-primeiros-anos-vida-salvaria-mais-820-mil-criancas" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> nutrição da criança</u></a> e passam pelo estabelecimento de laços entre mãe e filho e a autoestima da mulher), o aleitamento materno costuma gerar uma série de preocupações, inclusive quando a lactante nota <a href="https://drabrendadelgado.com.br/dor-no-seio/"><u>algum tipo de dor </u></a>ao amamentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda que muitas vezes tal tipo de desconforto seja naturalizado ou ignorado, vale sempre reforçar que sentir dor durante a lactação não é normal. <strong>Em muitos casos, cuidados com o posicionamento do bebê costumam resolver a situação. Por outro lado, condições mais graves podem exigir ajuda especializada.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Que problemas costumam estar por trás da dor ao amamentar?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As causas para a dor ao amamentar são várias e muitas vezes vão além do período inicial da lactação, no qual dores e sensibilidade costumam ser mais frequentes. Por isso, vale entender melhor alguns dos motivos mais frequentes que explicam esse tipo de sintoma.</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Sensibilidade mamilar</h3>



<p class="wp-block-paragraph">É comum nos primeiros dias de amamentação. A mulher percebe que os <a href="https://drabrendadelgado.com.br/mamilo-invertido/"><u>mamilos </u></a>estão mais sensíveis, ainda mais por se tratar de um período em que as mamas ficam inchadas. Essa sensação pode ser desconfortável, principalmente quando o bebê começa a sugar o leite, mas tende a desaparecer com o tempo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Fissuras</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Surgem principalmente por conta do posicionamento (a chamada “pega”) inadequado do bebê, causando pequenas lesões nos mamilos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Ingurgitamento mamário</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Problema também conhecido como “empedramento”. Ele aparece por conta do excesso do leite acumulado nas mamas, fazendo com que o líquido se torne espesso e difícil de ser eliminado. Além da dor, podem aparecer sinais como vermelhidão e inchaço nas mamas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Anquiloglossia da criança</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Nesses casos, a chamada “língua presa” do bebê interfere na sua habilidade de sucção, dificultando o esvaziamento adequado da mama.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Dermatite de aréola</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Pode ser causada por diversos fatores (como produtos de higiene e tecidos, por exemplo). Ela torna a área do mamilo mais sensível, fazendo com que a sucção do bebê provoque dor.</p>



<h3 class="wp-block-heading">6. Obstrução do ducto mamário</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Em que não há esvaziamento completo dos canais que levam o leite da mama ao mamilo. Isso pode gerar dor, inchaço e até mesmo a presença de um nódulo na região afetada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">7. Candidíase mamária</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Nome da infecção causada por um fungo geralmente presente na boca do bebê e que se aproveita de pequenas lesões no mamilo para se disseminar.</p>



<h3 class="wp-block-heading">8. Mastite</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quadro inflamatório comum entre lactantes associado à obstrução prolongada dos ductos mamários.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como lidar com esse tipo de desconforto durante a amamentação?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Confira agora algumas recomendações para evitar a dor ao amamentar e prevenir complicações por consequência de problemas comuns na amamentação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Garanta uma pega adequada durante a amamentação</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A boca da criança deve se encaixar adequadamente em torno do mamilo e da aréola e o seu corpo deve estar voltado adequadamente para a direção da mãe. Mulheres com o primeiro filho podem ter um pouco mais de dificuldade em encontrar a postura adequada, mas devem receber orientação para isso.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Mantenha uma amamentação em regime de livre demanda</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, permitindo que o bebê mame sempre que quiser. Isso contribui para o esvaziamento adequado das mamas. Se não for possível amamentar com tanta frequência, pode ser necessário ordenhar o excesso de leite.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Utilize sutiãs confortáveis</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Eles não podem apertar as mamas e devem ser feitos de preferencialmente de algodão.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Tenha atenção também para manter os mamilos sempre secos, inclusive depois das mamadas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Se possível, exponha as mamas ao ar livre ou a luz do Sol por alguns minutos todos os dias. Mulheres que usam absorventes nos seios devem substituí-los constantemente para evitar que eles fiquem úmidos. Além disso, lave as mãos antes de tocar os mamilos e evite produtos de higiene ou cosméticos que possam irritar a pele.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Alterne as mamadas entre as mamas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Isso ajuda a aliviar a pressão e reduzir o desconforto provocado pela dor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ideal é não interromper a amamentação, mesmo com mamilos doloridos. <strong>No entanto, é essencial observar alguns sinais de que os problemas estão piorando. Entre alguns deles estão </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/o-que-pode-ser-pus-na-mama/"><u><strong>traços de sangue ou pus no leite</strong></u></a>. Entre outras coisas, isso pode sugerir que um abscesso se formou, como consequência de uma mastite, por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Saiba mais: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/o-que-e-mastite-na-mama-e-como-tratar/">Entenda melhor quais os sinais e sintomas de um quadro de mastite</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que fazer quando a dor ao amamentar não vai embora?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o problema não se resolve por conta própria ou parece piorar (como mencionado acima), é indispensável procurar ajuda médica. <strong>Dessa forma, o profissional pode avaliar a condição e entender melhor o que está causando o incômodo durante a amamentação.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="cta">Agende sua consulta com a Dra. Brenda Delgado agora mesmo!<br><a href="https://wa.me/5511970988899"><u>Clique aqui para entrar em contato</u></a> ou acesse o ícone do WhatsApp disponível nesta página.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de medidas adicionais de cuidado durante o aleitamento, ele pode prescrever o uso de medicamentos para combater os sintomas e a causa por trás do problema (o que inclui o uso de antibióticos, antifúngicos e anti-inflamatórios). O ideal é não se automedicar, já que alguns fármacos são contraindicados para lactantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mais, é possível também avaliar a necessidade de determinados procedimentos para resolver a questão (<a href="https://drabrendadelgado.com.br/como-um-abscesso-na-mama-se-forma-e-qual-e-o-tratamento-para-esse-problema/"><u>em caso de abscessos</u></a>, pode ser necessário drená-los com o uso de uma agulha, por exemplo).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Em suma, a dor ao amamentar pode atrapalhar a alimentação do bebê, mas não deve ser vista como um impeditivo absoluto para isso.</strong> Com os devidos cuidados e a orientação adequada, as mães que sofrem com esse desconforto podem superá-lo e assim garantir mais tranquilidade na hora de alimentar seus filhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aproveite e saiba mais sobre diferentes secreções que podem sair pelos mamilos femininos, <a href="https://drabrendadelgado.com.br/sangramento-mama/"><u>mesmo que quando as mulheres estejam no período de lactação.</u></a></p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/dor-amamentar/">Veja quais são as principais causas da dor ao amamentar e confira 5 dicas para prevenir o desconforto</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://drabrendadelgado.com.br/dor-amamentar/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>2</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Metástase óssea do câncer de mama: entenda mais sobre os sintomas e tratamentos para esse quadro</title>
		<link>https://drabrendadelgado.com.br/metastase-ossea/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=metastase-ossea</link>
					<comments>https://drabrendadelgado.com.br/metastase-ossea/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Mar 2024 19:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[metástase]]></category>
		<category><![CDATA[ossos]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://drabrendadelgado.com.br/?p=18415</guid>

					<description><![CDATA[<p>A metástase óssea é a forma mais comum de disseminação de um câncer de mama além do local de diagnóstico original. Embora haja boas chances de cura, sobretudo quando diagnosticado em estágios iniciais, alguns casos de câncer de mama podem evoluir para quadros mais graves. Nesses cenários, a chamada metástase óssea pode ser parte da evolução da doença. Ainda que [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/metastase-ossea/">Metástase óssea do câncer de mama: entenda mais sobre os sintomas e tratamentos para esse quadro</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>A metástase óssea é a forma mais comum de disseminação de um câncer de mama além do local de diagnóstico original.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora haja boas chances de cura, sobretudo quando diagnosticado em <a href="https://drabrendadelgado.com.br/estagios-cancer-mama/">estágios iniciais</a>, alguns casos de câncer de mama podem evoluir para quadros mais graves. <strong>Nesses cenários, a chamada metástase óssea pode ser parte da evolução da doença.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda que tal situação assuste quem está em tratamento contra um câncer de mama, é importante repassar quais são os sinais e sintomas que podem indicar que as células cancerígenas progrediram aos ossos e quais as possíveis consequência disso, além das opções de tratamento disponíveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que define um quadro de metástase óssea?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em linhas gerais, <strong>quando falamos em metástase, estamos nos referindo ao tumor que progrediu para além do seu local original de diagnóstico</strong>. Assim sendo, no caso de uma metástase óssea, <strong>isso acontece quando o tumor </strong>localizado apenas na mama atinge também os ossos devido a disseminação das células cancerígenas pelo sangue e via linfática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em geral, uma metástase surge por conta de células que permaneceram no corpo, inclusive nos ossos, após o fim do tratamento e que por motivos ainda não muito bem conhecidos, voltam a se replicar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso pode acontecer em intervalos que variam entre meses ou mesmo anos após o diagnóstico inicial. Entretanto, suspeita-se que a chance de recidiva esteja associada a aspectos biológicos do tumor e ao estágio em que ele foi identificado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As <a href="https://link.springer.com/chapter/10.1007/978-3-030-20301-6_7" target="_blank" rel="noreferrer noopener">evidências disponíveis apontam que a metástase óssea é a forma mais comum de disseminação do câncer de mama pelo corpo</a>, ficando à frente de órgãos como os pulmões, o fígado e o cérebro. <strong>Os ossos mais atingidos costumam ser o do crânio, da coluna, das costelas, da pélvis e da parte superior dos braços e das pernas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale reforçar que ter uma metástase óssea decorrente de um câncer de mama não é a mesma coisa que ter um câncer nos ossos e nem diz respeito a um tipo específico de câncer de tumor na mama.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os principais sinais e sintomas de uma metástase óssea?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A dor costuma ser a primeira e principal alteração provocada por um câncer que atinge os ossos</strong>. Ela geralmente tem início súbito, é de intensidade considerável e atinge pernas, braços ou pescoço. É natural ainda que ela piore em determinados momentos do dia (à noite), por exemplo. <strong>No mais, entre outros sinais e sintomas de uma metástase óssea estão:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dor súbita, principalmente nas costas braços e pernas, que gera incapacidade para caminhar ou se movimentar;</li>
<li>Sensação de formigamento em partes do corpo;</li>
<li>Dificuldade em controlar a vontade de ir ao banheiro para urinar ou defecar;</li>
<li>Perda de força, fadiga constante e fraqueza;</li>
<li>Perda de peso e desidratação;</li>
<li>Confusão mental;</li>
<li>Altas concentrações de cálcio no sangue.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Com a progressão do problema, podem surgir fraturas nos ossos afetados, o que pode gerar prejuízos à mobilidade.</strong> Além disso, algumas das alterações notadas nesse quadro podem ser resultado da compressão da medula espinhal e dos nervos responsáveis por uma série de funções do organismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, não é raro que a paciente confunda a dor da metástase óssea com outros problemas de saúde, como quadros de artrite, por exemplo. <strong>Por isso, quem teve um câncer de mama e passa a experimentar dores que não vão embora e que só pioram com o tempo, deve estar atenta a tal desconforto e procurar ajuda médica o quanto antes.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Veja também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/beneficios-meditacao/">Quais os benefícios da meditação para pacientes diagnosticadas com câncer de mama?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as abordagens terapêuticas mais indicadas nesse estágio?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A partir do momento em que se desconfia que o tumor se espalhou pelos ossos, o médico pode solicitar exames para confirmar ou descartar essa hipótese. Entre os mais utilizados para esse fim, não necessariamente nessa ordem, estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Raios-X;</li>
<li>Tomografias computadorizadas;</li>
<li><a href="https://drabrendadelgado.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/"><u>Ressonância magnética;</u></a></li>
<li>Cintilografia óssea.</li>
<li><a href="https://drabrendadelgado.com.br/como-feito-exame-pet-scan/"><u>PET-CT;</u></a></li>
<li>Determinados testes sanguíneos para detectar a presença de substâncias associadas à degradação dos ossos;</li>
<li>Biópsia.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Confirmada a suspeita de metástase óssea, <strong>médico e paciente podem discutir quais as melhores abordagens dentre os tratamentos disponíveis para encarar tal condição.</strong> Elas são destinadas a controlar a progressão das células cancerígenas, reduzir a dor e, ao mesmo tempo, conter a degradação dos ossos e eventuais problemas associados a isso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seja como for, <strong>as chamadas terapias sistêmicas costumam ser as primeiras alternativas nesses casos.</strong> Como o nome indica, elas são aquelas que atuam no corpo todo e não apenas no foco do tumor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as opções de terapia sistêmica mais comuns estão a <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cateter-para-quimioterapia/">quimioterapia</a>, a hormonioterapia, e imunoterapia, bem como determinadas <a href="https://drabrendadelgado.com.br/terapia-alvo-cancer-de-mama-her2/">terapias-alvo</a>. Adicionalmente podem ser prescritas sessões de radioterapia e cirurgias para abordar localmente a progressão do tumor nos ossos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, o médico pode prescrever medicamentos destinados a fortalecer os ossos, com o intuito de reduzir o dano provocado a esses tecidos. É importante ressaltar que cada tratamento pode ter seus efeitos colaterais, que devem ser ponderados antes da introdução da terapia escolhida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De todo modo, <strong>com a abordagem adequada, é possível retardar a progressão de uma metástase óssea e melhorar as perspectivas de prognóstico, ampliando também o bem-estar da paciente diante dessas circunstâncias</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Aproveite e </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/exame-deteccao-metastase/"><u><strong>entenda melhor como funcionam os exames que permitem detectar uma metástase óssea.</strong></u></a></p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/metastase-ossea/">Metástase óssea do câncer de mama: entenda mais sobre os sintomas e tratamentos para esse quadro</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://drabrendadelgado.com.br/metastase-ossea/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lipoma na mama: veja o que você precisa saber!</title>
		<link>https://drabrendadelgado.com.br/lipoma-mama/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=lipoma-mama</link>
					<comments>https://drabrendadelgado.com.br/lipoma-mama/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Aug 2023 13:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças benignas]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[células de gordura]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[lipoma]]></category>
		<category><![CDATA[saúde das mamas]]></category>
		<category><![CDATA[tumor benigno]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://drabrendadelgado.com.br/?p=18249</guid>

					<description><![CDATA[<p>O lipoma na mama pode ser percebido com uma protuberância sob a pele e a menos que cause dor ou desconforto, não costuma gerar grandes problemas Um lipoma na mama é um tipo de tumor formado a partir de células de gordura (também chamadas de células adiposas), normalmente envolto numa cápsula de tecido fibroso. Esse tipo de formação é benigna [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/lipoma-mama/">Lipoma na mama: veja o que você precisa saber!</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>O lipoma na mama pode ser percebido com uma protuberância sob a pele e a menos que cause dor ou desconforto, não costuma gerar grandes problemas</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um lipoma na mama é um tipo de tumor formado a partir de células de gordura (também chamadas de células adiposas), normalmente envolto numa cápsula de tecido fibroso</strong>. Esse tipo de <strong>formação é benigna</strong> e não apresenta risco de se transformar em um câncer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é raro que os lipomas desapareçam sem a necessidade de qualquer intervenção. A partir do momento em que o <a href="https://drabrendadelgado.com.br/qual-a-diferenca-entre-mamografia-e-ultrassom-das-mamas/"><u>lipoma gera dor</u></a>, provoca alterações estéticas ou cresça rapidamente de forma desordenada, é necessário tratá-lo, geralmente removendo-o.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que são os lipomas?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os lipomas não são exclusividade da mama: eles podem se formar em qualquer parte do corpo com a presença de tecido gorduroso. Apesar disso, <strong>tronco, pescoço e região das axilas são os pontos em que há maior chance de se deparar com eles.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, <strong>a maioria dos lipomas se desenvolve no tecido subcutâneo, logo abaixo da pele, formando uma protuberância palpável</strong>. No entanto, com menor frequência, eles podem se desenvolver em tecidos mais profundos, incluindo órgãos internos ou a cavidade abdominal. Principalmente na região das mamas, o crescimento dos lipomas tende a ser mais lento do que aquele notado em outras partes do corpo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante ressaltar que o lipoma apresenta diferenças em relação a outras alterações que também podem atingir a região da mama (como os fibroadenomas, por exemplo). Além disso, os lipomas não devem ser confundidos com tumores malignos que podem atingir as células de gordura, chamados de lipossarcomas.</p>



<p id="leiamais">Saiba mais: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/lesoes-pre-cancerigenas-mama/">O que são as lesões pré-cancerígenas na mama?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que pode favorecer o desenvolvimento de um lipoma?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ainda não há consenso sobre os fatores que favorecem o desenvolvimento de um lipoma na mama ou em qualquer outra parte do corpo.</strong> Acredita-se que o histórico familiar possa desempenhar um papel importante, graças a componentes genéticos ainda não identificados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras teorias apontam que lesões e traumas podem desencadear a formação de novas células de gordura. No mais, os lipomas podem ser sintomas de algumas síndromes relativamente raras, que fazem com que o paciente tenha vários deles pelo corpo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em todo caso, vale reforçar que um lipoma não está associado ao peso corporal:<strong> ter mais gordura corporal não necessariamente significa maior chance de desenvolvê-los</strong>. Ainda assim, parece haver um risco maior quando uma pessoa magra acumula peso de forma súbita. Por fim, embora possam surgir em qualquer idade, os lipomas são incomuns em crianças e adolescentes. <strong>Nos adultos, eles são mais frequentes em mulheres acima dos 40 anos.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Um lipoma na mama gera algum sintoma?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Como já destacado, <strong>um lipoma na mama é percebido por meio de uma pequena protuberância sob a pele. </strong>Ele raramente ultrapassa um centímetro de extensão e poucas gramas de peso. Porém, em determinadas circunstâncias, <strong>lipomas maiores são identificados, ultrapassando os 10 centímetros.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao toque, o lipoma costuma ser uma massa homogênea de bordas regulares, com consistência elástica ou pastosa e que apresenta certa mobilidade. Se empurradas com cuidado, eles podem ser movidos. A <strong>dor é outro sintoma possível, embora nem sempre ela esteja presente. Isso acontece principalmente quando a formação atinge veias, nervos ou articulações.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como é feito o diagnóstico de um lipoma na mama?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Normalmente, o diagnóstico de um lipoma é feito por meio de exames físicos. Ou seja, o médico avalia e apalpa a formação e vê se suas características condizem com o esperado para esses casos. Se necessário, <a href="https://drabrendadelgado.com.br/qual-a-diferenca-entre-mamografia-e-ultrassom-das-mamas/"><u>exames de imagem</u></a> são feitos, principalmente quando há dor ou algum sinal de anormalidade (como uma massa mais dura do que o comum).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o lipoma pode não ser perceptível ao toque, mas aparecer em<a href="https://drabrendadelgado.com.br/microcalcificacoes-na-mamografia/"><u> mamografias de rotina. </u></a><strong>Mesmo que seja possível distingui-lo pelo visual de possíveis lesões cancerígenas, o médico também pode solicitar exames adicionais nesses casos</strong>. É o que acontece, por exemplo, quando as imagens da mamografia não são nítidas o suficiente devido a presença de tecido glandular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, uma biópsia pode ser solicitada. <strong>Esse procedimento remove um pequeno fragmento do tecido suspeito e analisa suas células em laboratório, confirmando ou descartando a hipótese de diagnóstico.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as opções de tratamento para os lipomas?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em boa parte dos casos, o lipoma pode permanecer inalterado durante anos, seguindo sem qualquer incômodo até desaparecer naturalmente. Mas a partir do momento em que o lipoma na mama causa dor, desconforto estético ou cresce de forma inesperada, o tratamento pode ser a melhor opção. As alternativas mais utilizadas para esse fim são:</p>



<h3 class="wp-block-heading">&#8211; Remoção cirúrgica</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Em que uma pequena incisão é feita para retirar o lipoma, junto com a cápsula fibrosa que o cerca. O procedimento é relativamente simples, mas dependendo do local, é preciso considerar o risco de formação de cicatrizes. Por outro lado, o risco de que o lipoma retorne cai bastante.</p>



<h3 class="wp-block-heading">&#8211; Lipossucção</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Que remove células de gordura por meio de aspiração, com o auxílio de pequenas cânulas. O principal benefício dessa técnica são as cicatrizes mais discretas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">&#8211; Uso de medicamentos injetáveis</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O lipoma na mama é mais uma das alterações que podem atingir essa parte do corpo da mulher. Embora não costume gerar maiores preocupações, <strong>vale sempre manter a atenção com a </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/assimetria-focal/"><u><strong>saúde das mamas </strong></u></a><strong>e procurar ajuda médica diante de qualquer dúvida ou sinal de desconforto que mereça maior atenção.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Aproveite também e veja o que uma </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/adenose-mama/"><u><strong>adenose na mama pode significar e quais são os cuidados necessários.</strong></u></a></p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/lipoma-mama/">Lipoma na mama: veja o que você precisa saber!</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://drabrendadelgado.com.br/lipoma-mama/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Entenda como funciona e quais benefícios da reabilitação física após o câncer de mama</title>
		<link>https://drabrendadelgado.com.br/reabilitacao-fisica-apos-cancer-mama/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=reabilitacao-fisica-apos-cancer-mama</link>
					<comments>https://drabrendadelgado.com.br/reabilitacao-fisica-apos-cancer-mama/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Aug 2023 13:04:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[fadiga]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://drabrendadelgado.com.br/?p=18246</guid>

					<description><![CDATA[<p>A reabilitação física após o câncer de mama é um estágio importante para garantir que a paciente recuperada mantenha um bom patamar de qualidade de vida Tipo de neoplasia mais comum entre as mulheres, o câncer de mama demanda cuidados que vão além do fim do tratamento. Exemplo disso é a necessidade de promover a reabilitação física após o câncer [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/reabilitacao-fisica-apos-cancer-mama/">Entenda como funciona e quais benefícios da reabilitação física após o câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>A reabilitação física após o câncer de mama é um estágio importante para garantir que a paciente recuperada mantenha um bom patamar de qualidade de vida</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tipo de neoplasia mais comum entre as mulheres, <strong>o câncer de mama demanda cuidados que vão além do fim do tratamento.</strong> Exemplo disso é a necessidade de promover a reabilitação física após o câncer de mama. Esse processo passa por diversas fases, capazes de contribuir com o restabelecimento do corpo após todos os procedimentos necessários para combater a doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E o passo a passo da reabilitação ultrapassa a questão física. Alguns cuidados envolvem também a preocupação com o bem-estar psíquico, um componente fortemente afetado pelo diagnóstico de um tumor nas mamas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que é preciso reforçar a importância da reabilitação física após o câncer de mama?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo em que é o tumor mais diagnosticado em mulheres, o câncer de mama conta com alternativas de tratamentos eficazes. Dessa forma, <strong>com o diagnóstico precoce e o acompanhamento adequado, são grandes as chances de que a paciente supere a doença.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso, claro, é uma excelente notícia. <strong>Entretanto, a partir do momento em que o tratamento se encerra, essas mulheres precisam continuar a receber a atenção necessária para a devida reabilitação física após o câncer de mama.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Logo, toda a abordagem precisa superar não apenas a busca pela sobrevivência e se dedicar também ao bem-estar pós-tratamento. Com isso, uma série de aspectos psicossociais precisam ser considerados. Caso contrário, o comprometimento da qualidade de vida pode ser significativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em todo caso, uma barreira para a abordagem adequada é a variedade de condições que uma paciente pode experimentar após o tratamento. Para mulheres nesse estágio, as queixas mais comuns envolvem dor, fadiga, o desenvolvimento de linfedemas e até mesmo sintomas depressivos. De uma forma mais ampla, essas pacientes podem ter dificuldade para retomar a sua rotina e o convívio social.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Assim, nas circunstâncias ideais, a reabilitação física, mental e social deve ser desenvolvida de forma personalizada.</strong> Entretanto, profissionais podem ter dificuldade para encontrar as melhores alternativas para cada caso, principalmente quando se leva em conta que as evidências disponíveis quase sempre propõem intervenções separadas para cada problema apresentado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais os benefícios da reabilitação para a paciente recuperada?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O benefício mais notável da reabilitação após o câncer de mama diz respeito ao <strong>manejo de possíveis efeitos colaterais associados ao tratamento.</strong> Mulheres <a href="https://drabrendadelgado.com.br/masctectomia-quandanctomia/"><u>submetidas à cirurgia</u></a> ou <a href="https://drabrendadelgado.com.br/efeitos-radioterapia-pele/"><u>radioterapia,</u></a> por exemplo, normalmente vivenciam sintomas como dor, rigidez e dormência na área operada e/ou irradiada. Dessa forma, fazer determinados exercícios (sempre conforme orientação profissional) pode ajudar na retomada de atividades comuns, como dirigir ou carregar as compras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os exercícios e, eventualmente, a<a href="https://drabrendadelgado.com.br/fisioterapia-cancer-mama/"><u> fisioterapia</u></a> são importantes também na prevenção dos <a href="https://drabrendadelgado.com.br/linfedema-bracos/"><u>linfedemas</u></a>. Eles são uma complicação comum em mulheres submetidas à cirurgia nas mamas e nas axilas e têm como principal sintoma o inchaço dos membros do lado operado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já pacientes tratadas com quimioterápicos também podem conviver por meses ou mesmo anos com a chamada neuropatia periférica induzida pela quimioterapia. Entre outros sintomas, ela provoca dor intensa e sensação de dormência em braços e pernas. Isso, claro, merece <strong>avaliação e tratamentos específicos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Seja como for, vale ter em mente que os <strong>benefícios da reabilitação física podem ser percebidos em diferentes estágios da evolução da paciente.</strong> Desde o diagnóstico até anos depois de finalizado o tratamento, a mulher pode procurar ajuda para os problemas que a estejam afetando com o intuito de minimizá-los.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fim, a reabilitação física <a href="https://drabrendadelgado.com.br/acompanhamento-pos-cancer-mama/"><u>após o câncer de mama</u></a> contribui para a <strong>manutenção de um patamar satisfatório de qualidade de vida. </strong>Isso engloba principalmente as possíveis manifestações que persistem mesmo com fim do tratamento. Logo, as pacientes podem ter acesso a recursos capazes de contribuir para a retomada de uma vida próxima daquela experimentada antes do diagnóstico.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Saiba mais: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/exercicio-apos-cirurgia-de-cancer-de-mama/">Exercício após cirurgia de câncer de mama melhora a mobilidade do braço e do ombro</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Que intervenções podem ser consideradas no processo de reabilitação física?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a importância do processo de reabilitação física seja inegável, <strong>é comum que profissionais de saúde encontrem dificuldade para entender os possíveis benefícios de cada recurso nesse período</strong>, conforme já ressaltado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para preencher essa lacuna<a href="https://bmccancer.biomedcentral.com/articles/10.1186/s12885-019-5648-7" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>, uma revisão sistemática publicada em 2019 </u></a>buscou entender qual o papel das principais abordagens durante a reabilitação. Uma revisão sistemática reúne e avalia outros estudos feitos sobre um tema específico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para isso, foram incluídas na avaliação apenas outras revisões sistemáticas já publicadas (ou seja, o artigo era, grosso modo, uma revisão das revisões). Após a análise do material, <strong>cinco grandes áreas de interesse no processo de reabilitação foram identificadas</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Exercícios e atividade física.</li>
<li>Medicina alternativa e complementar.</li>
<li>Yoga.</li>
<li>Tratamento dos linfedemas.</li>
<li>Intervenções psicossociais (como psicoterapia, por exemplo).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">No fim, <strong>os autores da revisão concluíram que as evidências disponíveis apontam para benefícios sólidos provenientes, sobretudo, da prática de exercícios físicos</strong>. As demais áreas avaliadas também apresentaram possíveis efeitos positivos para pacientes recuperadas. <strong>É preciso levar em conta que cada recurso pode ajudar a lidar com sintomas ou condições específicas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os exercícios físicos podem contribuir para a redução da fadiga e no risco de desenvolver linfedemas, por exemplo. Já yoga e práticas de medicina alternativa e/ou complementar podem ser importantes para a melhoria na qualidade de vida e na redução de sintomas ansiosos ou depressivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, as evidências reunidas no artigo vão ao encontro da necessidade de que a reabilitação após o câncer de mama seja moldada conforme as necessidades identificadas. <strong>Assim, médico e paciente podem discutir as preocupações existentes e as queixas notadas a cada passo da evolução após o fim do tratamento.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Que tal agora saber mais sobre como a </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/beneficios-meditacao/"><u><strong>medicação pode trazer benefícios para pacientes diagnosticadas com câncer de mama?</strong></u></a></p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/reabilitacao-fisica-apos-cancer-mama/">Entenda como funciona e quais benefícios da reabilitação física após o câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://drabrendadelgado.com.br/reabilitacao-fisica-apos-cancer-mama/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conheça os possíveis efeitos da radioterapia da mama na pele e veja como lidar com eles</title>
		<link>https://drabrendadelgado.com.br/efeitos-radioterapia-pele/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=efeitos-radioterapia-pele</link>
					<comments>https://drabrendadelgado.com.br/efeitos-radioterapia-pele/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Dec 2022 11:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[densidade das mamas]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[radioterapia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://drabrendadelgado.com.br/?p=14875</guid>

					<description><![CDATA[<p>A radioterapia é capaz de provocar uma série de efeitos colaterais que podem afetar a qualidade de vida durante o tratamento Mesmo diante da importância do tratamento, é natural se preocupar com os efeitos da radioterapia da mama na pele e em outras partes do corpo. Embora em muitos casos tais desconfortos possam ser leves e passageiros, é preciso considerar [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/efeitos-radioterapia-pele/">Conheça os possíveis efeitos da radioterapia da mama na pele e veja como lidar com eles</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>A radioterapia é capaz de provocar uma série de efeitos colaterais que podem afetar a qualidade de vida durante o tratamento</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo diante da importância do tratamento, <strong>é natural se preocupar com os efeitos da radioterapia da mama na pele e em outras partes do corpo.</strong> Embora em muitos casos tais desconfortos possam ser leves e passageiros, é preciso considerar o impacto cumulativo da radiação e entender de que forma efeitos colaterais de longo prazo podem se manifestar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://www.inca.gov.br/tratamento/radioterapia" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>radioterapia</u></a> é um tratamento amplamente utilizado no câncer de mama. Raios ionizantes (em outras palavras, ondas de radiação capazes de retirar elétrons das moléculas) são empregados para destruir as células do tumor, ajudando na sua eliminação e na prevenção de futuras recidivas da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem diferentes métodos de aplicação da radioterapia, mas nos quadros de câncer de mama normalmente são empregados a radioterapia externa, a braquiterapia e a <a href="https://drabrendadelgado.com.br/radioterapia-intraoperatoria-na-mama/"><u>radioterapia intraoperatória.</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os efeitos colaterais mais comuns da radioterapia?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como outras opções de tratamento para o<a href="https://drabrendadelgado.com.br/mitos-e-verdades-sobre-o-cancer-de-mama/"><u> câncer de mama</u></a>, <strong>a radioterapia pode, claro, provocar efeitos colaterais. </strong>Eles normalmente estão associados, com maior intensidade, às partes do corpo que recebem a terapia, bem como ao tamanho da dose de radiação e capacidade do corpo de reparar as células saudáveis danificadas no processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O<strong>s efeitos costumam ser cumulativos, como já mencionamos</strong>: é normal que os primeiros desconfortos comecem a aparecer após cerca de 3 semanas do início do tratamento e podem seguir até depois de alguns dias ou semanas após a finalização do tratamento. De todo modo, é preciso observar a chance de efeitos mais prolongados, capazes de permanecer por meses após o fim da intervenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mais, <strong>é importante levar em conta que cada organismo reage de forma diferente aos efeitos da radioterapia (ou de qualquer outro tratamento).</strong> Algumas pessoas podem sentir com menos força determinados desconfortos, enquanto passam por períodos mais difíceis durante o tratamento. Com isso em mente, vale reforçar os efeitos colaterais mais comuns da radioterapia na mama.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Efeitos na pele</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A maioria das pacientes nota uma <strong>vermelhidão na área irradiada</strong>. Com o passar do tempo, a região pode ficar mais escura ou rosada. Outros sinais da reação são <strong>coceira e ressecamento na área, bem como do aumento da sensibilidade, que também pode deixar a região mais dolorida</strong>. A pele pode também descamar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Esses efeitos colaterais na pele são conhecidos como radiodermites.</strong> Como já mencionado, eles geralmente se iniciam por volta da terceira semana de tratamento. Cerca de 80 a 90% das pacientes irão desenvolvê-las em algum grau. Além disso, em torno de 10 a 15% das pacientes desenvolverão sintomas mais avançados como descamação, ulceração da pele, sangramento ou mesmo necroses. Cabe ressaltar que essas reações costumam ser dolorosas e ocorrem principalmente em regiões de dobras de pele, como nas axilas e abaixo das mamas.<br /><br /><strong>Há diversas recomendações para reforçar os cuidados da pele durante a radioterapia, que devem ser levados em consideração a partir de conversas com o médico radioterapeuta ou radio-oncologista.</strong> Entre algumas dessas orientações estão o uso de chá de camomila, cremes à base de ácidos graxos essenciais ou ácidos graxos insaturadas, placas de hidrocoloide, aloe vera e corticoterapia tópica (ou seja, como o uso de medicamentos corticoides na área afetada). Por fim, tecnologias de luz como a biofotomodulação tem se tornado um método seguro e eficaz para ajudar na cicatrização e regeneração dos tecidos atingidos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Inchaços no braço e na mama</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Uma vez que a radioterapia provoca maior dificuldade para a circulação de fluidos na região irradiada, a paciente pode experimentar inchaços na região do braço e da mama, o que é chamado de linfedema, condição presente em até 25% das pacientes. Normalmente, tais efeitos podem melhorar após a finalização do tratamento, embora possa haver quadros em que eles permanecem como uma alteração crônica na área dos braços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Logo, é importante informar o médico se o problema persistir ou surgir após o encerramento das sessões de radioterapia. O fisioterapeuta é outro profissional que pode ter papel fundamental na avaliação, prevenção e/ou tratamento desses efeitos colaterais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Alterações no formato e aspecto da mama</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Principalmente nos casos em que a radioterapia é aplicada após uma <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cirurgia-para-cancer-de-mama-opcoes-de-tratamento-cirurgico/"><u>cirurgia</u></a> conservadora de remoção do tumor, pode haver alterações que farão com que a mama pareça diferente. Isso é causado por alterações na estrutura do tecido , como as fibroses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O seio pode ficar duro e menos elástico, além de menor do que antes, em um quadro conhecido como síndrome da fibrose radioinduzida. Diante do impacto que isso pode ter na autoestima e até mesmo na sexualidade, é importante conversar com os profissionais que fazem o acompanhamento para discutir o que pode ser feito.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A radioterapia provoca dor nas mamas? É normal se sentir cansada? Qual o efeito colateral mais grave?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">No mais, vale reforçar outros efeitos colaterais que não necessariamente têm relação com o aspecto da pele da mama e de regiões próximas, mas podem impactar diretamente na qualidade de vida. É comum, por exemplo, que pacientes sob a radioterapia se sintam cansadas e indispostas, principalmente à medida que as sessões avançam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A dor também pode estar presente, na forma de pontadas, agulhadas e dores agudas em toda a região das mamas e do peito. A intensidade costuma ser moderada, mas elas podem se prolongar por semanas após o fim do tratamento, ainda que com o tempo a intensidade e frequência dos episódios de desconfortos venha a diminuir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mais, pode haver alteração da sensibilidade no braço devido ao dano nos nervos da área tratada. Além da dor, esse problema se apresenta por meio de formigamentos, dormência e fraqueza. Nessas circunstâncias, a intervenção precoce da fisioterapia também ajuda na recuperação da paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em casos raríssimos, <a href="https://jmedicalcasereports.biomedcentral.com/articles/10.1186/s13256-020-02482-x#:~:text=It%20has%20been%20specified%20that,mainly%20described%20histology%20%5B4%5D." target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>a radioterapia pode desencadear outro tumor no futuro</u></a>. Eles são chamados tumores radioinduzidos. Entre os mais frequentes estão aqueles conhecidos como angiosarcomas, um câncer do sistema linfático que pode se formar na área previamente irradiada ou no membro superior do mesmo lado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, isso não é motivo para interromper o tratamento: os riscos de isso acontecer certamente são menores do que não tratar o câncer que gerou a prescrição do uso da radiação. De qualquer forma, vale discutir esse aspecto com seu médico sempre.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/como-e-feita-a-radioterapia-na-mama/">Como é feita a radioterapia na mama?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como minimizar os efeitos da radioterapia, em especial na pele?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">É provável que os médicos que acompanham seu tratamento (sejam os oncologistas,<a href="https://drabrendadelgado.com.br/o-que-faz-o-mastologista/"><u> mastologistas </u>ou radioterapeutas</a>) forneçam orientações básicas sobre como lidar com as reações provocadas pela radioterapia, em especial na pele. De qualquer forma, é possível apontar algumas recomendações gerais para minimizar o desconforto causado pelo tratamento, a partir das diretrizes das principais sociedades médicas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Não esfregue a área irradiada, já que isso pode deixá-la ainda mais sensível. Lave de forma suave com água e sabão neutro. Se enxugue com uma toalha macia;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Não use perfumes, talcos, desodorantes, soluções com álcool nem nada que possa provocar irritação na região irradiada;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Não coloque bolsas de água quente ou fria na área;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Utilize protetor solar como fator de proteção solar maior que 30, no mínimo por 1 ano após finalizado o tratamento;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Não utilize roupas justas e escolha sempre peças de tecidos naturais. Sempre que possível, a recomendação é ficar sem o sutiã;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Não depile a região irradiada;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Seu médico deve indicar um hidratante para ser aplicado na região.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Beba bastante líquido e mantenha-se hidratado</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Associados aos cuidados com o local irradiado, a manutenção de uma alimentação equilibrada, a prática regular de exercícios físicos (claro, dentro das limitações do momento) e o descanso adequado podem contribuir para minimizar esses e outros efeitos colaterais do tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, fica o reforço para procurar ajudar e avisar o médico sempre que qualquer sintoma anormal ou que cause preocupação apareça, durante ou depois do tratamento, seja relativo aos efeitos da radioterapia da mama na pele, seja relacionado a qualquer outro aspecto do seu bem-estar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Veja mais sobre </em><a href="https://drabrendadelgado.com.br/atividade-fisica-e-cancer-de-mama/"><em><u>como os exercícios físicos colaboram na prevenção e no tratamento </u></em></a><em>do câncer de mama.</em></p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/efeitos-radioterapia-pele/">Conheça os possíveis efeitos da radioterapia da mama na pele e veja como lidar com eles</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://drabrendadelgado.com.br/efeitos-radioterapia-pele/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>2</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O que é mastite na mama e como tratar?</title>
		<link>https://drabrendadelgado.com.br/o-que-e-mastite-na-mama-e-como-tratar/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-que-e-mastite-na-mama-e-como-tratar</link>
					<comments>https://drabrendadelgado.com.br/o-que-e-mastite-na-mama-e-como-tratar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jun 2022 14:13:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças benignas]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[dor na mama]]></category>
		<category><![CDATA[inflamação]]></category>
		<category><![CDATA[mastite]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://drabrendadelgado.com.br/?p=11779</guid>

					<description><![CDATA[<p>A mastite na mama é uma inflamação mamária muito recorrente e causada pelo acúmulo de leite estagnado em um ou mais ductos lactíferos, por períodos muito longos A mastite é uma inflamação mamária que pode vir acompanhada de infecção, podendo acontecer durante a amamentação, no pós-parto ou fora deste período, em qualquer idade, inclusive também em homens. Inchaço, vermelhidão e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/o-que-e-mastite-na-mama-e-como-tratar/">O que é mastite na mama e como tratar?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>A mastite na mama é uma inflamação mamária muito recorrente e causada pelo acúmulo de leite </em><em>estagnado em um ou mais ductos lactíferos, por períodos muito longos</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A mastite é uma <strong>inflamação mamária</strong> que pode vir acompanhada de infecção, podendo acontecer durante a amamentação, no pós-parto ou fora deste período, em qualquer idade, inclusive também em homens.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Inchaço, vermelhidão e dor </strong>fazem parte do <strong>quadro clínico</strong> dos <strong>sintomas da inflamação </strong>causada pela <strong>mastite. </strong>Também há a possibilidade de evoluir para um abscesso mamário (coleção de pus), agravando os <strong>sintomas </strong>e provocando <strong>febre </strong>e até <strong>calafrios.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A mastite mais comum é a lactacional, que acontece durante o aleitamento materno. Sendo causada pelo <strong>acúmulo de leite </strong>estagnado em um ou mais <strong>ductos lactíferos,</strong> por períodos muito longos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Observa-se que a mastite geralmente ocorre nas primeiras semanas do <strong>pós-parto, </strong>mas pode também ocorrer em qualquer <strong>fase da lactação</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/saude_crianca_aleitamento_materno_cab23.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>sabor do leite</strong></u></a> também é alterado, tornando-se mais salgado devido ao aumento dos níveis de sódio e diminuição dos níveis de lactose, o que pode sim causar rejeição do leite pela criança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com <a href="https://www.spmastologia.com.br/mastites/mastite-lactacional#:~:text=Segundo%20a%20Organiza%C3%A7%C3%A3o%20Mundial%20da,acompanhada%20ou%20n%C3%A3o%20de%20infec%C3%A7%C3%A3o." target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Sociedade Brasileira de Mastologia</u></a>, muitos fatores interferem de forma direta na decisão da<strong> mulher </strong>de realizar o <strong>desmame,</strong> sendo que o principal deles está associado a <strong>complicações na lactação,</strong> como a dor e <strong>mastite.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma curiosidade sobre a <strong>mastite </strong>é que na grande maioria dos casos, a mastite afeta apenas uma <strong>mama. </strong>O desenvolvimento dos sintomas geralmente ocorre em até dois dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do principal tipo de mastite ser a lactacional, ou seja, associada à lactação, existem outros tipos de mastite não-lactacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A principal mastite não-lactacional é a mastite periductal, associada a inflamação dos ductos principais, localizados próximos à aréola. Está muito relacionada ao tabagismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre outros tipos de mastite não-lactacional, estão a mastite granulomatosa idiopática, de causa desconhecida e mastite causada por agentes incomuns, como fungos e tuberculose.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/o-que-pode-ser-pus-na-mama/">O que pode ser pus na mama?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Principais causas da mastite</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As principais causas da mastite observadas são a <strong>estase lática</strong>, causada por uma remoção ineficiente do leite e infecção. Além disso, outros fatores que podem deixar a mulher cada vez mais exposta à mastite e que precisam ser observados são:</p>



<p class="wp-block-paragraph">1. Idade;</p>



<p class="wp-block-paragraph">2. Estresse;</p>



<p class="wp-block-paragraph">3. Fadiga;</p>



<p class="wp-block-paragraph">4. Nível de escolaridade da mãe;</p>



<p class="wp-block-paragraph">5. Trauma mamilar;</p>



<p class="wp-block-paragraph">6. Fissura mamilar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É estimado que 3% a 20% das mulheres desenvolvem pelo menos um <a href="https://www.spmastologia.com.br/mastites/mastite-lactacional#:~:text=Segundo%20a%20Organiza%C3%A7%C3%A3o%20Mundial%20da,acompanhada%20ou%20n%C3%A3o%20de%20infec%C3%A7%C3%A3o." target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>episódio de mastite </u></a>durante o período de amamentação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fatores que aumentam risco de mastite</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Existem alguns fatores que podem elevar o risco de desenvolver mastite. Confira:</p>



<p class="wp-block-paragraph">1. Piercing nos mamilos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">2. Depilar os pelos ao redor do mamilo;</p>



<p class="wp-block-paragraph">3. Fumar;</p>



<p class="wp-block-paragraph">4. Ser uma pessoa com diabetes;</p>



<p class="wp-block-paragraph">5. Prótese nas mamas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">6. Sistema imunológico debilitado;</p>



<p class="wp-block-paragraph">7. Roupas muito apertadas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">8. Mamilos rachados;</p>



<p class="wp-block-paragraph">9. Cansaço ou estresse excessivo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Diagnóstico e tratamento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">É possível realizar o <strong>diagnóstico de mastite </strong>por meio de história clínica e <strong>exames da mama.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>tratamento</strong> deve ser realizado e acompanhado pelo <strong>médico mastologista </strong>e pode consistir no <strong>uso de </strong><strong>medicamentos</strong> podendo ser antibióticos &#8211; caso exista infecção &#8211; e também analgésicos para aliviar as dores nas mamas, devido à mastite.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se a mulher estiver amamentando e desenvolver <strong>mastite,</strong> esvaziar as mamas de forma correta é a melhor solução, e a própria mulher pode realizar o esvaziamento, sempre com a <strong>orientação médica.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">5 dicas para aliviar mastite</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para além do tratamento e acompanhamento médico necessários, existem também algumas dicas que podem ajudar a aliviar os sintomas da mastite:</p>



<p class="wp-block-paragraph">1. Continuar a amamentar;</p>



<p class="wp-block-paragraph">2. Ingerir água;</p>



<p class="wp-block-paragraph">3. Repousar;</p>



<p class="wp-block-paragraph">4. Evitar depilar ao redor dos mamilos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">5. Massagear os seios para não obstruir o canal por onde passa o leite.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dá para prevenir a mastite?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">É possível se precaver e seguir essas dicas que podem até parecer simples, mas a função é ajudar a prevenir a <strong>mastite</strong> e o aparecimento de <strong>lesões e fissuras nos mamilos</strong> também.</p>



<p class="wp-block-paragraph">1. Não estabeleça horários fixo para amamentar o seu bebê;</p>



<p class="wp-block-paragraph">2. Intercale compressas de água fria com compressas de água quente na mama, na região da aréola e do mamilo;</p>



<p class="wp-block-paragraph">3. Somente ofereça o outro peito com o bebê finalizar por completo o primeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pode ficar tranquila! A mastite tem cura e deve ser tratada o quanto antes, prevenindo uma possível infecção mais grave.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse conteúdo foi útil para você? Então, compartilhe com outras mulheres que precisam saber mais sobre a mastite. Para mais conteúdos como este, continue navegando no nosso <a href="https://drabrendadelgado.com.br/blog/"><u>blog</u></a>.</p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/o-que-e-mastite-na-mama-e-como-tratar/">O que é mastite na mama e como tratar?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://drabrendadelgado.com.br/o-que-e-mastite-na-mama-e-como-tratar/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Câncer de mama dói?</title>
		<link>https://drabrendadelgado.com.br/cancer-de-mama-doi/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cancer-de-mama-doi</link>
					<comments>https://drabrendadelgado.com.br/cancer-de-mama-doi/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2020 22:36:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[dor na mama]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas de câncer de mama]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://drabrendamastologista.com/?p=591</guid>

					<description><![CDATA[<p>Dor causa medo não é mesmo? Só de pensar em alguma dor estranha, nunca sentida, já nos bate aquele pensamento preocupante. Calma, nosso corpo reage a diversos processos e fases da vida. Eu sei que bate aqueles mil questionamentos: câncer de mama dói? Câncer de mama dói quando aperta? Câncer de mama dói as costas, o ombro, o braço, a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-de-mama-doi/">Câncer de mama dói?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Dor causa medo não é mesmo? Só de pensar em alguma dor estranha, nunca sentida, já nos bate aquele pensamento preocupante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Calma, nosso corpo reage a diversos processos e fases da vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu sei que bate aqueles mil questionamentos: <strong>câncer de mama dói</strong>? <strong>Câncer de mama dói quando aperta</strong>? <strong>Câncer de mama dói as costas, o ombro, o braço, a axila</strong>? <strong>Câncer de mama dói no início</strong>?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Afinal, <strong>câncer de mama, dói ou não</strong>? E por aí vai nossa cabeça matutando&#8230;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A dor especificamente na mama pode estar atrelada a diversos fatores. Geralmente, dores diretamente decorrentes do <strong>câncer de mama</strong> só ocorrem em estados avançados da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E mais, <strong>dor na mama</strong> não é significado de <strong>câncer de mama</strong>. Por isso é tão importante prestarmos atenção a qualquer sinal que nosso corpo nos der, conhecer as possibilidades, e sobretudo, consultar o médico regularmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vamos entender sobre o surgimento do <strong>câncer de mama</strong>. Também sobre as causas de <strong>dores na mama</strong>, e mais especificamente a relação da <strong>dor com o câncer de mama</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<h2 class="has-text-align-left wp-block-heading">Sinais de atenção &#8211; Sintomas câncer de mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muito se especula sobre os <strong>sintomas iniciais do câncer de mama</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Primeiro é importante afirmar o quão importante é fazer a mamografia, já que nódulos com até 1 cm só são detectados através do exame.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns sinais você mesmo pode notar prestando atenção a seu corpo e fazendo o auto exame em sua casa, porém não são todos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>câncer de mama</strong>, nos estágios iniciais, não é perceptível no auto exame.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso porque, no início, o <strong>câncer de mama</strong> é um nódulo pequeno ou um grupo de microcalcificações, detectável apenas pelos exames de rastreio como <strong>mamografia </strong>ou <strong>ultrassom</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo orientações da <a href="https://www.sbmastologia.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sociedade Brasileira de Mastologia</a>, o auto exame deve ser feito sem definição sistemática de data mensal, e sim sempre que a pessoa se sentir confortável, como no banho ou em uma troca de roupa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na maioria dos casos o primeiro indício perceptível é de um caroço, mas existem outros indícios que podem indicar o surgimento do câncer de mama:<br />&#8211; Nódulos ou caroço (no seio ou na axila);<br />&#8211; Vermelhidão;<br />&#8211; Inchaço;<br />&#8211; Calor no local;<br />&#8211; Pele mais sensível;<br />&#8211; Áreas estufadas (abaulamento) e covinha (retração);<br />&#8211; Feridas que não cicatrizam e coceiras que não melhoram;<br />&#8211; Saída de líquido do bico do peito (sem apertar) de cor vermelha ou transparente como a água.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<h3 class="has-text-align-left wp-block-heading">Como é o caroço do Câncer de Mama</h3>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existe uma dúvida comum também sobre <strong>como é o caroço do câncer de mama</strong> e se esse tipo de <strong>nódulo na mama dói</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando perceptível, o caroço ou nódulo do <strong>câncer de mama</strong> se apresenta de diversas formas, pode ser arredondado ou irregular, ele pode ter uma consistência mais dura e pode ser móvel ou fixo aos planoa mais profundos da mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De qualquer forma, é importante entender um pouco mais sobre os tipos de dores e possível associação ou não ao <strong>câncer de mama</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<h3 class="has-text-align-left wp-block-heading">Amamentação e Câncer de Mama</h3>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há um outro questionamento, em relação à gestação e mais precisamente à amamentação no que diz respeito aos <strong>sinais de câncer de mama em quem amamenta.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A amamentação, comprovadamente, reduz as chances de proliferação de células cancerígenas na mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso se dá devido a menor tempo de exposição aos hormônios femininos e também a maior diferenciação das células mamarias, reduzindo assim as chances.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<h3 class="has-text-align-left wp-block-heading">Câncer de Mama em Homens</h3>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">E por último, outro caso que acontece raramente é o <strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-de-mama-em-homens/">câncer de mama em homens</a></strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do fator genético, o controle de peso corporal, prática de atividades físicas e o consumo de álcool são fatores que prevalecem nesses casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enfatizando que os nódulos nas mamas, na maioria dos casos das mulheres, podem ser uma alteração benigna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já no homem caroço no tecido mamário nos faz pensar em <strong>suspeita de câncer de mama masculino</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse tipo de caroço também não dói na grande maioria dos casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De qualquer forma consulte seu médico. A presença do <strong>caroço na mama</strong> deve ser investigada, assim como dor ou qualquer um dos possíveis sintomas iniciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E mais importante ainda, mulheres a partir de 40 anos devem estar em dia com o <strong>exame da mamografia</strong>, pois somente dessa forma se detecta tumores milimétricos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estar com o exame de mamografia em dia, e ainda guardar os exames, que podem ser úteis em futuras avaliações, é uma maneira de prevenir totalmente o desenvolvimento de um tumor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Chegam a 95% as chances de cura quando o diagnóstico do <strong>câncer de mama</strong> é precoce.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<h3 class="has-text-align-left wp-block-heading">O que pode ser a dor na mama?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo que a <strong>dor na mama</strong>, ou qualquer outra dor, possa ter uma origem comum e não muito preocupante, é sempre necessário cuidar e se atentar a esse incômodo para tratar o mais rápido possível e da forma adequada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas das situações de dor na mama são:</p>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<ul class="wp-block-list">
<li>Nos primeiros meses da gravidez, devido ao crescimento glandular;</li>
<li>Excesso de leite no período de amamentação;</li>
<li>Uso de remédios, como medicações para controle de ansiedade, pressão alta, entre outros;</li>
<li>Infecções ou inflamações mamária, mastite durante e fora a gravidez;</li>
<li>Surgimento de cistos benignos de crescimento rápido;</li>
<li>Trauma prévio, quedas com trauma em região torácica;</li>
<li>A dor pode ser também uma dor referida de outras estruturas próximas a mama, como musculo peitoral, costelas e vasos sanguíneos.</li>
</ul>
</div></div>



<p class="wp-block-paragraph">A presença de <strong>dor no seio</strong> pode ser um <strong>sintoma de câncer de mama</strong> sim, mas na maioria dos casos ocorre quando o estágio do câncer já está em estágio avançado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em caso de <strong>dores nas mamas</strong>, o médico deve ser consultado imediatamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Logo, aquele receio de que <strong>câncer de mama dói </strong>no início ou dói partes do corpo é equivocado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A presença de dor não é comum, como já dito anteriormente, mas existem casos em que há presença de dor sim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso da amamentação e presença de nódulo e dor, não necessariamente pode ser um tumor. A questão do excesso de leite pode gerar coágulos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E o mais importante, na presença de qualquer um dos sintomas, procure um médico para tomar as medidas adequadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-de-mama-tem-cura/">O <strong>câncer de mama tem cura</strong></a>, e quando descoberto em fase inicial, tem chances de cura de até 95%.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"></figure>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-de-mama-doi/">Câncer de mama dói?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://drabrendadelgado.com.br/cancer-de-mama-doi/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
