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	<title>Arquivos fatores de risco - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>Arquivos fatores de risco - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>A influência da cirurgia bariátrica na redução do risco de câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Dec 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia bariátrica]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia bariátrica]]></category>
		<category><![CDATA[fatores de risco]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[redução de peso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cirurgia bariátrica, conhecida popularmente como cirurgia de redução de estômago, é um procedimento que ajuda no manejo de casos graves de obesidade. Em geral, é indicada quando o índice de massa corporal (IMC) passa de 40 ou está acima de 35 com a presença de doenças associadas, como diabetes, colesterol alto e comprometimento hepático. Seja como for, o acúmulo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A cirurgia bariátrica, conhecida popularmente como cirurgia de redução de estômago, é um <strong>procedimento que ajuda no manejo de casos graves de obesidade</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em geral, é indicada quando o índice de massa corporal (IMC) passa de 40 ou está acima de 35 com a presença de doenças associadas, como diabetes, colesterol alto e comprometimento hepático.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seja como for, o acúmulo de peso já é um fator de risco comprovado para uma série de complicações de saúde, incluindo o câncer de mama em mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, se submeter a uma cirurgia bariátrica pode auxiliar na redução desse risco? O que as pesquisas atuais dizem sobre o tema? Confira essas e outras respostas nos tópicos abaixo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Sobrepeso, obesidade e o risco de desenvolver um câncer</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a <a href="https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/obesity-and-overweight" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Organização Mundial da Saúde</u></a>, em 2022 cerca de <strong>43% da população mundial acima de 18 anos</strong> estava vivendo com sobrepeso ou obesidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale lembrar que esses quadros são definidos pelo cálculo do peso em quilos divido pelo quadrado da altura (índice de massa corporal). O sobrepeso compreende um IMC oscilando entre 25 e 29,9 e a obesidade quando ultrapassa 30.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A própria OMS também estima que, no ano de 2019, as doenças relacionadas ao excesso de peso foram responsáveis por 5 milhões de mortes. Entre elas estão vários tipos de câncer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O<a href="https://www.cancer.gov/about-cancer/causes-prevention/risk/obesity/obesity-fact-sheet" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> Instituto Nacional do Câncer</u></a> dos Estados Unidos aponta que a obesidade eleva o risco de tumores em localidades como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>esôfago;</li>



<li>estômago;</li>



<li>pâncreas;</li>



<li>vesícula biliar;</li>



<li>fígado;</li>



<li>intestino (cólon e reto);</li>



<li>rins;</li>



<li><a href="https://drabrendadelgado.com.br/retirada-ovarios/"><u>ovários;</u></a></li>



<li>endométrio;</li>



<li>mamas.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph" id="leia">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/alimentos-ultraprocessados-cancer/"><u>Pequena redução no consumo de alimentos ultraprocessados reduz risco de câncer</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Como o peso se relaciona com o câncer de mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O acúmulo de gordura corporal pode causar uma <strong>série de desequilíbrios no organismo da mulher, </strong>sobretudo na <a href="https://drabrendadelgado.com.br/entrando-na-menopausa/"><u>pós-menopausa,</u></a> como disfunções na <a href="https://drabrendadelgado.com.br/sindrome-metabolica-cancer-mama/">ação da insulina</a> ou aumento da produção do <a href="https://drabrendadelgado.com.br/estrogenio-vaginal-cancer-de-mama/"><u>estrogênio,</u></a> por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em tese, ambos os hormônios estão envolvidos em processos de desenvolvimento e proliferação das células cancerígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a obesidade pode <strong>colocar o corpo em um estado de inflamação crônica</strong> que favorece erros na replicação do material genético das células. Esse é justamente o &#8220;gatilho&#8221; para que a doença se forme.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O impacto da cirurgia bariátrica na redução de riscos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um<a href="https://jamanetwork.com/journals/jama/fullarticle/2793220"><u> estudo de 2022 publicado no </u></a><a href="https://jamanetwork.com/journals/jama/fullarticle/2793220" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em><u>Journal of the American Medical Association (Jama)</u></em></a> <a href="https://jamanetwork.com/journals/jama/fullarticle/2793220"></a>já havia mostrado resultados promissores de que a redução de estômago poderia diminuir a mortalidade e o número de tumores relacionados à obesidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para essa conclusão, os autores acompanharam 30 mil pacientes obesos entre 2004 e 2017. Cinco mil deles foram operados, enquanto os outros 25 mil não. No final, <strong>aqueles que passaram pela cirurgia apresentaram 32% menos chances de ter a doença.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2023, <a href="https://jamanetwork.com/journals/jamasurgery/fullarticle/2802993" target="_blank" rel="noreferrer noopener">outra pesquisa</a> analisou dados coletados ao longo de seis anos de um grupo de mais de 60 mil mulheres com obesidade. Do montante, 659 tiveram um câncer de mama, assim como parte delas passou por uma cirurgia bariátrica e outra não.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em resumo, os autores puderam concluir que o procedimento estava atrelado a um menor risco de câncer de mama em mulheres com obesidade prévia. Inclusive, o índice foi <strong>equivalente ao de uma mulher com IMC abaixo de 25.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, <a href="https://jamanetwork.com/journals/jamasurgery/fullarticle/2818742" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>um artigo de maio de 2024 veiculado na JAMA Surgery </u></a>acompanhou, ao longo de quase 24 anos, pouco mais de 2.500 mulheres entre 37 e 60 anos com uma média de IMC acima de 38.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse período, cerca de 1.400 fizeram uma cirurgia bariátrica e as demais mantiveram mecanismos convencionais de redução de peso. <strong>A conclusão foi de que as mulheres operadas apresentaram um risco 32% menor de câncer de mama</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O que médicos e pacientes precisam levar em consideração</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A possibilidade de que a cirurgia bariátrica reduza as chances de um câncer de mama está diretamente associada ao fato de que o proced<strong>imento pode contribuir com uma perda de peso significativa ao longo do tempo.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, qualquer análise de risco deve considerar que a <strong>doença nunca surge a partir da presença de um único aspecto</strong>. Uma série de outros componentes, incluindo <a href="https://drabrendadelgado.com.br/teste-genetico-para-cancer-de-mama/"><u>herança genética </u></a>e <a href="https://drabrendadelgado.com.br/alcool-cancer-de-mama/"><u>hábitos acumulados ao longo da vida</u></a>, podem influenciar em seu desenvolvimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já em relação à obesidade, <strong>é preciso também ponderar que a cirurgia bariátrica pode não ser uma abordagem viável para todos os casos</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De qualquer maneira, existem evidências que permitem concluir que esse procedimento ajuda a diminuir os riscos de câncer, o que pode ser um ponto importante no processo de decisão para orientações e tratamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aproveite e <a href="https://drabrendadelgado.com.br/avaliacao-risco-cancer-mama/"><u>entenda por que a avaliação de risco de câncer deve ser feita aos 25 anos em algumas circunstâncias.</u></a></p>
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		<title>Qual a relação entre câncer de mama e amamentação? Veja como a lactação ajuda a reduzir riscos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 May 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[aleitamento materno]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[fatores de risco]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A relação entre câncer de mama e amamentação deve sempre ser levada em conta quando se pensa nos fatores que colaboram para reduzir a chance que uma mulher tem de ter a doença em algum momento da vida. Ou seja, além de ser fundamental para o desenvolvimento do bebê, a lactação contribui com esse aspecto da saúde materna, em uma [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A relação entre câncer de mama e amamentação <strong>deve sempre ser levada em conta quando se pensa nos fatores que colaboram para reduzir a chance que uma mulher tem de ter a doença em algum momento da vida. </strong>Ou seja, além de ser fundamental para o desenvolvimento do bebê, a lactação contribui com esse aspecto da saúde materna, em uma relação que é dose-resposta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Isso significa que as evidências disponíveis sustentam que quanto maior o período de amamentação, maior a proteção contra a doença</strong>. Estima-se que até<a href="https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(15)01024-7/abstract"> </a><a href="https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(15)01024-7/abstract" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>20 mil mortes anuais por câncer de mama</u></a> em todo o mundo seriam evitadas se houvesse uma ampliação nos períodos de amamentação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que se sabe sobre os benefícios da amamentação no risco de ter um câncer de mama?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.who.int/tools/elena/interventions/exclusive-breastfeeding" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Crianças que são alimentadas com leite materno pelo maior período possível</u></a> têm menores taxas de morbimortalidade, além de apresentarem um melhor desenvolvimento intelectual e outros benefícios que perduram pela vida toda (como menor risco de obesidade e diabetes).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, a ciência vem demonstrando também muitos dos benefícios da amamentação que afetam positivamente a saúde das mães, reduzido a chance de um câncer de mama. Exemplo disso é uma<a href="https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(02)09454-0/abstract" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> ampla revisão sobre o tema publicada em 2002, que reuniu 47 estudos epidemiológicos de 30 países.</u></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, isso permitiu acumular as informações de mais de 55 mil pacientes diagnosticadas com um câncer de mama invasivo e compará-las com dados de 96 mil mulheres sem a doença. <strong>A partir disso, foi possível constatar que as mulheres com câncer de mama haviam, em média, registrado menos partos e períodos de lactação.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>E mesmo entre aquelas que tinham engravidado e alimentado seus filhos com o próprio leite, o intervalo médio de lactação havia sido menor.</strong> No fim, os autores do estudo concluíram <strong>que a cada ano de amamentação, o risco relativo de uma mulher ter um câncer de mama cai, em média, 4,3%.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, algum grau de benefício pode ser aproveitado mesmo por mulheres que, por outros motivos, têm um<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC9972148/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> risco maior de ter a doença. </u></a>Quem carrega uma mutação no gene BRCA 1, por exemplo, <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC9972148/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>pode reduzir a probabilidade de ter a doença em patamar de 22% a 50%.</u></a> No mais, a amamentação parece contribuir com uma queda de 20% na chance de ter um <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-mama-triplo-negativo/"><u>câncer de mama triplo-negativo</u></a>. Essa forma da doença costuma evoluir com maior gravidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O que pode explicar a relação entre queda no risco de câncer e amamentação?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">São vários os mecanismos fisiológicos os motivos que podem explicar como amamentação reduz a chance de uma mulher ter câncer de mama. <strong>Um laço plausível para essa relação estaria na forma como lactação interfere nos hormônios do organismo feminino.</strong> Como resultado, a mulher experimenta períodos de<a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-mama-pode-menstruar/"> amenorreia.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim sendo, quanto maior o tempo amamentando, menos suscetível estaria seu organismo a influência de altos níveis de uma série de hormônios (em especial, o estrogênio). Já se sabe que a ação hormonal pode aumentar a chance de que um tumor apareça em algum momento da vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>produção constante de leite materno e o esvaziamento da mama poderiam favorecer uma renovação permanente do tecido da mama</strong>, permitindo que o corpo elimine possíveis células defeituosas com mais facilidade durante esse período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ademais, <strong>é possível que mães amamentando adotem estilos de vida mais saudáveis reduzindo o consumo de álcool e deixando de fumar, por exemplo</strong>. Logo, indiretamente, essas mudanças contribuíram para reduzir a chance de ter um câncer.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Veja também:<u><a href="https://drabrendadelgado.com.br/fertilidade-cancer-de-mama/"> O que você precisa saber sobre a fertilidade durante o tratamento do câncer de mama</a></u></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Como aproveitar melhor os benefícios da amamentação?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, o<a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/aleitamento-materno#:~:text=O%20aleitamento%20materno%20%C3%A9%20uma,ch%C3%A1s%2C%20%C3%A1gua%20e%20outros%20alimentos."> </a><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/aleitamento-materno#:~:text=O%20aleitamento%20materno%20%C3%A9%20uma,ch%C3%A1s%2C%20%C3%A1gua%20e%20outros%20alimentos." target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ministério da Saúde</a> <strong>orienta que as mães amamentem os seus filhos de forma exclusiva por pelo menos seis meses</strong>. Entretanto, junto de outros alimentos, <strong>o leite materno pode ser oferecido até dois anos ou mais</strong>, sem qualquer problema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, <strong>por uma série de fatores (inclusive de natureza social e econômica), nem sempre as mães conseguem alcançar essas recomendações</strong>. Desse modo, a orientação básica para ampliar os benefícios que a amamentação oferece para a saúde da mulher e do bebê é manter a amamentação pelo maior período possível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de compreender a relação entre amamentação e câncer de mama, as mulheres também podem adotar outras medidas para contornar os chamados fatores de risco modificáveis para a doença. <strong>Entre esses cuidados estão não fumar, </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/alcool-cancer-de-mama/"><u><strong>beber pouco</strong></u></a><strong>, manter um peso saudável e priorizar uma alimentação equilibrada.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja também<a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-mama-gravidez/"> </a><a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-mama-gravidez/"><u>quais as possíveis abordagens diante da descoberta de um câncer de mama durante a gestação.</u></a></p>
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		<title>Adenectomia de mama: o que é e características</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 May 2022 18:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgias redutoras de risco]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia mamária]]></category>
		<category><![CDATA[dificuldade cicatrização]]></category>
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		<category><![CDATA[glândula mamária]]></category>
		<category><![CDATA[histórico familiar de câncer; exames]]></category>
		<category><![CDATA[mastectomia]]></category>
		<category><![CDATA[rastreamento]]></category>
		<category><![CDATA[tumor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A adenectomia de mama consiste na retirada total da glândula mamária, preservando-se a pele, aréola e mamilo. Entenda tudo sobre esta cirurgia aqui Há alguns anos, a procura por informações sobre a cirurgia de adenectomia de mama cresceu. O termo tornou-se popular na mídia após a atriz Angelina Jolie divulgar que realizou o procedimento. Mas você sabe o que é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>A adenectomia de mama consiste na retirada total da glândula mamária, preservando-se a pele, aréola e mamilo. Entenda tudo sobre esta cirurgia aqui</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Há alguns anos, a procura por informações sobre a <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cirurgia-para-cancer-de-mama-opcoes-de-tratamento-cirurgico/">cirurgia de<strong> adenectomia</strong></a><strong> de mama </strong>cresceu. O termo tornou-se popular na mídia após a atriz Angelina Jolie divulgar que realizou o procedimento. Mas <strong>você sabe o que é a adenectomia?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a <a href="https://www.who.int/pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Organização Mundial da Saúde (OMS)</u></a>, o <strong>câncer de mama</strong> é a forma mais comum de câncer no mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento da doença envolve basicamente três tipos diferentes de <strong>cirurgias mamárias</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Mastectomia</li><li>Adenectomia</li><li>Ressecção segmentar</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">A adenectomia ou adenomastectomia subcutânea, ou ainda, mastectomia subcutânea é uma mastectomia com ressecção de toda a glândula mamária, mas com preservação da pele ou mamilo e papila, seguida de reconstrução, geralmente com o uso de próteses definitivas ou expansores mamários retromusculares ou subcutâneas. Em alguns casos, pode-se usar retalhos miocutâneos associados para a reconstrução mamária, como são o músculo grande dorsal e músculo reto abdominal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Para quem a adenectomia é indicada</h2>



<p class="wp-block-paragraph">No caso em que houve diagnóstico de câncer, a realização da adenectomia requer que o <strong>tumo</strong>r seja pequeno e esteja localizado longe da pele, bem como da aréola e do mamilo. O procedimento é indicado também para pacientes com alto risco de desenvolvimento de câncer de mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os motivos para considerar esse tipo de cirurgia, podemos citar:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Mutações em genes BRCA BRCA1, BRCA2 e eventualmente em casos de TP53 e PALB2 detectados por meio de <strong>testes genéticos</strong></li><li><strong>Histórico familiar de câncer </strong>de mama em diversos familiares próximos</li><li><strong>Radioterapia </strong>na região torácica antes dos 30 anos</li><li>Câncer prévio em uma mama, principalmente em paciente com histórico familiar</li></ul>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/teste-genetico-para-cancer-de-mama/">Teste genético para câncer de mama</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Entenda como é realizada a adenectomia de mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">É de fundamental importância esclarecer que a adenectomia não é indicada para todas as pacientes e que a conveniência da realização do procedimento deve ser amplamente discutida com o<strong> mastologista </strong>responsável pelo caso. Também é preciso ter em mente que qualquer tipo de procedimento cirúrgico implica em risco de complicações entre elas, rejeição da prótese decorrentes de infecção, sangramentos, necroses de retalhos remanescentes, <strong>dificuldade de cicatrização</strong>, sangramentos ou reação ao anestésico usado na cirurgia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A adenectomia de mama é um procedimento delicado, uma vez que há a possibilidade de falta de irrigação sanguínea na pele e, principalmente, da papila. A preparação para a cirurgia necessita de jejum mínimo de 8 horas, sendo que comumente as pacientes ficam internadas por aproximadamente 24 horas para realização do procedimento. A anestesia geral com a utilização de bloqueios locais para dor após a cirurgia também costuma ser usada, assim como medicações analgésicas devem ser prescritas pelo médico após a alta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como em outros procedimentos é de suma importância comunicar ao mastologista a utilização de qualquer medicamento utilizado nos dias anteriores à cirurgia e também evitar a ingestão de álcool ou o uso de cigarros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Normalmente, as pacientes submetidas a adenectomia de mama precisam permanecer com drenos cirúrgicos por aproximadamente 7 dias. O tempo de repouso pós-cirúrgico é de cerca de 30 dias, sendo fundamental para boa recuperação, assim como a realização adequada da troca de curativos e limpeza da área afetada.</p>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/fatores-de-risco-para-o-cancer-de-mama/">Fatores de Risco para o Câncer de Mama</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Impactos do procedimento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A adenectomia da mama é uma das opções de prevenção ao câncer de mama, no entanto, não pode ser considerada como única. Outras possibilidades de redução de risco, tais como a quimioprofilaxia e o <strong>rastreamento</strong> com exames de imagem devem ser levados em consideração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não podemos deixar de lado o entendimento da mama como um forte símbolo da feminilidade e os <strong>impactos psicológicos </strong>que a cirurgia pode acarretar para a paciente. Além disso, os riscos de perda de sensibilidade e complicações também devem ser avaliados. Por isso, a decisão de realização do procedimento deve ser tomada depois de ser amplamente conversada entre a paciente e familiares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todas as dúvidas devem ser dirimidas junto à equipe multiprofissional envolvida no caso, para oferecer todo o suporte psicológico necessário para a paciente. Caso você esteja preocupada com o risco de desenvolver <strong>câncer de mama</strong>, converse com seu médico a respeito. Com o auxílio dele, é possível fazer uma estimativa do risco levando em conta fatores como idade, fatores genéticos e histórico familiar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você tiver um risco aumentado, além de intensificar os <strong>exames de rastreamento</strong>, é importante incluir atividades físicas na rotina, controlar o peso corporal e evitar a ingestão de bebidas alcoólicas, assim como o uso do cigarro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cuide da sua qualidade de vida e saiba que o câncer de mama tem cura!</p>
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		<title>Prevenção do Câncer de Mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Feb 2020 03:40:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[atividade física]]></category>
		<category><![CDATA[dormir]]></category>
		<category><![CDATA[fatores de risco]]></category>
		<category><![CDATA[histórico familiar]]></category>
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		<category><![CDATA[menstruação precoce]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção do câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[sobrepeso]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">O <strong>câncer de mama</strong> é considerado um dos tipos mais recorrentes da doença. Você sabia que existem cerca de 1 milhão de casos ao redor do mundo todos os anos? A maior parte dos casos acontece em mulheres a partir de 50 anos, porém existem fatores de risco que contribuem para o desenvolvimento doença. A adoção de medidas para a <strong>prevenção do câncer de mama</strong> é uma das principais maneiras de combatê-lo. Por meio dos seus hábitos diários, certos riscos de câncer são mitigados.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que é Câncer de Mama?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O câncer é uma mutação genética em que as células crescem
de forma descontrolada e rápida, invadindo tecidos e órgãos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, cerca de 28% dos novos casos de câncer em mulheres são diagnosticados nas mamas, de acordo com o <a href="https://www.inca.gov.br/campanhas/outubro-rosa/2016/cancer-de-mama-vamos-falar-sobre-isso" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto Nacional de Câncer</a> (Inca). E, apesar de também atingir os homens, são casos raros, com menos de 1% do total de casos da doença. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia mais sobre <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-de-mama-em-homens/">câncer de mama em homens</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>câncer de mama</strong>, infelizmente, é o tipo de câncer que causa maior número de mortes de mulheres no Brasil. Mas a boa notícia é que, quanto mais cedo for diagnosticado, maiores são as chances de cura!</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como se prevenir
do Câncer de Mama? </strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Infelizmente a <strong>prevenção do câncer de mama</strong> não é possível em sua totalidade devido aos vários fatores não modificáveis relacionados ao surgimento da doença, tal como o histórico familiar ou fatores ambientais.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Fatores de risco modificáveis</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, algumas mudanças no estilo de vida podem
diminuir o risco do surgimento do câncer de mama, tais como:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Manter uma alimentação saudável;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Praticar atividade física;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Evitar o sobrepeso (obesidade);</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Não fumar;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Evitar ingestão alcoólica em excesso;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Dormir pelo menos 8 horas por dia;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Amamentar o máximo de meses possível;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Fatores de risco não modificáveis</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Existem os fatores de risco que não podemos mudar, dentre
eles:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Idade acima dos 35 anos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Menstruação Precoce;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Primeira Gravidez após os 30 anos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Não ter filhos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Menopausa depois dos 50 anos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Histórico Familiar;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Fatores de risco ambientais</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;Há ainda os
fatores de risco ambientais, que em alguns casos, são inevitáveis:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Uso de Estrógenos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Exposição à radiação ionizante ou ultravioleta;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Contato com certos produtos químicos e agentes infecciosos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Clique no link para saber mais sobre os <strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/fatores-de-risco-para-o-cancer-de-mama/">fatores de risco para o câncer de mama</a></strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Prevenção do
câncer de mama</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Como já comentamos, as chances de se ter um <strong>câncer de mama</strong> podem ser reduzidas ao mitigarmos os fatores de risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, a chave da prevenção do câncer de mama está na
detecção precoce da doença!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você sabia que as chances de cura chegam a 95% quando o <strong>câncer de mama</strong> é diagnosticado no estágio inicial?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-de-mama-tem-cura/">Câncer de mama tem cura sim! </a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, é muito importante que a mulher, além de adotar
hábitos de vida saudáveis, esteja atenta aos sinais e esteja em dia com seus
exames médicos:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211;<strong> Mamografia</strong>: A melhor forma de detectar o câncer de mama nas fases iniciais é realizando o exame de mamografia uma vez por ano após os 40 anos de idade (ou antes, de acordo com a orientação médica).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os nódulos menores de 1 cm não são palpáveis, porém são visíveis na mamografia. Por isso, é tão importante o exame anual para a detecção precoce do câncer de mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; <strong>Exame Clínico</strong>: Realizado pelo médico nas consultas de rotina;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; <strong>Auto-exame</strong>: Acreditava-se que o auto-exame era a melhor forma de detectar o câncer de mama. Hoje ele continua sendo importante para o conhecimento do corpo, mas não é a melhor forma de detecção precoce. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Um tumor palpável não está mais no seu estágio inicial e
isso pode diminuir consideravelmente as chances de cura do câncer de mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em alguns casos, o médico pode solicitar ainda exames adicionais como ultrassonografia das mamas e ressonância magnética.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Devemos lembrar que nem todo nódulo (caroço) no seio será
um tumor maligno. Existem tumores benignos causados por estímulos hormonais
naturais do nosso corpo. </p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Como diminuir as
chances de ter câncer de mama?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">É importante realizar uma consulta com seu médico
especialista para averiguar quais fatores de risco fazem parte do seu
cotidiano. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Para saber mais a
respeito do câncer de mama e como atuar qualitativamente em sua prevenção, se
inscreva na minha newsletter. </strong></p>



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