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	<title>Arquivos fertilidade - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>Arquivos fertilidade - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>As principais recomendações de anticoncepção após câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 20:38:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vida após o câncer]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[fertilidade]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez após câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[pílula anticoncepcional]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A preocupação com a anticoncepção após câncer de mama envolve o fato de que muitas mulheres são diagnosticadas ainda em idade fértil e vão seguir assim por vários anos mesmo após o fim do tratamento. Além disso, os avanços nas terapias têm aumentado a sobrevida após o tratamento, especialmente nos casos com o bom prognóstico entre os tumores mamários. Assim [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A <strong>preocupação com a anticoncepção após câncer de mama</strong> envolve o fato de que muitas mulheres são diagnosticadas ainda em idade fértil e vão seguir assim por vários anos mesmo após o fim do tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, os <strong>avanços nas terapias têm aumentado a sobrevida após o tratamento</strong>, especialmente nos casos com o bom prognóstico entre os tumores mamários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim sendo, mulheres que não querem ter filhos devem ter ciência e obter os <strong>esclarecimentos necessários sobre os métodos contraceptivos apropriados.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Os impactos dos tratamentos oncológicos sobre a fertilidade feminina</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Saber se uma mulher poderá ou não engravidar depois de finalizadas as terapias necessárias para eliminar o tumor depende de uma série de variáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Alguns tratamentos para o câncer de mama podem causar menopausa precoce e, em muitos casos, de forma irreversível</strong>. Dessa forma, os <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-mama-pode-menstruar/"><u>ciclos menstruais</u></a> são interrompidos em definitivo, impedindo a liberação de novos óvulos essenciais para a concepção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso geralmente ocorre com tratamentos em que há danos aos ovários. No geral, o<a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-de-mama-e-amamentacao/"><u> uso de determinados quimioterápicos</u></a> costuma ser a circunstância em que isso mais ocorre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Adicionalmente, em alguns casos (como diante de mutações que aumentam a chance de que o tumor volte ou de diagnósticos de tumores com<a href="https://drabrendadelgado.com.br/interromper-hormonioterapia/"><u> receptores hormonais positivos</u></a>) pode ser indicada a <a href="https://drabrendadelgado.com.br/retirada-ovarios/"><u>remoção cirúrgica</u></a> dos ovários ou o bloqueio da sua função com medicamentos que suprimem a atividade hormonal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em paralelo, algumas mulheres experimentam infertilidade apenas temporária. Ela é mais frequente em casos de <a href="https://drabrendadelgado.com.br/efeitos-colaterais-terapia-hormonal/"><u>terapia hormonal </u></a>utilizando inibidores de aromatase ou o <a href="https://drabrendadelgado.com.br/tamoxifeno/"><u>tamoxifeno</u>.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Seja como for, se essa for uma preocupação, é <strong>fundamental discutir o </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/fertilidade-cancer-de-mama/"><u><strong>impacto sobre a fertilidade </strong></u></a><strong>com a equipe médica antes de iniciar o tratamento.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa discussão permite combinar a preservação da <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-mama-gravidez/"><u>viabilidade de uma gravidez</u></a>, dentro do possível, e a manutenção da eficácia do tratamento. Entre algumas das opções com esse fim estão o congelamento de óvulos e o uso de técnicas para proteger a função ovariana.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Os métodos de anticoncepção contraindicados após um câncer de mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda que a preservação da fertilidade seja uma possibilidade relevante, nem toda mulher deseja ser mãe depois do fim do tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, essas mulheres (e seus respectivos parceiros) podem procurar por métodos contraceptivos capazes de restringir a chance de haver o encontro de um óvulo viável com um espermatozoide.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas essa <strong>escolha precisa ser cuidadosa.</strong> Os especialistas concordam que a regra essencial a ser seguida envolve deixar de lado qualquer opção de contracepção que depende de hormônios para funcionar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O principal exemplo disso são as <strong>pílulas anticoncepcionais</strong>. A razão é simples: os hormônios utilizados para limitar a ovulação podem contribuir com o risco de que o tumor volte, uma vez que a fisiologia de desenvolvimento das células cancerígenas pode sofrer influência da ação hormonal. <strong>Entram também na lista de restrições:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>qualquer tipo de implante hormonal;</li>



<li>adesivos contraceptivos;</li>



<li>anéis vaginais;</li>



<li>dispositivos intrauterinos com hormônios (conhecidos popularmente como DIU Mirena, por conta do nome comercial)</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Como os nomes sugerem, todos eles de algum modo liberam versões sintéticas de hormônios no organismo feminino, o que faz deles desaconselháveis para mulheres com histórico de câncer de mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leia">Leia também:<a href="https://drabrendadelgado.com.br/tratamento-nao-hormonal-ondas-de-calor-da-menopausa/"><u> As novas alternativas de tratamento não hormonal para as ondas de calor da menopausa</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> As alternativas seguras para evitar uma gravidez nessa fase da vida</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Diante da restrição a qualquer mecanismo de anticoncepção que utilize hormônios, as mulheres podem recorrer com maior segurança a opções que incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>dispositivos intrauterinos de cobre</strong>, em que o metal presente no item inserido na cavidade uterina torna o ambiente inóspito para a fecundação. É uma alternativa de longo prazo, mas reversível;</li>



<li><strong>métodos de barreira,</strong> conhecidos sobretudo pelos <strong>preservativos</strong> (masculinos ou femininos), que são fáceis de usar e bastante acessíveis. O diafragma é outra opção bem menos popular dentro dessa categoria;</li>



<li><strong>cirurgias de esterilização</strong>, como a laqueadura (para mulheres) ou vasectomias (para homens), que têm eficiência bem alta, mas são praticamente irreversíveis.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Em toda essa equação sobre a escolha do método vale sempre considerar que, na lista acima, somente os preservativos oferecem proteção também contra <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/i/ist"><u>infecções sexualmente transmissíveis.</u></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">No mais, toda dúvida sobre fertilidade ou anticoncepção após câncer de mama deve sempre ser discutida junto ao oncologista, mastologista ou ginecologista. Esses profissionais são capacitados para avaliar caso a caso e fornecer orientações personalizadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para saber mais sobre a relação entre câncer de mama e o uso de pílulas anticoncepcionais,<a href="https://drabrendadelgado.com.br/anticoncepcional-e-cancer-de-mama-relacao-e-riscos/"><u> leia esse texto sobre o tema já publicado aqui no blog.</u></a></p>
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		<title>Quem tem câncer de mama pode menstruar? Confira a resposta para essa e outras dúvidas comuns</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2024 19:23:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[fertilidade]]></category>
		<category><![CDATA[hormônios]]></category>
		<category><![CDATA[hormonioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[menstruação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem tem câncer de mama pode menstruar de forma irregular, inclusive com a interrupção completa dos ciclos durante o tratamento. Saber se quem tem câncer de mama pode menstruar ou está suscetível a sofrer qualquer outro tipo de alteração nesse ciclo é um questionamento comum entre mulheres que passam por um tratamento oncológico. De forma geral, tais modificações não estão [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Quem tem câncer de mama pode menstruar de forma irregular, inclusive com a interrupção completa dos ciclos durante o tratamento.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Saber se quem tem câncer de mama pode menstruar ou está suscetível a sofrer qualquer outro tipo de alteração nesse ciclo é <strong>um questionamento comum entre mulheres que passam por um tratamento oncológico.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De forma geral, <strong>tais modificações não estão relacionadas necessariamente à evolução da doença, mas sim a alguns efeitos colaterais das terapias empregadas.</strong> Nesse mesmo contexto, é natural que as mulheres que ainda desejam engravidar tenham interrogações sobre os impactos dos tratamentos na fertilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por isso, acima de tudo, é importante que essas pacientes tenham espaço para discutir esses tópicos junto dos responsáveis pelo seu acompanhamento nessa jornada</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Afinal, como o tratamento oncológico pode afetar a menstruação?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A menstruação, não custa lembrar, é resultado do processo de descamação do endotélio. Esse tecido reveste o útero e todo mês se prepara para acolher um óvulo fecundado. <strong>Quando isso não acontece, ele se desprende e provoca sangramentos que as mulheres experimentam regularmente ao longo da sua vida fértil.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, conforme já destacado, vários tipos de tratamento utilizados para combater um câncer de mama têm o potencial de afetar a regularidade do ciclo menstrual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O principal exemplo disso é a hormonioterapia. Como o próprio nome indica, esse tipo de intervenção usa medicamentos que alteram o nível de produção e circulação de determinados hormônios no organismo. O objetivo é impedir que tumores com receptores hormonais positivos continuem a usá-los para se proliferarem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De forma resumida, a <a href="https://drabrendadelgado.com.br/hormonioterapia-para-cancer-de-mama/">hormonioterapia </a>pode bloquear a função ovariana, a produção de estrogênio ou ainda atuar para impedir os efeitos desse hormônio no organismo. <strong>Diante disso, é provável que a mulher perceba algum tipo de desorganização no seu ciclo menstrual.</strong> Em parte dos casos, a mulher pode deixar de menstruar (a chamada amenorreia) enquanto em outras podem voltar a notar os sangramentos (veja mais sobre isso no tópico abaixo).</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso das pacientes submetidas à quimioterapia, pode haver também prejuízo à função dos ovários. <strong>Logo, não é raro que essas pacientes também experimentem quadros de amenorreia.</strong> Embora eles possam ser revertidos com o fim do tratamento, em alguns casos os danos aos ovários por conta dos quimioterápicos podem ser permanentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/quimioprevencao/"><u>Quando determinadas medicações podem ajudar a reduzir o risco de câncer de mama?</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O uso de medicamentos como o tamoxifeno interferem no ciclo menstrual?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://drabrendadelgado.com.br/tamoxifeno/">Um dos medicamentos mais importante da história da oncologia e da mastologia</a>, o tamoxifeno também pode provocar alterações no ciclo menstrual. Por isso, pacientes que farão uso do fármaco, inclusive de forma profilática, devem ser orientados sobre o que pode acontecer. <strong>É possível, por exemplo, que as menstruações se tornem mais irregulares, com sangramentos menos intensos ou mesmo sejam interrompidos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, cabe reforçar que na maioria das mulheres em período pré-menopausa<strong>, os ovários continuam a funcionar mesmo com a ingestão regular do tamoxifeno.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora, mais uma vez, tais alterações podem ser revertidas com o fim do tratamento, sangramentos vaginais constantes em uma mulher na pós-menopausa podem ainda chamar a atenção para o risco de um câncer de endométrio. Já se sabe que o <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC10075294/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">uso desse fármaco pode elevar a chance de desenvolver a doença entre as pacientes com câncer de mama.</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">De que forma tudo isso impacta na fertilidade feminina?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, junto das alterações no ciclo menstrual, é interessante abordar como os tratamentos oncológicos são capazes de afetar a<a href="https://drabrendadelgado.com.br/fertilidade-cancer-de-mama/"> fertilidade das mulheres</a>. <strong>Nesse sentido, mulheres que ainda desejam engravidar devem expressar essa vontade ao seu médico. Isso permite planejar alternativas para preservar a capacidade de levar em frente uma </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/fertilidade-cancer-de-mama/"><strong>gestação</strong></a><strong>.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em geral, o risco de comprometimento da fertilidade (de forma temporária ou permanente) depende do tipo de tratamento empregado. <a href="https://drabrendadelgado.com.br/efeitos-primeira-sessao-quimio/">Sessões de quimioterapia </a>podem ser uma causa de infertilidade, por exemplo. No entanto, em muitos casos, a capacidade de engravidar retorna alguns meses depois de finalizada a terapia, dependendo da dose e do fármaco utilizado. Isso não exclui a chance de uma infertilidade definitiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A hormonioterapia, por sua vez, pode ainda provocar sintomas de menopausa precoce, dificultando também uma possível gestação. No mais, a remoção dos ovários costuma ser considerada para algumas pacientes, <a href="https://drabrendadelgado.com.br/retirada-ovarios/">sobretudo de forma profilática</a>. Essa intervenção, claro, também compromete de forma irreversível a fertilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Entre os métodos bem estabelecidos para preservação de fertilidade estão o congelamento de embriões e óvulos, com posterior fertilização </strong><em><strong>in vitro</strong></em><em>.</em> Além disso, alguns estudos já levantam evidências mostrando que <a href="https://drabrendadelgado.com.br/interromper-hormonioterapia/">interromper tratamentos como a hormonioterapia para engravidar pode ser uma opção segura.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em suma, <strong>quem tem câncer de mama pode menstruar de forma irregular, ter os ciclos completamente interrompidos ou mesmo perceber novos sangramentos, dependendo do tratamento adotado, com reflexos sobre a sua fertilidade.</strong> Diante de tantas variáveis, é indispensável que a paciente tenha um canal aberto para expor suas queixas sobre esse e outros tópicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Aproveite e</strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/entrando-na-menopausa/"><strong> confira alguns possíveis sinais de que o corpo da mulher está entrando na menopausa.</strong></a></p>
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		<item>
		<title>Quais as abordagens diante de um diagnóstico de câncer de mama durante a gravidez?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Oct 2023 11:45:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[fertilidade]]></category>
		<category><![CDATA[gestação]]></category>
		<category><![CDATA[hormônios]]></category>
		<category><![CDATA[óvulos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É normal que a fertilidade durante o tratamento do câncer de mama seja uma preocupação entre pacientes com o desejo de engravidar. Em geral, casos de câncer de mama durante a gravidez são raros. De acordo com o National Cancer Institute, esse tipo de quadro representa um a cada 3.000 casos da doença e atinge principalmente mulheres entre 32 e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>É normal que a fertilidade durante o tratamento do câncer de mama seja uma preocupação entre pacientes com o desejo de engravidar.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em geral, <strong>casos de câncer de mama durante a gravidez são raros</strong>. De acordo com o <em>National Cancer Institute</em>,<a href="https://www.cancer.gov/types/breast/patient/pregnancy-breast-treatment-pdq" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> esse tipo de quadro representa um a cada 3.000 casos da doença e atinge principalmente mulheres entre 32 e 38 anos</a>. Ainda assim, descobrir a doença ao longo da gestação pode gerar bastante preocupação nas pacientes que passam por isso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, <strong>diante de tal circunstância, vale entender melhor como é feito o diagnóstico dessa condição, quais as opções de tratamento conforme a evolução da gravidez e o que a mulher pode esperar no momento de dar à luz e na hora de amamentar seu filho</strong>. No mais, é preciso considerar o impacto emocional que tal notícia pode impor em um momento que por si só já é cheio de incertezas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os possíveis sinais de um câncer de mama durante a gravidez?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A</strong> <a href="https://drabrendadelgado.com.br/gravidez-apos-cancer-de-mama-e-possivel/"><strong>gravidez</strong></a><strong> faz com que as mamas sofram diversas alterações ao longo da gestação e nos meses que se seguem ao parto.</strong> Muitas dessas alterações fisiológicas têm relação com a flutuação dos hormônios ou com a preparação do corpo para produzir o leite materno para a alimentação do bebê.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desse modo, pode ser difícil notar algum sinal característico de um câncer de mama durante esse período. <strong>Não é raro, inclusive, que mulheres grávidas, ou que acabaram de dar à luz, sejam diagnosticadas com tumores em estágios mais avançados.</strong> Na média, isso pode fazer com que os prognósticos desses quadros sejam piores se comparados com aqueles de mulheres não grávidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, <strong>pode ser importante procurar o médico sempre que forem notados nódulos ou caroços nas mamas. </strong>Ainda que várias causas possam explicar o surgimento desse tipo de formação, o ideal é não esperar o parto para investigar tal alteração.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sinais que também podem merecer uma avaliação mais cuidadosa são:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Alterações na forma da mama;</li>
<li>Modificações na pele da região (deixando-a ondulada ou com aspecto de casca de laranja);</li>
<li>Inversão ou a retração dos mamilos;</li>
<li><a href="https://drabrendadelgado.com.br/sangramento-mama/">Presença de secreções que não são leite materno.</a></li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Como o diagnóstico de um câncer de mama pode ser confirmado durante a gravidez?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em um primeiro momento, <strong>a suspeita de um câncer de mama durante a gestação é averiguada conforme avaliação física dos sinais sugestivos da doença. </strong>A partir disso, pode ser necessário fazer alguns<strong> exames para confirmar ou descartar a hipótese</strong>, sempre levando em consideração a segurança da paciente e do feto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mamografias e ultrassonografias costumam ser as opções iniciais para isso.</strong> Ambos os procedimentos são considerados seguros se feitos com o devido cuidado. Ainda que a <a href="https://drabrendadelgado.com.br/qual-a-diferenca-entre-mamografia-e-ultrassom-das-mamas/">mamografia</a> dependa da emissão de radiação, ela costuma ser em uma dose bem baixa e concentrada na altura do peito. Além disso, uma proteção extra pode ser colocada sobre a barriga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De todo modo, é preciso ponderar sobre o risco de falsos-negativos. <strong>Desse modo, uma biópsia pode ser feita para confirmar a natureza das células que compõem a formação suspeita</strong>. Para isso, um pequeno fragmento de tecido da região é coletado e enviado para análise laboratorial.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como o tratamento é conduzido?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A melhor forma de tratar um câncer diagnosticado durante uma gestação passa por considerar dois aspectos principais: <strong>o momento em que a gravidez se encontra e as características do tumor </strong>(seu estágio e se ele é receptor hormonal positivo ou <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-de-mama-her2-positivo-o-que-isso-indica/">expressa a proteína HER2</a>, por exemplo).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seja como for, <strong>a maior parte das pacientes diagnosticadas durante a gestação passará </strong>inicialmente por um tratamento quimioterápico sem necessidade de interrupção da gravidez e após o parto, a sequência de tratamento com uma <strong>cirurgia de remoção do tumor e, eventualmente, dos linfonodos da axila</strong> (importante também para avaliar se o tumor se espalhou nessa direção). A opção por procedimentos conservadores ou mastectomias radicais é feita conforme avaliação caso a caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A mulher pode receber a indicação de um tratamento quimioterápico, desde que a gravidez tenha ultrapassado os três meses</strong>. Dependendo do estágio da gravidez, essa opção de tratamento pode ser neoadjuvante ou adjuvante (ou seja, antes ou depois da cirurgia).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por outro lado, o uso de radioterapia, hormonioterapia (como o</strong> <a href="https://drabrendadelgado.com.br/tamoxifeno/"><strong>tamoxifeno</strong></a><strong>) e terapias-alvo (como o trastuzumab) e imunoterapias não são recomendados para pacientes grávidas</strong>. Essas alternativas costumam ser postergadas até depois do parto. Além disso, a forma de lidar com os efeitos colaterais dos tratamentos adotados ou mesmo com a dor devido à doença devem levar em conta a segurança da gestante e do bebê.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Leia também:<a href="https://drabrendadelgado.com.br/interromper-hormonioterapia/"> É possível interromper a hormonioterapia com segurança para engravidar?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como o câncer de mama pode interferir no nascimento e na amamentação do bebê?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Independente do quadro da mãe, <strong>não parece haver nenhum risco ao feto decorrente da evolução do câncer de mama. </strong>Não há relatos de que as células cancerígenas possam atingir o bebê nessas circunstâncias. <strong>Logo, a maioria das gestantes pode levar em frente a gestação mesmo diante do diagnóstico indesejado.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Seja como for, à medida que o parto se aproxima, a <strong>paciente pode discutir junto com seu médico sobre a melhor forma de dar à luz.</strong> Dependendo das circunstâncias, uma cesariana pode ser mais segura, por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os profissionais de saúde responsáveis pelo acompanhamento da paciente também fornecerão <strong>orientações sobre a amamentação</strong>. Dependendo do tipo de cirurgia feita para a remoção do tumor, a mulher pode não conseguir dar o peito ao seu bebê. Além disso, alguns medicamentos usados no tratamento do câncer podem passar para o leite materno, impedindo uma amamentação segura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, o diagnóstico do câncer de mama durante a gravidez e todos os cuidados necessários depois do parto podem demandar ainda mais da mulher, inclusive do ponto de vista emocional. Portanto, <strong>companheiros e toda a rede de apoio das pacientes devem estar cientes dessas dificuldades.</strong> Assim, eles se tornam capazes de oferecer suporte apropriado nesses momentos para garantir a recuperação e uma maternidade satisfatória.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Para mulheres que já tiveram um câncer de mama e desejam engravidar,</strong> <a href="https://drabrendadelgado.com.br/gravidez-apos-cancer-de-mama-e-possivel/"><strong>vale a pena compreender melhor de que forma a doença pode interferir na fertilidade.</strong></a><u></u></p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-mama-gravidez/">Quais as abordagens diante de um diagnóstico de câncer de mama durante a gravidez?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>O que você precisa saber sobre a fertilidade durante o tratamento do câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Oct 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[fertilidade]]></category>
		<category><![CDATA[gestação]]></category>
		<category><![CDATA[hormônios]]></category>
		<category><![CDATA[óvulos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É normal que a fertilidade durante o tratamento do câncer de mama seja uma preocupação entre pacientes com o desejo de engravidar. Não é raro que diante de um diagnóstico de um tumor nas mamas, a preocupação com o desejo de ter filhos fique em segundo plano. No entanto, o combate à doença pode incluir também discussões sobre a manutenção [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>É normal que a fertilidade durante o tratamento do câncer de mama seja uma preocupação entre pacientes com o desejo de engravidar.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é raro que diante de um diagnóstico de um tumor nas mamas, <strong>a preocupação com o desejo de ter filhos fique em segundo plano. </strong>No entanto, o combate à doença pode incluir também discussões sobre a manutenção da fertilidade durante o tratamento do câncer de mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso garante à paciente a possibilidade de discutir e <strong>escolher alternativas que permitam a ela preservar a capacidade de levar em frente uma gestação, se esse for o seu desejo.</strong> Existem vários métodos para isso e eles são seguros, principalmente entre mulheres jovens, público cujo impacto de um câncer sobre a fertilidade tende a ser maior.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Que aspectos relativos à fertilidade devem ser discutidos antes do início do tratamento?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ser diagnosticada com um câncer de mama não é impedimento absoluto para uma gravidez segura no futuro</strong>. Muitas mulheres passam pelo tratamento e têm filhos normalmente. Isso, claro, não exclui a necessidade de abordar esse tópico junto ao médico responsável pelo seu acompanhamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um primeiro momento é <strong>fundamental ter consciência que diversos recursos usados para tratar um câncer de mama podem afetar a fertilidade</strong>. Um exemplo disso é a quimioterapia, capaz de prejudicar a<a href="https://drabrendadelgado.com.br/retirada-ovarios/"><u> função dos ovários</u></a> mesmo depois de encerrado o tratamento. <strong>Além disso, diante da necessidade do uso de determinados fármacos (como o </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/tamoxifeno/"><u><strong>tamoxifeno,</strong></u></a><strong> por exemplo), a recomendação é que se evite engravidar.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir disso, se a fertilidade é uma preocupação do médico e da paciente, antes do início do tratamento, devem ser considerados aspectos como a gravidade do quadro, as perspectivas de prognóstico e de que forma uma possível <a href="https://drabrendadelgado.com.br/gravidez-apos-cancer-de-mama-e-possivel/"><u>gravidez </u></a>interfere no risco de uma recidiva no futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até pouco tempo atrás, existia a hipótese de que a gravidez poderia aumentar o risco do câncer de mama voltar. <strong>Entretanto, as evidências coletadas com estudos recentes demonstraram que engravidar após um diagnóstico de câncer de mama é seguro. Além disso, em alguns casos, isso poder ampliar a sobrevida das pacientes.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No mais, <a href="https://drabrendadelgado.com.br/interromper-hormonioterapia/">o estudo POSITIVE, publicado em 2022</a>, mostrou que a interrupção do uso de medicamentos como o tamoxifeno também é uma alternativa segura para pacientes pós-câncer de mama que tem desejo de serem mães.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, <strong>cabe ressaltar ainda que mesmo que a mulher tenha uma gravidez de sucesso, pode ser que ela não consiga amamentar seu filho</strong>. Em geral, algumas cirurgias, quimioterapia, radioterapia e uso de certos medicamentos podem interferir na amamentação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, <strong>alimentar o filho com o leite do peito diminui o risco de câncer de mama em mulheres que não tiveram a doença previamente diagnosticada.</strong> No caso de mulheres que amamentam após o câncer de mama, não se sabe ao certo como isso pode influenciar nas chances de recidiva.</p>



<h2 class="wp-block-heading">De que forma é possível preservar a fertilidade durante o tratamento do câncer de mama?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Felizmente, <strong>existem alternativas para as mulheres que desejam engravidar depois do diagnóstico e do tratamento de um câncer de mama. </strong>Congelamento de óvulos e de embriões são algumas das técnicas bem estabelecidas, seguras e recomendadas para preservação de fertilidade. Em geral, os especialistas recomendam o congelamento de óvulos em vez dos embriões, pois desta forma a mulher tem mais possibilidades de reprodução no futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, <strong>coletar os óvulos e realizar a fertilização </strong><em><strong>in vitro</strong></em><strong> tende a ser a opção mais eficiente de preservação de fertilidade.</strong> Para isso, os óvulos são retirados da paciente e fertilizados em laboratório. Os embriões obtidos são congelados e futuramente implantados na paciente, dando início a gestação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seja como for, a paciente pode ser submetida a diferentes processos de estimulação ovariana, principalmente para a facilitar a obtenção dos óvulos necessários. Isso é feito geralmente com o uso de determinados hormônios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o <a href="https://sbra.com.br/noticias/congelamento-de-tecido-ovariano-abre-novas-oportunidades-para-preservacao-da-fertilidade-em-pacientes-oncologicos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">congelamento do tecido dos ovários</a> é uma técnica ainda em desenvolvimento onde um fragmento do ovário é removido e armazenado. Posteriormente ele é reimplantado, provendo a estimulação necessária para a liberação de novos óvulos capazes de gerar uma gravidez.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mais, outro método que pode ser discutido <strong>envolve o uso de determinados fármacos para suprimir a atividade ovariana durante a quimioterapia.</strong> Isso pode reduzir o risco de infertilidade depois do fim do tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como não poderia deixar de ser, a conveniência, <strong>os riscos e os benefícios de cada opção devem ser ponderados junto ao médico.</strong> É preciso considerar se é possível postergar o início do tratamento para coletar os óvulos necessários, por exemplo. Isso costuma levar algumas semanas, o que pode afetar o prognóstico do quadro. Além disso, é necessário avaliar os custos e a segurança de cada procedimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Veja também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-mama-jovens/">Afinal, o câncer de mama entre jovens vem se tornando mais frequente?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Essas opções para preservar a fertilidade são seguras?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Por falar em segurança, um estudo sueco que compreendeu um intervalo de mais de duas décadas <a href="https://jamanetwork.com/journals/jamaoncology/fullarticle/2773115" target="_blank" rel="noreferrer noopener">reforçou que as alternativas disponíveis para preservar a fertilidade não oferecem riscos para pacientes jovens.</a> Foram acompanhadas 425 mulheres que fizeram algum tipo de intervenção para engravidar depois do tratamento. Como referência para comparação, foi reunida uma amostra com 850 pacientes que não passaram por esses procedimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De <a href="https://jamanetwork.com/journals/jamaoncology/fullarticle/2773115" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>acordo com o artigo publicado em 2020</u></a>, 6% das pacientes acompanhadas que congelaram óvulos, embriões ou tecido ovariano morreram ao longo do acompanhamento da pesquisa (mais de 23 anos de seguimento). Ao mesmo tempo, entre as mulheres que não fizeram procedimentos para preservar a fertilidade, quase 13% morreram.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dentro do grupo de pacientes que utilizaram opções para preservar a fertilidade, <strong>97 deram à luz após o tratamento contra o câncer de mama</strong>. Ou seja, 23% das pacientes acompanhadas tiveram um bebê. Apesar disso, <strong>apenas 20 utilizaram alguma técnica de reprodução assistida e somente nove utilizaram o material preservado.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as pacientes que não fizeram tratamento para fertilidade, foram registradas 74 gestações. Isso representa somente 9% de todas as participantes desse grupo. Apesar disso, a comparação exata não é possível. Não se sabe ao certo quantas mulheres desejavam engravidar e é mais provável que aquelas do grupo que recebeu tratamento para preservação da fertilidade tivessem uma tendência maior a querer filhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em suma, <strong>ainda existem algumas dúvidas sobre a fertilidade durante o tratamento do câncer de mama </strong>e as consequências das intervenções necessárias para combater um tumor sobre a saúde reprodutiva feminina. <strong>Existem alternativas seguras e eficazes para preservar a capacidade de levar em frente uma gestação em um momento futuro, se essa for a vontade da paciente.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Aproveite para saber mais e veja como a </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/interromper-hormonioterapia/"><u><strong>hormonioterapia pode interferir na fertilidade e se é possível interrompê-la com segurança para engravidar.</strong></u></a></p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/fertilidade-cancer-de-mama/">O que você precisa saber sobre a fertilidade durante o tratamento do câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<item>
		<title>É possível interromper a hormonioterapia com segurança para engravidar? Veja novidades sobre isso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Aug 2023 11:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[fertilidade]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[hormonioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[recidiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novo estudo indica que interromper a hormonioterapia para tentar engravidar não aumenta o risco de que o câncer de mama volte O diagnóstico de um câncer de mama em mulheres em idade fértil pode gerar uma angústia ainda maior para quem deseja ter um filho. Embora o tema já seja bastante discutido, uma novidade pode oferecer maior segurança a essas [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/interromper-hormonioterapia/">É possível interromper a hormonioterapia com segurança para engravidar? Veja novidades sobre isso</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Novo estudo indica que interromper a hormonioterapia para tentar engravidar não aumenta o risco de que o câncer de mama volte</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O diagnóstico de um câncer de mama em mulheres em idade fértil pode gerar uma angústia ainda maior para quem deseja ter um filho. <strong>Embora o tema já seja bastante discutido, uma novidade pode oferecer maior segurança a essas pacientes em determinados casos: interromper a hormonioterapia para tentar uma gestação não oferece riscos adicionais de recidiva da doença.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas foram as conclusões de um estudo<a href="https://www.nejm.org/doi/10.1056/NEJMoa2212856?url_ver=Z39.88-2003&amp;rfr_id=ori:rid:crossref.org&amp;rfr_dat=cr_pub%20%200pubmed" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> publicado em maio de 2023,</u><em><u> no New England Journal of Medicine.</u></em></a> <strong>A notícia é boa porque contribui para reduzir o estresse e o desconforto que incertezas do tipo podem gerar em pacientes jovens que pretendiam engravidar.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">As restrições para uma gestação durante a hormonioterapia</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A</strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/hormonioterapia-para-cancer-de-mama/"><u><strong> hormonioterapia</strong></u></a><strong> envolve a administração de certos fármacos para bloquear a produção de determinados hormônios dentro do organismo ou impedir que eles atuem sobre o desenvolvimento das células cancerígenas</strong>. Por isso, ela é indicada apenas para os casos em que o tumor é receptor hormonal positivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Além disso, a hormonioterapia pode ser prescrita antes da cirurgia (ou seja, de forma neoadjuvante) ou depois da cirurgia (como tratamento adjuvante), para reduzir o risco de recidivas. Esse tipo de terapia também é um recurso profilático importante em mulheres com alto risco de desenvolver um câncer de mama.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, é preciso levar em conta que o tratamento deve ser mantido por períodos que variam entre 5 e 10 anos. Durante o tratamento, a mulher pode perceber efeitos colaterais, incluindo prejuízos à fertilidade. A supressão da atividade de determinados hormônios afeta o ciclo de liberação dos óvulos, por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A paciente ainda tem chance de engravidar, embora não seja recomendado que mulheres recebendo hormonioterapia comecem uma gestação. A medicação pode oferecer riscos à formação do feto. Por outro lado, não há evidências de que uma gestação posterior aumenta o risco de que a doença volte no futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Seja como for, levando em conta a idade do diagnóstico e o período necessário para o tratamento, pode haver a preocupação sobre a capacidade da mulher engravidar no futuro. Não é incomum, por exemplo, que essas pacientes terminem a hormonioterapia já em um período de declínio natural da fertilidade.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/tamoxifeno/">O que você precisa saber sobre o tamoxifeno, um dos medicamentos mais importantes da histórica da oncologia?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">A possibilidade de interromper a hormonioterapia para engravidar</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Foi diante desse quadro que o estudo POSITIVE (acrônimo em inglês para “resultado da gravidez e segurança da interrupção da terapia endócrina para mulheres com câncer de mama”) foi desenhado. <strong>Os responsáveis pela investigação queriam saber se é seguro interromper a hormonioterapia para tentar engravidar.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para isso, foram reunidas mulheres abaixo dos 42 anos que estavam recebendo terapia hormonal por períodos entre 18 e 30 meses. Todas elas, claro, tinham o desejo de engravidar. Ao todo, foram recrutadas 514 pacientes, com idade média de 37 anos. Elas haviam sido diagnosticadas com câncer de mama, em média, há pelo menos 29 meses. Não havia restrição sobre o uso anterior de quimioterapia</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir disso, as pacientes interromperam a hormonioterapia. Primeiro, houve um período de 3 meses chamado de “washout” para eliminar o risco de interferência da hormonioterapia na gravidez. Em seguida, as pacientes tiveram até 2 anos de suspensão no tratamento para tentar engravidar. Esse período incluía a concepção, a gestação, o parto e a amamentação. Finalizado esse período, a hormonioterapia poderia ser retomada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a interrupção do tratamento em curso, <strong>os pesquisadores acompanharam o número de casos de recidiva do câncer de mama e indicadores relacionados à fertilidade </strong>(ou seja, número de gestações, de bebês nascidos vivos, segurança da amamentação, entre outros). <strong>Dentro desse período, se mais de 46 mulheres apresentassem um evento de recidiva, o estudo seria interrompido.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">As conclusões do estudo e a segurança da interrupção do tratamento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o período de acompanhamento, 44 pacientes apresentaram algum tipo de<a href="https://drabrendadelgado.com.br/recorrencia-do-cancer-de-mama/"><u> recorrência do câncer de mama</u></a>. Ou seja, o patamar de episódios negativos foi menor do que o limite estabelecido. Outro dado relevante mostra que a taxa de incidência de recidivas foi 8,9% entre as pacientes acompanhadas, contra 9,2% na coorte populacional usada como referência.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Portanto, os números apontaram para uma incidência parecida do que seria observada se o tratamento fosse mantido. Logo, na prática, isso significa que parece não haver implicações para a segurança devido à interrupção do tratamento endócrino em pacientes dentro do perfil analisado.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, 368 pacientes (quase 75% das pacientes sem recidiva) engravidaram ao menos uma vez durante o período do estudo. Nesse recorte, 215 mulheres indicaram o uso técnicas de reprodução assistida. <strong>No mais, ao final do acompanhamento, 350 gestações haviam gerado 365 bebês nascidos vivos. Após o fim da coleta de dados, 304 mulheres retomaram a hormonioterapia. Dentre o grupo que ainda não havia retomado, parte continuava tentando engravidar ou estava amamentando.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, o estudo reforça a necessidade de que essas <a href="https://drabrendadelgado.com.br/acompanhamento-pos-cancer-mama/"><u>pacientes sejam acompanhadas no longo prazo (acima dos 3 anos).</u></a> <strong>Por fim, vale reforçar que a decisão de interromper a hormonioterapia deve passar por uma conversa com o médico responsável, que também pode sugerir recursos para preservação da fertilidade (como o congelamento de óvulos para posterior fertilização, por exemplo).</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para saber mais sobre as possibilidades e cuidados para uma gravidez pós câncer de mama, confira esse<a href="https://drabrendadelgado.com.br/gravidez-apos-cancer-de-mama-e-possivel"><u> conteúdo já publicado aqui no blog.</u></a></p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/interromper-hormonioterapia/">É possível interromper a hormonioterapia com segurança para engravidar? Veja novidades sobre isso</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<item>
		<title>Gravidez após câncer de mama: é possível?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Aug 2022 15:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento fetal]]></category>
		<category><![CDATA[fertilidade]]></category>
		<category><![CDATA[gestação]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[idade fértil]]></category>
		<category><![CDATA[mastologista]]></category>
		<category><![CDATA[quimioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[radioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[risco de recidiva.]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento para o câncer de mama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar da gravidez ser dificultada por alguns tratamentos de câncer de mama, muitas mulheres podem engravidar depois de concluir o tratamento O diagnóstico de câncer de mama costuma causar um impacto significativo na vida de muitas pacientes. Um questionamento frequente, principalmente entre as mulheres em idade fértil, é se é possível uma gravidez após o câncer de mama. O câncer [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/gravidez-apos-cancer-de-mama-e-possivel/">Gravidez após câncer de mama: é possível?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Apesar da gravidez ser dificultada por alguns tratamentos de câncer de mama, muitas mulheres podem engravidar depois de concluir o tratamento</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O diagnóstico de câncer de mama costuma causar um impacto significativo na vida de muitas pacientes. Um questionamento frequente, principalmente entre as mulheres em <strong>idade fértil</strong>, é se é possível uma <strong>gravidez após o câncer de mama.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>câncer de mama</strong> é uma doença com maior predisposição a surgir em mulheres com idade superior a 50 anos, contudo, tem se observado um aumento da incidência entre <strong>mulheres jovens</strong>, tanto no Brasil, como no mundo. Segundo a <a href="https://sbmastologia.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM),</u></a> atualmente é registrada uma <strong>incidência do câncer de mama</strong> que varia de 4% a 5% entre brasileiras com idade inferior a 35 anos. No passado, esse número era de apenas 2%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas pacientes são capazes de <strong>engravidar depois do tratamento de câncer de mama</strong>, porém, a <strong>gravidez</strong> pode ser dificultada em alguns casos, conforme aponta o<a href="https://www.cancer.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> American Cancer Society.</u></a> Portanto, pacientes em idade fértil diagnosticadas com câncer de mama que ainda pensam em gestar um bebê devem conversar com o médico <strong>mastologista,</strong> responsável pelo acompanhamento do seu caso, sobre o assunto antes de iniciar o tratamento.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-de-mama-sexualidade/"> Câncer de mama e a sexualidade: Oncosexualidade</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Principais dúvidas sobre a gravidez depois do câncer de mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Tratamentos para o câncer de mama, a exemplo da <strong>radioterapia</strong> e<strong> quimioterapia</strong>, podem comprometer a <strong>fertilidade feminina</strong>, uma vez que afetam o sistema reprodutivo da mulher, principalmente o <strong>ovário</strong>, causando a diminuição do número de <strong>óvulos. </strong>Por isso, uma opção a ser considerada para as pacientes que desejam ser mãe é o <strong>congelamento de óvulos</strong> antes do começo do tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma outra possibilidade que tem se demostrado segura para pacientes com câncer é a fertilização in vitro por meio da coleta de embriões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A seguir, procuramos responder às principais dúvidas sobre a <strong>gestação</strong> depois do diagnóstico de câncer de mama, confira:</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> <strong>O feto pode ser afetado pelo tratamento do câncer de mama?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Tratamentos para o câncer de mama, como <strong>hormonioterapia</strong> ou<strong> terapia alvo</strong>, podem comprometer o <strong>desenvolvimento fetal. </strong>Já o tratamento quimioterápico é considerado seguro a partir do segundo trimestre de gestação, não provocando alterações no desenvolvimento embrionário. Por isso, por segurança, é recomendado aguardar a finalização total do tratamento, antes de uma gravidez.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Levando em conta também a saúde da mulher, vale lembrar que a interrupção do tratamento da doença, por conta de uma gestação, pode aumentar o <strong>risco de recidiva,</strong> assim como de progressão da doença.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> <strong>Quanto tempo após o tratamento devo esperar antes de engravidar?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">É recomendado que após o fim do <strong>tratamento para o câncer de mama</strong>, as mulheres aguardem no mínimo de 2 a 3 anos para iniciar as tentativas de engravidar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante que as pacientes tenham em mente que cada caso é único e individualizado, precisando ser considerado fatores, como tipo de câncer de mama, idade e risco de recidiva da doença. A saúde e o bem-estar da paciente devem sempre ser priorizados.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> <strong>Meu histórico de câncer de mama pode colocar meu bebê em risco durante a gravidez?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Até o momento, a Ciência não possui evidências de que o bebê sofra algum efeito direto do câncer de mama diagnosticado na mãe. Não foi descoberto pelos pesquisadores nenhum aumento no número de problemas de saúde a longo prazo ou de <strong>defeitos congênitos </strong>em bebês nascidos de pacientes que enfrentaram o câncer de mama.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> <strong>Após o tratamento do câncer de mama, eu posso amamentar?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Mulheres que passaram por procedimentos cirúrgicos e/ou radioterapia podem ter problemas para amamentar a criança com a <strong>mama</strong> operada. Isso ocorre tanto por conta das mudanças estruturais na mama após a cirurgia que podem causar dor e dificuldade na <strong>amamentação</strong>, como pela redução da produção de leite.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Medicamentos presentes na <strong>hormonioterapia</strong> para tratamento do câncer também podem afetar o leite e consequentemente o bebê. Por isso, caso ainda esteja tomando algum <strong>medicamento</strong> para a doença, sempre converse com seu mastologista, antes de iniciar o aleitamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Veja também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/como-enfrentar-o-diagnostico-de-cancer-de-mama/">Como enfrentar o diagnóstico de câncer de mama?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a><strong>A importância de conversar com o médico mastologista</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Caso você tenha recebido o diagnóstico de câncer de mama e ainda guarde dentro de si o desejo de ser mãe, ou apenas queira deixar essa possibilidade em aberto, é de fundamental importância conversar com o médico mastologista, responsável pelo acompanhamento do seu caso. Ele é o profissional da área de saúde mais qualificado para analisar as especificações do seu quadro clínico e aconselhar sobre o assunto, uma vez que cada caso de câncer de mama é diferente do outro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, a Medicina possibilita medidas que ajudam a preservar a f<strong>ertilidade da mulher</strong>, como <strong>captação e congelamento de óvulos</strong>, que podem ser usados para f<strong>ertilização</strong> após a conclusão do tratamento de câncer de mama. No entanto, para que isso possa ocorrer, é preciso que haja um planejamento conjunto entre paciente e o médico responsável pelo tratamento da doença.</p>



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