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	<title>Arquivos fibroadenomas - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>Arquivos fibroadenomas - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>Tumores de mama benignos de grande volume: o que são, causas e tratamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vida após o câncer]]></category>
		<category><![CDATA[fibroadenomas]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperplasia Estromal Pseudoangiomatosa]]></category>
		<category><![CDATA[PASH]]></category>
		<category><![CDATA[tumor benigno na mama]]></category>
		<category><![CDATA[tumores filoides]]></category>
		<category><![CDATA[tumores na mama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os tumores de mama benignos de grande volume representam um grupo de lesões que, embora não estejam associadas ao câncer, podem causar desconforto físico, alterações estéticas e preocupação para quem recebe o diagnóstico. Entre as lesões citadas, destaca-se a Hiperplasia Estromal Pseudoangiomatosa (PASH, na sigla em inglês para Pseudoangiomatous Stromal Hyperplasia), condição rara que pode atingir grandes dimensões e exigir [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Os tumores de mama benignos de grande volume representam um grupo de lesões que, embora não estejam associadas ao câncer, podem causar desconforto físico, alterações estéticas e preocupação para quem recebe o diagnóstico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as lesões citadas, destaca-se a <strong>Hiperplasia Estromal Pseudoangiomatosa </strong>(PASH, na sigla em inglês para <em>Pseudoangiomatous Stromal Hyperplasia</em>), condição rara que pode atingir grandes dimensões e exigir tratamento cirúrgico.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Características gerais da Hiperplasia Estromal Pseudoangiomatosa</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>Hiperplasia Estromal Pseudoangiomatosa (PASH)</strong> é uma <strong>alteração benigna do tecido da mama</strong> causada pelo <strong>crescimento excessivo das células de sustentação</strong> que compõem a estrutura mamária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a<strong> PASH seja considerada rara, </strong>segundo <a href="https://abs.amegroups.org/article/view/6368/html"><u>artigo publicado na revista acadêmica </u></a><a href="https://abs.amegroups.org/article/view/6368/html"><em><u>Annals of Breast Surgery</u></em></a><a href="https://abs.amegroups.org/article/view/6368/html"><u>,</u></a> <strong>ela é mais comum em mulheres na pré-menopausa</strong>. Ainda assim, casos em adolescentes, mulheres jovens e até mesmo homens (geralmente associada à ginecomastia) já foram registrados na literatura científica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A causa exata da PASH é desconhecida, mas há indícios de que a origem da condição esteja em uma resposta hormonal exacerbada, especialmente à progesterona — o que estimularia a proliferação tecidual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com <a href="https://www.rbcp.org.br/details/1853/pt-BR/hiperplasia-estromal-pseudoangiomatosa--caso-raro-em-menina-de-11-anos"><u>artigo publicado na Revista Brasileira de Cirurgia Plástica</u></a>, a lesão costuma crescer de forma lenta (raramente o aumento de tamanho é rápido), assumindo características de um tumor mamário de grande volume.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na maioria dos casos, <strong>a PASH é identificada em exames de imagem de rotina</strong>, podendo também se manifestar como uma massa palpável, firme, indolor e móvel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, o diagnóstico é feito por meio de exames clínicos, <a href="https://drabrendadelgado.com.br/mamografia/"><u>mamografia</u></a> e/ou <a href="https://drabrendadelgado.com.br/ultrassom-das-mamas-e-axilas/"><u>ultrassonografia</u></a> das mamas, e confirmado em biópsia por agulha grossa, que permite avaliar a estrutura histológica do tecido.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leia">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/nodulos-mamarios-grandes-benignos/#:~:text=O%20papel%20das%20t%C3%A9cnicas%20de,as%20possibilidades%20de%20reconstru%C3%A7%C3%A3o%20mam%C3%A1ria."><u>Saiba mais sobre o tratamento dos nódulos mamários grandes e benignos</u></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros tipos de tumores de mama benignos de grande volume</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da PASH, outros tumores benignos podem atingir grandes dimensões e demandar atenção médica. São eles os <strong>fibroadenomas</strong> e os <strong>tumores filoides</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fibroadenoma</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://drabrendadelgado.com.br/fibroadenoma-na-mama-o-que-e-sintomas-e-como-tratar/"><u>fibroadenoma</u></a> é o tumor benigno mais comum entre as mulheres, formado por tecido <strong>fibroso e glandular. </strong>É um nódulo <strong>bem delimitado, móvel e indolor</strong>. Ocorre, principalmente, entre os <strong>20 e 35 anos</strong> e não aumenta o risco de <a href="https://drabrendadelgado.com.br/resultado-anatomapatologico-cancer-de-mama/"><u>câncer de mama.</u></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">O chamado fibroadenoma juvenil, mais frequente em adolescentes entre <strong>10 e 18 anos</strong>, pode crescer rapidamente, mas tende a <strong>reduzir de tamanho ou desaparecer</strong> com o tempo. Já quando o nódulo atinge <strong>5 cm ou mais</strong>, é classificado como <strong>fibroadenoma gigante</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tumores filoides</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os <a href="https://drabrendadelgado.com.br/tumor-filoide-mama/"><u>tumores filoides</u></a> se originam no <strong>tecido conjuntivo (estroma)</strong> da mama e têm crescimento potencialmente rápido. Podem ser classificados <strong>como benignos, borderline (intermediários) ou malignos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a maioria seja benigna, todos os tipos requerem avaliação médica detalhada, pois <strong>podem atingir grandes volumes e causar dor ou deformidade mamária.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Diagnóstico diferencial e importância da avaliação médica</p>



<p class="wp-block-paragraph">O exame microscópico é fundamental para identificar casos de PASH e diferenciá-los de fibroadenoma, tumor filoide ou outras condições benignas e malignas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso porque, como reforça o artigo da Annals of Breast Surgery, a <strong>PASH não apresenta sinais de malignidade</strong>, como atipia celular, mitoses ou destruição tecidual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras condições que também podem ser descartadas nessa avaliação médica são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://drabrendadelgado.com.br/angiossarcoma-mama/"><u><strong>angiossarcoma</strong></u></a><strong> de baixo grau</strong> (lesão maligna com espaços vasculares verdadeiros);</li>



<li><strong>hamartoma mamário</strong> (tumor benigno que cresce a partir da mistura de tecido mamário, fibroso e adiposo);</li>



<li><strong>miofibroblastoma</strong> (tumor mesenquimal benigno e extremamente raro).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Essa diferenciação entre <strong>tumores de mama benignos de grande volume</strong> é decisiva para a definição e início do tratamento adequado.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="liea"><em>Saiba mais: </em><a href="https://drabrendadelgado.com.br/autoexame-de-mama-prevencao-cancer/"><em><u>O papel do autoexame de mama no acompanhamento da saúde da mulher</u></em></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Técnicas de cirurgia oncoplástica para tumores de mama benignos de grande volume</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A definição de tratamento depende do tipo e do tamanho do tumor, além dos sintomas e da evolução clínica da pessoa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o diagnóstico da PASH ou fibroadenoma é confirmado e o tumor é de pequeno porte e assintomático, pode-se optar pelo acompanhamento clínico e exames periódicos de imagem para verificar a evolução do quadro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, em casos de crescimento progressivo, de sintomas físicos, estéticos e/ou de achados de imagem suspeitos, pode haver a necessidade de procedimentos cirúrgicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os<strong> tumores filoides, mesmo benignos, também costumam ser removidos cirurgicamente</strong>. Em situações raras, como <strong>PASH gigante</strong>, a <strong>mastectomia</strong> pode ser necessária, conforme relatado na <em>Revista Brasileira de Cirurgia Plástica</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesses contextos, a <strong>cirurgia oncoplástica</strong> tem papel essencial, pois combina técnicas de <strong>remoção segura da lesão</strong> com <a href="https://drabrendadelgado.com.br/reconstrucao-mamaria-retalhos-miocutaneos/"><u><strong>reconstrução estética da mama</strong></u></a>, buscando preservar o formato e a simetria da região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O procedimento é realizado em <strong>etapa única</strong>, oferecendo <strong>recuperação mais tranquila e resultados harmônicos</strong>. Além de benefícios estéticos, a reconstrução auxilia na <strong>autoestima e bem-estar emocional</strong> da paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão sobre o tipo de abordagem para o tratamento deve ser tomada em conjunto com a equipe médica, considerando o <strong>tamanho do tumor, o volume mamário e o desejo da paciente</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conheça <a href="https://drabrendadelgado.com.br/reconstrucao-mamaria-com-enxerto-de-gordura/"><u>as principais inovações nas técnicas de reconstrução mamária com enxerto de gordura.</u></a></p>
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		<title>O que significam microcalcificações na mamografia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Oct 2022 11:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exames de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[fibroadenomas]]></category>
		<category><![CDATA[mamografia]]></category>
		<category><![CDATA[microcalcificações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao analisar os exames de imagem, é possível encontrarmos o que chamamos de microcalcificações na mamografia. Veja este artigo e entenda tudo sobre elas! A mamografia, utilizada por mais de 50 anos, é um dos exames mais importantes e a melhor ferramenta disponível para que os médicos possam analisar visualmente os sinais iniciais e indícios de câncer de mama. No [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Ao analisar os exames de imagem, é possível encontrarmos o que chamamos de microcalcificações na mamografia.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Veja este artigo e entenda tudo sobre elas!</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A mamografia, utilizada por mais de 50 anos, é um dos <strong>exames mais importantes e a melhor ferramenta disponível</strong> para que os médicos possam analisar visualmente os sinais iniciais <strong>e indícios de câncer de mama</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, <strong>o câncer não é o único problema que acomete as mamas </strong>e nem todo sinal de anormalidade é um indicativo disso. Ao analisar as imagens, é possível encontrar anomalias nas estruturas mamárias que podem representar problemas diversos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas delas são o que chamamos <strong>de microcalcificações na mamografia</strong>. Vamos explorar mais sobre esse assunto?</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sinais além do câncer de mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do câncer de mama ser a maior preocupação na mamografia, até ele ser diagnosticado com precisão, <strong>é possível encontrar sinais de cistos e fibroadenomas</strong>, por exemplo, que não representam exatamente um risco de câncer.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Leia mais sobre </em><a href="https://drabrendadelgado.com.br/fibroadenoma-na-mama-o-que-e-sintomas-e-como-tratar/"><em>o fibroadenoma aqui</em></a><em>!</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Já as microcalcificações, segundo artigo publicado na <a href="https://rbc.inca.gov.br/index.php/revista/article/view/1505/905" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Revista Brasileira de Cancerologia do INCA</a>, <strong>representam o risco de um câncer precoce</strong>, mesmo a maioria sendo benigna, <strong>necessitando de exames mais conclusivos, como a biópsia</strong>, por exemplo, para ser analisada com mais detalhes, pois as causas das microcalcificações são diversas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que a mamografia é importante no caso de microcalcificações?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>microcalcificação não pode ser sentida no autoexame caseiro</strong>, aparecendo quase que exclusivamente apenas nos exames de imagem, por isso, é importante manter uma rotina anual de exames, <strong>especialmente, após os 40 anos de idade, ou até antes, caso o histórico familiar represente risco para o desenvolvimento da doença. </strong>Além disso, a mamografia ajuda a manter a vigilância das pacientes que já tiveram câncer de mama, <strong>que são os casos de recidiva.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que causa as microcalcificações?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As calcificações são depósitos de cálcio que ocorrem naturalmente nos tecidos do corpo e, por isso, a maioria das microcalcificações identificadas na mamografia é benigna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para conseguir diferir as calcificações malignas das benignas, normalmente, o médico mastologista considera três fatores que ampliam as chances de malignidade:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Microcalcificações menores do que 0,5 mm;</li><li>Variações no tamanho e formato;</li><li>Agrupamento em uma área da mama.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Do contrário, elas são consideras benignas se forem maiores de 0,5 mm, se tiverem tamanhos e formatos uniformes e se estiverem mais dispersas na mamografia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale lembrar que essas calcificações não têm nenhuma relação com a quantidade de cálcio ingerida nas refeições.</p>



<p id="leiamais">Leia sobre a importância da <a href="https://drabrendadelgado.com.br/fatores-de-risco-para-o-cancer-de-mama/">alimentação como fator de risco para o câncer de mama aqui!</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras causas que podem gerar o aparecimento de microcalcificações na mamografia são:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Infecções ou lesões passadas;</li><li>Estruturas benignas ou tumores não cancerígenos, como fibroadenomas calcificados, com calcificações mais grosseiras (em forma de pipoca);</li><li>Sessões antigas de radioterapia feita nas mamas;</li><li>Aterosclerose, uma inflamação que causa o crescimento de depósitos de cálcio nas artérias das mamas.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">É preciso tratar as microcalcificações?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Normalmente, os laudos das mamografias recebem uma classificação que indica os resultados e os próximos passos a serem seguidos de acordo com um sistema chamado de Breast Imaging Reporting and Database System, o BI-RADS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conheça as categorias:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Categoria 0</strong>: exige mais informação e não pode ser classificada precisamente;</li><li><strong>Categoria 1</strong>: significa que não há nenhuma anormalidade a ser reportada;</li><li><strong>Categoria 2</strong>: indica sinais de calcificações benignas ou de fibroadenomas não cancerígenos;</li><li><strong>Categoria 3:</strong> a anormalidade encontrada pode ser benigna e necessita repetição do exame em um período de seis meses;</li><li><strong>Categoria 4:</strong> foi identificado um sinal pequeno de possível câncer e pode ser necessário a biópsia para confirmação;</li><li><strong>Categoria 5</strong>: sinal altamente sugestivo de câncer, requer a biópsia para análise precisa;</li><li><strong>Categoria 6</strong>: utilizada em casos de câncer de mama ainda não tratados por cirurgia, como o que acontece em caso de mamografias pré-operatórias ou por quimioterapia neoadjuvante.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento de microcalcificações é bastante relativo, pois, como vimos, <strong>são naturais e bastante comuns de aparecerem nas mamografias</strong>, apresentando, em sua maioria, uma origem não cancerígena. Ou seja, <strong>o tratamento vai depender bastante da análise do médico mastologista</strong> e do resultado da classificação do sistema BI-RADS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando e como é feita a biópsia de microcalcificações?<br><br>A biópsia é indicada para microcalcificações suspeitas, como as classificadas em BI-RADS 4 e BI-RADS 5. Ela pode ser realizada através de procedimentos como:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Core biopsia (onde é feita a coleta de material da mama por meio de uma agulha grossa, permitindo que sejam coletados fragmentos maiores da formação suspeita)</li><li>Mamotomia (é feito um corte a vácuo, onde a agulha é guiada de forma precisa até a lesão em que o material vai ser coletado).</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esses dois procedimentos são guiados por estereotaxia ou pela mamografia, já que é o exame capaz de visualizar estas lesões com mais precisão. Outra opção quando a biópsia não é possível devido a posição das calcificações ou pouco volume mamário é a cirurgia, com ressecção segmentar para diagnóstico.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Interpretando o resultado da biopsia</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de qualquer biópsia, o resultado deve ser correlacionado com a imagem (correlação anatomo-radiológica) para decidir se há necessidade de ampliação da biopsia através de cirurgia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A indicação de que a formação é benigna pode dispensar a necessidade da cirurgia, por exemplo. Todavia, algum tipo de acompanhamento pode ser necessário, dependendo da avaliação do profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso de formações em que a biópsia confirma a presença de células malignas, o profissional também orientará sobre os próximos passos, que ajudam a determinar a extensão, o tipo e o grau de crescimento do tumor. Pode haver também indicações de análises laboratoriais para saber se as células do tumor contam com receptores de progesterona ou estrogênio. Mas, novamente, vale reforçar a importância da realização dos exames para acompanhamento dessas microcalcificações. Por não trazerem sintomas como dor nas mamas, maior sensibilidade ou febre e também por não serem identificadas no autoexame, <strong>é importante identificar e analisar os sinais</strong> <strong>dos exames de imagem</strong>, pois, como já sabemos<strong>, as chances de tratamento e cura são sempre melhores quanto descobertos precocemente</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Achou este conteúdo bom? Confira </em><a href="https://drabrendadelgado.com.br/categorias/qualidade-de-vida/"><em>mais artigos do meu blog aqui!</em></a></p>
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