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	<title>Arquivos fogachos - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>Arquivos fogachos - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>As novas alternativas de tratamento não hormonal para as ondas de calor da menopausa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[fogachos]]></category>
		<category><![CDATA[menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[ondas de calor]]></category>
		<category><![CDATA[terapia hormonal]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento não hormonal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dentro das alterações fisiológicas notáveis, as ondas de calor da menopausa não são apenas uma das mais comuns, como também estão entre aquelas com maior capacidade de afetar o bem-estar feminino à medida que a idade avança. Assim, as opções de reposição hormonal acabam sendo uma recomendação frequente dos médicos. No entanto, elas contam com restrições importantes e não se [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Dentro das alterações fisiológicas notáveis, as ondas de calor da menopausa não são apenas uma das mais comuns, como também estão entre aquelas com maior capacidade de afetar o bem-estar feminino à medida que a idade avança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, as opções de reposição hormonal acabam sendo uma recomendação frequente dos médicos. No entanto, elas contam com restrições importantes e não se aplicam a todos os casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse cenário, as <strong>terapias não hormonais vêm recebendo cada vez mais destaqu</strong>e, com inovações recentes que podem ser valiosas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O impacto das ondas de calor da menopausa na qualidade de vida</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em linhas gerais, a<a href="https://drabrendadelgado.com.br/entrando-na-menopausa/"><u> menopausa </u></a>se estabelece a partir do momento em que a mulher passa 12 meses seguidos sem<a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-mama-pode-menstruar/"><u> menstruar.</u></a> Isso significa que a idade fértil terminou e o organismo não leva mais adiante o processo de liberação dos óvulos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Geralmente, acontece entre os 44 e os 55 anos, mas casos precoces (antes dos 40) e tardios (depois dos 55) não são raros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a interrupção da atividade dos <a href="https://drabrendadelgado.com.br/retirada-ovarios/"><u>ovários</u></a>, é esperado que o nível de estrogênio do corpo caia naturalmente. A partir disso, <strong>vários sintomas podem ser notados e as ondas de calor são um dos mais comuns.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Estima-se que <strong>mais de 75% das mulheres na menopausa terão tal sensação</strong>. Elas são explicadas por alterações vasomotoras (ou seja, na circulação do sangue) e se manifestam na forma de episódios que duram alguns minutos, muitas vezes acompanhados de rubor na face, <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-mama-suor/"><u>suor</u></a> e calafrios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Casos mais extremos são bastante desagradáveis e comprometem até mesmo a capacidade de realizar atividades do dia a dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Adicionalmente, <strong>cabe destacar que o calorão pode ser relatado também por pacientes com câncer de mama.</strong> Tal manifestação é mais presente naquelas submetidas à<a href="https://drabrendadelgado.com.br/efeitos-colaterais-terapia-hormonal/"><u> hormonioterapia</u></a> ou às sessões de <a href="https://drabrendadelgado.com.br/efeitos-primeira-sessao-quimio/"><u>quimioterapia.</u></a></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leia">Saiba mais: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/hormonioterapia-para-cancer-de-mama/"><u>Quais as indicações e principais efeitos colaterais da hormonioterapia para o câncer de mama.</u></a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Outras manifestações comuns do corpo durante a menopausa</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Entre outras queixas constantes com potencial de comprometer a qualidade de vida nesse período estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>ressecamento <a href="https://drabrendadelgado.com.br/estrogenio-vaginal-cancer-de-mama/"><u>vaginal;</u></a></li>



<li>dor durante as relações sexuais;</li>



<li>queda na libido;</li>



<li>alterações psíquicas (maior irritabilidade e sintomas depressivos, por exemplo);</li>



<li>modificações na distribuição de gordura pelo corpo;</li>



<li>alterações de peso;</li>



<li>cansaço;</li>



<li>perda de <a href="https://drabrendadelgado.com.br/perda-ossea-na-menopausa/"><u>massa muscular e óssea</u></a>.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Normalmente, o médico confirma que a paciente está na menopausa a partir do relato dos sintomas e de exames que permitem avaliar a concentração de determinados hormônios.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A reposição hormonal nem sempre é uma boa opção</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A lógica da reposição hormonal, abordagem mais utilizada para o manejo do quadro associado à menopausa, é relativamente simples: <strong>a ideia é garantir ao organismo níveis adequados de determinados hormônios</strong>. Com isso, é possível retomar o equilíbrio de diversas funções e aliviar os desconfortos relatados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora os resultados sejam bons diante de uma prescrição adequada, o tratamento esbarra em algumas limitações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem contraindicações absolutas, como histórico de câncer de mama ou endométrio, trombose venosa profunda, embolia pulmonar, doenças cardiovasculares graves, doenças hepáticas ativas e sangramento vaginal de causa desconhecida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessas situações a exposição aos hormônios é considerada arriscada e não deve ser utilizada, conforme orientam as <a href="https://www.febrasgo.org.br/images/pec/posicionamentos-febrasgo/DIRETRIZ-CLIMATERIO-e-MENOPAUSA_ingles_10052024.pdf" target="_blank" rel="noopener">diretrizes sobre o tema assinadas em conjunto por várias entidades médicas brasileiras.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesses casos, será necessário recorrer às chamadas terapias não hormonais. Como já mencionado, isso pode ser feito pela administração de certas doses de fármacos desenvolvidos com outras finalidades (como antidepressivos ou medicamentos para determinadas condições neurológicas).</p>



<h2 class="wp-block-heading">As novidades nas abordagens não hormonais das ondas de calor da menopausa</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A boa notícia é que inovações estão começando a surgir. A mais notável delas é o <a href="https://www.fda.gov/news-events/press-announcements/fda-approves-novel-drug-treat-moderate-severe-hot-flashes-caused-menopause"><u>registro no mercado americano do fezolinetant</u></a> (cujo nome comercial é Veozah), disponível desde 2023 após aprovação do FDA (entidade equivalente à Anvisa).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele é um antagonista do receptor de neurocinina 3 (NK3) administrado por via oral na forma de pílulas. Em termos simples, sua ação bloqueia esse receptor cerebral que trabalha na regulação de calor no organismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://clinicaltrials.gov/study/NCT05033886" target="_blank" rel="noopener">ensaio clínico batizado de DAYLIGHT</a> avaliou a eficácia e segurança do <em>fezolinetant</em>. Os resultados demonstraram que uma dose de 45 mg administrada uma vez ao dia <strong>reduziu significativamente a frequência e a gravidade dos sintomas vasomotores ao longo de 24 semanas em comparação com o placebo.</strong> Adicionalmente, as participantes relataram melhorias no sono e na qualidade de vida geral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todavia, como qualquer outro medicamento, ele pode causar efeitos colaterais indesejados (como dores de barriga, diarreia e dificuldade para dormir). Além disso, há contraindicação absoluta para pacientes com disfunções hepáticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Posteriormente, já no segundo semestre de 2024, <strong>o elinzanetant, que funciona de forma similar ao fezolinetant, teve seu processo de registro iniciado.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A avaliação da eficácia e da segurança do produto está em curso, mas <a href="https://jamanetwork.com/journals/jama/article-abstract/2822766" target="_blank" rel="noopener"><u>estudos já demonstraram resultados promissores</u></a> (inclusive em outros aspectos da menopausa, como dos distúrbios do sono).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Outras medidas capazes de ajudar mulheres na menopausa</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda que as novidades sejam relevantes, <strong>não se sabe ao certo quando tais alternativas de tratamento não hormonal estarão disponíveis no Brasil</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seja como for, com a devida orientação é possível obter bons resultados no gerenciamento dos fogachos combinando certas terapias que não envolvem o uso de medicamentos com algumas mudanças de estilo de vida (como na alimentação, escolha de vestuários mais frescos, controle de peso e interrupção do tabagismo).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre algumas que demonstram certa efetividade em determinados contextos estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>acupuntura</strong>, técnica tradicional da medicina chinesa em que agulhas são inseridas em pontos estratégicos do corpo;</li>



<li><em><strong>mindfulness</strong></em><strong>, </strong>uma forma de meditação cujo objetivo é exercitar o foco no momento presente;</li>



<li><strong>ioga</strong>, um tipo de prática que combina determinados movimentos do corpo com exercícios de relaxamento;</li>



<li><strong>psicoterapias baseadas em intervenções cognitivo-comportamentais (TCC)</strong>, que podem ajudar a mulher a lidar melhor com as percepções negativas em torno da queixa.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">É indispensável o acompanhamento médico de qualquer intervenção voltada a controlar as ondas de calor na menopausa, bem como quando elas são parte dos efeitos colaterais de um tratamento oncológico. Dessa forma, é possível discutir em conjunto os riscos e os benefícios de cada opção, entre outros fatores pertinentes na decisão a ser tomada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aproveite agora e <a href="https://drabrendadelgado.com.br/interromper-hormonioterapia/"><u>confira quais são as restrições para uma gestação durante a hormonioterapia</u></a> e quando é possível interrompê-la para tentar engravidar.</p>
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		<title>Câncer de mama causa suor? Veja em que situações pacientes oncológicas sofrem com a sudorese excessiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Dec 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[febre]]></category>
		<category><![CDATA[fogachos]]></category>
		<category><![CDATA[hormonioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[suor noturno]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Afinal, câncer de mama causa suor? Entenda em que circunstâncias pacientes oncológicas podem sofrer esse tipo de desconforto. Ainda que alguns tipos de câncer possam ter como sintoma o suor excessivo, (como leucemias e linfomas não-Hodking) esse não costuma ser o caso do câncer de mama. Por outro lado, vários tratamentos utilizados para combater a doença podem fazer com que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Afinal, câncer de mama causa suor? Entenda em que circunstâncias pacientes oncológicas podem sofrer esse tipo de desconforto.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ainda que alguns tipos de câncer possam ter como</strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/sintomas-cancer-mama/"><u><strong> sintoma </strong></u></a><strong>o suor excessivo, (como leucemias e </strong><a href="https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/tipos/linfoma-nao-hodgkin#:~:text=O%20linfoma%20n%C3%A3o%20Hodgkin%20(LNH,o%20corpo%20a%20combater%20doen%C3%A7as." target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>linfomas não-Hodking</strong></u></a><strong>) esse não costuma ser o caso do câncer de mama</strong>. Por outro lado, <strong>vários tratamentos utilizados para combater a doença podem fazer com que a mulher apresente esse desconforto, que às vezes se manifesta durante à noite</strong>. Além disso, ondas de calor (também chamadas de fogachos) são outro relato frequente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os tratamentos que podem desencadear esse tipo de efeito colateral estão a <a href="https://drabrendadelgado.com.br/quem-quimioterapia-pode-comer/"><u>quimioterapia</u></a> e a <a href="https://drabrendadelgado.com.br/hormonioterapia-para-cancer-de-mama/">hormonioterapia</a>. Por outro lado, é preciso considerar os casos em que o suor excessivo é resultado de uma febre: como muitas vezes as defesas da paciente com <a href="https://drabrendadelgado.com.br/estagios-cancer-mama/"><u>câncer de mama </u></a>estão afetadas pelos efeitos adversos do tratamento, esse pode ser um sinal de alerta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De todo modo, não custa lembrar que a sudorese é um processo essencial do organismo. Sem a eliminação de água pela pele, o corpo teria dificuldade em regular a temperatura. Ainda assim, existem algumas intervenções possíveis para os momentos em que o excesso do suor se torna um incômodo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que o tratamento do câncer de mama causa suor excessivo?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Na maioria dos casos, a presença da sudorese abundante e das ondas de calor em mulheres passando por um tratamento do câncer de mama se dá pela influência das terapias adotadas sobre os hormônios.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é raro que alguns tratamentos afetem a <a href="https://drabrendadelgado.com.br/retirada-ovarios/"><u>função ovariana</u></a> e/ou coloquem a mulher a paciente em um estágio de <a href="https://drabrendadelgado.com.br/entrando-na-menopausa/"><u>menopausa</u></a> precoce. A menopausa é justamente um período que naturalmente sintomas do tipo podem se manifestar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como esses hormônios estão envolvidos em diversos mecanismos de regulação corporal, a flutuação do nível deles no organismo pode afetar o seu “termostato”, fazendo com que a pele fique mais quente. Assim, a mulher pode suar mais ou ter a sensação de que o rosto ou outras partes do corpo estejam queimando.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De todo modo, mesmo durante o tratamento do câncer de mama, <strong>a duração e a intensidade do desconforto percebido por conta do excesso de suor e dos fogachos varia de mulher para mulher</strong>. Contudo, quando eles são muito intensos podem prejudicar a qualidade de vida, já que interferem desde a <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cansaco-cancer-de-mama/"><u>hora de dormir</u></a> até o convívio social.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Veja também:<a href="https://drabrendadelgado.com.br/beneficios-meditacao/"><u> Quais os benefícios da meditação para pacientes diagnosticadas com câncer de mama?</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que fazer para lidar com esse problema?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A partir do momento em que o suor excessivo e as ondas de calor estiverem gerando incômodo, informe seu médico sobre essas alterações. <strong>Além disso, é possível considerar alterações no estilo de vida que possam aliviar o desconforto</strong>. Entre algumas delas estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tomar banho mais vezes ao dia;</li>
<li>Utilizar lençóis que tornem a cama mais fresca;</li>
<li>Dar preferência para vestuários de algodão de caimento mais largo;</li>
<li>Climatizar os ambientes (aumentando a ventilação, por exemplo);</li>
<li>Elevar o consumo de água;</li>
<li>Limitar a ingestão de cafeína, álcool e comidas apimentadas.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Junto com essas orientações, o médico pode prescrever algumas medicações para tentar amenizar esses efeitos colaterais. Por fim, <strong>a paciente deve estar atenta a sinais de desidratação ou da presença de febre alta que não cede (ou de acordo com as recomendações prévias passadas pela equipe de saúde responsável pelo acompanhamento do tratamento).</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em suma, o câncer de mama não causa suor, mas pode ser um efeito colateral de determinados tratamentos, como a hormonioterapia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Neste outro texto do blog, </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/hormonioterapia-para-cancer-de-mama/"><u><strong>você aprende mais sobre a aplicação desse recurso no combate a um tumor nas mamas.</strong></u></a></p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-mama-suor/">Câncer de mama causa suor? Veja em que situações pacientes oncológicas sofrem com a sudorese excessiva</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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