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	<title>Arquivos hiperplasia - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>Arquivos hiperplasia - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>Hiperplasia na mama: que riscos isso oferece e como a quimioprevenção pode ser usada?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 May 2023 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças benignas]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[hiperplasia]]></category>
		<category><![CDATA[hiperplasia atípica]]></category>
		<category><![CDATA[hiperplasia ductal atípica]]></category>
		<category><![CDATA[hiperplasia lobular]]></category>
		<category><![CDATA[quimioprevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma hiperplasia da mama pode ser típica ou atípica, atingido estruturas como os ductos ou os lóbulos mamários e elevando o risco de câncer A hiperplasia da mama é uma das alterações benignas do tecido mamário mais frequentes. Não é raro que esse tipo de formação apareça em exames de rotina, sobretudo naqueles voltados para o rastreio de possíveis tumores [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Uma hiperplasia da mama pode ser típica ou atípica, atingido estruturas</em> <em>como os ductos ou os lóbulos mamários e elevando o risco de câncer</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A hiperplasia da mama é uma das alterações benignas do tecido mamário mais frequentes. </strong>Não é raro que esse tipo de formação apareça em exames de rotina, sobretudo naqueles voltados para o rastreio de possíveis tumores na mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dependendo das características desse tipo de lesão pré-cancerígena, a paciente pode receber orientações sobre uma série de estratégias de profilaxia.</strong> Tais medidas têm como objetivo reduzir o risco de desenvolver um câncer de mama associado a uma hiperplasia, sobretudo se ela for atípica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale destacar que as hiperplasias são consequência do envelhecimento. Logo, embora possa atingir pessoas de qualquer idade e sexo, elas são mais comuns em mulheres a partir dos 35 anos. Casos em homens são extremamente raros.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é uma hiperplasia da mama?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De forma resumida, o tecido mamário normal contém ductos e lóbulos. Os lóbulos mamários são as estruturas responsáveis por produzir o leite materno no período de lactação. Já os ductos são os canais pelos quais o leite sai dos lóbulos e alcança os mamilos. Além desse tecido glandular, as mamas são formadas pelo tecido adiposo (que combina tecidos fibrosos e gorduras), bem como pelos vasos sanguíneos e nervos que atravessam a região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, a hiperplasia é resultado do crescimento das células dos ductos ou lóbulos mamários. Isso leva em conta que, normalmente, essas células estão agrupadas em duas camadas: assim, quando o crescimento das células mamarias é parecido com as células normais, a alteração recebe o nome de hiperplasia usual ou sem atipias. Já quando o crescimento das células tem uma forma irregular, a alteração é chamada de hiperplasia atípica.  Em geral, <a href="https://drabrendadelgado.com.br/sintomas-cancer-mama/">ambos os quadros não manifestam qualquer sintoma ou sinal.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">As hiperplasias podem ser classificadas conforme a parte da mama que atingem. <strong>Assim, hiperplasias que afetam os ductos são chamadas de hiperplasias ductais e aquelas que se formam a partir dos lóbulos são chamadas de lobulares.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra distinção importante dentro dos quadros de hiperplasia envolve a característica da multiplicação das células. Dessa forma, uma paciente pode ser acometida por:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Uma hiperplasia típica</strong>, em que as células crescem, mas não é identificada nenhuma alteração anormal;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Uma hiperplasia atípica (ou hiperplasia com atipias),</strong> na qual a multiplicação das células adquire sinais anormais, sobretudo no padrão e no tamanho das células. Essa alteração também pode ser classificada conforme a região da mama que atinge. Ou seja, há hiperplasias ductais atípicas (HDA) e hiperplasias lobulares atípicas (HLA).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Em geral, as HDA costumam ser um achado clínico de maior relevância, uma vez que a característica celular dessas formações se aproxima muito mais dos chamados carcinomas ductais in situ, a forma mais inicial de um câncer de mama </strong>. Apesar disso, ambas as manifestações têm o potencial de elevar o risco de desenvolver um<a href="https://drabrendadelgado.com.br/mitos-e-verdades-sobre-o-cancer-de-mama/"> câncer de mama</a> invasivo no futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Saiba mais<a href="https://drabrendadelgado.com.br/atividade-fisica-e-cancer-de-mama/">: Como os exercícios podem ajudar na prevenção e no tratamento de um câncer de mama?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como as hiperplasias da mama são descobertas?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>As hiperplasias normalmente são diagnosticadas ao acaso, durante exames de imagem (como as </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/qual-a-diferenca-entre-mamografia-e-ultrassom-das-mamas/"><u><strong>mamografias</strong></u></a><strong>, por exemplo).</strong> Em alguns casos, as alterações celulares são acompanhadas de <a href="https://drabrendadelgado.com.br/sintomas-cancer-mama/"><u>microcalcificações.</u></a> Esses pequenos depósitos de cálcio no tecido mamário estão presentes em diferentes tipos de lesões pré-cancerígenas ou de neoplasias malignas, o que reforça a necessidade de análise da condição por meio de uma biópsia. Nessa condição, o procedimento para remoção de um fragmento do tecido geralmente é feito com o auxílio de uma agulha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Através da biópsia de fragmento, <strong>um médico patologista consegue analisar a natureza das alterações da mama em nível celular, confirmando ou não a presença de hiperplasia, seja ela típica ou atípica.</strong> Nos casos em que uma hiperplasia ductal atípica é identificada, é necessário remover mais tecido ao redor da lesão inicial para avaliar e garantir que não há nenhum outro tipo de problema ali, como um carcinoma ductal in situou um carcinoma invasivo</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seja como for, é a partir da biópsia que o médico responsável pelo acompanhamento fornecerá as orientações necessárias para o acompanhamento e o eventual tratamento de uma hiperplasia mamária<strong>. Isso leva em conta principalmente o maior risco de desenvolver um câncer de mama que esse tipo de achado implica.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com <a href="https://www.cancer.org/cancer/breast-cancer/non-cancerous-breast-conditions/hyperplasia-of-the-breast-ductal-or-lobular.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">a American Cancer Society (ACS),</a> <strong>a presença de uma hiperplasia típica pode aumentar o risco de desenvolver um câncer de mama nessa região entre uma vez e meia e duas vezes.</strong> Já pacientes com hiperplasias <strong>ductais e lobulares atípicas podem carregar um risco entre quatro e cinco vezes maiores de desenvolver um tumor </strong>quando comparado a mulheres sem essas alterações, como também aponta a ACS.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Fui diagnosticada com uma hiperplasia mamária. E agora?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em geral, <strong>hiperplasias típicas não precisam ser tratadas</strong>. Por outro lado, o médico pode indicar algum tipo de acompanhamento diferenciado (com mamografias em intervalos maiores). Entretanto, a conduta é diferente quando a hiperplasia é atípica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É possível, por exemplo, que o médico indique a realização de uma pequena cirurgia para remoção da hiperplasia com atipias, incluindo as áreas ao redor dela. <strong>Adicionalmente, </strong><strong>devido ao alto risco para desenvolver câncer de mama </strong><strong>podem ser sugeridas mudanças no estilo de vida (como parar de fumar, beber menos álcool e controlar a alimentação e o peso), a realização de mamografias em períodos menores, e o uso de medicações, no que é chamado de quimioprevenção.</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Como a quimioprevenção pode reduzir o risco e prevenir um câncer de mama?</h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ou seja, diante do diagnóstico de uma hiperplasia atípica (sobretudo ductal), medidas de quimioprevenção (também chamadas de quimioprofilaxia) são recomendadas</strong>. Entre os medicamentos utilizados para tal fim estão os moduladores seletivos de receptores de estrogênios (SERMs) como o tamoxifeno e raloxifeno e os inibidores de aromatase, como o anastrozol e exemestasano<strong>. </strong>Esses fármacos agem inibindo e modulando a atuação de hormônios como o estrogênio e a progesterona.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Presentes em grandes quantidades no organismo feminino, eles têm papel importante na evolução de um tumor nas mamas em boa parte dos casos. <strong>De qualquer forma, eles têm indicações precisas e é fundamental ter uma discussão clara com seu médico para entender se eles realmente são indicados para o seu caso.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>De acordo com várias evidências reunidas desde o início do uso do tamoxifeno, hoje sabemos que tais medicamentos reduzem o risco de câncer de mama em até 50 % ao longo da vida, quando usados de forma contínua durante 5 anos.</strong> Em alguns casos, o uso pode ser reduzido para um período de 3 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A escolha da melhor medicação para a paciente depende de vários fatores como o estado menopausal e a presença doenças prévias</strong>. Para aqueles que não atingiram a menopausa ainda, apenas o tamoxifeno é indicado para redução do risco de câncer de mama primário. De qualquer forma, além do tamoxifeno, o raloxifeno e os inibidores de aromatase também reduzem o risco de câncer de mama em mulheres na pós-menopausa. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por outro lado, o uso de raloxifeno e dos inibidores de aromatase é indicado apenas em mulheres na pós-menopausa.</strong> Uma vez prescritas diante da identificação de uma hiperplasia na mama ou outros fatores de risco, estas medicações podem provocar efeitos colaterais como fogachos, dores articulares ou ainda elevar o risco de tromboses. Elas podem ajudar a prevenir fraturas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Aproveite para saber mais sobre as indicações de uso do </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/tamoxifeno/"><u><strong>tamoxifeno, incluindo eventuais efeitos colaterais, e entenda como esse medicamento revolucionou a oncologia.</strong></u></a></p>
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		<title>O que são as lesões pré-cancerígenas na mama?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 May 2023 14:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[hiperplasia]]></category>
		<category><![CDATA[lesão maligna]]></category>
		<category><![CDATA[lesões de alto risco]]></category>
		<category><![CDATA[lesões precursoras de câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embora não sejam efetivamente um câncer, as lesões pré-cancerígenas na mama podem exigir intervenções para reduzir o risco de desenvolver um câncer de mama Um câncer de mama é uma doença em evolução a partir da reprodução descontrolada das células de diferentes pontos do tecido mamário. Em alguns casos, a presença das chamadas lesões pré-cancerígenas ou lesões precursoras de câncer [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Embora não sejam efetivamente um câncer, as lesões pré-cancerígenas na mama</em> <em>podem exigir intervenções para reduzir o risco de desenvolver um câncer de mama</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um câncer de mama é uma doença em evolução a partir da reprodução descontrolada das células de diferentes pontos do tecido mamário. <strong>Em alguns casos, a presença das chamadas lesões pré-cancerígenas ou lesões precursoras de câncer de mama podem apontar que uma paciente tem um risco maior de ter câncer de mama no futuro.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda que nem toda mulher com uma lesão pré-cancerígena vá desenvolver efetivamente um câncer de mama, o diagnóstico desse tipo de formação merece atenção especial. Isso pode envolver o acompanhamento e a adoção de medidas para prevenir o risco associado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as características das lesões pré-cancerígenas?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática<strong>, lesões pré-cancerígenas da mama são resultado de alterações nas células que compõem o tecido mamário, mas que ainda não indicam a presença de um câncer de mama propriamente dito.</strong> Elas recebem esse nome justamente por predispor a um risco maior de desenvolver um câncer de mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diferente do que acontece em lesões benignas, nas lesões pré-malignas as células já apresentam alguma alteração no material genético. <strong>Dependendo do grau de progressão da lesão, o grau de semelhança com um câncer se torna cada vez maior, até o ponto que a disseminação da célula atinge áreas adjacentes do ponto original de disseminação.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Logo, é fundamental que tais alterações sejam identificadas e acompanhadas da forma mais rápida possível.</strong> Tal recomendação muitas vezes esbarra na falta de sinais e sintomas nítidos para essas condições, bem como na dificuldade de diferenciar a presença da lesão até mesmo com o suporte dos exames de imagem.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são as lesões pré-cancerígenas mais comuns?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A maioria das lesões pré-cancerígenas na mama são classificadas como hiperplasias.</strong> Elas podem atingir estruturas da mama como os lóbulos (glândulas responsáveis pela produção de leite materno) e os ductos (estruturas que levam o leite até o mamilo). Essas condições podem afetar mulheres de qualquer idade, mas tendem a alcançar com maior frequência aquelas acima dos 35 anos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Hiperplasia simples ou usual sem atipias (lobular ou ductal)</h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>As hiperplasias simples são lesões causadas pelo aumento do número de células justamente nos lóbulos ou nos ductos mamários</strong>. Assim, quando atinge os ductos mamários, recebe o nome de hiperplasia ductal usual e quando alcança o lóbulo, recebe o nome de hiperplasia lobular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Geralmente, tal condição não gera dor ou a formação de um nódulo perceptível. De acordo com a American Câncer Society (ACS), <a href="https://www.cancer.org/cancer/breast-cancer/non-cancerous-breast-conditions/hyperplasia-of-the-breast-ductal-or-lobular.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>a presença de hiperplasias usuais ou sem atipias na mama pode elevar o risco de câncer entre 1,5 e 2 vezes</u></a> quando comparadas a mulheres que não apresentam tal formação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Hiperplasia atípica (lobular ou ductal)</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Nas hiperplasias atípicas também há um aumento do número de células nos lóbulos ou nos ductos da mama. <strong>Entretanto, o padrão de disseminação é irregular, consideravelmente diferente do que seria considerado. Logo, elas recebem a designação de atípicas</strong>. Tal condição também recebe o nome de hiperplasia lobular com atipias (HLA) ou hiperplasia ductal com atipias (HDA).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também de acordo com a ACS uma mulher com <a href="https://www.cancer.org/cancer/breast-cancer/non-cancerous-breast-conditions/hyperplasia-of-the-breast-ductal-or-lobular.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">hiperplasia atípica tem risco entre 4 e 5 vezes maior de desenvolver um tumor na mama</a> do que mulheres sem alterações do tipo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Carcinoma lobular in situ</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os carcinomas lobulares in situ são outro tipo de lesão que pode predispor a um risco maior de desenvolver câncer de mama. <strong>Um carcinoma se caracteriza pela proliferação anormal de células ao longo dos lóbulos mamários, mas não invadem os tecidos próximos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, esse tipo de lesão pode ser classificado como clássico (com células menores e mais ou menos do mesmo tamanho), pleomórfico (com células maiores e arranjo anormal) ou florido (com disseminação grande o suficiente para formar uma massa de células com uma área de células mortas no centro).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em geral, a presença de um carcinoma lobular in situ pode <a href="https://www.cancer.org/cancer/breast-cancer/non-cancerous-breast-conditions/lobular-carcinoma-in-situ.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>elevar o risco de desenvolver um câncer entre 7 e 12 vezes,</u></a> como aponta a ACS.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/carcinoma-lobular-invasivo/">O que você precisa saber sobre os carcinomas lobulares invasivos?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que deve ser feito para diagnosticar e acompanhar esses quadros?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quase sempre o diagnóstico de uma lesão pré-cancerígena na mama é feito durante exames de rotina para identificar um possível câncer de mama.</strong> Entretanto, é preciso considerar que nem sempre essas alterações aparecem em exames de imagem, como as mamografias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, a biópsia costuma ser o recurso mais utilizado para confirmar a presença de uma lesão pré-cancerígena. <strong>Confirmado o diagnóstico, o médico orientará a paciente sobre as ações de acompanhamento, prevenção e, eventualmente, profilaxia</strong>. Assim, é possível reduzir o risco de que a lesão desencadeie para um câncer de mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em geral, as hiperplasias simples não exigem intervenções de prevenção. Por outro lado, hiperplasias atípicas, sejam elas ductais ou lobulares<strong>, podem indicar a realização de uma pequena cirurgia para remover o tecido afetado, garantindo se há ou não presença de lesão cancerígena associada à alteração. Além disso, pode haver recomendação de retornos periódicos mais frequentes (a cada 6 ou 12 meses), para a devida avaliação da mama e a realização de exames de rastreamento.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O médico pode prescrever medicamentos que reduzem o risco de desenvolver câncer (como o <a href="https://drabrendadelgado.com.br/tamoxifeno/"><u>tamoxifeno</u></a>, por exemplo) e orientar sobre <a href="https://drabrendadelgado.com.br/alcool-cancer-de-mama/"><u>mudanças de estilo de vida</u></a> que contribuam para minimizar as chances de ter a doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nos casos de carcinomas lobulares in situ, as recomendações tendem a ser as mesmas.</strong> Porém, algumas pacientes podem se beneficiar de <a href="https://drabrendadelgado.com.br/como-e-feita-a-cirurgia-de-mastectomia/"><u>mastectomias</u></a> profiláticas, principalmente na presença de <a href="https://drabrendadelgado.com.br/teste-genetico-para-cancer-de-mama/"><u>alterações nos genes BRCA1 e 2.</u></a> Esse procedimento pode ser seguido de reconstrução mamária. Embora invasiva, médico e paciente precisam discutir com cuidado os benefícios dessa opção diante do risco adicional gerado pelas lesões pré-cancerígenas na mama identificadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Para reforçar a prevenção, </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/sintomas-cancer-mama/"><u><strong>veja o que precisa saber sobre possíveis sinais e sintomas de um câncer de mama.</strong></u></a></p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/lesoes-pre-cancerigenas-mama/">O que são as lesões pré-cancerígenas na mama?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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