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	<title>Arquivos metaplasia - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>Arquivos metaplasia - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>Saiba mais sobre as características de um câncer de mama metaplásico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Sep 2023 12:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[metaplasia]]></category>
		<category><![CDATA[recidiva]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[triplo-negativo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um câncer de mama metaplásico, embora raro, pode ser bastante agressivo. Além disso, é comum que eles sejam classificados como triplo-negativo Um caso de câncer de mama metaplásico (não confundir com o termo metastático) tende a ser relativamente raro. Em geral, as evidências apontam que esse tipo de doença corresponde a entre 0,2% e 5% de todos os tumores mamários. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Um câncer de mama metaplásico, embora raro, pode ser bastante agressivo. Além disso, é comum que eles sejam classificados como triplo-negativo</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um caso de câncer de mama metaplásico (não confundir com o termo </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-mama-metastatico/"><strong>metastático</strong></a><strong>) tende a ser relativamente raro</strong>. Em geral, as <a href="https://breast-cancer-research.biomedcentral.com/articles/10.1186/s13058-020-01353-z" target="_blank" rel="noreferrer noopener">evidências apontam que esse tipo de doença corresponde a entre 0,2% e 5% de todos os tumores mamários.</a> <strong>Entretanto, ainda que pouco comuns, tais quadros podem ter um tratamento mais difícil.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O prognóstico pode ser ainda mais desafiador quando se leva em conta outras alterações presentes na biologia do tumor. <strong>Há mais chances de que ele seja triplo-negativo, por exemplo</strong>. Em geral, essa característica está associada a uma maior agressividade e a piores desfechos, incluindo uma maior chance de disseminação da doença e de <a href="https://drabrendadelgado.com.br/recorrencia-do-cancer-de-mama/">recidivas</a> no longo prazo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais os sintomas e como um tumor metaplásico na mama é diagnosticado?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como outros tumores, um câncer de mama metaplásico geralmente começa a se desenvolver nos ductos mamários. No entanto, em determinado momento, a evolução da doença faz com que comecem a se acumular diferentes tipos de células, muito distintas daquelas que geralmente estão presentes em outros tumores.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Normalmente os tumores metaplásicos compartilham sintomas em comum com outros tipos de câncer de mama</strong>. Dessa forma, a paciente pode suspeitar do problema diante de alterações como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Modificações no formato e no tamanho da mama;</li>
<li>Espessamento, enrugamento ou ondulações da pele na região;</li>
<li>Presença de um nódulo ou caroço;</li>
<li>Dores nos seios;</li>
<li>Mudanças no mamilo, incluindo a eliminação de secreções.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ainda que a mulher possa perceber essas alterações e a partir disso procurar ajuda para entender o que está causando tais problemas, é comum que um câncer de mama metaplásico não apresente sintomas e seja identificado por meio de exames de rastreamento rotineiros</strong>. No mais, diante da suspeita de um tumor na mama, o médico pode recorrer a uma série de exames para confirmar o diagnóstico. Os mais utilizados são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mamografias;</li>
<li>Ressonâncias magnéticas;</li>
<li>Biópsias, que coletam um fragmento do tecido da região e encaminham essa amostra para a análise de um médico patologista. Esse profissional pode identificar se as alterações celulares são compatíveis com as de um câncer de mama metaplásico.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Não se sabe ao certo o que leva o organismo a desenvolver essa forma específica de câncer.</strong> De qualquer maneira, é importante considerar os fatores de risco já conhecidos para qualquer tumor na mama, como a idade, a predisposição genética e os hábitos ao longo da vida (como fumar ou manter uma rotina sedentária).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Que opções de tratamento podem ser utilizadas?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A escolha entre as opções de tratamento com mais chances de sucesso em um câncer de mama metaplásico depende também da avaliação de outros aspectos fisiológicos do tumor. Ou seja, é preciso considerar o estágio no momento do diagnóstico, a presença de receptores hormonais e o status HER2, por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como já destacado, <strong>os tumores metaplásicos da mama tendem a ser triplo-negativos</strong>. Isso significa que eles não expressam a proteína HER2 e não apresentam receptores de estrogênio e progesterona. Além disso, <strong>eles têm mais chances de serem diagnosticados quando já são localmente avançados (com um </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/estagios-cancer-mama/"><strong>estágio</strong></a><strong> avançado, mas ainda sem metástase</strong>). Com isso, as opções de tratamento podem ser mais restritas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, na maioria dos casos, a cirurgia acaba sendo a primeira intervenção recomendada para combater a enfermidade. A extensão do procedimento e a quantidade de tecido da mama removido depende da avaliação do médico responsável pelo acompanhamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, nem sempre é preciso recorrer a uma mastectomia. Cirurgias conservadoras com uma boa margem para a remoção do tumor podem ser uma opção. Em alguns casos, será preciso também fazer a ressecção dos linfonodos da axila e a investigação dos linfonodos sentinela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois da cirurgia, <strong>uma série de tratamentos localizados ou sistêmicos podem ser indicados de forma adjuvante.</strong> Eles são essenciais para reduzir a chance de que a doença retorne ou que alguma célula cancerígena que tenha permanecido no corpo se espalhe pelo organismo. Nessa fase, as opções mais adotadas são a quimioterapia e a radioterapia. Nos casos de tumor com status <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-de-mama-her2-positivo-o-que-isso-indica/">HER2 positivo</a> ou a presença de receptores hormonais, <a href="https://drabrendadelgado.com.br/terapia-alvo-cancer-de-mama-her2/">terapias alvo</a> e hormonioterapia podem ser utilizadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Veja também<a href="https://drabrendadelgado.com.br/masctectomia-quandanctomia/">: Saiba quais as diferenças entre uma mastectomia e uma quadrantectomia</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as perspectivas do prognóstico de um câncer de mama metaplásico em relação a outros subtipos da doença?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O fato de um câncer de mama metaplásico ser triplo-negativo não significa que ele seja exatamente igual aos demais tumores que compartilham as mesmas características. <strong>Há outros subtipos de câncer de mama relativamente raros que também não apresentam a expressão da proteína HER2 ou receptores hormonais.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não por menos, <a href="https://www.breastcancer.org/research-news/some-triple-negative-breast-cancers-more-aggressive" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>um estudo publicado em 2021</u></a> buscou mapear como diferentes tumores triplo-negativos respondiam ao tratamento. Foram analisados os casos de doenças metaplásicas, de carcinomas medulares e de tumores adenoides císticos, reunindo os dados de pouco mais de oito mil pacientes entre 2010 e 2016.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como resultado, os pesquisadores concluíram que, embora tumores metaplásicos e adenoides císticos apresentassem incidência similar de casos triplo-negativos, as pacientes diagnosticadas com um câncer de mama metaplásico tinham uma taxa de sobrevida em cinco anos menor comparado ao câncer de mama adenoide-cistico. Por outro lado, o <strong>fato desse tumor ser triplo-negativo parece não ter influenciado nos desfechos quando comparados a quadros HER2 positivo ou com a presença de receptores hormonais.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa maneira, <strong>isso significa que o diagnóstico de um câncer de mama metaplásico triplo-negativo não aponta necessariamente para as chances de piores prognósticos.</strong> Além desse aspecto, o estágio em que a doença foi identificada e a progressão do tratamento diante das terapias introduzidas podem influenciar consideravelmente na evolução do quadro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Aproveite para conferir mais detalhes a respeito das</strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-mama-triplo-negativo/"><u><strong> alternativas de tratamento para tumores de mama triplo-negativos.</strong></u></a></p>
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