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	<title>Arquivos microcalcificações - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>Arquivos microcalcificações - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>O que significam microcalcificações na mamografia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Oct 2022 11:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exames de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
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		<category><![CDATA[mamografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao analisar os exames de imagem, é possível encontrarmos o que chamamos de microcalcificações na mamografia. Veja este artigo e entenda tudo sobre elas! A mamografia, utilizada por mais de 50 anos, é um dos exames mais importantes e a melhor ferramenta disponível para que os médicos possam analisar visualmente os sinais iniciais e indícios de câncer de mama. No [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Ao analisar os exames de imagem, é possível encontrarmos o que chamamos de microcalcificações na mamografia.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Veja este artigo e entenda tudo sobre elas!</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A mamografia, utilizada por mais de 50 anos, é um dos <strong>exames mais importantes e a melhor ferramenta disponível</strong> para que os médicos possam analisar visualmente os sinais iniciais <strong>e indícios de câncer de mama</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, <strong>o câncer não é o único problema que acomete as mamas </strong>e nem todo sinal de anormalidade é um indicativo disso. Ao analisar as imagens, é possível encontrar anomalias nas estruturas mamárias que podem representar problemas diversos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas delas são o que chamamos <strong>de microcalcificações na mamografia</strong>. Vamos explorar mais sobre esse assunto?</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sinais além do câncer de mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do câncer de mama ser a maior preocupação na mamografia, até ele ser diagnosticado com precisão, <strong>é possível encontrar sinais de cistos e fibroadenomas</strong>, por exemplo, que não representam exatamente um risco de câncer.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Leia mais sobre </em><a href="https://drabrendadelgado.com.br/fibroadenoma-na-mama-o-que-e-sintomas-e-como-tratar/"><em>o fibroadenoma aqui</em></a><em>!</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Já as microcalcificações, segundo artigo publicado na <a href="https://rbc.inca.gov.br/index.php/revista/article/view/1505/905" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Revista Brasileira de Cancerologia do INCA</a>, <strong>representam o risco de um câncer precoce</strong>, mesmo a maioria sendo benigna, <strong>necessitando de exames mais conclusivos, como a biópsia</strong>, por exemplo, para ser analisada com mais detalhes, pois as causas das microcalcificações são diversas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que a mamografia é importante no caso de microcalcificações?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>microcalcificação não pode ser sentida no autoexame caseiro</strong>, aparecendo quase que exclusivamente apenas nos exames de imagem, por isso, é importante manter uma rotina anual de exames, <strong>especialmente, após os 40 anos de idade, ou até antes, caso o histórico familiar represente risco para o desenvolvimento da doença. </strong>Além disso, a mamografia ajuda a manter a vigilância das pacientes que já tiveram câncer de mama, <strong>que são os casos de recidiva.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que causa as microcalcificações?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As calcificações são depósitos de cálcio que ocorrem naturalmente nos tecidos do corpo e, por isso, a maioria das microcalcificações identificadas na mamografia é benigna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para conseguir diferir as calcificações malignas das benignas, normalmente, o médico mastologista considera três fatores que ampliam as chances de malignidade:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Microcalcificações menores do que 0,5 mm;</li><li>Variações no tamanho e formato;</li><li>Agrupamento em uma área da mama.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Do contrário, elas são consideras benignas se forem maiores de 0,5 mm, se tiverem tamanhos e formatos uniformes e se estiverem mais dispersas na mamografia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale lembrar que essas calcificações não têm nenhuma relação com a quantidade de cálcio ingerida nas refeições.</p>



<p id="leiamais">Leia sobre a importância da <a href="https://drabrendadelgado.com.br/fatores-de-risco-para-o-cancer-de-mama/">alimentação como fator de risco para o câncer de mama aqui!</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras causas que podem gerar o aparecimento de microcalcificações na mamografia são:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Infecções ou lesões passadas;</li><li>Estruturas benignas ou tumores não cancerígenos, como fibroadenomas calcificados, com calcificações mais grosseiras (em forma de pipoca);</li><li>Sessões antigas de radioterapia feita nas mamas;</li><li>Aterosclerose, uma inflamação que causa o crescimento de depósitos de cálcio nas artérias das mamas.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">É preciso tratar as microcalcificações?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Normalmente, os laudos das mamografias recebem uma classificação que indica os resultados e os próximos passos a serem seguidos de acordo com um sistema chamado de Breast Imaging Reporting and Database System, o BI-RADS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conheça as categorias:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Categoria 0</strong>: exige mais informação e não pode ser classificada precisamente;</li><li><strong>Categoria 1</strong>: significa que não há nenhuma anormalidade a ser reportada;</li><li><strong>Categoria 2</strong>: indica sinais de calcificações benignas ou de fibroadenomas não cancerígenos;</li><li><strong>Categoria 3:</strong> a anormalidade encontrada pode ser benigna e necessita repetição do exame em um período de seis meses;</li><li><strong>Categoria 4:</strong> foi identificado um sinal pequeno de possível câncer e pode ser necessário a biópsia para confirmação;</li><li><strong>Categoria 5</strong>: sinal altamente sugestivo de câncer, requer a biópsia para análise precisa;</li><li><strong>Categoria 6</strong>: utilizada em casos de câncer de mama ainda não tratados por cirurgia, como o que acontece em caso de mamografias pré-operatórias ou por quimioterapia neoadjuvante.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento de microcalcificações é bastante relativo, pois, como vimos, <strong>são naturais e bastante comuns de aparecerem nas mamografias</strong>, apresentando, em sua maioria, uma origem não cancerígena. Ou seja, <strong>o tratamento vai depender bastante da análise do médico mastologista</strong> e do resultado da classificação do sistema BI-RADS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando e como é feita a biópsia de microcalcificações?<br><br>A biópsia é indicada para microcalcificações suspeitas, como as classificadas em BI-RADS 4 e BI-RADS 5. Ela pode ser realizada através de procedimentos como:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Core biopsia (onde é feita a coleta de material da mama por meio de uma agulha grossa, permitindo que sejam coletados fragmentos maiores da formação suspeita)</li><li>Mamotomia (é feito um corte a vácuo, onde a agulha é guiada de forma precisa até a lesão em que o material vai ser coletado).</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esses dois procedimentos são guiados por estereotaxia ou pela mamografia, já que é o exame capaz de visualizar estas lesões com mais precisão. Outra opção quando a biópsia não é possível devido a posição das calcificações ou pouco volume mamário é a cirurgia, com ressecção segmentar para diagnóstico.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Interpretando o resultado da biopsia</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de qualquer biópsia, o resultado deve ser correlacionado com a imagem (correlação anatomo-radiológica) para decidir se há necessidade de ampliação da biopsia através de cirurgia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A indicação de que a formação é benigna pode dispensar a necessidade da cirurgia, por exemplo. Todavia, algum tipo de acompanhamento pode ser necessário, dependendo da avaliação do profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso de formações em que a biópsia confirma a presença de células malignas, o profissional também orientará sobre os próximos passos, que ajudam a determinar a extensão, o tipo e o grau de crescimento do tumor. Pode haver também indicações de análises laboratoriais para saber se as células do tumor contam com receptores de progesterona ou estrogênio. Mas, novamente, vale reforçar a importância da realização dos exames para acompanhamento dessas microcalcificações. Por não trazerem sintomas como dor nas mamas, maior sensibilidade ou febre e também por não serem identificadas no autoexame, <strong>é importante identificar e analisar os sinais</strong> <strong>dos exames de imagem</strong>, pois, como já sabemos<strong>, as chances de tratamento e cura são sempre melhores quanto descobertos precocemente</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Achou este conteúdo bom? Confira </em><a href="https://drabrendadelgado.com.br/categorias/qualidade-de-vida/"><em>mais artigos do meu blog aqui!</em></a></p>
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