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	<title>Arquivos mutação genética - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>Arquivos mutação genética - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>Entenda melhor qual a relação do gene ATM e o câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 13:32:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Genética]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[mastologia]]></category>
		<category><![CDATA[mutação genética]]></category>
		<category><![CDATA[oncologia]]></category>
		<category><![CDATA[testes genéticos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Além das alterações nos genes BRCA 1 e BRCA 2, as mais conhecidas quando se pensa nas mutações associadas ao câncer de mama, outras modificações no material genético da mulher também podem merecer atenção específica. Exemplo disso é o gene ATM. Na prática, os especialistas apontam que pessoas com pelo menos um dos genes ATM alterados têm um risco maior [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Além das alterações nos genes BRCA 1 e BRCA 2, as mais conhecidas quando se pensa nas mutações associadas ao câncer de mama, outras modificações no material genético da mulher também podem merecer atenção específica. Exemplo disso é o gene ATM.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, os especialistas apontam que pessoas<strong> com pelo menos um dos genes ATM alterados têm um risco maior de desenvolver câncer de mama</strong> (e em outras partes do corpo, como ovário e pâncreas).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir disso, medidas que contribuam para a prevenção e um possível diagnóstico precoce podem ser recomendadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O papel do DNA no desenvolvimento de um câncer de mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O desenvolvimento de qualquer tipo de câncer de mama está intimamente relacionado com alterações que ocorrem no DNA das células.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em resumo, as informações armazenadas na sequência de letras que compõem o material genético funcionam como um manual de instruções que controla todo o desenvolvimento celular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, quando essas instruções são modificadas por <strong>determinadas mutações (chamadas também de variações patogênicas),</strong> as células podem começar a se comportar de forma anormal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso interfere em mecanismos de proteção que impedem que células danificadas se multipliquem descontroladamente. Parte desse papel é de responsabilidade dos <strong>genes supressores de tumor</strong>, que têm no gene ATM um dos seus representantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Presentes em duplas no organismo, <strong>eles atuam justamente detectando danos no DNA e ativando processos de reparo ou mesmo eliminação das células comprometidas</strong> a partir do momento em que elas começam a se reproduzir, evitando assim o aparecimento de um tumor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, quando esses genes não funcionam adequadamente devido às mutações, a regulação da divisão celular que acontece a todo momento perde essa capacidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em paralelo, a <a href="https://www.cancer.org/cancer/types/breast-cancer/risk-and-prevention/breast-cancer-risk-factors-you-cannot-change.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Sociedade Norte-Americana do Câncer </u></a>aponta que entre <strong>5% e 10% de todos os diagnósticos de câncer de mama têm caráter hereditário.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, eles são resultado de alterações genéticas que passam de pais para filhos e interferem na forma como determinado aspecto do corpo trabalha, aumentando a chance de que a doença apareça em algum momento da vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O peso da mutação no gene ATM no risco de câncer de mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Estima-se que <a href="https://www.genomicseducation.hee.nhs.uk/genotes/knowledge-hub/atm-associated-cancer-risk/#gene-locus-and-structure" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>menos de 1% da população geral seja portadora de mutações no gene ATM</u></a>. <strong>A maioria das alterações atinge apenas uma das cópias que toda pessoa carrega</strong>. Isso significa que ela foi passada pelo pai ou pela mãe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seja como for, uma mulher na média da população, sem qualquer alteração genética associada a uma maior predisposição ao câncer, <strong>tem cerca de 10% de chance de ter um tumor na mama ao longo da vida.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Já diante dessa modificação no DNA, é possível que o <a href="https://aacrjournals.org/mct/article/15/8/1781/146010/ATM-Mutations-in-Cancer-Therapeutic" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>risco cresça para algo em torno de 20% a 30%. </u></a>Além disso, esse grupo parece ter mais chance de desenvolver <a href="https://drabrendadelgado.com.br/retirada-ovarios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>câncer de ovário </u></a>e de pâncreas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos casos em que ambos os genes ATM têm uma mutação (ou seja, quando pai e mãe são portadores da variação), a criança pode nascer com uma doença rara chamada de ataxia telangiectasia.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leia">Leia também:<a href="https://drabrendadelgado.com.br/mutacao-palb2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>De que forma a mutação PALB2 aumenta o risco de uma mulher desenvolver câncer de mama?</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> A necessidade de um teste genético para identificar mutações no gene ATM</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Genes relacionados ao câncer de mama podem ser detectados por meio de um <a href="https://drabrendadelgado.com.br/teste-genetico-cancer-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>teste genético</u></a>. Nesses casos, uma amostra de sangue ou saliva é coletada e analisada em laboratório para identificar quais são as alterações existentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, <strong>não existe necessariamente indicação para que toda mulher passe por essa avaliação em algum momento da vida</strong>. Esse é um procedimento cuja exigência é definida junto ao médico, levando em conta cada caso. Entre as situações que podem orientar tal necessidade estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>familiares com mutação conhecida (no gene ATM ou em outros);</li>



<li>existência de vários casos de câncer na família, sobretudo em parentes próximos;</li>



<li>histórico familiar de câncer de mama (<a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-de-mama-em-homens/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>inclusive em homens</u></a>), ovário ou pâncreas;</li>



<li>diagnósticos de câncer de mama antes dos 45 anos.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, mulheres já diagnosticadas com câncer de mama podem ser submetidas a tal avaliação para obter informações relevantes na decisão do tratamento da neoplasia</p>



<p class="wp-block-paragraph">A prática clínica mostra que tais mutações podem fazer com que o tumor apresente<a href="https://aacrjournals.org/mct/article/15/8/1781/146010/ATM-Mutations-in-Cancer-Therapeutic" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> maior resistência a alguns quimioterápicos</u></a>, exigindo estratégias diferenciadas para obter os resultados esperados, mesmo que essa constatação ainda seja controversa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A influência da mutação no gene ATM na radioterapia contra um câncer de mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A partir do momento em que o gene ATM é crucial para o reparo do DNA, pode haver reflexos na forma como as células se comportam diante dos danos colaterais provocados pela radioterapia. Tais interações variam conforme a mutação presente:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Pessoas<strong> com duas cópias mutadas do gene ATM </strong>(homozigotos, com achamada Ataxia-Telangiectasia) são <strong>muito sensíveis à radioterapia</strong>, o que restringe o uso da radiação ou indica que ela seja feita com doses mínimas para evitar problemas graves.</li>



<li>Nos <strong>indivíduos com mudança em apenas um gene ATM</strong> (ou seja, heterozigotas) a <strong>radioterapia pode ser feita com segurança</strong>. Em tese, o risco de efeitos colaterais graves não aumenta muito. Embora haja uma pequena chance de um segundo câncer (especialmente na outra mama ou nos casos em que a paciente é muito nova), os <strong>benefícios superam tal possibilidade.</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">De qualquer forma,<strong> a conversa com médico</strong> (oncologista e mastologista) <strong>para decidir sobre a radioterapia é indispensável.</strong> Isso permite que a decisão seja personalizada para cada caso.</p>



<h2 class="wp-block-heading">As recomendações para mulheres com esse tipo de alteração</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ter uma mutação no gene ATM não é uma sentença</strong>. Logo, mulheres com essa mutação podem passar a vida sem ter câncer de mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, elas devem receber acompanhamento médico personalizado, para que se compreenda adequadamente os riscos associados e as opções disponíveis para reduzir tais chances.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://drabrendadelgado.com.br/rastreamento-do-cancer-de-mama-quando-comecar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>rastreamento </u></a>(ou seja, a aplicação de exames mesmo sem qualquer<a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-mama-inflamatorio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> sintoma suspeito da doença</u></a>) é uma das principais estratégias recomendadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Discussão sobre opções para reduzir o risco, que podem variar de mudanças no estilo de vida a considerações sobre medicamentos preventivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Aconselhamento Familiar:</strong> Orientar outros membros da família sobre a possibilidade de testagem e aconselhamento genético.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As <a href="https://drabrendadelgado.com.br/autoexame-substitui-a-mamografia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>mamografias </u></a>com esse fim podem ser <strong>antecipadas para antes dos 40 anos</strong>, por exemplo. Já a<a href="https://drabrendadelgado.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> ressonância magnética</u></a> das mamas pode ser indicada de modo complementar, especialmente para mulheres mais jovens ou com tecido mamário denso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Add:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse mesmo contexto, a <strong>adoção de hábitos de vida saudáveis ganha importância ainda maior</strong>. É fundamental seguir orientações que envolvem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>manutenção de um peso adequado;</li>



<li>adoção de uma <a href="https://drabrendadelgado.com.br/alimentos-ajudam-na-prevencao-ao-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>alimentação equilibrada</u></a>;</li>



<li>prática regular de exercícios físicos;</li>



<li>limitação do <a href="https://drabrendadelgado.com.br/alcool-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>consumo de álcool</u></a>;</li>



<li>interrupção do tabagismo.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Em determinadas circunstâncias, o <a href="https://drabrendadelgado.com.br/tamoxifeno/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">uso de medicamentos que são capazes de contribuir para prevenir o câncer</a> é cabível, sempre com a supervisão profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Adicionalmente, pode <strong>ainda haver a orientação para que outros membros da família sigam a abordagem que prevê a testagem e o devido aconselhamento genético</strong>, identificando riscos similares de forma precoce.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, diante de um risco muito elevado, pode ser discutida a possibilidade de outras medidas profiláticas, como a<a href="https://drabrendadelgado.com.br/como-e-feita-a-cirurgia-de-mastectomia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> mastectomia redutora de risco. </u></a>Esta é uma decisão complexa que deve levar em conta fatores individuais como <strong>idade, histórico familiar, outros elementos de risco e, principalmente, as preferências de cada um.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O volume de conhecimento sobre o gene ATM e outras variantes patológicas associadas ao câncer de mama vem crescendo muito nos últimos anos e ainda permanece em evolução, certamente proporcionando a médicos e pacientes novas opções de prevenção e tratamento da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aproveite e entenda melhor quando é realmente necessário fazer um <a href="https://drabrendadelgado.com.br/teste-genetico-para-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>teste genético para o câncer de mama.</u></a></p>
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		<title>Fatores de Risco para o Câncer de Mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2020 19:07:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[amamentar]]></category>
		<category><![CDATA[densidade das mamas]]></category>
		<category><![CDATA[etnia]]></category>
		<category><![CDATA[fatores de risco câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[mutação genética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O câncer de mama não tem uma causa única, diversos fatores estão relacionados ao seu surgimento. Entender os fatores de risco para o câncer de mama é importante para reduzirmos as chances de desenvolvimento da doença. Fatores de riscos são situações que aumentam a probabilidade de surgimento do câncer de mama. Porém, é importante reforçar que pessoas com fatores de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O <strong>câncer de mama </strong>não tem uma causa única, diversos fatores estão relacionados ao seu surgimento. Entender os <strong>fatores de risco</strong> <strong>para o câncer de mama </strong>é importante para reduzirmos as chances de desenvolvimento da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fatores de riscos</strong> são situações que aumentam a probabilidade de surgimento do <strong>câncer de mama</strong>. Porém, é importante reforçar que pessoas com <strong>fatores de risco</strong> não necessariamente virão a ter <strong>câncer de mama</strong>, assim como a ausência de <strong>fatores de risco</strong> não elimina a chance de tê-lo. Saiba mais sobre a <strong>prevenção do câncer de mama</strong> <a href="https://drabrendadelgado.com.br/prevencao-do-cancer-de-mama/">clicando aqui</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem <strong>fatores de risco</strong> que podem ser alterados (modificáveis) e os que não podem ser alterados ( não modificáveis).</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fatores de Risco do Câncer de Mama Modificáveis</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Esses <strong>fatores de risco</strong> podem ser alterados com algumas mudanças no estilo de vida, diminuindo assim, o risco do surgimento do <strong>câncer de mama</strong>. São eles:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Manter uma alimentação saudável</strong>: A maior ingestão de alimentos de origem vegetal como legumes, frutas, verduras, cereais integrais, entre outros, ajudam a manter o corpo mais saudável evitando o desenvolvimento do câncer e outras doenças;</li>
<li><strong>Praticar atividade física com frequência:</strong> A <a href="https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/physical-activity" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Organização Mundial da Saúde</a> (OMS) recomenda a prática de <strong>exercício físico moderado</strong> cinco vezes por semana por pelo menos 30 minutos para prevenção de doenças crônicas;</li>
<li><strong>Evitar o sobrepeso </strong>(obesidade);</li>
<li><strong>Dormir </strong>pelo menos 8 horas por dia;</li>
<li><strong>Amamentar o máximo de meses possível:</strong> O aleitamento materno até os dois anos ou mais, sendo exclusivo nos primeiros seis meses de vida da criança, protege as mães do câncer de mama e os bebês da obesidade infantil.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Fatores de Risco do Câncer de Mama não Modificáveis</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Sexo Feminino</strong>: Mulheres têm 100 vezes mais chances de desenvolver <strong>câncer de mama</strong> do que homens. Clique no link e saiba mais sobre <strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-de-mama-em-homens/">câncer de mama em homens</a></strong>;</li>
<li><strong>Idade</strong>: O risco de<strong> câncer de mama</strong> aumenta a partir dos 45 anos de idade. Cerca de 77% das mulheres com <strong>câncer de mama</strong> têm mais de 50 anos;</li>
<li><strong>Etnia</strong>: O grupo étnico com maior incidência de <strong>câncer de mama</strong> são os brancos (caucasianos). Negros apresentam um risco levemente menor, porém sua mortalidade é maior. Hispânicos e asiáticos apresentam cerca de 30% menos risco do que brancos;</li>
<li><strong>Histórico Familiar:</strong> Ter um parente de primeiro grau com <strong>câncer de mama</strong> aumenta o risco em 1.8 vezes. Entretanto, apenas 15% das mulheres com o diagnóstico de <strong>câncer de mama</strong> apresentam história familiar anterior. A história familiar é importante na identificação das mutações dos genes BRCA 1 e BRCA 2 (leia aqui sobre o <strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/teste-genetico-para-cancer-de-mama/">Teste genético para câncer de mama</a></strong>). Mulheres com esses genes alterados apresentam 65% de chance de desenvolveram o <strong>câncer de mama</strong> até os 70 anos;</li>
<li><strong>História pessoal</strong>: Quem já teve <strong>câncer de mama</strong> uma vez tem 4 vezes mais riscos de ter um segundo, seja na mesma mama ou na outra;</li>
<li><strong>Lesões benignas da mama</strong>: A maioria das lesões benignas da mama não aumentam o risco de <strong>câncer de mama</strong>. Porém, algumas lesões como a hiperplasia ductal atípica e hiperplasia lobular atípica aumentam em até 5 vezes o risco de desenvolver a doença;</li>
<li><strong>Radiação na região do tórax</strong>: Pessoas com história de câncer submetidas a radioterapia na região torácica, pessoas expostas a radiação ou pessoas que entraram em contato com material radioativo apresentam maiores riscos de desenvolver o <strong>câncer de mama</strong>;</li>
<li><strong>Densidade das mamas</strong>: Mulheres com mamas mais densas apresentam maior risco de <strong>câncer de mama</strong>.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o <strong>câncer de mama</strong> é detectado precocemente, as chances de cura da doença são de até 95%!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, é fundamental realizar consultas de rotina com seu médico mastologista e ficar atento aos sinais e sintomas dessa doença.</p>
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