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	<title>Arquivos necrose gordurosa - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>Arquivos necrose gordurosa - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>Lipoenxertia e a segurança da reconstrução mamária com enxerto de gordura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 11:01:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reconstrução mamária]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia de reconstrução]]></category>
		<category><![CDATA[necrose gordurosa]]></category>
		<category><![CDATA[reconstrução com gordura autóloga]]></category>
		<category><![CDATA[reconstrução mamária]]></category>
		<category><![CDATA[segurança da lipoenxertia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após o tratamento do câncer de mama, muitas mulheres buscam alternativas para restaurar o volume e a aparência das mamas. Entre as opções disponíveis, a reconstrução mamária com enxerto de gordura (também chamada de lipoenxertia) é uma técnica relevante. Em resumo, essa abordagem utiliza a própria gordura da paciente para remodelar a mama, oferecendo resultados naturais e, em muitos casos, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/lipoenxertia-reconstrucao-mamaria-com-enxerto-de-gordura/">Lipoenxertia e a segurança da reconstrução mamária com enxerto de gordura</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Após o tratamento do câncer de mama, muitas mulheres buscam alternativas para restaurar o volume e a aparência das mamas. Entre as opções disponíveis, a reconstrução mamária com enxerto de gordura (também chamada de lipoenxertia) é uma técnica relevante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em resumo, essa abordagem utiliza a própria gordura da paciente para remodelar a mama, oferecendo resultados naturais e, em muitos casos, evitando a necessidade de implantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas como funciona esse procedimento? Em que situações ele é indicado? E, principalmente, a técnica é segura do ponto de vista oncológico? Esses e outros pontos são esclarecidos nos tópicos abaixo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Entenda o que é a reconstrução mamária por meio de lipoenxertia</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme dados <a href="https://www.rbcp.org.br/details/2946/pt-BR/lipoenxertia-na-reconstrucao-mamaria-apos-tratamento-do-cancer-de-mama--revisao-de-literatura" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>compilados e publicados na Revista Brasileira de Cirurgia Plástica</u></a>, quase 40% dos procedimentos do tipo no Brasil têm <a href="https://drabrendadelgado.com.br/reconstrucao-mamaria-retalhos-miocutaneos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>função reparadora. </u></a>Nesse total, mais de 6% são relativos à recomposição das mamas como parte de um tratamento de câncer de mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as alternativas disponíveis com tal finalidade, a <a href="https://drabrendadelgado.com.br/reconstrucao-mamaria-com-lipoenxertia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>lipoenxertia </u></a>consiste em retirar gordura de áreas doadoras do próprio corpo da paciente (como abdômen, quadris ou coxas) e transferi-la para a mama que precisa de reconstrução ou remodelação. O cirurgião responsável realiza o procedimento seguindo algumas etapas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>a primeira é a lipoaspiração, em que a gordura é retirada de regiões com excesso de tecido adiposo, sempre preservando a viabilidade das células de gordura;</li>



<li>a segunda fase envolve o processamento e a injeção do material. Após ser coletada, a gordura passa por um processo para separar as células viáveis;</li>



<li>posteriormente, o tecido adiposo é injetado cuidadosamente na mama em pequenas quantidades, distribuídas em múltiplas camadas para garantir melhor integração ao local que está recebendo o enxerto.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Todo o procedimento é feito sob anestesia geral. Como complemento, o médico pode orientar a paciente sobre a necessidade do uso de expansores teciduais antes e depois do procedimento para ampliar o tecido disponível na região.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Situações em que a abordagem pode ser empregada no contexto oncológico</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Cirurgiões utilizam a <a href="https://drabrendadelgado.com.br/beneficios-aplicacao-de-enxerto-gordura-mamas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>reconstrução mamária com enxerto de gordura</u></a> em diferentes cenários do tratamento oncológico. Entre as situações mais comuns estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>correção de irregularidades após cirurgia conservadora</strong>, que pode deixar assimetrias ou contornos irregulares na mama;</li>



<li><strong>reconstrução após mastectomia</strong>, combinada com outras técnicas, como retalhos de tecido ou expansores, para otimizar o volume e a forma da mama;</li>



<li><strong>complemento à reconstrução com implantes e refinamento de reconstruções prévias</strong>, sobretudo de mulheres que não ficaram satisfeitas com o resultado alcançado.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">É importante ressaltar que nem todas as pacientes são candidatas ideais para o procedimento. A técnica requer planejamento cuidadoso, material doador disponível do próprio corpo da mulher e, em muitos casos, múltiplas sessões para alcançar o resultado desejado, pois parte da gordura transferida pode ser reabsorvida pelo organismo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> Eventuais intercorrências depois de uma lipoenxertia</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a lipoenxertia seja segura e minimamente invasiva, ela pode desencadear algumas complicações, como qualquer procedimento cirúrgico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://drabrendadelgado.com.br/esteatonecrose-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>necrose gordurosa</u></a> é uma das mais comuns. Ela ocorre quando parte da gordura enxertada não recebe suprimento sanguíneo adequado. Isso pode formar pequenos <a href="https://drabrendadelgado.com.br/nodulos-na-mama-o-que-podem-indicar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>nódulos palpáveis</u></a>, <a href="https://drabrendadelgado.com.br/dor-no-seio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>dor </u></a>e alterações na pele e nos mamilos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda que geralmente benignas, elas precisam ser diferenciadas de outras alterações suspeitas por meio de exames de imagem (como mamografias e ultrassons). Lesões menores do tipo somem espontaneamente, mas as maiores podem exigir um novo procedimento cirúrgico para remoção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inflamações, infecções, <a href="https://drabrendadelgado.com.br/sangramento-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>sangramentos </u></a>e a formação de cistos oleosos são outras queixas relevantes. Em algumas áreas, a gordura líquida pode se acumular, exigindo drenagem para solucionar a questão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por conta do já destacado processo de reabsorção, podem ocorrer ainda <a href="https://drabrendadelgado.com.br/seios-tamanhos-diferentes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>assimetrias</u></a> ou irregularidades na superfície da mama.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Evidências que apontam para a segurança da reconstrução mamária com a gordura</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De modo geral, os especialistas apontam que a lipoenxertia é capaz de melhorar tanto a forma quanto o volume da mama, criando resultados mais naturais ao toque e à aparência. Com isso, a paciente tem <a href="https://drabrendadelgado.com.br/aumento-dos-seios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>ganho relevante de autoestima</u></a>, um aspecto essencial para a qualidade de vida depois do tratamento oncológico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora dúvidas sobre como a reconstrução mamária com enxerto de gordura interfere no <a href="https://drabrendadelgado.com.br/recorrencia-do-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>risco de recorrência do câncer de mama</u></a> sejam comuns, é possível apontar estudos que demonstram que ela não aumenta os riscos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> Lipoenxertia e risco de recorrência</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Exemplo disso é uma<a href="https://jamanetwork.com/journals/jamasurgery/fullarticle/2706185" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>publicação de 2018 do periódico JAMA Surgery. </u></a>O estudo comparou 287 pacientes com câncer de mama submetidas a reconstruções mamárias com transferência autóloga de gordura e 300 casos controles equivalentes em fatores como idade, tipo de cirurgia oncológica e estágio da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após seguimento médio de 9,3 anos, não houve diferença significativa nas taxas de recorrência locorregional (ou seja, na mesma parte do corpo em que a doença apareceu originalmente).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também não houve diferenças em recorrências distantes. Além disso, a mortalidade geral e específica por câncer de mama foram menores no grupo que fez a lipoenxertia, confirmando a segurança oncológica em longo prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já uma <a href="https://www.mdpi.com/2077-0383/13/15/4369" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>revisão sistemática publicada em 2024 pelo Journal of Clinical Medicine </u></a>analisou 40 estudos com 14.078 pacientes com câncer de mama reconstruídas, avaliando o impacto da transferência de gordura na recorrência locorregional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados da meta-análise mostraram ausência de associação significativa entre ambos os eventos (ou seja, a escolha pelo enxerto de gordura não favorece um novo episódio de câncer de mama no mesmo local).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em contrapartida, apesar dessas evidências, é fundamental que a paciente mantenha acompanhamento oncológico regular após a lipoenxertia. Exames e avaliações periódicas são essenciais para monitorar a saúde mamária e diferenciar alterações benignas relacionadas ao enxerto de possíveis sinais de recorrência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Adicionalmente, a decisão pela lipoenxertia deve ser sempre individualizada, levando em conta as características da paciente, os tratamentos complementares recebidos e, principalmente, as expectativas e preferências pessoais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira agora o que são as <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cirurgia-oncoplastica-mamaria/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>técnicas de cirurgia oncoplástica mamária e que vantagens essas abordagens propiciam</u></a></p>
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		<title>O que é uma esteatonecrose na mama? Veja como ela se desenvolve e quais os sintomas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Sep 2023 12:06:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças benignas]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[lesão]]></category>
		<category><![CDATA[mastologia]]></category>
		<category><![CDATA[necrose gordurosa]]></category>
		<category><![CDATA[nódulo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embora possa despertar preocupação por causa de sintomas muitas vezes similares ao câncer, a esteatonecrose na mama geralmente é uma alteração benigna A esteatonecrose na mama, também chamada de necrose gordurosa, é uma alteração no tecido mamário, que armazena as células de gordura. Em alguns casos, tais modificações podem dar origem a um nódulo mamário, ainda que quase sempre não [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Embora possa despertar preocupação por causa de sintomas muitas vezes similares ao câncer, a esteatonecrose na mama geralmente é uma alteração benigna</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A esteatonecrose na mama, também chamada de necrose gordurosa, é uma alteração no tecido mamário, que armazena as células de gordura.</strong> Em alguns casos, tais modificações podem dar origem a um nódulo mamário, ainda que quase sempre não estejam associados a nenhum quadro maligno. Traumas e ferimentos, incluindo <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cuidados-pos-cirurgia-cancer-de-mama/"><u>procedimentos cirúrgicos</u></a>, e exposição à radiação (em sessões de radioterapia, por exemplo), são as causas mais comuns do aparecimento do problema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seja como for, <strong>é natural que mulheres que se deparam com tal tipo de formação fiquem preocupadas.</strong> Com isso, vale entender melhor as características dessas lesões e saber quais são os cuidados necessários para acompanhar e resolver a evolução dessa necrose.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como uma esteatonecrose na mama se forma?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A necrose gordurosa pode atingir qualquer tecido do organismo que contenha células adiposas em grande quantidade. As células adiposas, por sua vez, são aquelas que armazenam quantidades significativas de gordura sob a pele.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>As mamas estão sujeitas ao desenvolvimento de episódios de esteatonecrose justamente por ser uma área com acúmulo importante desse tecido</strong>. O problema costuma surgir como consequência de procedimentos como cirurgias, biópsias, exposição à radiação durante <a href="https://drabrendadelgado.com.br/efeitos-radioterapia-pele/"><u>sessões de radioterapia</u></a> ou mesmo traumas (como uma queda, por exemplo).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A evolução de uma esteatonecrose na mama passa por diferentes estágios. Em um primeiro momento, as células adiposas da área atingida morrem e liberam a gordura armazenada dentro delas. Esse material forma os chamados cistos oleosos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o passar do tempo, calcificações se formam ao redor desse cisto, tornando-o perceptível inclusive em mamografias. À medida que o processo segue, tecidos fibrosos podem se acumular justamente para reparar o dano ao tecido adiposo. O intervalo entre a lesão ou o trauma e a formação da esteatonecrose pode se estender por meses ou até anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a sua evolução, <strong>a necrose na mama pode ser percebida diante de alterações na pele da região e da formação de um nódulo.</strong> A região afetada pode ficar sensível e dolorida em alguns casos, embora isso não seja uma regra. Os mamilos também podem sofrer modificações na sua aparência.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mulheres de qualquer idade podem sofrer com a necrose gordurosa da mama.</strong> Apesar disso, parece haver um risco conforme a presença de alguns fatores, como idade avançada, histórico de tabagismo e obesidade e, claro, o tratamento contra um<a href="https://drabrendadelgado.com.br/acompanhamento-pos-cancer-mama/"><u> câncer de mama.</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">De que forma o diagnóstico dessa condição é feito?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Notados os sintomas de uma esteatonecrose na mama, <strong>um médico pode avaliar a condição e solicitar a realização de exames de imagem para identificar a natureza do nódulo</strong>. Entretanto, é comum que a necrose da mama seja confundida com uma série de outras lesões, fazendo da confirmação do diagnóstico um desafio. Entre os problemas que também podem explicar estruturas similares estão cistos mamários, <a href="https://drabrendadelgado.com.br/fibroadenoma-na-mama-o-que-e-sintomas-e-como-tratar/"><u>fibroadenomas</u></a>, tumores filoides ou mesmo <a href="https://drabrendadelgado.com.br/carcinoma-lobular-invasivo/"><u>carcinomas mamários.</u></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, é provável que o médico responsável pelo acompanhamento solicite avaliações adicionais para determinar o que está causando tal problema. Em casos duvidosos, uma biopsia poderá ser solicitada<strong> Com isso, é possível descartar a possibilidade de que o tecido afetado tenha células cancerígenas, por exemplo.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como esse problema é resolvido?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em boa parte dos casos, os episódios de esteatonecrose na mama não precisam ser tratados, uma vez que desaparecem por conta própria<strong>. Essa costuma ser a abordagem padrão principalmente quando a alteração identificada é pequena e não causa desconforto.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>É preciso considerar que a necrose gordurosa pode afetar o resultado estético de determinados procedimentos feitos para recompor a aparência na mama, desencadear infecções ou gerar ansiedade adicional em pacientes submetidas ao tratamento contra um câncer de mama</strong>. Além disso, o problema pode gerar preocupação também quando provoca dor e cresce significativamente com o passar do tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, a remoção pode ser indicada. <strong>Ainda que uma cirurgia possa ser utilizada nos casos em que a extensão da necrose é grande, na maioria dos casos é possível recorrer a uma biópsia excisional.</strong> Esse recurso permite que o médico “esvazie” o conteúdo do nódulo ou do cisto. Essas intervenções tendem a ser simples, mas podem deixar pequenas cicatrizes.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Veja também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/lesoes-pre-cancerigenas-mama/"><u>O que são as lesões pré-cancerígenas na mama?</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">A esteatonecrose pode ter relação com o risco de desenvolver câncer de mama?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Não há nada que aponte para a conexão entre a formação de uma necrose na mama e um maior risco de desenvolver um câncer de mama,</strong> conforme indica a <a href="https://www.cancer.org/cancer/types/breast-cancer/non-cancerous-breast-conditions/fat-necrosis-and-oil-cysts-in-the-breast.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Sociedade Norte-Americana do Câncer. </u></a>É improvável também que a esteatonecrose evolua para uma condição maligna. Por outro lado, como já destacado, o problema pode estar associado a algumas terapias comuns no tratamento de um tumor na mama, como cirurgias e sessões de radioterapia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Logo, <strong>é importante manter-se em contato com seu médico e informá-lo de qualquer alteração na mama que possa despertar preocupação</strong>. Essa orientação leva em conta, sobretudo, o fato de que em muitos casos, a esteatonecrose na mama pode se assemelhar a um tumor, gerando angústia na paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Agora aproveite e veja</strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/caroco-axila/"><u><strong> quando um caroço na axila pode ser sinal de alerta para procurar ajuda médica.</strong></u></a></p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/esteatonecrose-mama/">O que é uma esteatonecrose na mama? Veja como ela se desenvolve e quais os sintomas?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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