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	<title>Arquivos pílula anticoncepcional - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>Arquivos pílula anticoncepcional - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>BRCA e contraceptivo hormonal: o que o novo estudo mostra sobre o risco de câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2025 15:48:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fatores de risco]]></category>
		<category><![CDATA[Genética]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[BRCA 1 e 2]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[contraceptivos hormonais]]></category>
		<category><![CDATA[pílula anticoncepcional]]></category>
		<category><![CDATA[teste genético]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A relação entre BRCA e risco de câncer de mama é relativamente bem estabelecida. Estima-se que cerca de 70% das mulheres com a mutação em uma das cópias desse gene desenvolverão um tumor mamário em algum momento da vida. Porém, outros fatores também interferem nessa equação. Foi pensando nisso que pesquisadores de centros de pesquisa na Austrália analisaram os dados [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/brca-risco-cancer-de-mama-antinconcepcional/">BRCA e contraceptivo hormonal: o que o novo estudo mostra sobre o risco de câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A relação entre BRCA e risco de câncer de mama é relativamente bem estabelecida. Estima-se que cerca de <strong>70% </strong><strong>das mulheres com a mutação em uma das cópias desse gene desenvolverão um tumor mamário</strong> em algum momento da vida. Porém, outros fatores também interferem nessa equação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi pensando nisso que pesquisadores de centros de pesquisa na Austrália analisaram os dados e concluíram que essas mulheres podem apresentar um aumento proporcional de risco de até 3% ao ano <strong>devido ao uso</strong><strong> de métodos contraceptivos orais baseados em hormônios</strong> (como as pílulas).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados foram publicados em outubro de 2024 no <a href="https://ascopubs.org/doi/pdfdirect/10.1200/JCO.24.00176" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Journal of Clinical Oncology.</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> A relação entre mutações no gene BRCA e câncer de mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os <strong>genes BRCA têm como função controlar a multiplicação de DNA danificado</strong> durante a reprodução celular. Assim, células com defeito são eliminadas, evitando que o erro no material genético se propague pelo organismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, eles são conhecidos como genes supressores de tumores. Todo mundo tem uma dupla dos genes BRCA (o 1 e o 2), com uma cópia herdada da mãe e a outra do pai.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a maioria das pessoas, essa é uma informação que não faz muita diferença no dia a dia. Contudo, algumas pessoas carregam desde o nascimento uma <a href="https://drabrendadelgado.com.br/mutacao-palb2/"><u>mutação</u></a> (ou seja, uma versão alterada) do gene. Como consequência, ele não cumpre seu papel conforme esperado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas mulheres, quando isso acontece, <strong>cresce o risco de desenvolver um câncer de mama </strong>e nos <a href="https://drabrendadelgado.com.br/retirada-ovarios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>ovários.</u></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tal alteração é <a href="https://drabrendadelgado.com.br/teste-genetico-cancer-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>identificável por meio de testes genéticos.</u></a> Com os resultados em mãos, um médico pode orientar sobre as <a href="https://drabrendadelgado.com.br/quimioprevencao/"><u>med</u></a><u><a href="https://drabrendadelgado.com.br/quimioprevencao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">i</a></u><a href="https://drabrendadelgado.com.br/quimioprevencao/"><u>das profiláticas disponíveis </u></a>para amenizar o risco aumentado de desenvolver um tumor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, <strong>a escolha dos métodos contraceptivos adequados para as mulheres que não querem engravidar é um ponto importante</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leia">Saiba mais:<a href="https://drabrendadelgado.com.br/anticoncepcao-apos-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> Entenda a influência dos genes BRCA no câncer de mama</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O risco oferecido pelas pílulas contraceptivas nessas circunstâncias</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não é de hoje que se sabe que o<a href="https://drabrendadelgado.com.br/anticoncepcional-e-cancer-de-mama-relacao-e-riscos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> uso de contraceptivos hormonais</u></a> potencialmente eleva em alguma medida a chance de um câncer de mama nas mulheres como um todo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, levando em conta somente o grupo com mutação BRCA, as evidências ainda não são muito claras. Além disso, não se sabe qual seria o tamanho desse impacto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para esclarecer essa relação, os pesquisadores analisaram dados combinados de quatro estudos anteriores, abrangendo <strong>3.882 mulheres com mutação no gene BRCA1 e 1.509 com alteração no BRCA2, </strong><strong>sem câncer prévio. </strong>Em seguida, foi possível constatar que:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>53% das mulheres com mutações no gene BRCA1 e 71% daquelas com alteração no gene BRCA2 haviam usado contraceptivos hormonais (pílulas, dispositivos intrauterinos, implantes, etc.) por pelo menos um ano;</li>



<li>durante o período de acompanhamento (que variou ao longo da amostra), 488 mulheres com mutação no BRCA1 e 191 com mutação no gene BRCA2 receberam um diagnóstico de câncer de mama.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar as mulheres que tiveram câncer de mama, <strong>foi possível notar que aquelas que utilizaram um método contraceptivo hormonal tinham mais chance de estar nesse grupo.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Como medida disso, <strong>os autores apontam que a elevação do risco poderia ser de até 29% nas pacientes com alteração no gene BRCA1</strong>. No sentido oposto, não foi possível estabelecer tal vínculo no grupo com mutações no gene BRCA2.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na população geral, anticoncepcionais hormonais já são associados a um <strong>aumento relativo do risco de tumor que varia entre 20 e 30%</strong>. Ou seja: o estudo sugere que em pacientes com alterações no gene BRCA1 a <strong>tendência é semelhante</strong>, mas o impacto <strong>absoluto</strong> é maior porque o risco de base já é mais alto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Adicionalmente, o <strong>estudo mostra que o risco aumenta de acordo com o tempo em que se opta por essas formas de contracepção</strong>. Como exemplo, ele pode ser de 51% para uma mulher que nunca usou contraceptivo hormonal e alcançar 67% numa pessoa que adotou tal método por pelo menos 15 anos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O que médicos e pacientes devem levar em consideração</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de generalizar qualquer conclusão, vale ponderar as limitações do estudo. Entre as mais relevantes estão a sua natureza observacional e a reunião de poucas pacientes com período de uso do contraceptivo oral por mais de 15 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, havia dados incompleto sobre o método de contracepção utilizado em parte das voluntárias. Desse modo, os efeitos podem estar sub ou superestimados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, mais avaliações são necessárias para entender melhor de que forma os contraceptivos hormonais associados às mutações BRCA interferem no risco de câncer de mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, tal constatação não deve ser encarada como uma contraindicação absoluta para o uso dessas alternativas. Todavia, os dados apresentados podem ser um ponto importante na escolha dos métodos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na dúvida, a melhor alternativa é falar com o médico. <strong>O profissional pode esclarecer os prós e contras de cada opção</strong> e orientar sobre quais delas podem oferecer mais <strong>segurança, comodidade e eficiência.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Complementariamente, diante do vínculo da mutação BRCA e o risco de câncer de mama, o <strong>contato constante junto ao especialista é indispensável para recomendações personalizadas e o acompanhamento adequado.</strong> Isso pode facilitar a adoção de medidas de prevenção e <a href="https://drabrendadelgado.com.br/rastreamento-do-cancer-de-mama-quando-comecar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>agilizar um eventual diagnóstico precoce.</u></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A contracepção depois de um câncer de mama também pode levantar dúvidas, então vale a pena saber mais sobre o tema com <a href="https://drabrendadelgado.com.br/anticoncepcao-apos-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>esse outro conteúdo aqui do blog.</u></a></p>
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		<title>As principais recomendações de anticoncepção após câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 20:38:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vida após o câncer]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[fertilidade]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez após câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[pílula anticoncepcional]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A preocupação com a anticoncepção após câncer de mama envolve o fato de que muitas mulheres são diagnosticadas ainda em idade fértil e vão seguir assim por vários anos mesmo após o fim do tratamento. Além disso, os avanços nas terapias têm aumentado a sobrevida após o tratamento, especialmente nos casos com o bom prognóstico entre os tumores mamários. Assim [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A <strong>preocupação com a anticoncepção após câncer de mama</strong> envolve o fato de que muitas mulheres são diagnosticadas ainda em idade fértil e vão seguir assim por vários anos mesmo após o fim do tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, os <strong>avanços nas terapias têm aumentado a sobrevida após o tratamento</strong>, especialmente nos casos com o bom prognóstico entre os tumores mamários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim sendo, mulheres que não querem ter filhos devem ter ciência e obter os <strong>esclarecimentos necessários sobre os métodos contraceptivos apropriados.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Os impactos dos tratamentos oncológicos sobre a fertilidade feminina</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Saber se uma mulher poderá ou não engravidar depois de finalizadas as terapias necessárias para eliminar o tumor depende de uma série de variáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Alguns tratamentos para o câncer de mama podem causar menopausa precoce e, em muitos casos, de forma irreversível</strong>. Dessa forma, os <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-mama-pode-menstruar/"><u>ciclos menstruais</u></a> são interrompidos em definitivo, impedindo a liberação de novos óvulos essenciais para a concepção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso geralmente ocorre com tratamentos em que há danos aos ovários. No geral, o<a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-de-mama-e-amamentacao/"><u> uso de determinados quimioterápicos</u></a> costuma ser a circunstância em que isso mais ocorre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Adicionalmente, em alguns casos (como diante de mutações que aumentam a chance de que o tumor volte ou de diagnósticos de tumores com<a href="https://drabrendadelgado.com.br/interromper-hormonioterapia/"><u> receptores hormonais positivos</u></a>) pode ser indicada a <a href="https://drabrendadelgado.com.br/retirada-ovarios/"><u>remoção cirúrgica</u></a> dos ovários ou o bloqueio da sua função com medicamentos que suprimem a atividade hormonal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em paralelo, algumas mulheres experimentam infertilidade apenas temporária. Ela é mais frequente em casos de <a href="https://drabrendadelgado.com.br/efeitos-colaterais-terapia-hormonal/"><u>terapia hormonal </u></a>utilizando inibidores de aromatase ou o <a href="https://drabrendadelgado.com.br/tamoxifeno/"><u>tamoxifeno</u>.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Seja como for, se essa for uma preocupação, é <strong>fundamental discutir o </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/fertilidade-cancer-de-mama/"><u><strong>impacto sobre a fertilidade </strong></u></a><strong>com a equipe médica antes de iniciar o tratamento.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa discussão permite combinar a preservação da <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-mama-gravidez/"><u>viabilidade de uma gravidez</u></a>, dentro do possível, e a manutenção da eficácia do tratamento. Entre algumas das opções com esse fim estão o congelamento de óvulos e o uso de técnicas para proteger a função ovariana.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Os métodos de anticoncepção contraindicados após um câncer de mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda que a preservação da fertilidade seja uma possibilidade relevante, nem toda mulher deseja ser mãe depois do fim do tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, essas mulheres (e seus respectivos parceiros) podem procurar por métodos contraceptivos capazes de restringir a chance de haver o encontro de um óvulo viável com um espermatozoide.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas essa <strong>escolha precisa ser cuidadosa.</strong> Os especialistas concordam que a regra essencial a ser seguida envolve deixar de lado qualquer opção de contracepção que depende de hormônios para funcionar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O principal exemplo disso são as <strong>pílulas anticoncepcionais</strong>. A razão é simples: os hormônios utilizados para limitar a ovulação podem contribuir com o risco de que o tumor volte, uma vez que a fisiologia de desenvolvimento das células cancerígenas pode sofrer influência da ação hormonal. <strong>Entram também na lista de restrições:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>qualquer tipo de implante hormonal;</li>



<li>adesivos contraceptivos;</li>



<li>anéis vaginais;</li>



<li>dispositivos intrauterinos com hormônios (conhecidos popularmente como DIU Mirena, por conta do nome comercial)</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Como os nomes sugerem, todos eles de algum modo liberam versões sintéticas de hormônios no organismo feminino, o que faz deles desaconselháveis para mulheres com histórico de câncer de mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leia">Leia também:<a href="https://drabrendadelgado.com.br/tratamento-nao-hormonal-ondas-de-calor-da-menopausa/"><u> As novas alternativas de tratamento não hormonal para as ondas de calor da menopausa</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> As alternativas seguras para evitar uma gravidez nessa fase da vida</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Diante da restrição a qualquer mecanismo de anticoncepção que utilize hormônios, as mulheres podem recorrer com maior segurança a opções que incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>dispositivos intrauterinos de cobre</strong>, em que o metal presente no item inserido na cavidade uterina torna o ambiente inóspito para a fecundação. É uma alternativa de longo prazo, mas reversível;</li>



<li><strong>métodos de barreira,</strong> conhecidos sobretudo pelos <strong>preservativos</strong> (masculinos ou femininos), que são fáceis de usar e bastante acessíveis. O diafragma é outra opção bem menos popular dentro dessa categoria;</li>



<li><strong>cirurgias de esterilização</strong>, como a laqueadura (para mulheres) ou vasectomias (para homens), que têm eficiência bem alta, mas são praticamente irreversíveis.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Em toda essa equação sobre a escolha do método vale sempre considerar que, na lista acima, somente os preservativos oferecem proteção também contra <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/i/ist"><u>infecções sexualmente transmissíveis.</u></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">No mais, toda dúvida sobre fertilidade ou anticoncepção após câncer de mama deve sempre ser discutida junto ao oncologista, mastologista ou ginecologista. Esses profissionais são capacitados para avaliar caso a caso e fornecer orientações personalizadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para saber mais sobre a relação entre câncer de mama e o uso de pílulas anticoncepcionais,<a href="https://drabrendadelgado.com.br/anticoncepcional-e-cancer-de-mama-relacao-e-riscos/"><u> leia esse texto sobre o tema já publicado aqui no blog.</u></a></p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/anticoncepcao-apos-cancer-de-mama/">As principais recomendações de anticoncepção após câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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