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	<title>Arquivos receptores hormonais - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>Arquivos receptores hormonais - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>A importância da análise dos biomarcadores tumorais de um câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exames de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[HER2]]></category>
		<category><![CDATA[receptores hormonais]]></category>
		<category><![CDATA[teste genético]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentos para o câncer de mama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todo câncer é resultado de uma soma de processos que fazem com que determinadas células se multipliquem de forma anormal. Esses mecanismos de proliferação da doença podem fazer com que determinados biomarcadores tumorais (ou seja, substâncias produzidas pelo tumo diante do quadro) sejam detectados por meio de exames específicos. Assim, mais do que uma mera informação adicional obtida após o [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Todo câncer é resultado de uma soma de processos que fazem com que determinadas células se multipliquem de forma anormal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses <strong>mecanismos de proliferação da doença podem fazer com que determinados biomarcadores tumorais</strong> (ou seja, substâncias produzidas pelo tumo diante do quadro) sejam detectados por meio de exames específicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, mais do que uma mera informação adicional obtida após o diagnóstico, essas características são relevantes para entender em profundidade a natureza da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por consequência, médico e paciente conseguem discutir com clareza as alternativas de tratamento mais adequadas para cada caso e as perspectivas de como cada abordagem pode funcionar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Os testes de busca por biomarcadores tumorais</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De forma ampla, o diagnóstico de um tumor na mama é feito com as informações de exames de imagem (mamografia, ultrassom ou ressonância magnética) confirmadas depois por uma biópsia. Nessa análise, um fragmento do tecido em que há suspeita do tumor é removido e enviado para avaliação de um médico patologista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, <strong>com os </strong><strong>testes de biomarcadores tumorais</strong> <strong>é possível ir além do diagnóstico e do que se sabe a respeito do câncer presente </strong>para rastreá-lo e tratá-lo com mais eficácia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, esse recurso tem como objetivo investigar a presença de genes, proteínas ou outras substâncias envolvidas na atividade das células cancerígenas. Como as possibilidades costumam ser amplas, não é raro encontrar esse procedimento com outros nomes, tais como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Teste genético do tumor.</li>



<li>Teste genômico ou perfil genômico.</li>



<li>Teste molecular ou perfil molecular.</li>



<li>Teste somático.</li>



<li>Sequenciamento de nova geração.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Independentemente do nome, a lógica é mais ou menos a mesma: <strong>o exame é feito a partir de uma amostra de sangue da paciente ou de tecido do tumor</strong>, depois enviado para um laboratório especializado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante ressaltar que os testes de marcadores tumorais não são a mesma coisa que <a href="https://drabrendadelgado.com.br/teste-genetico-cancer-mama/"><u>testes genéticos feitos para identificar o risco de desenvolver um câncer de mama</u></a> no futuro. Algumas mulheres, por questões hereditárias, devem se submeter a essa outra forma de avaliação para se prevenir e antecipar as possibilidades da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leia">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/imuno-histoquimica-cancer-mama/"><u>O que é e para que serve a imuno-histoquímica do câncer de mama?</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Os biomarcadores tumorais mais comuns em um caso de câncer de mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com o avanço da compreensão do câncer de mama, mastologistas e oncologistas têm à disposição várias opções de testes de marcadores tumorais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Geralmente, alguns deles (como os de receptores hormonais e HER2) são feitos em todos os diagnósticos. Já aqueles envolvendo determinadas mutações e a presença de algumas proteínas são realizados posteriormente, se necessários, com base em outras características do quadro ou da progressão da doença.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> Receptores hormonais</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo aqui é entender se <strong>o tumor tem receptores hormonais</strong> (espécie de chaves que ligam e desligam na presença dos hormônios) para o estrogênio e a progesterona. Tumores que apresentam tal status são chamados de receptores hormonais positivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, isso significa que eles são sensíveis à atuação desses componentes naturalmente presentes no organismo e suscetíveis à ação de determinados tratamentos que os envolvem.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> HER2</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Existem receptores presentes na superfície do tumor que se conectam a uma proteína capaz de acelerar o crescimento celular, <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-de-mama-her2-positivo-o-que-isso-indica/"><u>chamada justamente de HER2</u></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por conta de uma mutação no gene associado à produção dessa proteína, <strong>alguns tumores apresentam uma alta de HER2</strong>. Isso leva a uma proliferação mais rápida das células cancerígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a <a href="https://www.cancer.org/cancer/types/breast-cancer/understanding-a-breast-cancer-diagnosis/breast-cancer-her2-status.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>American Cancer Society</u></a>, entre 15 e 20% de todos os tumores são considerados HER2+. Existem também tratamentos específicos com o <a href="https://drabrendadelgado.com.br/terapia-alvo-cancer-de-mama-her2/"><u>propósito de explorar esse alvo</u></a>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> Determinadas mutações genéticas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas alterações em genes <strong>que se relacionam com a atividade celular ou o metabolismo hormonal</strong> podem ser investigadas por meio dos testes genômicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São vários os exemplos para isso, mas alguns dos principais deles são os genes ESR1 (envolvido na produção de estrogênio) e o PIK3CA (associado a produção de energia celular). A<a href="https://drabrendadelgado.com.br/mutacao-palb2/"><u> presença de certas mutações</u></a> indica que alguns tratamentos serão mais ou menos efetivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, análises de alterações nos genes BRCA 1 e 2 também são um recurso valioso.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> Presença de algumas proteínas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">À medida que o câncer evolui, <strong>investigar se determinadas proteínas estão presentes nas células é igualmente pertinente, </strong>pois elas dão indícios importantes sobre o quadro<strong>.</strong> Dessa forma, entram na lista de possíveis avaliações os marcadores das substâncias:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>PD-L1, sobretudo para tumores triplo negativos com o objetivo de determinar possíveis benefícios da <a href="https://drabrendadelgado.com.br/efeitos-colaterais-imunoterapia/"><u>imunoterapia</u></a> com<a href="https://drabrendadelgado.com.br/imunoterapia-para-cancer-de-mama-como-e-indicacoes/"><u> Keytruda (Pembrolizumabe)</u></a>;</li>



<li>Ki-67, que ajuda a identificar a <a href="https://drabrendadelgado.com.br/ki-67/"><u>velocidade de disseminação da doença</u></a>;</li>



<li>CA 15-3, que mostra que o corpo está respondendo à presença de um tumor;</li>



<li>CA 27-29, associado à metástase do tumor;</li>



<li>CA 125, que indica uma possível recidiva;</li>



<li>CEA, cuja presença sinaliza que o tumor se espalhou para outras partes do corpo.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> Material genético circulante do tumor</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, <strong>é possível analisar se o material genético do tumor está presente no sangue</strong>. Esse procedimento é chamado também de <a href="https://drabrendadelgado.com.br/biopsia-liquida/"><u>biópsia líquida </u></a>e permite compreender se as células cancerígenas estão se dividindo e se espalhando.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em algumas circunstâncias, a presença de material genético circulante é um sinal precoce de recidiva, antes mesmo de qualquer manifestação física suspeita (como a presença de um novo nódulo, por exemplo).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Como esses resultados podem ser úteis no acompanhamento do tratamento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A<strong> variedade de biomarcadores tumorais permite que eles sejam utilizados em circunstâncias bastante distintas</strong>. De todo modo, é possível apontar que as principais aplicações desses recursos envolvem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>determinar o subtipo do câncer de mama;</li>



<li>identificar a chance de recidiva de um tumor;</li>



<li>avaliar como cada doença responderá aos tratamentos disponíveis;</li>



<li>entender se as terapias estão surtindo o efeito esperado;</li>



<li>projetar prognósticos de forma mais certeira.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Embora já consideravelmente ampla, a investigação de novos biomarcadores tumorais ainda é objeto de muitos estudos. Para os próximos anos, a <strong>expectativa é de que esses processos não apenas permitam novos tratamentos, mas também abordagens cada vez mais precisas e personalizadas</strong>, ampliando as chances de sucesso na busca da remissão da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de saber mais sobre marcadores tumorais, entenda agora o papel das <a href="https://drabrendadelgado.com.br/assinaturas-genomicas/"><u>assinaturas genômicas na abordagem de um câncer de mama.</u></a></p>
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		<title>Câncer de mama HER2 positivo: o que isso indica?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Aug 2022 11:44:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>HER2 positivo é um dos subtipos mais agressivos de câncer de mama e requer tratamento e medicamentos específicos O diagnóstico de câncer de mama descortina uma grande variedade de termos médicos que muitas vezes deixam as pacientes com dúvidas. Um desses termos associados à nomenclatura da doença é o HER2 positivo. Segundo as estatísticas divulgadas pela Agência Internacional de Pesquisa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>HER2 positivo é um dos subtipos mais agressivos de câncer de mama e requer tratamento e medicamentos específicos</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O diagnóstico de <strong>câncer de mama</strong> descortina uma grande variedade de termos médicos que muitas vezes deixam as pacientes com dúvidas. Um desses termos associados à nomenclatura da doença é o <strong>HER2 positivo</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo as estatísticas divulgadas pela <a href="https://www.iarc.who.int/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC</u></a>), órgão vinculado a <a href="https://www.who.int/pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Organização Mundial da Saúde (OMS)</u></a>, o câncer de mama é a forma de câncer mais comumente diagnosticada em todo o planeta. No entanto, é preciso compreender que existem diversos subtipos de câncer de mama caracterizados de acordo com as especificações de cada<strong> tumor</strong>, o câncer de mama HER2 positivo é um desses subtipos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o subtipo do câncer de mama, o <strong>mastologista</strong> responsável pelo acompanhamento da paciente pode adotar as opções de <strong>tratamento </strong>e estratégias mais recomendadas para obtenção dos melhores resultados conforme o quadro clínico de cada mulher.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ajudar a entender mais sobre o câncer de mama HER2 positivo e tirar suas principais dúvidas sobre o assunto preparamos uma FAQ (<em>Frequently Asked Questions</em> ou Perguntas Frequentes).</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que significa HER2 positivo?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A sigla HER2 é abreviação de <em>Human Epidermal growth factor Receptor-type</em> 2 que pode ser traduzido como “receptor tipo 2 do fator de crescimento epidérmico humano”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O HER2 é uma proteína com um importante papel relacionado ao crescimento e desenvolvimento epidérmico dos seres humanos, entre elas as células que compõem o <strong>tecido mamário</strong>. Contudo, quando em níveis mais elevados do que os normais, esta proteína pode ser hostil ao organismo humano levando a formação do tumor cancerígeno, o câncer de mama HER2 positivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é um dos subtipos mais agressivos de <strong>câncer de mama</strong> e requer tratamento e medicamentos específicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como são as classificações moleculares de câncer de mama?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A classificação molecular do câncer de mama é caracterizada pela presença quantitativa de HER2 e também dos <strong>receptores hormonais</strong> de <strong>estrogênio</strong> e/ou <strong>progesterona </strong>nas células do tumor. Assim temos como possíveis classificações moleculares:</p>



<h3 class="wp-block-heading">HER2</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Possuem a expressão da proteína HER2 (HER2 positivo ou 3+), que podem ou não ter expressão de receptores hormonais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">HER2 LOW</h3>



<p class="wp-block-paragraph">É um novo subtipo, caracterizado como positividade de 1+ na análise imunohistoquímica ou 2+ com teste de hibridização in situ para HER-2 negativo. Antes, essa população era classificada como negativa para fins terapêuticos. Hoje, esse grupo de pacientes foram redefinidos e vislumbram uma nova possibilidade de tratamento, de acordo com estudos em andamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Luminal A</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Têm crescimento celular lento, não possuem a expressão de HER2, sendo conhecidos, portanto, como HER2 negativo; apresentam muitos receptores hormonais;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Luminal B</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Apresentam do mesmo modo que o Luminal A receptores hormonais positivos e também são HER2 negativo, no entanto, apresentam um nível de crescimento celular mais acelerado;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Triplo Negativo</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Não apresenta nem a expressão de HER2, nem de estrogênio e progesterona.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/para-que-serve-a-biopsia-das-mamas/">Para que serve a Biópsia das Mamas?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como é feito o diagnóstico?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O diagnóstico do subtipo de câncer mama HER2 positivo é realizado por meio da análise molecular de imunohistoquímica do fragmento de biopsia e serve como guia para que o mastologista possa orientar a paciente acerca do<strong> tratamento </strong>individualizado mais adequado para o seu quadro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados da biópsia podem variar em uma escala de 0 a 3+. Em casos que os resultados forem 0 é considerado como HER2 negativo, se o resultado for HER2 1+ ou 2+ com teste negativo de hibridização in situ para HER-2, é considerado como HER2-Low. Já resultados com +2 apontam que o subtipo do câncer não tem o status definido e, portanto, será preciso realizar um novo exame, que consistiria na hibridização in situ do HER2. Quando ocorrem resultados 3+ é considerado um câncer de mama do tipo HER2 positivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Veja também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cirurgia-para-cancer-de-mama-opcoes-de-tratamento-cirurgico/">Cirurgia para câncer de mama: quais as opções de tratamento cirúrgico?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as opções de tratamento de câncer de mama HER2 positivo?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Como aponta o <a href="https://www.inca.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Instituto Nacional do Câncer (Inca)</u></a>, atualmente existem tratamentos específicos para pacientes diagnosticados com câncer de mama HER2 positivo com resultados expressivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As opções de tratamento devem ser determinadas de acordo com as características biológicas do tumor, o <strong>estadiamento do câncer, </strong>além de fatores como idade, comorbidades, menopausa, assim como as preferências da paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as possibilidades de tratamento do câncer de mama HER2 positivo temos os tratamentos local e sistêmico. O tratamento local compreende cirurgia para remoção do tumor associada a <strong>radioterapia</strong> e também <strong>reconstrução da mama</strong>. Enquanto o tratamento sistêmico envolve a realização de <strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/efeitos-primeira-sessao-quimio/">quimioterapia</a></strong>, terapia biológica e <a href="https://drabrendadelgado.com.br/hormonioterapia-para-cancer-de-mama/">hormonioterapia</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>terapia alvo</strong>, por meio de medicações que produzem menos efeitos colaterais para o organismo, e que tem por objetivo atingir como alvo a proteína HER especificamente, tem apresentado bons resultados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente o medicamento Herceptin, cujo nome químico é trastuzumab, é aprovada pelo FDA, órgão regulatório americano, para ser usada no tratamento de câncer de mama HER2-positivo que esteja em estágio inicial ou avançado/metastático.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde 2019, a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou no Brasil a utilização de um novo medicamento, o <strong>T-DM1</strong> (trastuzumabe entansina) para o tratamento de pacientes com câncer de mama HER2 positivo com doença residual após tratamento com terapia neoadjuvante. Essa tem sido uma importante opção terapêutica nos casos de pacientes que não apresentaram melhores respostas com os outros tratamentos disponíveis, assim como para diminuir a possibilidade de recidivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a Trastuzumab deruxtecan (Enhertu) é o mais novo medicamento aprovado pela FDA nos casos de câncer de mama metastático que apresentam o HER2 Low, contudo ainda não foi liberada pela Anvisa para utilização no Brasil.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Câncer de mama HER 2 positivo tem cura?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com dados do <a href="https://www.nih.gov/about-nih/what-we-do/nih-almanac/national-cancer-institute-nci" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>National Cancer Institute (NCI)</u></a>, nos Estados Unidos, o câncer de mama do subtipo HER2 positivo corresponde a 14% dos casos de câncer de mama diagnosticados. Contudo, o diagnóstico não é uma sentença de morte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>rastreamento precoce, associado ao avanço das técnicas cirúrgicas </strong>e a descoberta de novos medicamentos pela Ciência tem conduzido a uma resposta patológica completa com significativas <strong>chances de cura. </strong>As estatísticas apontam que quando diagnosticado na fase inicial as chances de cura do câncer de mama podem chegar a 95%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual a probabilidade de reincidência do câncer de mama HER2 positivo?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A maioria dos casos de câncer de mama quando diagnosticado na sua fase inicial, independente do perfil molecular, podem ser curados e não apresentar reincidência ao longo da vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, uma pequena parte das pacientes pode apresentar recidiva do câncer na mama (recorrência local), ou nos linfonodos axilares (recidiva loco regional) ou em outros órgãos do corpo (metástase à distância).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os riscos de recorrência estão associados a diversos fatores como <strong>tamanho do tumor,</strong> idade da paciente, comprometimento dos <strong>linfonodos </strong>e do grau de diferenciação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O risco é mais elevado nos primeiros dois anos após o tratamento, diminuindo ao longo do tempo. Considera-se que depois de 10 anos o risco de câncer de mama é semelhante a mulheres que nunca tiveram a doença. Importante destacar que é essencial o acompanhamento de um mastologista para avaliação periódica das pacientes com histórico de câncer de mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse conteúdo foi útil para você e ajudou a responder sobre suas principais dúvidas sobre o câncer de mama HER2 positivo? Para mais conteúdos informativos sobre câncer de mama e saúde das mamas, continue navegando por nosso <a href="https://drabrendadelgado.com.br/blog/"><u>blog</u></a>.</p>
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