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	<title>Arquivos retirada de implante - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>Arquivos retirada de implante - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>Entenda quando a retirada da cápsula no explante é realmente necessária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[capsulectomia]]></category>
		<category><![CDATA[contratura capsular]]></category>
		<category><![CDATA[explante mamário]]></category>
		<category><![CDATA[mastologia]]></category>
		<category><![CDATA[retirada de implante]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao decidir pelo explante, muitas pacientes chegam ao consultório com uma dúvida específica: além do implante, é preciso remover também a cápsula que se formou ao seu redor? A resposta depende de fatores clínicos individuais, como o estado da cápsula, o motivo da retirada da prótese e o histórico cirúrgico de cada mulher. Esse é um dos pontos que mais [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Ao decidir pelo explante, muitas pacientes chegam ao consultório com uma dúvida específica: além do implante, é preciso remover também a cápsula que se formou ao seu redor? A resposta depende de fatores clínicos individuais, como o estado da cápsula, o motivo da retirada da prótese e o histórico cirúrgico de cada mulher.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é um dos pontos que mais gera confusão no processo de explante, sobretudo diante da ideia, cada vez mais difundida, de que remover tudo é sempre a opção mais segura. Neste conteúdo, vamos abordar os detalhes sobre os diferentes tipos de capsulectomia e, principalmente, quando essa etapa realmente se justifica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é a cápsula que se forma ao redor do implante?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Toda vez que se insere um implante de silicone no corpo, o organismo reage produzindo uma camada de tecido fibroso ao seu redor. Essa é a chamada cápsula periprotética, uma resposta natural do sistema imunológico à presença de um corpo estranho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em condições normais, a cápsula é fina, elástica e não causa sintomas. Ela apenas envolve o implante, ajudando a mantê-lo posicionado. O problema surge quando esse tecido se torna espesso, endurecido ou contraído, alterando a forma da mama e, em alguns casos, causando dor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também vale destacar que a cápsula pode acumular alterações inflamatórias, calcificações ou, mais raramente, lesões associadas a <a target="_blank" href="https://drabrendadelgado.com.br/linfomas-em-implantes-de-mama/">linfomas que, em sua maioria, estão relacionados a implantes texturizados.</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual a diferença entre explante simples e a capsulectomia?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O explante simples consiste apenas na remoção do implante, mantendo a cápsula intacta no local. Já a capsulectomia envolve a retirada, total ou parcial, desse tecido fibroso que se formou ao <a target="_blank" href="https://drabrendadelgado.com.br/tipos-de-proteses-mamarias/">redor da prótese.</a> Na prática, isso significa que nem toda retirada de implante inclui a remoção da cápsula.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em geral, quando a cápsula está saudável, fina e sem sinais de alteração, muitos cirurgiões optam por preservá-la, já que sua retirada implica uma dissecção mais extensa, maior tempo cirúrgico e, consequentemente, maior risco de sangramento e de complicações na cicatrização.</p>



<p class="leia wp-block-paragraph"><em>Leia também:</em> <a href="https://drabrendadelgado.com.br/silicone-cancer-mama/">Silicone pode causar câncer de mama? O que se sabe sobre o assunto?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como é feito cada tipo de capsulectomia?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o cirurgião indica a retirada da cápsula, ele pode realizá-la de diferentes formas, cada uma com uma finalidade específica. O <a target="_blank" href="https://www.plasticsurgery.org/news/press-releases/breast-surgery-collaborative-community-issues-consensus-statement-on-breast-implant-capsulectomy-definitions-and-management">Consenso da Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos e da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica Estética</a> define a existência de quatro tipos de procedimento do gênero:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>capsulectomia parcial: remove-se apenas uma porção da cápsula, geralmente a área mais espessa ou alterada. O restante do tecido tende a ser reabsorvido pelo organismo ao longo do tempo;</li>



<li>capsulectomia total: toda a cápsula é removida, ainda que em fragmentos ou em uma única porção de tecido;</li>



<li>capsulectomia total intacta: é a remoção completa do implante mamário e da cápsula de tecido cicatricial como uma unidade única e fechada, minimizando a <a href="https://drabrendadelgado.com.br/doenca-silicone/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">contaminação dos tecidos pelo silicone</a>;</li>



<li>capsulectomia <em>en bloc</em>: o implante e a cápsula são retirados juntos, como uma unidade única, sem que a prótese seja aberta durante o procedimento, mas com uma margem de tecido saudável.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Quando normalmente o médico indica a retirada da cápsula?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De forma geral, a capsulectomia costuma ser considerada nos seguintes cenários:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>contratura capsular de graus mais avançados, quando a cápsula está endurecida e alterando visivelmente a forma da mama;</li>



<li>ruptura do implante, principalmente de <a href="https://drabrendadelgado.com.br/reconstrucao-mamaria-com-proteses/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">próteses de silicone</a>, para reduzir o risco de extravasamento do material para o tecido adjacente;</li>



<li>suspeita de alterações na cápsula, incluindo espessamentos atípicos ou achados de imagem que justifiquem investigação, com envio de material para análise anatomopatológica;</li>



<li>implantes texturizados com sintomas ou diagnóstico confirmado de BIA-ALCL, situação em que a capsulectomia en bloc é formalmente recomendada.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Uma revisão publicada em 2020 na revista <a target="_blank" href="https://journals.lww.com/annalsplasticsurgery/fulltext/2020/12000/evaluating_the_necessity_of_capsulectomy_in_cases.30.aspx">Annals of Plastic Surgery,</a> que analisou 57 estudos sobre o tema, reforça esse raciocínio: a capsulectomia costuma ser indicada para contratura capsular sintomática, mas diversos autores recomendam deixar tecido capsular fino no lugar quando não há sintomas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A remoção <em>en bloc,</em> segundo os autores, tende a ser indicada apenas em casos de BIA-ALCL <a target="_blank" href="https://drabrendadelgado.com.br/linfoma-anaplasico-associado-a-implantes/">(Linfoma Anaplásico de Grandes Células Associado a Implante Mamário</a>), sem evidências que justifiquem a abordagem como medida preventiva em pacientes assintomáticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fora desses contextos, a preservação da cápsula pode ser perfeitamente segura, especialmente quando a paciente não apresenta sintomas e o tecido se mostra saudável ao exame.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A contratura capsular muda o planejamento do procedimento cirúrgico?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A presença de contratura capsular altera diretamente a estratégia cirúrgica porque o tecido endurecido pode estar aderido à musculatura ou à parede torácica, exigindo uma dissecção mais cuidadosa para reduzir riscos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o grau da contratura orienta a extensão da capsulectomia. O cirurgião pode abordar quadros mais leves com a retirada parcial da cápsula, enquanto precisa remover todo o tecido nos casos mais avançados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a equipe deve avaliar a paciente antes da cirurgia, muitas vezes com apoio de exames de imagem, para definir a conduta mais adequada antes mesmo de ela entrar no centro cirúrgico.</p>



<p id="cta"><strong>Se você quer garantir a melhor avaliação e planejamento para sua cirurgia de remoção de implante mamário, agende uma consulta com a Dra. Brenda agora mesmo. Acesse o site e entre em contato: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/contato/">https://drabrendadelgado.com.br/contato/</a></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que mais cirurgia não significa mais segurança para a paciente?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não é raro se deparar com a noção de que remover a cápsula inteira, preferencialmente en bloc, seria sempre a opção mais segura no explante. Contudo, isso não encontra respaldo nas evidências disponíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos maiores equívocos nesse tema é acreditar que retirar tudo é sempre a opção mais segura, quando a conduta ideal é aquela que oferece o maior benefício com o menor risco possível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um levantamento americano publicado em 2022 no <a target="_blank" href="https://academic.oup.com/asjopenforum/article/doi/10.1093/asjof/ojac025/6567459">Aesthetic Surgery Journal Open Forum</a>, que analisou mais de 2.200 capsulectomias registradas entre 2015 e 2018, identificou a contratura capsular e a ruptura do implante como as indicações mais comuns do procedimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo reforçou que, embora seguro na maioria dos casos, o procedimento carrega riscos próprios, como sangramento e necessidade de reoperação, proporcionais à extensão da dissecção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A revisão citada anteriormente vai na mesma direção. Ela sustenta que, para a grande maioria dos casos, a remoção completa e indiscriminada da cápsula não traz benefício comprovado adicional e pode, inclusive, aumentar riscos desnecessários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em síntese, o ponto principal é que o cirurgião deve considerar o estado real da cápsula, o motivo da remoção da prótese e o histórico da paciente ao decidir sobre a <a target="_blank" href="https://drabrendadelgado.com.br/retirada-silicone/">retirada da cápsula no explante.</a> A conduta ideal não é a mais extensa, mas sim a mais adequada a cada circunstância.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aproveite e <a target="_blank" href="https://drabrendadelgado.com.br/explante-silicone-antes-e-depois/">confira também o que esperar do antes e depois da cirurgia de explante de silicone</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Como fica a mama após o explante e quando a intervenção deve ser associada a outros procedimentos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[enxerto de gordura na mama]]></category>
		<category><![CDATA[explante mamário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por uma série de razões, a decisão de retirar as próteses de silicone vem sendo cada vez mais adotada. Contudo, essa dcisão também levanta uma dúvida recorrente no consultório: como fica a mama após o explante? A resposta depende de fatores individuais, como o tempo de uso do implante, o volume das próteses, a elasticidade da pele e as características [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Por uma série de razões, a <strong>decisão de retirar as próteses de silicone vem sendo cada vez mais adotada.</strong> Contudo, essa dcisão também levanta uma dúvida recorrente no consultório: <strong>como fica a mama após o explante?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta depende de fatores individuais, como o tempo de uso do implante, o volume das próteses, a elasticidade da pele e as características da mama antes do aumento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, o planejamento cirúrgico vai muito além da simples remoção do implante. Em diversos casos, o explante é associado a outras técnicas para que o resultado final seja o mais harmonioso e natural possível. É isso o que discutimos neste conteúdo!</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que acontece com a mama após o explante?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com dados da <a target="_blank" href="https://www.isaps.org/media/30xldsyf/isaps-global-survey-2024.pdf">Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética</a>, em 2024 foram realizados no Brasil cerca de <strong>42 mil procedimentos de remoção de próteses mamárias.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Seja qual for a razão por trás da escolha, em linhas gerais, ao remover a prótese, a <strong>mama perde o volume que era sustentado artificialmente pelo implante.</strong> Isso expõe as condições reais da pele e da glândula mamária. As alterações mais comuns observadas após o explante incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>flacidez:</strong> a pele, que foi distendida durante o tempo em que o implante esteve presente, pode não retrair completamente sozinha, sobretudo em pacientes com próteses de grande volume ou muitos anos de uso;</li>



<li><strong>excesso de pele:</strong> quando a elasticidade da pele já estava reduzida antes do implante (por gestações, variações de peso ou pelo processo natural de envelhecimento) sobra tecido que antes era &#8220;preenchido&#8221; pela prótese;</li>



<li><strong>perda do polo superior:</strong> é comum que a região acima da aréola fique mais achatada ou vazia, já que essa área costuma depender diretamente do volume do implante para manter sua projeção;</li>



<li><strong>assimetria:</strong> diferenças de flacidez, posição do mamilo ou volume remanescente entre as duas mamas podem se tornar mais evidentes sem o implante.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar disso, <strong>vale destacar que a aparência do seio após o explante não é, necessariamente, a de uma &#8220;mama murcha&#8221; ou definitivamente comprometida</strong>. Com planejamento adequado, é possível alcançar um contorno natural. Todavia, isso exige, com frequência, associar o explante a procedimentos complementares.</p>



<p class="leia wp-block-paragraph">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/linfomas-em-implantes-de-mama/">Linfomas em implantes de mama são mais frequentes em mulheres com mutação nos genes BRCA utilizando próteses texturizadas</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Em que cenários pode ser interessante associar o explante à mastopexia?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Como destaca a <a target="_blank" href="https://www.plasticsurgery.org/cosmetic-procedures/breast-lift">Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos</a>, a <a target="_blank" href="https://drabrendadelgado.com.br/cirurgia-para-levantar-as-mamas/">mastopexia</a>, ou <em>lifting</em> mamário, eleva as mamas ao remover o excesso de pele e tensionar o tecido circundante, remodelando e sustentando o novo contorno mamário. Ela costuma ser indicada junto ao explante quando há:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>flacidez acentuada</strong>, com pele visivelmente sobrando após a retirada da prótese;</li>



<li><strong>ptose mamária relevante</strong>, ou seja, queda importante do mamilo em relação ao sulco inframamário;</li>



<li><a style="color:#000080; text-decoration:underline;" href="https://drabrendadelgado.com.br/seios-tamanhos-diferentes/"><strong>assimetria </strong><strong>entre as mamas</strong></a> que compromete o equilíbrio estético do conjunto;</li>



<li><strong>longo tempo de uso do implante ou próteses de grande volume</strong>, fatores que tendem a comprometer ainda mais a elasticidade da pele.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Nesses casos, a associação em uma única intervenção costuma ser vantajosa. Isso evita uma segunda intervenção e permite corrigir, na <a target="_blank" href="https://drabrendadelgado.com.br/mastopexia-cancer-de-mama/">mesma cirurgia,</a> tanto a retirada do implante quanto o reposicionamento do tecido remanescente. As <a target="_blank" href="https://drabrendadelgado.com.br/cicatrizes-da-mama-apos-cirurgia-do-cancer/">cicatrizes</a> resultantes variam conforme a quantidade de pele removida, podendo ser periareolares, verticais ou em formato de T invertido.</p>



<h2 class="wp-block-heading">E quando a lipoenxertia é a melhor opção?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A lipoenxertia consiste na <a target="_blank" href="https://drabrendadelgado.com.br/beneficios-aplicacao-de-enxerto-gordura-mamas/">transferência de gordura da própria paciente para a região mamária.</a> Ela entra em cena principalmente quando o objetivo é recompor parte do volume perdido com o explante, sem recorrer a um novo implante. O <a target="_blank" href="https://drabrendadelgado.com.br/o-que-faz-o-mastologista/">mastologista</a> ou cirurgião tende a indicá-la quando:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>a flacidez presente é discreta ou moderada,</strong> sem necessidade de grande remoção de pele;</li>



<li><strong>há perda de volume no polo superior,</strong> mas o restante da mama mantém um contorno razoável;</li>



<li><strong>a paciente deseja evitar cicatrizes adicionais maiores</strong>, como as da mastopexia;</li>



<li><strong>existe área doadora de gordura disponível no corpo,</strong> já que pacientes com baixo percentual de gordura corporal podem não ser boas candidatas.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>É importante que a paciente tenha uma expectativa realista quanto ao volume final.</strong> Mesmo com o aproveitamento de toda a gordura disponível, o enxerto raramente devolve a mesma projeção proporcionada pela prótese. Ainda assim, a técnica cumpre um papel relevante ao suavizar retrações, preencher áreas vazias e manter um volume final satisfatório.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma publicação no periódico <a target="_blank" href="https://link.springer.com/article/10.1007/s00266-025-05175-2"><em>Aesthetic Plastic Surgery</em></a> ressalta que a transferência de gordura é um método seguro e eficaz para restaurar o volume após a remoção de implantes, proporcionando alta satisfação das pacientes quanto ao formato das mamas.</p>



<p id="cta"><strong>Pensando em remover suas próteses mamárias? Agende sua consulta com a Dra. Brenda e garanta uma avaliação qualificada e o melhor acompanhamento possível nesse processo. Entre em contato: <a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5511970988899" target="_blank">Whatsapp</a></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual o papel da opinião especializada na decisão pela melhor abordagem?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Como cada mama responde de forma diferente à <a target="_blank" href="https://drabrendadelgado.com.br/retirada-silicone/">retirada do implante,</a> não existe uma técnica única e válida para todas as pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, <strong>o profissional responsável define, após uma avaliação individualizada, se realizará o explante de forma isolada ou associado à mastopexia, à lipoenxertia ou à combinação dessas técnicas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessa avaliação, entram em jogo aspectos como a qualidade e a elasticidade da pele, o grau de ptose (a queda do tecido mamário), o volume mamário remanescente, a presença de gordura corporal disponível para enxertia e as expectativas da própria paciente em relação a volume, formato e cicatrizes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, <strong>discutir abertamente com a equipe médica as diferentes opções</strong>, incluindo a possibilidade de não recompor o volume artificialmente, <strong>ajuda a paciente a chegar a uma decisão alinhada com sua rotina e seus objetivos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em resumo, a mama após o explante pode, sim, alcançar uma aparência harmoniosa e natural, desde que o cirurgião construa uma estratégia cirúrgica sob medida, respeitando as características anatômicas e as expectativas de cada paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quer saber mais sobre o que esperar antes e depois da cirurgia de explante de silicone? <a target="_blank" href="https://drabrendadelgado.com.br/explante-silicone-antes-e-depois/">Então confira esse outro conteúdo que já foi destaque aqui no blog!</a></p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/mama-apos-explante/">Como fica a mama após o explante e quando a intervenção deve ser associada a outros procedimentos?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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