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	<title>Arquivos risco de recidiva. - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>Arquivos risco de recidiva. - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>O que precisa ser levado em conta no acompanhamento pós-câncer de mama?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2023 10:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[estilo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[risco de recidiva.]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O acompanhamento pós-câncer de mama exige uma série de medidas que contribuem para reduzir o risco de que a doença volte Embora seja um marco significativo, o fim do tratamento contra um tumor na mama não é um ponto final. Ele também não representa uma volta imediata à vida normal, pelo menos quando comparada ao cotidiano antes do diagnóstico. Logo, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>O acompanhamento pós-câncer de mama exige uma série de medidas que</em> <em>contribuem para reduzir o risco de que a doença volte</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Embora seja um marco significativo, o fim do tratamento contra um tumor na mama não é um ponto final.</strong> Ele também não representa uma volta imediata à vida normal, pelo menos quando comparada ao cotidiano antes do diagnóstico. <strong>Logo, a adaptação a essa nova realidade passa por uma série de medidas de acompanhamento pós-câncer de mama.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, as pacientes que finalizaram o tratamento devem estar cientes sobre as ações de monitoramento necessárias para identificar possíveis recidivas e entender o que pode contribuir para ampliar a sobrevida.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mudanças no corpo e efeitos colaterais após o tratamento</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>É natural que o corpo da mulher passe por uma série de mudanças durante e após o tratamento contra um tumor nas mamas</strong>. A natureza das alterações dependerá principalmente das condutas adotadas para lidar com a doença e os efeitos colaterais decorrentes delas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pacientes submetidas a uma cirurgia, por exemplo, podem experimentar uma série de desconfortos após o procedimento. Além disso, a remoção do tecido da mama ou mesmo as cicatrizes cirúrgicas podem prejudicar a autoestima, impactando diversos âmbitos da vida (como a <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-de-mama-sexualidade/"><u>sexualidade</u></a>, por exemplo). Em muitos casos, procedimentos de reconstrução mamária podem ser feitos para recompor a aparência da mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Já tratamentos com medicamentos (como quimioterapia, hormonioterapia ou terapia-alvo) podem contribuir, entre outros </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/efeitos-radioterapia-pele/"><u><strong>efeitos colaterais,</strong></u></a><strong> para a manifestação de sintomas precoces da </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/entrando-na-menopausa/"><u><strong>menopausa.</strong></u></a> Entre os sinais mais comuns desse quadro estão as ondas de calor, a sudorese noturna e disfunções sexuais, incluindo redução da libido e secura vaginal. É possível também que a paciente ganhe peso. Por outro lado, a perda de cabelo característica da quimioterapia costuma ser revertida assim que o tratamento é encerrado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Outra alteração corporal que merece atenção em quem foi submetido a uma cirurgia axilar ou tratamento radioterápico são os </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/linfedema-bracos/"><u><strong>linfedemas.</strong></u></a> Eles surgem devido a danos ao sistema linfático, fazendo com que a área afetada (geralmente os braços e axilas) acumule linfa e fique inchada. Além do desconforto, tal problema afeta a estética. Assim, é fundamental que a paciente receba orientação sobre como prevenir e lidar com essa condição.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Recuperação física e fisioterapia acompanhamento pós-câncer de mama?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Movimentar o corpo é justamente uma das medidas essenciais para evitar linfedemas e outras complicações durante o acompanhamento pós-câncer de mama. <strong>Por isso, mesmo mulheres que passam por cirurgias são incentivadas a se exercitar, inclusive com o suporte de um fisioterapeuta.</strong> Esse cuidado pode acelerar a recuperação física e contribuir para um maior bem-estar geral nessa nova fase da vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, cada etapa da recuperação faz com que a indicação da intensidade e do tipo de atividade seja diferente. <strong>Mulheres recém-operadas, por exemplo, devem se movimentar com cuidado, mas sempre tendo em mente que os exercícios contribuem para uma recuperação mais ágil dos movimentos de braços e ombros.</strong> Exercícios específicos podem contribuir para fortalecer a capacidade respiratória. Ademais, os movimentos indicados contribuem para garantir a flexibilidade da região acometida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, esforços físicos maiores não devem ser feitos antes de remover os pontos. A orientação profissional de médico e <a href="https://drabrendadelgado.com.br/fisioterapia-cancer-mama/">fisioterapeuta</a> deve ser sempre respeitada. <strong>Eles que garantirão que sua rotina de exercícios seja segura e contribua efetivamente para a recuperação</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mais, interrompa a prática e procure ajuda sempre que aparecem sinais como tontura, dores, inchaço, dormência ou qualquer outro desconforto na região operada. Eles podem indicar que algo não vai bem e merecem atenção apropriada, evitando riscos maiores.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Atividades físicas e sobrevida</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Além de ajudar na recuperação, a prática regular de exercícios físicos contribui com uma menor chance de recidivas e um aumento da sobrevida nas pacientes. Ou seja, elas podem viver mais tempo sem a doença após o<a href="https://drabrendadelgado.com.br/alimentacao-tratamento-cancer-mama/?_ga=2.188753257.356678627.1679338816-848203006.1673623648&amp;_gl=1*1rr646j*_ga*ODQ4MjAzMDA2LjE2NzM2MjM2NDg.*_ga_PQC87SDMSD*MTY3OTQzMDM3MS41OS4xLjE2Nzk0MzAzOTEuMC4wLjA."><u> tratamento</u></a>. Cada vez mais, estudos reforçam tal afirmação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um<a href="https://academic.oup.com/jnci/article/113/1/54/5814214?login=false" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> artigo publicado em 2020, no periódico do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos</u></a>, mostrou que pacientes que faziam mais atividades antes do diagnóstico e depois do tratamento tinham menor chance de sofrer com uma recidiva do tumor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, o estudo contou com a participação de 1340 pacientes. Elas foram convidadas a preencher questionários informando características do seu biotipo e a quantidade/intensidade da prática de atividade física ao longo de diferentes momentos, do diagnóstico da doença até o fim do tratamento, passando pelo período de <a href="https://drabrendadelgado.com.br/diarreia-quimioterapia/"><u>quimioterapia. </u></a>Além disso, elas foram acompanhadas por dois anos após a recuperação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>No fim, mulheres que antes e depois do tratamento atingiam o patamar recomendado para a prática regular de exercícios físicos indicado pelas diretrizes de atividades físicas para norte-americanos ( indicada entre 2 horas e 2 horas e 30 minutos por semana de exercícios moderados), tinham uma chance 55% menor de ter uma recidiva.</strong> Além disso, o grupo que mais se exercitava tinha um risco 68% menor de morrer por qualquer outro problema de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Outro destaque do estudo é que pacientes sedentárias antes do diagnóstico, mas que atingiram o patamar recomendado dois anos após o fim do tratamento também viram cair o risco do retorno da doença. </strong>Nesses casos, a redução foi de 46%. Ou seja, isso indica que nunca é tarde para começar a se exercitar.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Saiba mais: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/atividade-fisica-e-cancer-de-mama/">Como os exercícios podem ajudar na prevenção e no tratamento de um câncer de mama?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O monitoramento no acompanhamento pós-câncer de mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mesmo após o fim do tratamento e sem a presença de qualquer vestígio da doença no organismo, é essencial que as pacientes mantenham o acompanhamento para rastrear um possível retorno do câncer de mama.</strong> O planejamento desse monitoramento deve ser feito com cuidado junto ao médico. Entre as medidas recomendadas estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Consultas periódicas</strong>, que se repetem de acordo com o período passado do fim do tratamento. Quanto maior a sobrevida sem recidiva, maiores os intervalos entre uma visita e outra;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Mamografias</strong>, em especial para mulheres que passaram por cirurgias conservadoras;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Exames para avaliar a saúde do útero e do endométrio</strong>, principalmente para mulheres submetidas a um tratamento hormonal, o que pode elevar a chance de câncer nessa região;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Testes para avaliar a densidade óssea</strong>, em especial para mulheres que usam/usaram inibidores de aromatase.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cabe sempre ao profissional fornecer orientações sobre efeitos colaterais de longo prazo dos tratamentos, bem como instruir a paciente sobre atitudes que podem contribuir para reduzir o risco de recorrência do tumor ou do desenvolvimento de outros tipos de câncer.</strong> Diante de <a href="https://drabrendadelgado.com.br/sintomas-cancer-mama/"><u>algum sintoma sugestivo do retorno do tumor</u></a>, o médico também pode indicar novos exames, inclusive de imagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com tudo isso, é possível garantir o acompanhamento pós-câncer de mama de forma mais tranquila. <strong>Superar a doença é uma conquista e tanto, mas conviver com o medo de que ela retorne pode ser difícil.</strong> Assim, saber como agir a cada etapa vencida, bem como entender o que pode ser feito para minimizar tais riscos e ampliar a qualidade de vida é o melhor caminho para a vida que começa após finalizado o tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Aproveite e saiba mais sobre os </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/recorrencia-do-cancer-de-mama/"><u><strong>riscos da recorrência</strong></u></a><strong> de um tumor na mama e confira dicas adicionais para reduzir tal chance.</strong></p>
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		<title>Gravidez após câncer de mama: é possível?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Aug 2022 15:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
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		<category><![CDATA[risco de recidiva.]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento para o câncer de mama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar da gravidez ser dificultada por alguns tratamentos de câncer de mama, muitas mulheres podem engravidar depois de concluir o tratamento O diagnóstico de câncer de mama costuma causar um impacto significativo na vida de muitas pacientes. Um questionamento frequente, principalmente entre as mulheres em idade fértil, é se é possível uma gravidez após o câncer de mama. O câncer [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Apesar da gravidez ser dificultada por alguns tratamentos de câncer de mama, muitas mulheres podem engravidar depois de concluir o tratamento</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O diagnóstico de câncer de mama costuma causar um impacto significativo na vida de muitas pacientes. Um questionamento frequente, principalmente entre as mulheres em <strong>idade fértil</strong>, é se é possível uma <strong>gravidez após o câncer de mama.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>câncer de mama</strong> é uma doença com maior predisposição a surgir em mulheres com idade superior a 50 anos, contudo, tem se observado um aumento da incidência entre <strong>mulheres jovens</strong>, tanto no Brasil, como no mundo. Segundo a <a href="https://sbmastologia.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM),</u></a> atualmente é registrada uma <strong>incidência do câncer de mama</strong> que varia de 4% a 5% entre brasileiras com idade inferior a 35 anos. No passado, esse número era de apenas 2%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas pacientes são capazes de <strong>engravidar depois do tratamento de câncer de mama</strong>, porém, a <strong>gravidez</strong> pode ser dificultada em alguns casos, conforme aponta o<a href="https://www.cancer.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> American Cancer Society.</u></a> Portanto, pacientes em idade fértil diagnosticadas com câncer de mama que ainda pensam em gestar um bebê devem conversar com o médico <strong>mastologista,</strong> responsável pelo acompanhamento do seu caso, sobre o assunto antes de iniciar o tratamento.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cancer-de-mama-sexualidade/"> Câncer de mama e a sexualidade: Oncosexualidade</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Principais dúvidas sobre a gravidez depois do câncer de mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Tratamentos para o câncer de mama, a exemplo da <strong>radioterapia</strong> e<strong> quimioterapia</strong>, podem comprometer a <strong>fertilidade feminina</strong>, uma vez que afetam o sistema reprodutivo da mulher, principalmente o <strong>ovário</strong>, causando a diminuição do número de <strong>óvulos. </strong>Por isso, uma opção a ser considerada para as pacientes que desejam ser mãe é o <strong>congelamento de óvulos</strong> antes do começo do tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma outra possibilidade que tem se demostrado segura para pacientes com câncer é a fertilização in vitro por meio da coleta de embriões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A seguir, procuramos responder às principais dúvidas sobre a <strong>gestação</strong> depois do diagnóstico de câncer de mama, confira:</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> <strong>O feto pode ser afetado pelo tratamento do câncer de mama?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Tratamentos para o câncer de mama, como <strong>hormonioterapia</strong> ou<strong> terapia alvo</strong>, podem comprometer o <strong>desenvolvimento fetal. </strong>Já o tratamento quimioterápico é considerado seguro a partir do segundo trimestre de gestação, não provocando alterações no desenvolvimento embrionário. Por isso, por segurança, é recomendado aguardar a finalização total do tratamento, antes de uma gravidez.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Levando em conta também a saúde da mulher, vale lembrar que a interrupção do tratamento da doença, por conta de uma gestação, pode aumentar o <strong>risco de recidiva,</strong> assim como de progressão da doença.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> <strong>Quanto tempo após o tratamento devo esperar antes de engravidar?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">É recomendado que após o fim do <strong>tratamento para o câncer de mama</strong>, as mulheres aguardem no mínimo de 2 a 3 anos para iniciar as tentativas de engravidar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante que as pacientes tenham em mente que cada caso é único e individualizado, precisando ser considerado fatores, como tipo de câncer de mama, idade e risco de recidiva da doença. A saúde e o bem-estar da paciente devem sempre ser priorizados.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> <strong>Meu histórico de câncer de mama pode colocar meu bebê em risco durante a gravidez?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Até o momento, a Ciência não possui evidências de que o bebê sofra algum efeito direto do câncer de mama diagnosticado na mãe. Não foi descoberto pelos pesquisadores nenhum aumento no número de problemas de saúde a longo prazo ou de <strong>defeitos congênitos </strong>em bebês nascidos de pacientes que enfrentaram o câncer de mama.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> <strong>Após o tratamento do câncer de mama, eu posso amamentar?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Mulheres que passaram por procedimentos cirúrgicos e/ou radioterapia podem ter problemas para amamentar a criança com a <strong>mama</strong> operada. Isso ocorre tanto por conta das mudanças estruturais na mama após a cirurgia que podem causar dor e dificuldade na <strong>amamentação</strong>, como pela redução da produção de leite.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Medicamentos presentes na <strong>hormonioterapia</strong> para tratamento do câncer também podem afetar o leite e consequentemente o bebê. Por isso, caso ainda esteja tomando algum <strong>medicamento</strong> para a doença, sempre converse com seu mastologista, antes de iniciar o aleitamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Veja também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/como-enfrentar-o-diagnostico-de-cancer-de-mama/">Como enfrentar o diagnóstico de câncer de mama?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a><strong>A importância de conversar com o médico mastologista</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Caso você tenha recebido o diagnóstico de câncer de mama e ainda guarde dentro de si o desejo de ser mãe, ou apenas queira deixar essa possibilidade em aberto, é de fundamental importância conversar com o médico mastologista, responsável pelo acompanhamento do seu caso. Ele é o profissional da área de saúde mais qualificado para analisar as especificações do seu quadro clínico e aconselhar sobre o assunto, uma vez que cada caso de câncer de mama é diferente do outro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, a Medicina possibilita medidas que ajudam a preservar a f<strong>ertilidade da mulher</strong>, como <strong>captação e congelamento de óvulos</strong>, que podem ser usados para f<strong>ertilização</strong> após a conclusão do tratamento de câncer de mama. No entanto, para que isso possa ocorrer, é preciso que haja um planejamento conjunto entre paciente e o médico responsável pelo tratamento da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Achou esse artigo interessante? Confira outros conteúdos sobre câncer de mama e saúde das mamas no meu <a href="https://drabrendadelgado.com.br/blog/"><u>blog.</u></a></p>
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