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	<title>Arquivos risco - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>Arquivos risco - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>Nova orientação recomenda que avaliação de risco de câncer de mama seja feita aos 25 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Aug 2023 11:45:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exames de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico precoce]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A avaliação de risco de câncer de mama ajuda a determinar medidas para um diagnóstico precoce em mulheres com maior chance de desenvolver a doença A detecção precoce de um tumor na mama contribui para que a doença tenha um melhor prognóstico, reduzindo a mortalidade. Dessa forma, é preciso reforçar as estratégias que permitem identificar a presença da neoplasia ainda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>A avaliação de risco de câncer de mama ajuda a determinar medidas para um diagnóstico precoce em mulheres com maior chance de desenvolver a doença</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A detecção precoce de um tumor na mama contribui para que a doença tenha um melhor prognóstico, reduzindo a mortalidade<strong>. Dessa forma, é preciso reforçar as estratégias que permitem identificar a presença da neoplasia ainda em estágios iniciais. Isso passa, por exemplo, pela avaliação de risco de câncer de mama.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nesse sentido, de acordo com a nova recomendação do </strong><u><strong>Colégio Norte-Americano de Radiologia</strong></u><strong>, todas as mulheres devem ser submetidas a uma avaliação de risco para um câncer de mama aos 25 anos. </strong>A orientação tem maior peso para pacientes negras ou de ascendência judaica asquenaze, populações com maior chance de desenvolve a doença. A partir disso, o médico responsável pode fornecer a melhor orientação sobre as ações de rastreio recomendadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O rastreio e o diagnóstico precoce do câncer de mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de entender o que a nova recomendação pode significar na prática, vale repassar de que forma funcionam diferentes estratégias de detecção de um câncer de mama. Não é raro que esse assunto gere incerteza entre mulheres. <strong>Assim, a detecção de um câncer de mama em estágios iniciais pode acontecer por meio de dois mecanismos: o rastreamento e o diagnóstico precoce.</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O <strong>diagnóstico precoce</strong> é aquele feito a partir do momento em que a paciente tem <a href="https://drabrendadelgado.com.br/nodulos-na-mama-o-que-podem-indicar/"><u>sinais e sintomas sugestivos </u></a>da doença ainda em estágio inicial e faz exames para confirmar a suspeita.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>O<strong> rastreamento</strong> é realizado por meio de exames aplicados (como a mamografia, por exemplo) em determinado grupo sem qualquer suspeita da doença. Nesses casos, quando possíveis alterações são identificadas, investigações adicionais são feitas para confirmar ou excluir a possibilidade da presença de um câncer de mama.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Se por um lado o rastreamento contribui para que o câncer de mama seja identificado ainda no início, por outro, especialistas discutem a efetividade dessas ações em certos contextos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Isso se dá pelo fato de que se aplicado sem critério, iniciativas de rastreamento podem levar a muitos falsos-positivos</strong>. Diante disso, é comum que a mulher passe por novos procedimentos. Além de demandarem mais tempo e dinheiro, <strong>eles podem ser mais invasivos (como é o caso de uma biópsia, por exemplo) e gerar mais ansiedade.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em tal contexto, as recomendações sobre a idade adequada para começar o rastreamento variam. No Brasil, por exemplo, o Ministério da Saúde <a href="https://linhasdecuidado.saude.gov.br/portal/cancer-de-mama/unidade-de-atencao-primaria/rastreamento-diagnostico/#pills-rastreamento-diagnostico" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>indica os 50 anos como o patamar para que a mamografia seja feita anualmente</u></a>. Entretanto, <a href="https://www.sbmastologia.com.br/sociedades-medicas-brasileiras-recomendam-mamografia-anual-a-partir-dos-40-anos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>outras entidades já apontam os 40 anos como a idade apropriada para o início do rastreamento.</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>As novas recomendações sobre a avaliação de risco de câncer de mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A avaliação de risco de câncer de mama envolve a análise de uma <a href="https://drabrendadelgado.com.br/fatores-de-risco-para-o-cancer-de-mama/"><u>série de fatores </u></a>que podem predispor a paciente a uma chance maior de desenvolver a doença no futuro. É nesse ponto que a orientação do Colégio Norte-Americano de Radiologia foca ao indicar os 25 anos para tal abordagem. Se <strong>após a avaliação for constatado que há um risco acima da média para um câncer de mama, o médico pode sugerir que o rastreamento comece antes que o recomendado.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As ações de avaliação de risco de câncer de mama envolvem o uso de diferentes ferramentas e recursos para determinar se há uma maior chance de desenvolver a doença. É possível, por exemplo, fazer testes genéticos e, com o resultado em mãos, passar por um aconselhamento. <strong>De todo modo, esse tipo de solução tem sempre prós e contras, que devem ser pensados com cuidado.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma situação hipotética, uma paciente que tem identificada mutações nos genes BRCA1 e BRCA2, e diante de paciente de alto risco de desenvolver câncer, poderão ser orientadas a combinar as mamografias periódicas com ressonâncias magnéticas já entre os 25 e 30 anos. Recomendações similares podem ser feitas para:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Pacientes de determinadas etnias (negras ou judias asquenaze, como já destacado).</li>



<li>Quem teve exposição à radiação no tórax antes dos 30.</li>



<li>Quem tem histórico familiar da doença.</li>



<li>Quem já teve alterações na mama identificadas, mesmo que não cancerígenas (como <a href="https://drabrendadelgado.com.br/hiperplasia-mama/"><u>atipias das células do tecido mamário</u></a>, por exemplo).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Saiba mais: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/retirada-ovarios/?_gl=1*18wiibc*_ga*ODQ4MjAzMDA2LjE2NzM2MjM2NDg.*_ga_7RR1YD3FJP*MTY4NzgxMzYzOC4yLjEuMTY4NzgxMzY3MS4wLjAuMA..*_ga_PQC87SDMSD*MTY4NzgxMzYzOC4xMDguMS4xNjg3ODEzNjcxLjI3LjAuMA..&amp;_ga=2.191335274.1504007924.1687794809-848203006.1673623648"><u>Em que situações a retirada dos ovários ajuda na redução do risco de um câncer de mama?</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O que deve considerado para a avaliação de risco de câncer de mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a recomendação do Colégio Norte-Americano de Radiologia seja ampla, a decisão sobre a necessidade e a viabilidade de fazer uma avaliação de risco para o câncer de mama aos 25 anos passa por uma conversa com o médico de sua confiança. Nessa discussão devem ser levados em conta aspectos como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Histórico familiar de câncer de mama ou de outros tipos de tumor (de ovários, por exemplo).</li>



<li>Qualquer<a href="https://drabrendadelgado.com.br/mutacao-palb2/"><u> alteração genética </u></a>previamente identificada.</li>



<li>Resultados de biópsias feitas anteriormente.</li>



<li>Histórico de tratamentos usando radiação no tórax ou no rosto antes dos 30 anos.</li>



<li>Densidade das mamas.</li>



<li>Peso corporal e nível de atividade física.</li>



<li>Regularidade na ingestão de álcool, tabagismo e hábitos alimentares.</li>



<li>Ter tido ou não uma gestação até o final e ter ou não amamentando.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Com tudo isso, <strong>se a avaliação de risco de câncer de mama apontar para chance maior do que a média de desenvolver a doença, orientações apropriadas sobre quando começar ações de rastreio serão dadas pelo médico. Em alguns casos, podem ser introduzidas também opções de profilaxia.</strong> Assim, é possível ampliar a chance de um diagnóstico precoce e reduzir o risco de mortalidade devido a esse problema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aproveite e saiba mais sobre o<a href="https://drabrendadelgado.com.br/teste-genetico-para-cancer-de-mama/"><u> papel dos testes genéticos</u></a> e veja quando é realmente necessário fazê-los.</p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/avaliacao-risco-cancer-mama/">Nova orientação recomenda que avaliação de risco de câncer de mama seja feita aos 25 anos</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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