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	<title>Arquivos suplementos - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>Arquivos suplementos - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>5 pontos da relação entre suplementos e câncer de mama que toda paciente deve saber</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Oct 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[minerais]]></category>
		<category><![CDATA[suplementos]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento do câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[vitamina D]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Discutir a conexão entre suplementos e câncer de mama é fundamental a partir do momento em que esse tipo de intervenção é uma constante entre as pacientes diagnosticadas com a doença, sobretudo durante o tratamento. Por isso, sempre vale a pena repassar uma série de pontos sobre o tema, com base nos insights de uma palestra realizada na edição de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Discutir a <strong>conexão entre suplementos e câncer de mama é fundamental a partir do momento em que esse tipo de intervenção é uma constante entre as pacientes diagnosticadas com a doença</strong>, sobretudo durante o tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, sempre vale a pena repassar uma série de pontos sobre o tema, com base nos insights de uma palestra realizada na edição de 2024 do <a href="https://www.sabcsmeetingnews.org/special-session-highlights-lifestyle-factors-during-breast-cancer-treatment/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em><u>San Antonio Breast Cancer Symposium,</u></em></a> evento que reúne anualmente especialistas em oncologia e mastologia de todo o mundo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">1.  A vitamina D pode ser uma aliada importante</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Constantemente a <a href="https://drabrendadelgado.com.br/vitamina-d-e-o-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>vitamina D é pauta</u></a> quando se fala de suplementação e câncer de mama. Várias evidências sobre o tema sugerem que essa substância, essencial para ossos fortes, regulação do humor e manutenção do sistema imune, pode reduzir o risco de se desenvolver um tumor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, com o passar do tempo, os especialistas vêm reunindo dados que permitem afirmar que mulheres com níveis normais do elemento têm melhores desfechos depois do diagnóstico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Exemplo disso é um estudo publicado na revista <a href="https://www.tandfonline.com/doi/10.1080/01635581.2025.2480854?url_ver=Z39.88-2003&amp;rfr_id=ori:rid:crossref.org&amp;rfr_dat=cr_pub%20%200pubmed" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em><u>Nutrition and Cancer</u></em></a><a href="https://www.tandfonline.com/doi/10.1080/01635581.2025.2480854?url_ver=Z39.88-2003&amp;rfr_id=ori:rid:crossref.org&amp;rfr_dat=cr_pub%20%200pubmed"><u> em janeiro de 2025</u></a>. <strong>Os autores apontam que a suplementação de vitamina D em baixa dosagem pode elevar a eficácia da quimioterapia contra o câncer de mama</strong>. Os pesquisadores obtiveram essa conclusão a partir de um estudo clínico randomizado:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>de um lado, 40 mulheres <a href="https://drabrendadelgado.com.br/efeitos-primeira-sessao-quimio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>passando por quimioterapia neoadjuvante</u></a> receberam a suplementação de 2.000 UI de vitamina D;</li>



<li>o segundo grupo, também com 40 mulheres, seguiu com a terapia de modo convencional, recebendo apenas placebo.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Após seis meses, <strong>43% das participantes recebendo vitamina D responderam à quimioterapia</strong>, com o desaparecimento do tumor. No grupo sem o suplemento, esse patamar foi de 23%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, testar o nível de vitamina D no momento do diagnóstico pode fornecer um parâmetro importante para a suplementação durante o tratamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading"> 2. Alguns compostos geram efeitos indesejados</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos suplementos com vitaminas e minerais <strong>não são indicados para o uso durante o tratamento do câncer de mama</strong>, embora muitas vezes sejam vistos como inofensivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das principais razões para isso está na forma como a <strong>combinação desses itens (em produtos comercializados como suplementos multivitamínicos, por exemplo) pode interferir na recuperação</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um <a href="https://ascopubs.org/doi/full/10.1200/JCO.19.01203" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>estudo de 2019 das páginas do Journal of Clinical Oncology</u></a> , por exemplo, indicou que suplementos antioxidantes (com vitaminas A, C e E) estão associados com uma maior chance de que a doença volte. Resultado semelhante foi observado com a suplementação à base de ferro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, o uso de vitamina B12 desencadeou períodos menores de sobrevida livre de recorrência e sobrevida total. Portanto, não é porque algo pode ser comprado na farmácia sem receita que ele deve ser usado irrestritamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leia">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/suplementacao-tratamento-cancer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>A suplementação durante o tratamento do câncer de mama faz diferença?</u></a></p>



<h3 class="wp-block-heading"> 3. Muitos suplementos interagem com os tratamentos recomendados</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo quando utilizadas de modo isolado, algumas substâncias podem fazer com que o corpo processe de modo inadequado fármacos prescritos para tratar o câncer de mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cúrcuma, reconhecida por propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, tem o potencial de atrapalhar o<a href="https://drabrendadelgado.com.br/tamoxifeno/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> efeito do tamoxifeno </u></a>e de alguns quimioterápicos (como a doxorrubicina e a ciclofosfamida).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, diante da infinidade de suplementos e da falta de dados perante o uso de medicamentos já estabelecidos<strong>, nem sempre é possível determinar com certeza como essas combinações agem.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Algo similar já foi<a href="https://drabrendadelgado.com.br/cannabis-medicamento-para-cancer-interacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> destacado entre pacientes que usam compostos à base de cannabis </u></a>(frequentemente empregada para o alívio da dor ou de sintomas como náuseas e vômitos, por exemplo).</p>



<h3 class="wp-block-heading"> 4. Certos suplementos oferecem mais riscos que benefícios</h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O uso de qualquer suplemento deve ter como perspectiva oferecer algum benefício</strong> <strong>durante a jornada da paciente com câncer de mama</strong>. Entretanto, o princípio por trás de cada solução deve sempre se basear na ideia de que, acima de tudo, o mais importante é não fazer mal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ilustrar isso, é possível recorrer ao uso da acetil-L-carnitina. O aminoácido é encontrado com facilidade em farmácias e lojas de produtos naturais. Ele promete melhorar a saúde neurológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todavia, uma<a href="https://ascopubs.org/doi/10.1200/JCO.2012.44.8738?url_ver=Z39.88-2003&amp;rfr_id=ori:rid:crossref.org&amp;rfr_dat=cr_pub%20%200pubmed"><u> publicação do</u><em><u> Journal of Clinical Oncology </u></em></a><a href="https://ascopubs.org/doi/10.1200/JCO.2012.44.8738?url_ver=Z39.88-2003&amp;rfr_id=ori:rid:crossref.org&amp;rfr_dat=cr_pub%20%200pubmed" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>de 2013 </u></a>mostra que a substância tem o potencial de piorar a neuropatia associada à quimioterapia. <strong>Por isso, há um desestímulo ao uso da substância por pacientes oncológicas.</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"> 5. O uso de suplementos com supervisão profissional é sempre a melhor recomendação</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Diante de tudo isso, qualquer suplemento durante o tratamento de um câncer de mama deve ser discutido junto ao médico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://drabrendadelgado.com.br/quando-procurar-mastologista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>especialista responsável pelo acompanhamento </u></a>consegue <strong>ponderar o potencial do benefício de cada substância.</strong> Para isso, ele leva em conta, sobretudo, as evidências disponíveis (mesmo que muitas vezes elas sejam escassas).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o <strong>médico pode sugerir alternativas não medicamentosas para determinadas queixas associadas a diferentes modalidades de terapias</strong>. É o que acontece com a psicoterapia para pacientes com ansiedade, a <a href="https://drabrendadelgado.com.br/beneficios-meditacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>meditação para quem sofre de insônia </u></a>ou a acupuntura para alguns tipos de dor vinculada ao câncer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, a mensagem que deve ficar é que a <strong>relação entre suplementos e câncer de mama ainda tem muitas áreas cinzas.</strong> Mesmo que haja alguns ganhos com a escolha correta, nem sempre é viável determinar com exatidão quem vai se beneficiar deles sem riscos colaterais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais agora sobre um estudo que mostrou que uma<a href="https://drabrendadelgado.com.br/respiracao-focada-dor-do-cancer/"> </a><a href="https://drabrendadelgado.com.br/respiracao-focada-dor-do-cancer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>técnica de respiração profunda com sessões de 20 minutos ajuda no controle da dor oncológica.</u></a></p>
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		<title>Vitamina D e o câncer de mama: o que se sabe sobre essa relação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Oct 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[cálcio]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[deficiência vitamina D]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como muita coisa que envolve a prevenção de um tumor, a possível conexão entre vitamina D e o câncer de mama conta ainda com várias incertezas. Todavia, existem sim evidências sugerindo que deficiências nesse elemento podem elevar o risco de desenvolver a doença. Diante disso, o que as mulheres devem fazer sobre esse aspecto? E que fatores devem ser considerados [&#8230;]</p>
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]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Como muita coisa que envolve a prevenção de um tumor, <strong>a possível conexão entre vitamina D e o câncer de mama conta ainda com várias incertezas</strong>. Todavia, existem sim evidências sugerindo que deficiências nesse elemento podem elevar o risco de desenvolver a doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante disso, o que as mulheres devem fazer sobre esse aspecto? E que fatores devem ser considerados no dia a dia para garantir que o organismo tenha à disposição a quantidade suficiente do nutriente? Essas e outras questões serão exploradas nos tópicos a seguir.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a vitamina D age no organismo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, a vitamina D é um hormônio associado a uma série de processos fisiológicos essenciais do corpo humano. Alguns dos mecanismos que não funcionam a contento sem a presença adequada do elemento são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Absorção e retenção de cálcio e fósforo nos ossos</strong>, fazendo com que sua deficiência possa desencadear um quadro de osteoporose (algo relevante para <a href="https://drabrendadelgado.com.br/perda-ossea-na-menopausa/"><u>mulheres na menopausa</u></a>).</li>



<li>Regulação de <strong>atividades do sistema imune.</strong></li>



<li><strong>Metabolismo da glicose</strong> através da produção da insulina.</li>



<li><strong>Relaxamento e contração dos músculos</strong>, inclusive do coração.</li>



<li>Interferência em diversos <strong>fatores de crescimento celular</strong>.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Outro fato relevante é que, embora existam <a href="https://drabrendadelgado.com.br/alimentos-ajudam-na-prevencao-ao-cancer-de-mama/"><u>alimentos</u></a> que possam contribuir com as necessidades diárias da substância, <strong>a maior parte dela é produzida pelo próprio corpo.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, para isso é necessário que a pessoa tenha contato diário de pelo menos alguns minutos com a luz solar. Sem o estímulo, o organismo é incapaz de efetuar a síntese do elemento em uma das suas versões (o colecalciferol, também chamado de vitamina D3).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, vale reforçar que a deficiência de vitamina D é considerada um problema de saúde pública em vários contextos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estima-se que pelo menos metade da população mundial tenha um nível insuficiente do hormônio, <strong>enquanto cerca de um bilhão de pessoas sofram com algum grau de deficiência</strong>, conforme dados apresentados em artigo do <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3356951/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em><u>Journal of Pharmacology &amp; Pharmacotherapeutics.</u></em></a></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/alimentacao-tratamento-cancer-mama/"><u>Dicas de alimentação durante o tratamento do câncer de mama</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">De que maneira os níveis de vitamina D e o câncer de mama podem interagir</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Embora se saiba que a deficiência de vitamina D tenha inúmeros reflexos sobre a saúde humana, <strong>concluir se a manutenção dos níveis ideais contribui para a prevenção de um câncer de mama está longe de um consenso</strong>. Ainda assim, pesquisadores tentam jogar luz sobre a questão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um estudo que reuniu dados de vários outros artigos e ponderou o peso de cada um deles (o que os especialistas chamam de metanálise) identificou que <strong>mulheres com maiores níveis de vitamina D apresentam uma chance 45% menor de desenvolver uma neoplasia mamária</strong>. Tal conclusão foi apresentada no periódico <a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s10549-009-0593-9" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em><u>Breast Cancer Research and Treatment</u></em></a>, em 2009.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos anos seguintes, em maior ou menor grau, outras publicações demonstraram resultados similares. Já evidências de um estudo mais recente, <a href="https://www.mdpi.com/2072-6643/16/5/573" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>publicado em 2024</u></a>, <strong>sugeriu que um nível de vitamina D acima de 40 ng/mL</strong> (valor considerado saudável para a maior parte da população) seria o suficiente para oferecer alguma proteção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mais, a concentração da substância no corpo poderia trazer ganhos também entre mulheres já diagnosticadas com um tumor na mama. Logo, a presença do nutriente em patamares maiores aumentaria a sobrevida, conforme <a href="https://jamanetwork.com/journals/jamaoncology/article-abstract/2580715" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>estudo de 2017 veiculado no</u></a><a href="https://jamanetwork.com/journals/jamaoncology/article-abstract/2580715"><em><u> Jama Oncology.</u></em></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo diante de tudo isso, outra revisão foi no sentido oposto. Um <a href="https://jamanetwork.com/journals/jama/fullarticle/2793447" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>trabalho de 2022</u></a> levou em conta as informações de 84 estudos sobre o tema e concluiu que nenhum tipo de suplementação de vitaminas e minerais seria suficiente para contribuir com a prevenção de diferentes tipos de câncer.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A relação causa e efeito da vitamina D</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Em teoria, a presença de vitamina D no organismo poderia contribuir com a prevenção do câncer de mama por interferir nos mecanismos que permitem às células se multiplicarem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, mesmo com estudos detalhados, <strong>é difícil bater o martelo em definitivo a respeito dessa questão</strong>. Em resumo, isso acontece pelo fato de ser complicado determinar a causalidade entre a disponibilidade da vitamina D e a doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outras palavras, isso significa que não se sabe ao certo se a redução do risco observado em alguns casos é consequência do efeito da substância.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É possível que pessoas com níveis altos de vitamina D mantenham hábitos mais saudáveis e, por isso, sejam menos afetadas pelo câncer. Ao mesmo tempo, é necessário considerar que talvez a concentração do elemento sofra influência do desenvolvimento de um tumor (e não o contrário).</p>



<p class="wp-block-paragraph">De todo modo, cabe sempre ressaltar que um câncer de mama é resultado de uma<a href="https://drabrendadelgado.com.br/fatores-de-risco-para-o-cancer-de-mama/"><u> interação complexa de fatores,</u></a> que nem sempre podem ser isolados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cuidados para garantir mais vitamina D para o corpo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Seja como for, <strong>acompanhar os níveis de vitamina D pode (e deve) fazer parte dos cuidados básicos de saúde</strong>, sobretudo de pacientes já na menopausa (por conta do risco de osteoporose, por exemplo).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim sendo, um exame de sangue relativamente simples é capaz de medir a presença da substância no corpo. Se o número encontrado for abaixo do ideal, é possível atuar para ajustar isso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de aumentar o contato com a luz do Sol, sempre de forma protegida por alguns minutos diariamente, é possível ainda recorrer a <a href="https://drabrendadelgado.com.br/suplementacao-tratamento-cancer/"><u>suplementos</u></a> com a finalidade de corrigir a deficiência. <strong>A inclusão de determinados alimentos na dieta também pode ajudar</strong>. Entre alguns deles estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Gemas dos ovos.</li>



<li>Salmão, atum e sardinha.</li>



<li>Frutos do mar em geral (como os camarões).</li>



<li>Óleo de fígado de bacalhau.</li>



<li>Fígado bovino ou de frango.</li>



<li>Cogumelos.</li>



<li>Leite de vaca e seus derivados (iogurte, queijo e manteiga)</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, ainda que a possível conexão entre a vitamina D e o câncer de mama seja difícil de definir, outros fatores associados ao nutriente devem sempre ser observados de perto. Com isso, é possível se proteger contra outras complicações, muitas delas comuns na vida de uma mulher.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br />Confira também o que diz a ciência a respeito do<a href="https://drabrendadelgado.com.br/alimentos-ultraprocessados-cancer/"><u> consumo de ultraprocessados e a chance de que isso cause um câncer.</u></a></p>
<p>O post <a href="https://drabrendadelgado.com.br/vitamina-d-e-o-cancer-de-mama/">Vitamina D e o câncer de mama: o que se sabe sobre essa relação</a> apareceu primeiro em <a href="https://drabrendadelgado.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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