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	<title>Arquivos tecido mamário - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>Arquivos tecido mamário - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>Ter a mama densa é perigoso? Entenda o que essa característica pode indicar para a saúde da mulher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2023 13:28:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mama densa]]></category>
		<category><![CDATA[BI-RADS®]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[mama densa]]></category>
		<category><![CDATA[mamografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ter uma mama densa é perigoso? Saiba como esse tipo de achado influencia no risco de uma mulher ter um câncer de mama ao longo da vida. Muitas mulheres se perguntam constantemente se ter a mama densa é perigoso. Isso leva em conta que, conforme recomendação que varia com a idade e o perfil de risco para desenvolver um câncer [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Ter uma mama densa é perigoso? Saiba como esse tipo de achado influencia no risco de uma mulher ter um câncer de mama ao longo da vida.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas mulheres se perguntam constantemente se ter a <strong>mama densa é perigoso.</strong> Isso leva em conta que, conforme recomendação que varia com a idade e o perfil de risco para desenvolver um câncer de mama<strong>, é recomendado que mulheres se submetam periodicamente a realização de uma mamografia.</strong> E, nesse processo, podem ser encontradas alterações na densidade do tecido mamário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim sendo, a <strong>paciente precisa ser orientada sobre a forma como as mamas densas podem influenciar na chance de que ela desenvolva outras alterações benignas nessa região do corpo (como cistos, fibroses e </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/adenose-mama/"><u><strong>adenososes,</strong></u></a><strong> por exemplo) ou mesmo um câncer de mama</strong>. Assim, é possível implementar as medidas de acompanhamento adequadas para gerenciar tal risco.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Afinal de contas, o que significa ter as mamas densas?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De forma resumida, as mamas são compostas por tecido glandular (que compõem as glândulas responsáveis pela lactação), tecido fibroso conectivo (que sustenta e dá forma à mama) e gordura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, na prática, <strong>uma mama considerada densa é aquela que conta com uma alta proporção de tecido glandular e fibroso (também chamado de tecido fibroglandular) e pouca quantidade de gordura.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em geral, é comum que mulheres jovens tenham maior quantidade de tecido fibroglandular e menos gordura. No entanto, isso vai mudando com o passar da idade. Tal processo costuma ser acelerado pela gestação e pela amamentação, inclusive.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, nunca ter amamentado pode aumentar a chance de que a mulher tenha mamas densas ao envelhecer. Além disso, componentes genéticos e alterações hormonais (incluindo aquelas provocadas pelo uso de determinados medicamentos) interferem em tal característica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Geralmente<strong>, a densidade das mamas é um aspecto avaliado em mamografias</strong>. No geral, é esperado que tecidos de alta densidade apareçam esbranquiçados nesse exame de imagem. Enquanto isso, os tecidos menos densos (como a gordura) aparecem escurecidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, a <strong>densidade das mamas é uma informação que aparece nos laudos dos exames conforme a categorização do sistema</strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/bi-rads-como-funciona-classificacao-exames-imagem-da-mama/"><u><strong> BI-RADS</strong></u></a><a href="https://drabrendadelgado.com.br/bi-rads-como-funciona-classificacao-exames-imagem-da-mama/"><u><strong>®</strong></u></a><strong>.</strong> Tal classificação adota as letras de A a D para indicar o quão densas são as mamas examinadas. <strong>Enquanto o A indica mamas muito pouco densas (ou seja, com muita gordura) o D aponta a presença de mamas extremamente densas. As letras B e C estão no meio do caminho entre esses extremos.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando ter a mama densa é perigoso?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de tudo, <strong>é preciso ter em mente que, por si só, ter mamas densas não indica a presença de uma doença nos seios</strong>. Essa alteração <strong>pode aumentar a chance de desenvolver um câncer de mama ou atrapalhar a identificação de um tumor durante exames de rotina.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não se sabe ao certo ainda porque mamas densas favorecem o desenvolvimento de um câncer. Uma possível explicação para isso está no fato de que a maior presença de tecido glandular contribuiria para a chance de que o tumor apareça, já que é nessa área que eles surgem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, há a <strong>hipótese de que a densidade maior aumente a frequência da divisão celular</strong>, elevando a chance de que erros na multiplicação das células desencadeiem a doença. No mais, mamas densas e câncer de mama compartilham alguns <a href="https://drabrendadelgado.com.br/fatores-de-risco-para-o-cancer-de-mama/"><u>fatores de risco</u></a> em comum (como histórico reprodutivo e hormonal), o que também pode explicar a conexão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De todo modo<a href="https://drabrendadelgado.com.br/avaliacao-risco-cancer-mama/"><u>, risco adicional à parte</u></a>, a alta densidade mamária pode tornar mais difícil notar a presença de uma <a href="https://drabrendadelgado.com.br/lesoes-pre-cancerigenas-mama/"><u>lesão maligna em uma mamografia.</u></a> Lembra que o tecido mais denso aparece esbranquiçado nas imagens? <strong>Esse aspecto característico pode dificultar bastante o trabalho de identificação de possíveis alterações, já que os tumores têm tonalidade similar nas capturas de imagem feitas com raios-x.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, o tumor pode se “esconder” em meio a massa branca registrada na mamografia por conta da alta densidade mamária. Isso leva ao que os médicos chamam de falso-negativo: <strong>não é constatada nenhuma alteração em um primeiro momento, mas ela está lá e pode ser identificada posteriormente, mas provavelmente em um estágio mais avançado.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Veja também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/tomossintese-mamaria/">Como funciona uma tomossíntese mamária e quando esse exame deve ser feito?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Que tipo de cuidado é preciso considerar nesses casos?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Diante disso, <strong>a densidade das mamas é uma informação importante para o sucesso de medidas de rastreamento contra um câncer de mama.</strong> Não por menos, autoridades regulatórias pelo mundo vem orientando <a href="https://www.fda.gov/news-events/press-announcements/fda-updates-mammography-regulations-require-reporting-breast-density-information-and-enhance" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>para que tal informação conste sempre nos laudos de mamografia e que as pacientes sejam notificadas sobre sua condição</u></a>. No Brasil não existem orientações do tipo, ainda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seja como for, mulheres com mamas densas devem conversar com seus médicos sobre o que isso indica na prática em seus casos. O <strong>câncer de mama é uma doença com risco multifatorial, então é preciso considerar de que forma outros aspectos individuais (como histórico familiar e hábitos ao longo da vida) impactam na chance de ter a doença</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir disso, o profissional pode orientar a paciente sobre a necessidade de realizar exames adicionais durante o rastreamento do câncer de mama. <a href="https://jamanetwork.com/journals/jama/fullarticle/2793253" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>Tomossínteses,</strong></u></a><strong> ultrassonografias e </strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/"><u><strong>ressonâncias magnéticas </strong></u></a><strong>podem apresentar maior sensibilidade e facilitar a identificação de alterações mesmo em meio ao tecido denso.</strong> Em todo caso, é fundamental sempre pesar os benefícios e os riscos dessas intervenções ou mesmo considerar as dificuldades de acesso aos procedimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em suma, ter a mama densa é perigoso no sentido em que eleva a chance de ter um câncer de mama e interfere na capacidade de identificar alterações em estágios precoces com os métodos mais utilizados. Por isso, <strong>vale sempre discutir com os profissionais responsáveis pelo seu acompanhamento o que fazer se você carrega essa característica.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Aproveite e entenda quais as <a href="https://drabrendadelgado.com.br/qual-a-diferenca-entre-mamografia-e-ultrassom-das-mamas/"><u>diferenças das mamografias e dos ultrassons das mamas e veja as principais indicações para cada tipo de exame.</u></a></p>
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		<title>Câncer de mama HER2 positivo: o que isso indica?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Aug 2022 11:44:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[biopsia]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>HER2 positivo é um dos subtipos mais agressivos de câncer de mama e requer tratamento e medicamentos específicos O diagnóstico de câncer de mama descortina uma grande variedade de termos médicos que muitas vezes deixam as pacientes com dúvidas. Um desses termos associados à nomenclatura da doença é o HER2 positivo. Segundo as estatísticas divulgadas pela Agência Internacional de Pesquisa [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>HER2 positivo é um dos subtipos mais agressivos de câncer de mama e requer tratamento e medicamentos específicos</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O diagnóstico de <strong>câncer de mama</strong> descortina uma grande variedade de termos médicos que muitas vezes deixam as pacientes com dúvidas. Um desses termos associados à nomenclatura da doença é o <strong>HER2 positivo</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo as estatísticas divulgadas pela <a href="https://www.iarc.who.int/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC</u></a>), órgão vinculado a <a href="https://www.who.int/pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Organização Mundial da Saúde (OMS)</u></a>, o câncer de mama é a forma de câncer mais comumente diagnosticada em todo o planeta. No entanto, é preciso compreender que existem diversos subtipos de câncer de mama caracterizados de acordo com as especificações de cada<strong> tumor</strong>, o câncer de mama HER2 positivo é um desses subtipos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o subtipo do câncer de mama, o <strong>mastologista</strong> responsável pelo acompanhamento da paciente pode adotar as opções de <strong>tratamento </strong>e estratégias mais recomendadas para obtenção dos melhores resultados conforme o quadro clínico de cada mulher.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ajudar a entender mais sobre o câncer de mama HER2 positivo e tirar suas principais dúvidas sobre o assunto preparamos uma FAQ (<em>Frequently Asked Questions</em> ou Perguntas Frequentes).</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que significa HER2 positivo?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A sigla HER2 é abreviação de <em>Human Epidermal growth factor Receptor-type</em> 2 que pode ser traduzido como “receptor tipo 2 do fator de crescimento epidérmico humano”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O HER2 é uma proteína com um importante papel relacionado ao crescimento e desenvolvimento epidérmico dos seres humanos, entre elas as células que compõem o <strong>tecido mamário</strong>. Contudo, quando em níveis mais elevados do que os normais, esta proteína pode ser hostil ao organismo humano levando a formação do tumor cancerígeno, o câncer de mama HER2 positivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é um dos subtipos mais agressivos de <strong>câncer de mama</strong> e requer tratamento e medicamentos específicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como são as classificações moleculares de câncer de mama?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A classificação molecular do câncer de mama é caracterizada pela presença quantitativa de HER2 e também dos <strong>receptores hormonais</strong> de <strong>estrogênio</strong> e/ou <strong>progesterona </strong>nas células do tumor. Assim temos como possíveis classificações moleculares:</p>



<h3 class="wp-block-heading">HER2</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Possuem a expressão da proteína HER2 (HER2 positivo ou 3+), que podem ou não ter expressão de receptores hormonais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">HER2 LOW</h3>



<p class="wp-block-paragraph">É um novo subtipo, caracterizado como positividade de 1+ na análise imunohistoquímica ou 2+ com teste de hibridização in situ para HER-2 negativo. Antes, essa população era classificada como negativa para fins terapêuticos. Hoje, esse grupo de pacientes foram redefinidos e vislumbram uma nova possibilidade de tratamento, de acordo com estudos em andamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Luminal A</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Têm crescimento celular lento, não possuem a expressão de HER2, sendo conhecidos, portanto, como HER2 negativo; apresentam muitos receptores hormonais;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Luminal B</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Apresentam do mesmo modo que o Luminal A receptores hormonais positivos e também são HER2 negativo, no entanto, apresentam um nível de crescimento celular mais acelerado;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Triplo Negativo</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Não apresenta nem a expressão de HER2, nem de estrogênio e progesterona.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/para-que-serve-a-biopsia-das-mamas/">Para que serve a Biópsia das Mamas?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como é feito o diagnóstico?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O diagnóstico do subtipo de câncer mama HER2 positivo é realizado por meio da análise molecular de imunohistoquímica do fragmento de biopsia e serve como guia para que o mastologista possa orientar a paciente acerca do<strong> tratamento </strong>individualizado mais adequado para o seu quadro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados da biópsia podem variar em uma escala de 0 a 3+. Em casos que os resultados forem 0 é considerado como HER2 negativo, se o resultado for HER2 1+ ou 2+ com teste negativo de hibridização in situ para HER-2, é considerado como HER2-Low. Já resultados com +2 apontam que o subtipo do câncer não tem o status definido e, portanto, será preciso realizar um novo exame, que consistiria na hibridização in situ do HER2. Quando ocorrem resultados 3+ é considerado um câncer de mama do tipo HER2 positivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Veja também: <a href="https://drabrendadelgado.com.br/cirurgia-para-cancer-de-mama-opcoes-de-tratamento-cirurgico/">Cirurgia para câncer de mama: quais as opções de tratamento cirúrgico?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as opções de tratamento de câncer de mama HER2 positivo?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Como aponta o <a href="https://www.inca.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Instituto Nacional do Câncer (Inca)</u></a>, atualmente existem tratamentos específicos para pacientes diagnosticados com câncer de mama HER2 positivo com resultados expressivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As opções de tratamento devem ser determinadas de acordo com as características biológicas do tumor, o <strong>estadiamento do câncer, </strong>além de fatores como idade, comorbidades, menopausa, assim como as preferências da paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as possibilidades de tratamento do câncer de mama HER2 positivo temos os tratamentos local e sistêmico. O tratamento local compreende cirurgia para remoção do tumor associada a <strong>radioterapia</strong> e também <strong>reconstrução da mama</strong>. Enquanto o tratamento sistêmico envolve a realização de <strong><a href="https://drabrendadelgado.com.br/efeitos-primeira-sessao-quimio/">quimioterapia</a></strong>, terapia biológica e <a href="https://drabrendadelgado.com.br/hormonioterapia-para-cancer-de-mama/">hormonioterapia</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>terapia alvo</strong>, por meio de medicações que produzem menos efeitos colaterais para o organismo, e que tem por objetivo atingir como alvo a proteína HER especificamente, tem apresentado bons resultados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente o medicamento Herceptin, cujo nome químico é trastuzumab, é aprovada pelo FDA, órgão regulatório americano, para ser usada no tratamento de câncer de mama HER2-positivo que esteja em estágio inicial ou avançado/metastático.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde 2019, a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou no Brasil a utilização de um novo medicamento, o <strong>T-DM1</strong> (trastuzumabe entansina) para o tratamento de pacientes com câncer de mama HER2 positivo com doença residual após tratamento com terapia neoadjuvante. Essa tem sido uma importante opção terapêutica nos casos de pacientes que não apresentaram melhores respostas com os outros tratamentos disponíveis, assim como para diminuir a possibilidade de recidivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a Trastuzumab deruxtecan (Enhertu) é o mais novo medicamento aprovado pela FDA nos casos de câncer de mama metastático que apresentam o HER2 Low, contudo ainda não foi liberada pela Anvisa para utilização no Brasil.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Câncer de mama HER 2 positivo tem cura?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com dados do <a href="https://www.nih.gov/about-nih/what-we-do/nih-almanac/national-cancer-institute-nci" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>National Cancer Institute (NCI)</u></a>, nos Estados Unidos, o câncer de mama do subtipo HER2 positivo corresponde a 14% dos casos de câncer de mama diagnosticados. Contudo, o diagnóstico não é uma sentença de morte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>rastreamento precoce, associado ao avanço das técnicas cirúrgicas </strong>e a descoberta de novos medicamentos pela Ciência tem conduzido a uma resposta patológica completa com significativas <strong>chances de cura. </strong>As estatísticas apontam que quando diagnosticado na fase inicial as chances de cura do câncer de mama podem chegar a 95%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual a probabilidade de reincidência do câncer de mama HER2 positivo?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A maioria dos casos de câncer de mama quando diagnosticado na sua fase inicial, independente do perfil molecular, podem ser curados e não apresentar reincidência ao longo da vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, uma pequena parte das pacientes pode apresentar recidiva do câncer na mama (recorrência local), ou nos linfonodos axilares (recidiva loco regional) ou em outros órgãos do corpo (metástase à distância).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os riscos de recorrência estão associados a diversos fatores como <strong>tamanho do tumor,</strong> idade da paciente, comprometimento dos <strong>linfonodos </strong>e do grau de diferenciação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O risco é mais elevado nos primeiros dois anos após o tratamento, diminuindo ao longo do tempo. Considera-se que depois de 10 anos o risco de câncer de mama é semelhante a mulheres que nunca tiveram a doença. Importante destacar que é essencial o acompanhamento de um mastologista para avaliação periódica das pacientes com histórico de câncer de mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse conteúdo foi útil para você e ajudou a responder sobre suas principais dúvidas sobre o câncer de mama HER2 positivo? Para mais conteúdos informativos sobre câncer de mama e saúde das mamas, continue navegando por nosso <a href="https://drabrendadelgado.com.br/blog/"><u>blog</u></a>.</p>
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